Resumos: Os resumos deverão ser apresentados em forma de lauda com letra, tamanho 12, fonte arial,e entregues até o dia 13 de agosto, para poderem ser analizados e confirmados.


Trabalho:
Vunerabilidade, prevencção às DSt/AIDS e sexo seguro entre homens que fazem sexo com homens (HSH).

Resumo: O objetivo desta oficina é discutir os aspectos específicos da população HSH (homens que fazem sexo com homens) quanto à sua vulnerabilidade frente às Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e, particularmente ao HIV e à Aids, de uma perspectiva individual, institucional (rede pública de saúde) e social. Estudos recentes demonstram que a taxa de infecção no segmento HSH mantém-se estável, ao redor de 25% dos novos casos. Mas novas contaminações continuam ocorrendo sobretudo entre os mais pobres. Para combatê-las, esta oficina busca refletir porque os homossexuais e outros HSH, mesmo sabendo que precisam utilizar o preservativo nas relações sexuais, não o fazem. Elevar a auto-estima e estimular a participação social e política com vistas ao pleno exercício da cidadania é um dos caminhos mais eficazes de prevenção às DST/Aids. Visando incentivar o uso da camisinha, a oficina aborda as formas de transmissão, negociação do uso do preservativo bem como técnicas de uso do mesmo a partir de sua erotização, com ênfase na adoção de lubrificação no sexo anal.
Responsável pelo trabalho: Lula Ramires

Trabalho: A diversidade sexual na escola - Relato de um projeto de intervenção na rede escolar municipal de São Paulo.

Resumo: Esta atividade se propõe a relatar e discutir o trabalho realizado pelo grupo CORSA através do projeto "Educando para a Diversidade - os GLBT´s na Escola", financiando pelo Ministério da Educação (2001-2003) com o intuito de disseminar noções de Direitos Humanos dos homossexuais junto a professores da rede pública municipal. Ao longo do processo, foi elaborada uma atividade, denominada "Oficina da Diversidade Sexual" dividida basicamente em três partes: 1 - Introdução ao tema da Diversidade (igualdade x diferença) numa perspectiva antropológica e sociológica 2 - 0s 4 Pilares da Sexualidade (sexo biológico, papel de gênero, identidade sexual e orientação do desejo) 3 - Implicações pedagógicas da aprendizagem de alunos estigmatizados 4 - Questões jurídicas no combate à discriminação 5 - Exibição do Vídeo "Pra Que Time Ele Joga", produzindo pelo Forum HSH do Estado de São Paulo
Responsável pelo trabalho: Lula Ramires

Trabalho: Os trabalhos mais acentuados nos homossexuais: instrumentais ou expressivos.

Resumo: Diversos campos de conhecimento estudam a sexualidade humana que não é só genética, hormonal, genital: o social, o psicológico e o erótico são criações humanas e variam de acordo o povo, o tempo, até, dentro da mesma sociedade. Esta, tendo como uma das expressões o homossexualismo, que não se apresenta como um fenômeno uniforme, cabendo-lhe concepções distintas. As diferenças entre os sexos, assim como os diferentes papéis assumidos na dinâmica social, estão associados à personalidade e à identidade do indivíduo. Sendo atribuídos aos homens características instrumentais, como autoritário, e às mulheres, características expressivas, como emotiva. A partir disso, o presente estudo visa verificar a prevalência, em homossexuais masculinos, de características expressivas frente as instrumentais, pretendendo investigar a relação que há entre os atributos dos comportamentos e os do desejo. Participarão 150 homossexuais masculinos, estudantes da UFPE, responderão ao Questionário Estendido de Atributos Pessoais na sua versão Brasileira (BEPAQ), opinando sobre o tipo de pessoa que julga ser. Mediante as respostas aos itens do Questionário, da forma mais sincera possível, de acordo com a primeira reação que lhe vier à cabeça. Com isso, também iremos colaborar com o aperfeiçoamento do instrumento, utilizando, assim, a análise fatorial para a análise dos dados, que será feita de acordo com as médias obtidas das características tidas como positivas e negativas de ambos os sexos.
Responsáveis pelo trabalho: Rouziane de Castro Santos
Tássia de Souza Cavalcanti
Ìtala Fabiana Santos do Nascimento
Alyne de Fátima Lima Aragão

Trabalho: A identificação de gênero na homossexualidade.

Resumo: Este estudo objetivou a investigação da identificação de gênero em homossexuais e suas relações psicossociais, ou seja, a forma como eles se vêem, e como esta afeta seus pensamentos e comportamentos. Foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com dez homens, residentes no Grande Recife, os quais se autodenominavam homossexuais, com idade entre 19 e 45 anos. Todos pertenciam à classe média e tinham grau de escolaridade superior completo ou incompleto. Os dados obtidos foram analisados de acordo com referenciais teóricos provenientes da Antropologia, Filosofia e Psicologia. Através das entrevistas foi observado
que a maioria dos participantes começou a se questionar sobre a sua sexualidade na infância ou na adolescência. Mas, a resolução dessa dúvida só ocorreu nesta última fase, pois o que era, a princípio, apenas uma atração se consolidou como uma opção sexual a partir da primeira relação homossexual. O contato deles com outros homossexuais também foi um fator importante para o esclarecimento da situação que eles estavam vivenciando. Foi verificada uma maior resistência, por parte dos entrevistados, em contar sobre sua opção sexual para a família e uma dificuldade em expor a opção sexual em ambientes que exigem certo grau de impessoalidade. Isso ocorre em locais, onde os padrões sociais para a sexualidade se impõem de uma maneira muito mais forte, como no trabalho. Todos os entrevistados se identificaram como pertencentes ao gênero masculino, achando que, apenas o que os diferencia dos outros homens é o interesse sexual e/ou amoroso pelo mesmo sexo. É importante salientar que todos se sentem bem com relação ao seu corpo e não desejam transformações (característica típica dos transexuais). Mas afirmam ser confundidos, por exemplo, com transexuais. Segundo eles, a sociedade identifica o homossexual masculino com base em características estereotipadas, fazendo generalizações que conduzem a confusões deste tipo. Transexuais, drag queens, bissexuais são vistos como pertencentes a uma mesma categoria. A designação feita pela sociedade das características típicas de cada gênero baseia-se nos padrões fixos de comportamento dos gêneros estabelecidos pela mesma. No caso da sociedade brasileira, o fato de o homossexualismo ser visto como algo negativo fundamenta o preconceito, o que acarreta a dificuldade encontrada pelos homossexuais em assumir sua opção sexual.
Responsáveis pelo trabalho: Anne Cristine Cavalcanti da Silva

Fabiana Romão de Carvalho
Márcia Gabriele Oscar de França
Lílian Rocha Arcoverde
Robson Pinheiro da Silva

Trabalho: Vulnerabilidade e desinformação sobre HIV/AIDS: Quem sofre mais com isso no Brasil? Um estudo sobre o aumento da epidemia do HIV/AIDS entre as mulheres negras.

Resumo: Este painel tem como objetivo apresentar aspectos específicos e relevantes que possam levar a reflexão sobre a vulnerabilidade, e ausência de informações qualificadas, das mulheres negras frente ao aumento da epidemia de HIV/AIDS, analisando a partir de nossa experiência como estagiários de Serviço Social na Rede Estadual de Assistência Social; bolsistas de iniciação científica (CNPq) e integrantes do Projeto Políticas Da Cor - PENESB/UFF, onde realizamos diversos estudos e pesquisas sobre questão referentes à raça e gênero no Brasil.
Os estudos e pesquisas estão mostrando que cada vez mais o HIV/ AIDS espalha-se entre mulheres e que cada vez mais, passa a ser um assunto (e um risco) para as mulheres negras.
Neste país, as mulheres negras são as mais atingidas pela violência estrutural que se baseia no racismo e no sexismo, a maioria delas vivenciam condições extremas de pobreza, sem acesso a recursos básicos como educação, habitação, saúde e emprego.
A vulnerabilidade da população negra à infecção pelo HIV seria conseqüência da violência estrutural que incide de modo mais perverso sobre o grupo, principalmente nas comunidades pobres. A exclusão social a que as mulheres negras estão submetidas influencia também o desenvolvimento e continuidade dos programas de prevenção (por exemplo, ao dificultar ou impedir o trabalho nas comunidades excluídas), bem como facilita o acesso às drogas (injetáveis ou não) e suas graves conseqüências - entre elas, a sua maior exposição ao HIV.
Segundo Francisco Inácio Barbosa(2000):
"(...) existe uma situação particularmente desfavorável às mulheres pobres no que diz respeito à disseminação do HIV e das demais IST (infecções sexualmente transmissíveis), que se amplia quando consideramos condições adicionais e igualmente desfavoráveis, vigentes entre as mulheres negras no âmbito da saúde em geral e da saúde reprodutiva em particular". ("A Feminização da Epidemia de AIDS no Brasil: Determinantes estruturais e alternativas de enfrentamento").
O Brasil tem um dos melhores programas de prevenção e tratamento do HIV/AIDS do mundo. No entanto, este nível de excelência - que foi em grande parte construído pelas organizações não-governamentais - não tem sido suficiente para impedir a feminização da epidemia; e mais, a sua chegada às mulheres negras. Por isso, nossa meta é buscar a conscientização, através da exposição deste trabalho, para que mais pessoas possam se engajar no trabalho, e principalmente, sejam divulgadores de idéias, para que mais pessoas tenham informações qualificadas sobre a epidemia, sobre as formas de contágio e a existência de tratamento. Como metodologia de apresentação, utilizaremos gráficos do IBGE, resultados de pesquisas referentes a essa área temática e algumas discussões teóricas produzidas na academia.
Responsáveis pelo trabalho: Giselle Pinto

Joelson da Silva Souza

Trabalho: Os efeitos da estigmatização e a importância estratégica de grupos de convivialidade como geradores de proteção social e valores comunitários, a partir do depoimento de uma ex-fundadora do GAAG, Grupo de Atuação e Afirmação Gay, de Duque de Caxias/RJ (1979-1980).

Resumo: A presente comunicação traz relato sobre os impactos da segregação e estigma impostos aos sujeitos homossexuais, notadamente em regiões mais populares. Através do depoimento concedido por uma ex-fundadora do Grupo de Atuação e Afirmação Gay de Duque de Caxias, destaca o papel estruturador da identidade e da auto-estima representado por grupos de reflexão e convívio, atuando como fornecedores de suporte e sentido. Propõe uma reflexão sobre o caráter estratégico de se incentivar pesquisas e projetos no sentido da dinamização desses espaços, tanto no âmbito privado - lucrativo ou não -, quanto em sede de políticas sociais públicas, funcionando como matriz privilegiada de geração e fornecimento de redes de proteção social; e de resgate de valores como compromisso, solidariedade, reciprocidade e participação coletiva.
Responsável pelo trabalho: Rita de Cássia Colaço Rodrigues

Trabalho: Análise etnográfica das vivências sexuais de jovens com práticas homossexuais integrantes da comunidade homossexual (entendidos) e/ou adeptos do candomblé (macumbeiros) no Rio de Janeiro.

Resumo: Esta comunicação é baseada na análise etnográfica das vivências sexuais de jovens com práticas homossexuais integrantes da comunidade homossexual (entendidos) e/ou adeptos do candomblé (macumbeiros) no Rio de Janeiro. Ela busca evidenciar como as expressões das eroticidades dos jovens, em termos de construções de identidades de gênero e/ou sexual, são alinhavadas pelo modo como as comunidades nas quais se inserem pensam, em seus próprios termos, o enraizamento dos seus integrantes no mundo (corporeidades). No candomblé, o enraizamento tem como principal elemento a categoria axé, a energia mística que atravessa os seres e, quando anipulada pelos sacerdotes na iniciação, torna os seres humanos relativos, garantindo a reprodução social. Deixando de perceber a reprodução biológica como condição para a perpetuação da comunidade/axé, as homossexualidades são legitimamente concebidas. Na comunidade homossexual, a categoria chave é o tesão, a excitação erótica que tem o sentido de uma transgressão ao "corpo Paulino" hegemônico, interditado às praticas sexuais prazerosas se não estão a serviço da reprodução. As culturas sexuais das duas comunidades compartilham entre si e com a cultura sexual hegemônica alguns "personagens", que servem para orientar as interações afetivo-sexuais entre os homens - masculino/feminino (o bofe e a bicha dos entendidos e o okó e o adé dos macumbeiros) (gênero),
ativo/passivo (prazer), mais velho/mais novo (idade), salvador/mocinho (amor romântico), estabelecido/outro (status sócio-financeiro). Contudo, oferecem sentidos e roteiros de interação muito próprios para estas categorias/personagens. Assim, por caminhos diversos, entre entendidos e Macumbeiros há uma tendência a uma maior fluidez e redescrições de performances, calcadas em lógicas (corporeidades) que des-biologizam as categorias sociais e enfatizam a transgressão dos limites impostos pelo corpo-carne hegemônico em suas regras de reprodução.

Responsável pelo trabalho: Luis Felipe Rios

Trabalho: Ousar Dizer o Nome: Movimento Homossexual e o Surgimento do GRAB no Ceará

Resumo: O comportamento homossexual, termo criado no século XIX, tem sido objeto de curiosidade, espanto, e em muitos casos ódio: a homofobia. Pesquisa realizada em 2002 revela que 126 gays, travestis e lésbicas foram assassinados no Brasil. Por outro lado, torna-se cada vez mais constante a presença de artistas e personagens gays nos espaços da mídia, o crescente mercado abastecido pelo poder de consumo do Pink Money e a visibilidade promovida pelo movimento GLBT. Em junho de 2003, um número de, aproximadamente, 40 mil pessoas esteve presente na Avenida Beira Mar, durante a IV Parada Pela Diversidade Sexual do Ceará. O evento organizado pelo Grupo de Resistência Asa Branca, aqui em Fortaleza, acontece em várias partes do Brasil e do exterior, em memória do Levante de Stonewall ocorrido no dia 28 de junho de 1969 em Nova Iorque, data que marca e simboliza a luta dos homossexuais. Hoje, Fortaleza conta com uma rede de serviços especializados para a comunidade gay. É uma das cidades do Brasil que possui em sua Lei Orgânica mecanismos de combate e punição às práticas discriminatórias em função da orientação sexual, além de possuir em seu calendário oficial o Dia Municipal do Orgulho Homossexual, 28 de junho. Estas conquistas são resultado da militância de gays, lésbicas e travestis em nossa capital, concentrada, atualmente, em torno do Grupo de Resistência Asa Branca (GRAB), organização fundada em 1989, e que impulsionou a criação de outros grupos no interior do Ceará. Nosso estudo buscou responder os seguintes questionamentos: Em que contexto surgiu o movimento homossexual em Fortaleza? Quais contribuições do grupo para a organização do movimento homossexual? Qual o perfil das pessoas que deram origem a entidade?Quais foram as suas primeiras atividades? Qual é o seu relacionamento com outros movimentos sociais, partidos políticos e instituições? Quais as suas principais conquistas e os desafios colocados hoje?

Responsável pelo trabalho: Daniel Rogers de Souza Ferreira

Trabalho: "O Programa Nacional Brasil sem Homofobia: Perpectivas para a Juventude a para a Educação."

Resumo: O painel visa apresentar o Programa Nacional Brasil sem Homofobia, dando ênfase aos temas juventude educação. Trazendo para o movimento estudantil o debate que vem sendo feito no MHB. O painel se pretende a não só a uma apresentação simples, mas uma análise crítica sobre o programa. Tentando a partir do debate a apontar as falhas existentes e suas soluções. O painel também se pretende enquanto busca de apoio do MHB junto as estudantes universitários em busca da implementação total do programa.

Responsável pelo trabalho: Lucas Cardoso Fortuna

Trabalho: Homossexuais na Baixada Fluminense - 1978-1984.
Identidade, socialização, resistência, expressões sexual e política
- Estudo de caso: O GAAG, Grupo de Atuação e Afirmação Guei

Resumo: A presente comunicação trata das reflexões preliminares havidas em pesquisa em andamento sobre sujeitos homossexuais residentes na Baixada Fluminense no período de 1978 a 1984, iniciada no curso de Graduação em História na UFF e objeto, agora, de ampliação e aprofundamento no Mestrado em Políticas Sociais, também na mesma Universidade.
Essa primeira fase cuidou basicamente do resgate da história do grupo de homossexuais organizados ali existente, o GAAG - Grupo de Atuação e Afirmação Guei. Surgido em julho de 1979 e extinto em abril de 1980, seu núcleo fundante oscilava entre cerca de cinco ou seis mulheres e um a três homens, de composição majoritariamente feminina e maciçamente oriunda das camadas populares, com duas integrantes negras e uma "mulata". A faixa etária situava-se em torno dos vinte anos, a maioria dividindo seu tempo entre jornada diária composta por um turno de trabalho de oito horas; cerca de três a quatro de locomoção; e de três a três horas e meia de estudos, havendo quem trabalhasse inclusive aos sábados.
As peculiaridades dessa associação no panorama geral dos grupos de homossexuais surgidos a partir da circulação do jornal Lampião da Esquina e da divulgação, através de suas páginas, da existência do Grupo Somos/SP conduzem à busca pela compreensão do significado dessa experiência singular, embora que efêmera. O que teria levado essas pessoas a se reunirem? Como conseguiram levar a cabo essa empreitada em um contexto de ditadura militar e em uma região que (ainda) se caracteriza como altamente machista, sexista e preconceituosa? O que significou para essas pessoas semelhante experiência? Que conseqüências teriam advindo para suas vidas esse convívio? Que trajetórias percorreram?

Responsável pelo trabalho: Rita de Cassia Colaço Rodrigues

Trabalho: A importância de se discutir os tabus da sexualidade na educação infantil

Resumo: Historicamente, as discussões sobre sexualidade, quando existiam, eram cheias de restrições, o que ainda hoje, é pertinente.Geralmente, a sexualidade era tratada como algo particular, restrito a família e/ou a questão de gênero: menino com menino (homem com homem), menina com menina (mulher com mulher), abrangendo apenas o caráter biológico.
Atualmente, apesar de existir uma maior abertura no enfoque sobre a sexualidade nas instituições educativas, a temática da Educação Sexual é um fato recente diante da sociedade, passando por consideráveis transformações que ainda englobam vários tabus.
Tabus esses que foram (e são), historicamente, formados, que perpetuam para as novas gerações, porém, esta o regenera e busca construir novos conceitos que são concretizados especialmente no principal espaço de formação social do indivíduo - A INSTITUIÇÃO ESCOLAR.
Baseada em todos esses aspectos, esta pesquisa se propõe a tentar entender qual a importância de se discutir os tabus da sexualidade ainda freqüentes no ambiente escolar, sobretudo, no ensino infantil.

Responsável pelo trabalho: Margarete Maria da Silva
Rouziane de Castro Santos

 

 

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