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PALAVRAS SECAS E ÚMIDAS EM CLARICE LISPECTOR
Ercília Bittencourt

Concordamos, pois, com Benedito Nunes que vê no recurso estilístico da repetição um processo consciente e significativo na obra de Clarice. E nesse processo em que se repetem palavras, frases inteiras, sobressai o leixa-pren de PSGH, que aproxima distantes momentos literários: a cantiga medieval portuguesa e o romance brasileiro do século XX. Leia mais

UMA ENCENAÇÃO CÔMICA DA TRAGÉDIA BRASILEIRA - NOTAS SOBRE A HORA DA ESTRELA
Manoel Freire Rodrigues

De um modo geral a crítica tem negligenciado esse aspecto da ficção de Clarice, dando mais ênfase às questões ditas existenciais e de natureza filosófica e metafísica que ela aborda e instiga a pensar. Leia mais

LENDO E ESCREVENDO COM CLARICE LISPECTOR UMA ANÁLISE DA LEITURA NA OBRA CLARICEANA
Isa Ferreira Martins (UERJ) & Maria Aparecida Ferreira de Andrade Salgueiro (UERJ)

A grande diversidade de leitura de Clarice Lispector pode ser percebida em sua literatura. Todavia, a escrita da autora não é apenas o resultado delas. Sabemos que a leitura é parte primordial para a formação do escritor, e está presente na vida e obra de Lispector. Por esse motivo, não poderíamos deixar de pesquisar os caminhos e formas como esta se apresenta em sua produção. Leia mais

O AVESSO DA ONTOLOGIA: A CIDADE SITIADA DE CLARICE LISPECTOR
Alessandro Zir

Além do caráter sui generis, dos personagens e dos objetos, das cidades e seus elementos constitutivos, do vivo e do morto, os sentimentos de Lucrécia, diante dos demais personagens e das coisas do romance são por vezes nem isso nem aquilo: “Ela o desejava porque ele era um forasteiro, ela o odiava porque ele era um forasteiro” Leia mais


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