| Representação: APASE Petrópolis-RJ | |||||||||||||||||||||||||||||
| Nós somos a APASE (Associação de Pais e Mães Separados), uma Organização Não Governamental sem fins lucrativos que tem como objetivo preservar o direito de filhos de pais separados de ter ambos os genitores presentes em sua vida, lhes prestando de forma igualitária todos os cuidados necessários para seu desenvolvimento físico, psíquico e emocional. Para isso procuramos conscientizar a sociedade de um modo geral, desde aquele pai, aquela mãe ou aquele filho que se vê impedido de exercer seus direitos (e deveres) de cidadania, até os Magistrados, detentores do Poder transformador social: A JUSTIÇA. Utilizamos para isso todos os meios de comunicação e informação possíveis, que vão de um simples “bate-papo”na barbearia, à distribuição de folhetos e apostilas explicativas aos órgãos públicos que defendem os interesses da criança, e de pais e mães responsáveis que buscam exercer seu papel sagrado junto a seus filhos, após o divórcio. Lutamos de forma justa pela GUARDA COMPARTILHADA e pela aprovação do PL 6350/2002 no Congresso Nacional. Por este motivo, pedimos sua atenção para a imediata necessidade de mudanças na sociedade pós-divórcio. NÃO DEIXE ÓRFÃOS OS FILHOS DO DIVÓRCIO.DIGA SIM À GUARDA COMPARTILHADA. A APASE- Petrópolis (oficializada em 05.10 04) é uma representação autorizada da APASE-Brasil, com sede em Florianópolis-SC, fundada em 12 de março de 1997 e reconhecida como Utilidade Pública Municipal em novembro de 1998. A APASE é composta por voluntários, por isso, qualquer serviço oferecido(como o Cadastro nos Grupos de Ajuda Mútua) será feito de forma gratuita. Nenhum profissional está autorizado a cobrar qualquer valor em nome da APASE, sendo vedada toda e qualquer forma de benefício pessoal e/ou financeiro. Serviços deste tipo poderão ser oferecidos em caráter pessoal nos grupos de ajuda mútua. Telefones úteis: Conselho Tutelar-(24)2246-8537 2246-8800 /2246-1508/ 2246-1503 Juizado de menores-(24)2231-2820 Juizado da Infância e da Adolescência-(24)2231-5177 ramal 253 ACONTECEU EM PETRÓPOLIS: DIÁRIO DE PETRÓPOLIS: 17/10/2004 A Associação de Pais Separados – APASE-, que tem sede em Florianópolis, está instalando um núcleo em Petrópolis, através de Rogério Cogliatti, que desde 2001 tem a guarda compartilhada do filho graças à orientação da instituição. APASE começa a instalar seu núcleo em Petrópolis Pais petropolitanos separados agora podem contar com o apoio da representação Petrópolis da Associação de Pais e mães Separados (APASE), uma organização não governamental, financiada exclusivamente por seus participantes, que tem o objetivo de promover a Guarda Compartilhada, uma forma de amenizar os traumas das crianças após o divórcio dos pais.A APASE Petrópolis, que foi oficializada em 05/10/2004, é representada por Rogério Cogliatti, que em 2001 buscou na instituição apoio e orientação para conseguir a guarda compartilhada do filho, que , hoje, 3 anos depois é uma criança feliz. “Tenho a guarda compartilhada do meu filho desde 2001 e hoje ele é uma criança saudável, alegre, com ótimo rendimento escolar e facilidade no relacionamento social”, disse.A representação petropolitana é autorizada pela APASE Brasil, que tem sede em Florianópolis – SC, fundada em 12 de março de 1997 e reconhecida como de Utilidade Pública Municipal em 1998. A APASE é composta por voluntários, sendo assim, qualquer serviço oferecido pela instituição (como o cadastro nos grupos de ajuda mútua) é feito de forma gratuita. As informações estão disponíveis no site www.apase.org.br , onde os usuários podem encontrar orientação jurídica, psicológica, palestras , além de participar de grupos de discussão e ter acesso a todo tipo de informação pertinente ao assunto.A instituição defende a idéia de que filhos de pais separados devem ser preservados tendo o direito de serem criados por qualquer um de seus genitores sem discriminação de sexo, além de promover a participação efetiva de pais e mães no desenvolvimento dos filhos. Para atingir tal objetivo, os representantes da APASE procuram conscientizar a sociedade de modo geral, desde aqueles pais ou mães que se vêem impedidos de exercer seus direitos e deveres de cidadãos, até magistrados, detentores do poder transformador social: A Justiça. Para isso, os representantes da instituição utilizam todos os meios de comunicação e informação possíveis, que pode ir desde um bate-papo na esquina, até a distribuição de folhetos e apostilas explicativas aos órgãos públicos que defendem os interesses da criança e de pais e mães responsáveis que buscam exercer seu papel junto aos filhos mesmo após o divórcio.A APASE luta pela Guarda Compartilhada, única forma de guarda que preserva o direito da criança de ter ambos os genitores presentes em sua vida diária após a separação dos pais, para isso, a associação, juntamente com outras instituições conseguiu que o projeto de Lei nº 6350/2002 do Deputado Federal Tilden Santiago recebesse no dia 19 de agosto, parecer favorável do relator do projeto na Comissão de Seguridade Social, Homero Barreto, que será votado no Congresso Nacional.Em outros países a Guarda Compartilhada já é uma realidade e pesquisas realizadas pelo Departamento de Serviços Humanos e Sociais dos Estados Unidos comprovam que crianças que têm a guarda compartilhada atingem o mesmo grau de desenvolvimento de crianças de famílias intactas. As pesquisas, avaliadas pelo psicólogo brasileiro Evandro Luiz Silva atestam ainda que crianças que têm Guarda Compartilhada, têm diminuição do estresse, maior produção na escola, melhoria na qualidade de vida, diminuição dos casos de gravidez na adolescência, evasão escolar e suicídio, diminuição do número de crianças e adolescentes com problema emocionais e comportamentais, uso de drogas e prisão de menores. Mais informações no site www.apase.org.br ou pelo telefone 2248-7392 (Rogério Cogliatti ou Renata Cogliatti). Reportagem de Jaqueline R. da Costa. 1ºMOVIMENTO PELA GUARDA COMPARTILHADA EM PETRÓPOLIS: APASE - Associação de Pais e Mães Separados www.apase.org.br SUCESSO NA MOBILIZAÇÃO EM PETRÓPOLIS, RJ, PELA GUARDA COMPARTILHADA Foi realizada, no dia 02 de abril de 2005, na cidade de Petrópolis, Rio de Janeiro, mobilização pela aprovação do Projeto de Lei 6.350, que institui a Guarda compartilhada no Brasil. O movimento teve lugar na Praça Central da cidade e durou aproximadamente duas horas, com a distribuição de 800 panfletos para a população. Os manifestantes, todos vestidos com camisetas divulgando a Guarda Compartilhada receberam elogios pela iniciativa, que foi apoiada por todos que tiveram oportunidade de conhecer os ideais da Apase. O vigor, o entusiasmo e a simpatia dos manifestantes que divulgaram a necessidade dos filhos continuarem com a presença constante do pai e da mãe após a separação foi outro destaque, retribuídos com simpatia pela população que concordou integralmente com a proposta de não deixar os filhos do divórcio órfãos de genitores vivos. A manifestação foi coordenada pelo Sr. Rogério Cogliatti, Renata Guarany Mendonça Cogliatti, e Ricardo Brozek, todos integrantes da Representação da Apase em Petrópolis. Após o evento, os participantes do movimento receberam Certificados de Participação pela paternidade responsável. ENTREVISTA NO SBT: 21/10/2005 Divulgação do livro GUARDA COMPARTILHADA-aspectos jurídicos e psicológicos. Reportagem de Roberta Costa. Diário de Petrópolis, RJ, 04-12-2005 Guarda compartilhada pode reduzir traumas Diante de grande número de divórcios e das conseqüências psicológicas que eles trazem para os filhos de casais divorciados, especialistas sugerem a guarda compartilhada para diminuir os danos causados nas crianças. Essa maneira de acordo ainda é pouco difundida, mas já vem sendo recomendada por advogados e psicólogos para os pais divorciados. Solução para atenuar traumas Casal deve pensar no que é melhor para a criança Apesar de ainda ser uma prática pouco difundida na sociedade, a guarda compartilhada dos filhos pode ser uma boa solução para atenuar os traumas causados nas crianças pela separação dos pais. Para o presidente regional do Conselho Tutelar, Agnes Dalzini, esse tipo de guarda é o melhor para a criança, que na maioria das vezes se vê perdida após a separação dos pais. "O casal maduro e responsável, deve deixar de lado as mágoas e pensar no que é melhor para a criança", diz Dalzini. Mas de acordo com a psicóloga da segunda Vara de Família, Marta Baimes Machado da Costa, na maioria das vezes, durante o processo de separação, as pessoas não conseguem ter o equilíbrio emocional necessário para lidar com a situação. Entre os psicólogos as opiniões são divergentes, alguns são favoráveis à aplicação da Guarda compartilhada, outros são mais conservadores. "A aplicação deste tipo de guarda deve ser avaliada caso a caso. Em algumas situações ela é muito viável.Mas o casal deve ser maduro para que a guarda compartilhada já se transforme em ponto para maiores conflitos", disse. A psicóloga explica que em tese o melhor para a criança é continuar convivendo com o pai e com a mãe, mas lembra que nem todo casal tem maturidade para lidar com isso. "Decisões, como a escola em que a criança vai estudar, podem se transformar em conflitos se houver desavenças entre os pais", alerta. A psicóloga entretanto admite que, em alguns casos, a guarda compartilhada chega a ser sugerida aos pais e ao juiz em relatórios de avaliação. "Alguns juízes acreditam que esta seja a melhor forma, mas a maioria deles prefere adotar a guarda única com visitação livre daquele que não detém a guarda", explica. Segundo o advogado Leonardo Almeida de Souza, a questão da guarda compartilhada é tímida em Petrópolis. "A Associação de Pais e Mães Separados (Apase) vem levantando esta bandeira na cidade, mas acredito que a questão se tornará mais ampla com a aprovação do projeto que quer incluir esta modalidade de guarda no Código Civil", disse. Para orientar pais e mães interessados em saber mais sobre a guarda compartilhada, a Apase lançou recentemente o livro "Guarda compartilhada - aspectos jurídicos e psicológicos", que traz informações claras sobre temas como o processo de readaptação familiar após o divórcio ou rompimento de união estável onde existam filhos, entre outras orientações. Mais informações podem ser obtidas no site www.apase.org.br. X |
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