Mergulho no Estado do Paraná

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O litoral paranaense é um dos menores do Brasil, com aproximadamente 98km, e com duas baías (Guaratuba e Paranaguá) que "jogam" bastante sedimentos na faixa litorânea, deixando a água oceânica turva.
O mergulho não é tão desenvolvido quanto em outros estados principalmente pelas condições de visibilidade d´água. A visibilidade pode variar entre menos de um palmo até uns 10 metros nas ilhas de Currais e Itacolomis e no Parque dos Meros, e chega até 20 metros nas balsas. Outro fator é que as condições meteorológicas podem variar bem rápidamente e turvar a água ou levantar muitos sedimentos, com isto muitas saídas são canceladas. A grande vantagem para quem mora em Curitiba é que o litoral fica a 1 hora e meia e assim pode-se sair pela manhã e retornar a tarde, ou, para quem tem casa no litoral, aproveitar o final de semana com a família.
A Escola de Mergulho Scubasul faz saídas regulares para os pontos de mergulho aqui no Paraná:


Todas as fotos disponíveis nesta página são do meu acervo pessoal.



Parque dos Meros

A Mar Brasil, ONG voltada a projetos ambientais, e o CEM - Centro de Estudos do Mar da Universidade Federal do Paraná (UFPR) desenvolveram o programa de Recifes Artificiais Marinhos (RAM) no litoral paranaense. Foram colocados em diversos agrupamentos mais de 2000 peças de concreto no formato de retângulos de 1m x 1m x 2m com um furo no meio e de Reff Ball, uma meia bola de concreto oca e cheia de furos. A intenção é criar áreas para a fixação de flora e a proteção dos peixes de fundo das redes de arrasto, uma vez que a faixa litorânea paranaense é relativamente rasa e plana o que favorece muito a pesca de arrasto.
Um destes agrupamentos passou a ser a "morada" de alguns meros e a Scubasul faz saídas regulares para lá. A localização é mantida em segredo e é proíbido embarcar com GPS. A intenção é clara: protejer os meros de pescadores.
Uma estudante do Curso de Engenharia Ambiental da PUC-PR fez um trabalho de conclusão de curso muito interessante sobre os RAM´s, clique aqui para vê-lo.

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Janeiro/2005

Janeiro/2005

Janeiro/2006

Janeiro/2006

Janeiro/2006

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Abril/2007

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Ilha de Currais - S25°43,950 W048°21,750

A Ilha de Currais, na verdade, é composta de três ilhas, uma grande e duas pequenas - veja as fotos abaixo. As ilhas apresentam vegetação e na maior delas há uma pequena praia de cascalho na face oeste. Junto a esta praia há uma cabana pertencente ao CEM. Esta ilha é a morada de vários passáros e sempre se encontra vários planando sobre a ilha. Os mergulhos normalmente são feitos junto a esta praia, na face sul ou junto entre as pequenas ilhas. Fica mais próxima a Baía de Paranaguá, em torno de 7 milhas da costa. Topo

Esta é a ilha principal de Curais. Na face oeste há uma pequena praia de pedras. (Julho/2006)

Estas são as duas ilhas pequenas de Currais. (Julho/2006)

Passáros sobre a ilha. (Janeiro/2007)

Praia de pedras na face oeste. (Janeiro/2007)

Dezembro/1997

Dezembro/1997

Fevereiro/1999

Dezembro/1998

Novembro/1999

Julho/2006

Julho/2006

Dezembro/2006

Janeiro/2007

Janeiro/2007

Janeiro/2007

Janeiro/2007

Janeiro/2007

Janeiro/2007

Abril/2007

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Dezembro/2007

Dezembro/2007

Dezembro/2007

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Ilha de Itacolomis - S25°50,496 W048°24,427

A Ilha de Itacolomis é apenas um rochedo que aflora e que não tem vegetação como Currais. Fica mais próxima a Baía de Guaratuba, em torno de 7 milhas da costa. Topo

Julho/2005

Julho/2005

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Naufrágio das Balsas Dianka (S25°53,897 W048°08,714) e Espera 7 (S25°47,773 W048°06,250)

A Dianka e a Espera 7 eram balsas graneleiras utilizados no porto de Antonina. Após um perído sem uso elas foram doadas ao projeto de Recifes Marinhos Artificiais conduzido pela Ecoplan. Depois de limpas elas foram afundadas a 30 milhas da costa utilizando explosivos no casco.
Como elas ficam relativamente longe da costa o acesso para mergulho é feito usualmente por uma lancha rápida, pois as condições do tempo costumam variar bastante e rapidamente no litoral paranaense.
Por estarem longe da costa e em uma profundidade de 28 metros, a visibilidade é melhor que nas ilhas e no Parque dos Meros. Já cheguei a pegar uma visibilidade de 20 metros.
O site Naufágios do Brasil tem excelentes textos, croquis e fotos das duas balsas: Dianka e Espera 7.
O site Naufrágios do Paraná também traz algumas excelentes fotos.

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Balsa Dianka. Julho/2005


Espera 7. Janeiro/2007

Espera 7. Janeiro/2007

Espera 7. Janeiro/2007

Espera 7. Janeiro/2007

Espera 7. Janeiro/2007

Espera 7. Janeiro/2007

Espera 7. Janeiro/2007

Espera 7. Janeiro/2007

Espera 7. Janeiro/2007

Espera 7. Janeiro/2007

Espera 7. Janeiro/2007

Espera 7. Janeiro/2007

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Atualizado em Dezembro/2007 1