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Nome oficial: República Participativa de Campos Bastos Capital: Lorena Branca (Lorraine Blanche) Divisão administrativa - Três distritos, Campos Bastos, Nouvelle Rouen e Pirraines, e um território semi-autônomo, Bervânia. Conheça as cidades e distritos de Campos Bastos. Área: Aproximadamente 900 km², sendo 300 km² na Pointe Béhague e 600 km² no território da Bervânia. Forma de governo: República coletivista Gentílico: Campinense, campinês, bastense. Em inglês, campinian ou campinese. População: 31 pessoas (dados de 13 de outubro de 2002) Línguas oficiais: Português (predominante), inglês e francês Moeda: Não adota sistema monetário Religião: O Estado é laico e o culto religioso, livre. A Igreja Salvadora, surgida no país, é a maior de Campos Bastos. Há grande parcela de ateus e minorias cristã, particularmente católica, e budista. Fuso horário: -4 Clima: Equatorial úmido, com alta pluviosidade (mais de 2000 mm/ano) e temperatura média anual acima dos 25ºC tanto na Pointe Béhague quanto na Bervânia, sendo um pouco mais baixa na serra. Veja como está o tempo na região de Campos Bastos no Weather Underground. Vegetação: Floresta tropical úmida em mais de 50% do território; na planície litorânea, a predominância é de mangues. Às margens do rio Approuague, a oeste, há uma área fértil de campos. Na Bervânia, há florestas ao sul, mas a maior parte do território tem vegetação litorânea. Leia mais no Museu da Floresta Tropical. Informações sobre a geografia
Localização - Entre os rios Approuague e Oiapoque, ocupando o sul e o sudeste da Pointe Béhague. Faz fronteira com a Guiana Francesa a oeste, pelo rio Approuague, e ao sul; com a República de Orange a sudeste, na foz do rio Oiapoque, e num pequeno trecho no extremo sul; e com Porto Claro, ao norte. A costa leste, na altura de Nouvelle Rouen e Pirraines, é banhada pelo Oceano Atlântico. O território, na realidade, faz parte da Guiana Francesa, na divisa com o Brasil. No local existem duas cidades, a pequena Ouanary, que fica no sul de Pirraines, e Guisanbourg, que coincide com o distrito de Campos Bastos, por onde passará a estrada ligando o estado brasileiro do Amapá a Caiena, capital guianense. Esse território foi adotado na fundação de Porto Claro, em 1992, para servir como uma referência cultural e histórica para a sociedade portoclarense, da qual se originou a campinense. A região da Bervânia, por sua vez, localiza-se na divisa entre o Suriname e a Guiana, entre os rios Berbice e Corantijn, tendo o Oceano Atlântico ao norte. Coincide com a cidade de New Amsterdan. Topografia - Compõe-se de três regiões. Ao centro, cortando o território de centro-oeste a sudeste, fica a Serra das Piranhas, conjunto de elevações modestas, com altitude de não mais de 500m, que ocupa o centro-sul de Nouvelle Rouen, o leste de Campos Bastos e quase todo o território de Pirraines. Nela se localizam as cidades de Pirraines, Cidade-de-Fábio e Tisserânia, além de parte de Lorena Branca. A região é praticamente toda coberta de floresta tropical úmida, integrando a Amazônia. A leste, junto ao Atlântico, e ao norte, em Oceanópolis, o terreno é de planície baixa e pantanosa. A maior parte dos charcos já foi drenada, devido à elevada urbanização dessa área, mas alguns manguezais resistem entre o litoral norte de Lorena Branca e o extremo sul de Oceanópolis. Da margem do rio Approuague até a Serra das Piranhas, há uma planície fértil, a Planície de Campos Bastos ou de Guisanbourg, onde se concentra a produção agrícola, particularmente na cidade de Itaguanã e no sul de Nouvelle Toulouse. Por todo o território, há vários pequenos rios. A Bervânia localiza-se numa planície úmida e pantanosa, onde foi necessário um grande trabalho para drenar os charcos e estabelecer as fundações das cidades. O relevo é suavemente mais elevado ao sul e sudeste, onde se localizam as florestas de Prestesgrado. Economia - Baseada sobretudo no setor de serviços e no turismo. A maior indústria é a gráfica, com considerável produção de jornais e livros. A agricultura é desenvolvida, produzindo especialmente frutas tropicais, especiarias e cebola, além de grãos como feijão na Bervânia. Na serra das Piranhas, pratica-se tradicionalmente a vinicultura, segundo técnicas secretas passadas de geração em geração para adaptar as videiras ao clima quente. No subsolo campinense, escondem-se importantes jazidas de alumínio, manganês (na Pointe Béhague) e ferro (na Bervânia). |
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