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Comemorar o dia
das mães é uma
atitude bela,
justa e
imperativa. A
mãe exerce um
papel
indisputavelmente
importante na
família. Ela é
capaz dos
maiores
sacrifícios. Por
um tempo carrega
os filhos no
ventre, nutre-os
no seio,
carrega-lhes nos
braços,
acompanha-os a
vida toda com
conselhos cheios
de ternura,
assiste-os com
suas orações
perseverantes.
A mulher
contemporânea
tem alcançado
grande sucesso
na vida pessoal
e profissional.
Ela tem ocupado
espaços cada vez
mais largos em
todos os
segmentos da
sociedade. Ela
tem alçado vôos
cada vez mais
altos nas
conquistas
sociais. A
capacidade
feminina para as
grandes causas
está acima de
qualquer dúvida.
Porém, não
existe nenhuma
missão mais
sublime, mais
urgente e mais
importante do
que a causa da
família. Nenhum
sucesso compensa
o fracasso da
família. A
mulher sábia
edifica a sua
casa. Ela é como
o cimento que
galvaniza a
união
familiar.Seu
papel nas mais
diversas frentes
é uma conquista
importante e
legítima,
entretanto, isso
jamais pode ser
em detrimento do
seu mais
sacrossanto
ministério, o
ministério de
mãe.
A mãe foi
chamada por
Peter Marshall,
capelão do
senado
americano, de
guardiã das
fontes. Ela, com
o olhar sempre
atento acompanha
os filhos,
alimenta-os,
ensinando-os a
dar os primeiros
passos. Ela
ensina-lhes as
primeiras
palavras. Ela
mais do que
ninguém se
esmera para
oferecer aos
filhos o
alimento mais
saboroso, a
roupa mais
confortável, a
cama mais
aconchegante.
Ela, movida por
amor
inquestionável,
é capaz de
atravessar
noites
indormidas e
madrugadas
insones para
cuidar dos
filhos quando
esses estão
enfermos. Mãe é
um símbolo de
coragem, de
abnegação,
ternura,
disciplina e
amor.
Quais as marcas
principais do
sublime
ministério de
mãe?
1. Mãe como
educadora – A
mãe é uma
pedagoga
natural. Ele
ensina com a
vida e com
palavras. A
instrução da
sabedoria deve
estar sempre nos
seus lábios. Ela
como Eunice, mãe
de Timóteo, deve
sempre instilar
no coração dos
filhos que os
valores
espirituais são
mais importantes
do que as
vantagens deste
mundo
transitório. O
grande estadista
americano,
Abraão Lincoln,
disse que a mão
que embala o
berço, move o
mundo.
Precisamos
desesperadamente
de mães que
voltem às
trincheiras do
lar e lutem com
firmeza em favor
dos filhos, para
que eles sejam
reparadores de
brechas e coroas
de glória nas
mãos do Senhor.
2. Mãe como
conselheira – A
mãe deve sempre
manter o canal
de comunicação
aberto com os
filhos. Ela deve
manter o
equilíbrio entre
firmeza e
doçura. Não pode
ser complacente
a ponto de
jamais chamar a
atenção ou
discipliná-los,
nem pode ser
dura ou
implacável em
suas palavras e
gestos,
provocando-os,
assim, à ira, ou
inibindo-os de
se expressarem.
A mãe precisa
cultivar um
relacionamento
íntimo, saudável
e inteligente
com os filhos, a
fim de que eles
possam sentir
segurança e
liberdade para
buscar nela uma
palavra de
orientação e
ajuda na
caminhada da
vida.
3. Mãe como
intercessora –
Um dos
ministérios mais
importantes que
a mãe exerce no
lar e sobretudo,
na vida dos
filhos, é o
ministério da
intercessão. A
mãe alcança mais
os filhos quando
está com os
joelhos dobrados
diante de Deus,
em favor deles,
do que quando
está com o dedo
em riste
brigando com
eles. A mãe
precisa falar
mais a Deus
sobre os filhos
do que de Deus
para os filhos.
Ela deve ser uma
intercessora e
não apenas uma
testemunha. As
mães que mais
influenciaram a
família e a
história foram
as mulheres que
mais tiveram
intimidade com
Deus em oração.
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