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A República Participativa de Campos Bastos surgiu em março de 2000 da união de três distritos do sul e sudeste de Porto Claro que declararam independência do país: Campos Bastos, Nouvelle Rouen e Pirraines. Os cidadãos estavam descontentes com a ditadura que havia sido implementada no país durante a Segunda Guerra Civil. Havia uma perseguição aos cidadãos de esquerda, maioria nos três distritos, e aos integrantes do Poder Judiciário. Diversas pessoas foram suspensas e ameaçadas de expulsão sem direito a defesa por expressar uma opinião contrária à do governo. A situação ficou tão insustentável que os juízes recorreram a entidades intermicronacionais para garantir os direitos fundamentais dos cidadãos. Por conta disso, muitos vinham fugindo do país, alguns deles exilando-se em outras micronações. Revoltados com a situação, os cidadãos de Campos Bastos, liderados pelo governador Wilson Oliveira, sublevaram-se e declararam a independência no dia 2 de março, com o apoio de latifundiários locais. O exemplo campinense foi seguido por Nouvelle Rouen, que decidiu pela independência e constituiu um governo coletivo na manhã de 7 de março. Poucas horas depois, foi a vez do povo de Pirraines tomar o palácio do governo, declarando o impedimento do governador Francisco Russo, que abandonara o distrito há mais de um mês, e proclamar-se independentes. No dia 21 de março de 2000, o conselho de governo que dirigia provisoriamente a República Democrática de Pirraines decidiu por sua união com Campos Bastos. Por essa época, as forças do norte haviam sido derrotadas na maior parte do território pelos rebeldes separatistas, restando algumas batalhas no norte de Campos Bastos e em Nouvelle Rouen. Os últimos focos anti-separatistas foram vencidos em abril. Em 27 de março, foram concluídas as negociações entre as chancelarias de Campos Bastos e da República Independente de Nouvelle Rouen e consolidada a unificação dos separatistas sob o nome de República Participativa de Campos Bastos. No dia seguinte, houve o primeiro reconhecimento internacional, sinal maior da vitória dos rebeldes e da constituição do país. Você pode ter mais informações sobre a história campinense no Museu Alexandro Vico Garcia, no Museu Histórico de Pirraines e no Instituto Histórico Campinense. Uma quarta unidade administrativa, o departamento de Bervânia, foi incorporada a Campos Bastos em agosto de 2001, por iniciativa de seu fundador, Daniel Girardet. Posteriormente, Girardet migrou ele mesmo para Campos Bastos. História política Estabelecendo desde o início a decisão popular como prioridade, Campos Bastos se tornou uma república parlamentarista no plebiscito de 1º de maio de 2000, que decidiu também pela manutenção do nome, uma homenagem à origem histórica campinense. As primeiras eleições ocorreram no final de maio, com o governo eleito tomando posse em 1º de junho. Adriana Moura (PC) foi eleita a primeira presidente de Campos Bastos, e o Conselho Supremo, cujas quatro cadeiras foram divididas igualmente entre o PC e o PPA, escolheu por unanimidade Wilson Oliveira (PC) como primeiro-ministro e chefe de governo. Curiosamente, durante o período parlamentarista, apenas mulheres ocuparam a presidência da República: primeiro Adriana, por dois mandatos, depois Marina de Paula (PPA). E, em todas as três eleições dessa fase, o número de cadeiras do Parlamento foi dividido entre os dois partidos, com ligeira vantagem no número de votos para o PC, chegando a haver um rigoroso empate nas eleições de dezembro de 2000. Em 11 de setembro de 2001, um plebiscito que contou com número recorde de votantes decidiu por unanimidade mudar o sistema de governo campinense. Agora, Campos Bastos é uma república coletivista, onde o poder de legislar é concedido a todos os cidadãos reunidos em lista nacional e o Executivo é exercido por um conselho de cinco pessoas, também chamado Conselho Supremo. O primeiro governo coletivista tomou posse em 1º de dezembro do mesmo ano. Embora o PC tenha feitoa maioria dos conselheiros, três, foi do PPA o primeiro chefe de Estado do coletivismo, Fabio Moraca Paulo, presidente do Conselho Supremo. Atualmente o PC, novamente majoritário, tem a presidência do CS, com Adriana Moura, e a secretaria-geral, com Wilson Oliveira. |
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