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Pelé Sports acerta parceria com a CBB |
08h28 - 15/09/2001 - Basket.com.br - São Paulo
Em entrevista coletiva nesta sexta-feira, durante a quarta Copa América
feminina de basquete, em São Luís (Maranhão), o presidente
da CBB, Gerasime
Grego Bozikis, e os diretores da Pelé Sports, Kitty Monte Alto e Luiz
Martins, anunciaram oficialmente o projeto de marketing para o basquete
brasileiro nos próximos anos.
Entre as principais medidas estão a criação de Ligas Nacionais
masculina e
feminina e de duas arenas esportivas, em São Paulo e no Rio de Janeiro.
"O basquete é o esporte ideal para expandir os negócios da
Pelé Sports. Não
vamos inventar nenhuma estratégia para o 'Projeto Basket Brasil'. O nosso
objetivo é usar todo o know-how adquirido durante os dez anos da empresa
para melhorar ainda mais o segundo esporte na preferência nacional. Dentro
desse nosso trabalho está também a melhoria da imagem dos atletas
e o
licenciamento de produtos voltados para o basquete", disse Monte Alto.
"O basquete sempre foi um esporte vitorioso e é o segundo em penetração
regional, já que temos 180 equipes disputando as quatro Copas Brasil.
Estamos iniciando um projeto de longo prazo visando as Olimpíadas de
2004.
Dessa forma, a CBB solicitou a sede da Copa América Sub-20 Feminina,
em
2002; o Pré-Olímpico Adulto Masculino, em 2003 (Rio de Janeiro);
e o Mundial
Adulto Feminino, em 2006. Já a partir do próximo ano teremos a
realização do
Torneio Super Four Masculino e Feminino, que servirá como preparação
para as
grandes competições como o Mundial e as Olimpíadas",
comentou Martins.
Para o presidente Grego a parceria com a Pelé Sports significa uma nova
fase
para o basquete brasileiro com a conquista de novos parceiros e patrocinadores.
As principais medidas:
1. Seleção brasileira masculina e feminina: melhorar a parte técnica
e a
imagem da seleção
2. Criação de Ligas Nacionais: transformar os campeonatos nacionais
numa
competição mais profissional e lucrativa para os clubes. As Ligas
teriam
início em 2003 ou 2004, com 20 equipes no masculino e 12 ou 14 no feminino.
3. Desenvolvimento e massificação das categorias de base
4. Desenvolvimento da infra-estrutura: melhoria e modernização
dos
principais ginásios brasileiros e viabilizar a construção
de duas novas
arenas, uma no Rio de Janeiro e outra em São Paulo, para aumentar as
chances
do Brasil no sediamento de Campeonatos Mundiais.