Enquanto os vinhos sempre fizeram parte da alta gastronomia, a cerveja sempre foi o patinho feio para os amantes da boa e refinada cozinha. Não mais. Pelo menos é o que espera a Carlsberg, maior cervejaria da Escandinávia, com o lançamento de sua nova e exclusiva cerveja: a Carlsberg Vintage nº1.
Esta nova cerveja é uma Strong Ale, com 10,5% de volume alcoólico. Ela tem uma coloração castanha, pouco creme e conta em sua composição com notas de caramelo, baunilha e carvalho da França e Suécia, provenientes dos barris onde é armazenada. A sugestão é consumi-la com queijos e sobremesas.
A exclusividade fica por conta das poucas garrafas que devem ser produzidas esse ano. E exclusividade tem um preço, neste caso o maior do mundo para a categoria. Apenas 600. Cada garrafa da Carlsberg Vintage nº1 está sendo vendida por US400, tornando-a assim, a cerveja mais cara do mundo.
Quem quiser pagar para ver se ela realmente vale a pena deve correr, porque em pouco tempo deve ficar muito difícil de comprar uma dessas. Por enquanto a cerveja está disponível apenas em três restaurantes de Copenhague, um deles o Noma – possuidor de duas estrelas no Guia Michelin.
Ouro do Pharaó
Em 1990, arqueólogos encontraram um recinto perdido em baixo do Templo do Sol da rainha Nefertiti em Tell el-Amarna e tal descoberta mudou para sempre a história da cerveja. Depois de analisarem a borra encontrada em grandes tonéis naquele local, chegaram à conclusão de que tinham achado uma cervejaria que produzia bebida para os faraós. Essa talvez seja a mais antiga cervejaria conhecida. Os estudiosos foram até mesmo capazes de decifrar a receita e o método de fermentação usado pelos antigos egípcios para fazer cerveja.
Em 1995, a Egypt Exploration Society reuniu-se a duas cervejarias inglesas e, usando exatamente os mesmos ingredientes e o mesmo processo de preparação, foram capazes de reproduzir a antiquíssima cerveja. Em um leilão, uma garrafa de 373 mililitros dessa cerveja foi vendida por 7200 dólares!!
Depois disso, o Sibel Institute of Technology, uma instituição de Chicago destinada à formação de profissionais cervejeiros, foi mobilizado para supervisionar a produção de uma quantidade rigidamente controlada de uma cerveja baseada naquela fórmula, digna do paladar de um faraó, e que recebeu, adequadamente, o nome de Pharaoh's Gold (Ouro do Faraó).
Em 1997 o produto começou a ser comercializado. A bebida é fabricada sem produtos químicos e com ingredientes completamente naturais, fermentada em tonéis por dois meses e meio e, a seguir, fermentada e envelhecida na garrafa por mais de um ano. A empresa que a produz chama-se Pharaoh's Brew Ltd. e está situada na cidade de Glendale, na Califórnia. Enquanto que as cervejas atuais podem ser armazenadas, em média, por seis meses, esse novo produto — afirmam os fabricantes — continua perfeito ano após ano e seu tempo de armazenagem pode ultrapassar o de muitos vinhos finos. Além disso, seu teor de álcool é três vezes superior ao da maioria das cervejas disponíveis no mercado.
Com características tão únicas, ela vem embalada em garrafas personalizadas, com selos de proteção especiais, acabadas à mão, numeradas, assinadas e datadas pelo cervejeiro, sendo vendida apenas uma unidade para cada comprador previamente registrado. Não há duas garrafas iguais, também afirmam os fabricantes. Cada garrafa é tão individual quanto uma impressão digital para cada comprador registrado. Para assegurar a autenticidade, ao ser vendida a garrafa é registrada no nome do comprador na Onan Library of Beer. O preço disso tudo? Cem dólares mais frete para cada garrafa. Parte desse dinheiro é doado ao Museu do Cairo. Se você se habilitar, bom proveito.
Preciosa Descoberta
A coisa mais gratificante da pesquisa é quando se encontra uma preciosidade como o texto abaixo:
Bag-in-box substitui barril de chope
Em associação com a cervejaria alemã Ankerbräu, a Rapak Europa lançou a primeira embalagem bag-in-box para chope, em substituição aos barris de aço. A nova teconologia, adequada para todos os tipos de cerveja, tem um custo menor que o barril tradicional.
A cerveja é introduzida em bolsas plásticas de 25 litros, que depois são acondicionadas em caixas de papelão. De acordo com o fabricante, o sistema bag-in-box para cerveja reduz o custo de transporte, dá maior vida útil ao produto e proporciona uma espuma espuma mais cremosa e mais duradoura. A chave para a embalagem inovadora é a eliminação do gás carbônico (CO²) após a destilação, e a sua reincorporação posterior nos pontos-de-venda. O sistema é adaptável a qualquer ponto-de-venda que já utiliza barris.
Cerveja "satânica" faz sucesso na Rússia
Os supermercados russos começaram a receber remessas de uma bebida peculiar, a Satan Beer, que já era comercializada em países do Leste Europeu. Uma garrafa de 330ml é vendida por cerca de US$ 5 na Rússia. Produzida na Bélgica pela centenária cervejaria DeBlock, a bebida possui uma dose alta de álcool, de 8%, e possui duas variações, a Satan Gold, clara e a Red, escura, cremosa e doce.
Drake´s Bar & Deck Lança a maior novidade do verão: SORVETE DE GUINNESS
Num dia quente que contempla o verão brasileiro 2006, o chefe australiano Greigor Caisley, do Drake´s Bar & Deck, teve uma inspiração divina e elaborou uma sobremesa que promete revolucionar a gastronomia: o sorvete de Guinness. A receita, um segredo muito bem guardado pelo chefe; o sabor, inigualável.
Exclusivo do Drake´s, o Guinness Ice Cream tem um sabor levemente amargo, como o café, por ser elaborado por uma cerveja tipo Stout, a irlandesa Guinness, uma bebida suave, rica, com toque de lúpulo queimado e características de malte. Contém ainda notas carameladas assegurando excelente paladar.
O toque final é uma calda única, também elaborada com Stout, e farofa. Esta deliciosa sobremesa custa R$ 12,00 e é ideal para ser saboreada no estonteante jardim do deck, repleto de plantas típicas brasileiras, cascatas e espelhos d´àgua, um oásis urbano no verão paulistano.
A mais forte
A cerveja americana "Sam Adams Utopias MM II" é a mais forte do mundo, com teor alcoólico de 24% - ante a média de 4,9% das cervejas comuns - tipo pilsen.
A nova cerveja, fabricada pela Boston Beer Company, de Massachusetts, é diferente também no preço: a garrafa de 700 ml custa em torno de 100 dólares. Por isso, já existem bares americanos servindo a "Utopias" em doses de 50 ml, ao preço de 12 dólares.
Cerveja pra cachorro, aqui vai a ultima dos americanos
Anunciada como "bebida refrescante para seu melhor amigo", está a venda na internet a Happy Tail Ale, cerveja para cachorros - veja aqui.
Ursos x Pingüins
A Antarctica utilizou ursos em propagandas e no próprio logotipo constou dois ursos brancos sobre um campo de gelo, supostos habitantes do continente Antárctico, a Antárctica. Quando os dirigentes da empresa se deram conta de que no Polo Sul não havia ursos, mudaram o logotipo para os dois pingüins sobre o mesmo campo gelado, como o conhecemos hoje.
Convenção
A fábrica de Refrigerantes Convenção e também fabricante da Cerveja Guit's tem este nome em homenagem a uma reunião de paulistas partidários da derrubada do regime monárquico, ocorrida em Itu em 1873. O encontro ficou conhecido como "Convenção de Itu" e lançou as bases do Partido Republicano Paulista, o PRP.
Loira gelada e aditivada
Isto é gente- Nº 1547 – 26/05/1999
Depois de experimentar uma cerveja alemã à base de cânhamo, o empresário Arlindo Dionísio, dono da microcervejaria BrewPub, em São Paulo, criou a Maria Joana, a primeira hempbeer brasileira feita de maconha. "A cerveja ficou ótima, com um leve sabor de avelã", explica Dionísio. Aos mais empolgadinhos, um aviso: para legalizar a loira, foi necessário que o princípio ativo da Cannabis sativa fosse retirado das plantas utilizadas. "Para dar barato só bebendo três mil garrafas, mas antes disso o cara morre de cirrose", brinca. O empresário, contudo, não revela onde consegue a matéria-prima. "É segredo industrial", despista.
CONTRIBUIÇÃO IRLANDESA
A origem da famosa variedade de cerveja preta que se toma nos pubs do Reino Unido com o nome de stout remonta a uma disputa secular entre ingleses e irlandeses: quem produziria a cerveja mais encorpada? Os ingleses criaram a cerveja porter, semelhante à stout, mas a vitória ficou com os irlandeses, que conseguiram que sua criação entrasse para o livro Guinness de recordes e assim incorporasse seu próprio nome. Dona de uma imagem muito masculina, a stout é pesada, bem encorpada, tem sabor amargo e espuma muito cremosa. É produzida com parte do malte substituído por cevada não maltada e torrada. Daí, a cor preta. As marcas mais famosas desse tipo de cerveja são a Murphy's e a Guiness.
Lentes de contato verdes farão propaganda de cerveja em bares
Reuters, em Londres
Adoradores da famosa cerveja preta Guinness poderão ser desculpados se acharem que exageraram na dose de celebração do Dia de São Patrício neste fim de semana.
Atendentes de bares irlandeses ao redor do mundo estarão usando lentes de contato verdes com propaganda da Guinness, disse a empresa hoje.
A Guinness afirmou que escolheu a campanha subliminar depois que pesquisas mostraram que mais da metade dos consumidores de bebidas britânicos não tinham idéia do que beberiam até o momento em que chegavam a bares.
"Percebemos que ainda havia um lugar que os consumidores precisavam olhar: nos olhos dos atendentes que pegavam seu pedido", explicou David Smith, diretor de marca da Guinness.
A comemoração do Dia de São Patrício, ponto alto no calendário irlandês, acontece em várias partes do mundo neste fim de semana e beber é parte integral das festividades.
CERVEJA PILSEN NA ERA DO GELO
Em 1870, cerca de 560 cervejarias já operavam na Holanda. Mesmo assim, Jonkheer de Pesters e J. H. van Marwijk Kooy, empresários de Amsterdã, resolveram entrar no negócio, e fundaram uma cervejaria que levou o nome do rio que corta a cidade e às margens do qual a fábrica se localizava, Amstel. Como diferencial, a nova empresa dedicou-se à fabricação de cerveja tipo pilsen, cuja produção trazia uma complicação técnica que reduzia o número de fabricantes a menos de uma dezena: o produto precisava ficar armazenado por dois meses sob temperaturas próximas de 0.C. Para isso, a Amstel retirava gelo dos canais de Amsterdã durante o inverno, e o armazenava em locais cercados por muros duplos para utilização no resto do ano. A cervejaria livrou-se da dependência do rigor do inverno só uma década depois, quando instalou sua primeira máquina de gelo.
Chope
Você sabe donde vem a palavra chope, que está na boca de todo o mundo? Chope vem da palavra alemã “Schoppen”, que significa quartilho ou vasilha, geralmente de meio litro. “Schoppen”, a exemplo de litro, é uma medida para líquidos equivalente a meia garrafa ou meio litro; na gastronomia, alemã, um “Schoppen” equivale a um quarto de litro. Neste sentido, pode-se falar de um chope de cerveja ou um chope, isto é, um Schoppen de vinho. O que as duas bebidas têm em comum, neste particular, é que elas são tiradas do barril e não servidas em garrafa. Originariamente, elas eram tiradas com uma vasilha, o Schoppen, que comportava o volume equivalente a meio litro ou a um quarto de litro. Pela prática, o chope acabou se identificando como medida de quantidade de líquido tirada do barril de cerveja.
SALVO PELO GONGO
Durante a idade média era comum o uso de utensílios (pratos e
copos), fabricados em estanho. Certos tipos de alimentos oxidavam o material, o que fazia com que muita gente morresse envenenada. Lembremo-nos que os hábitos higiênicos da época não eram lá grande coisa. Isso acontecia freqüentemente com os tomates, que, sendo ácidos, foram considerados, durante muito tempo, como venenosos.
Copos de estanho eram usados para beber cerveja.
Essa combinação, às vezes, deixava o indivíduo "no chão" (numa espécie de narcolepsia induzida pela bebida alcoólica e pelo óxido de estanho). Alguém que passasse pela rua poderia pensar que a pessoa estava morta, portanto recolhia o corpo e preparava o
enterro.
A Inglaterra é um país pequeno, e nem sempre houve espaço para enterrar todos os mortos. Então, os caixões eram abertos, os ossos tirados e encaminhados ao ossário, e o túmulo era utilizado para outro infeliz.
Às vezes, ao abrir os caixões, percebiam que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo. Assim, surgiu a idéia de, ao fechar os caixões, amarrar uma tira no pulso do defunto, tira essa que passava por um buraco no caixão e ficava amarrada num sino. Após
o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo durante uns dias.
Se o indivíduo acordasse, o movimento do braço faria o sino tocar.
Assim, ele seria "saved by the bell", ou "salvo pelo gongo", um termo usado até os dia atuais...
CURIOSIDADES BELGAS
- No século XIII, as pessoas que derrubavam um copo de cerveja precisavam pagar multas muito altas. Nos séculos XIV, XV e XVI o consumo de cerveja na Bélgica chegou a 500 litros per capita.
- Os soldados belgas tinham direito a tomar dois litros de cerveja por dia no século XVI.
- 200 anos depois, foi proibido produzir cerveja no domingo e bebê-la durante a missa.
- Em 1830 foi declarada a independência da Bélgica. Os cervejeiros começaram a revolução após os holandeses terem aumentado novamente o imposto sobre a bebida. Para se ter noção da importância da cerveja no país, alguns dos primeiros-ministros da Bélgica vieram de famílias de cervejeiros.
- Em 1900 a Bélgica tinha 185.036 bares e 3223 cervejarias. O consumo era de 221 litros de cerveja per capita e foram exportados 5000 hl. Em 2000, os números ficaram em 52.000 bares, 113 cervejarias, um consumo interno per capita de 99 litros e exportação de 5.474.000 hl de cerveja.
- Você pode beber uma marca diferente de cerveja por dia na Bélgica sem que repita a mesma marca durante o período de um ano.
VOCÊ SABIA?
Em 1935 foi lançada nos Estados Unidos a primeira lata de cerveja do mundo, uma Krueger. Cilíndrica, como as latas de conserva de alimentos, precisava ser aberta com abridor de corte ou receber dois furos grandes para ser consumida. Atento à conveniência do consumidor, mais tarde o fabricante substituiu-a por uma lata com abertura tipo crown, como a das garrafas de vidro.
Uma lata de cerveja custar US$ 3 mil pode parecer um absurdo total. Mas não é para os colecionadores. Deve atingir US$ 3 mil uma lata da venezuelana Union, que irá a leilão e é considerada uma preciosidade pelos colecionadores.
A Brahma estreou no rodeio de Barretos em 1991, com a primeira lata de cerveja temática, criada por Luiz Fernando Maria Leite, executivo da empresa na época.
Leite também idealizou o primeiro circuito de rodeios de abrangência nacional, que a tornou a principal patrocinadora do negócio de bebidas no segmento.
A Cervejaria Schincariol foi fundada em 1939, na cidade de Itu, presidida na época por Primo Schincariol e produzindo apenas refrigerantes. Em maio de 1989 a Schincariol passou a produzir sua primeira cerveja.
Polícia de Ribeirão Preto encontra cocaína em latas de cerveja
31/05/2002 - Folha Online
Policiais da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes de Ribeirão Preto (314 km a norte de São Paulo) apreenderam duas latas de cerveja, lacradas, recheadas com cocaína. Uma pessoa foi detida.
A modalidade de tráfico, até então desconhecida na região, chamou a atenção dos policiais. Segundo a Polícia Civil, as latas foram abertas na lateral, recheadas e coladas novamente.
Na casa de Maria Aparecida da Silva, no bairro Quintino 2, foi encontrada também uma sacola contendo cerca de meio quilo de cocaína. As latas continham 435 gramas de cocaína em pasta.
Segundo a Polícia Civil, a apreensão ocorreu por volta das 2h e a acusada foi levada para a cadeia de São Simão (285 km a norte de São Paulo).
Ainda conforme informações da Dise, a mulher presa não tem antecedentes.