Eqüinos

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ARTIGO Nº 1

"CAVALO ABANDONADO EM VIA PÚBLICA VIRA CASO DE POLÍCIA"
(reportagem e foto: Luís Bacedoni - Jornal "Correio de Gravataí - Gravataí - RS, 15 de junho de 2001)
 
foto: Luís Bacedoni - CG
 

Um cavalo, de aproximadamente quatro anos, abandonado na rua Dário Totta, bairro Morada do Vale I, zona oeste de Gravataí, transformou-se em caso de polícia. O animal não suportou o peso da carroça e foi deixado em um terreno baldio pelos proprietários, ontem de manhã. Revoltados com o sofrimento do animal, que se encontrava muito debilitado, os moradores da rua passaram a alimentá-lo para que conseguisse se erguer. De acordo com o serralheiro José Cassiano Dozza, que reside bem em frente ao terreno onde está o cavalo, os donos do animal não gostaram da intervenção dos moradores e passaram a fazer ameaças. Sensibilizado com a situação do cavalo, o advogado Alexandre Konrat, 66 anos, decidiu cuidar do animal e acabou sendo agredido a facão pelos proprietários do cavalo. Dozza disse que também foi ameaçado pelos donos do cavalo. Ambos registraram queixas na 2ª Delegacia de Polícia de Gravataí.

BOLETIM: De acordo com o boletim de ocorrência da 2ª DP, o bicho pertence a Marcelo Luzzi, 25 anos, morador do bairro Vera Cruz, que teria agredido o advogado e ainda riscado o carro dele com o facão. Marcelo é acusado de ter maltratado o cavalo e ameaçado de executá-lo à bala em frente aos moradores da rua Dário Totta.

GUARDA MUNICIPAL APARECEU, MAS NÃO RESOLVEU O PROBLEMA.

   Os moradores da Morada do Vale disseram que os donos do animal chegaram a arrastá-lo na tentativa de removê-lo do local, mas acabaram desistindo. Preocupados com o animal os moradores tentaram acionar a Brigada Militar, que não compareceu ao local, alegando que o caso era de responsabilidade da Prefeitura Municipal. José Cassiano Dozza disse que ligou à tarde para a Guarda Municipal, que compareceu ao local, contastou o problema, prometeu, mas não voltou até o começo da noite. Tensos com a situação, Dozza e o advogado Alexandre Konrat decidiram registrar o caso na DP. Com o feriado de Corpus Christi, os órgãos da Prefeitura, que cuidam da população animal, estavam fechados. No final da tarde, os moradores da rua se preparavam para passar a noite cuidando do cavalo. Eles temiam que os proprietários executassem o animal à noite. As crianças da rua eram as mais preocupadas com a situação do cavalo.

   Diante da confusão gerada em torno do cavalo abandonado, a reportagem do Jornal Correio de Gravataí foi até a rua Dário Totta, no começo da noite de ontem e constatou que, apesar dos pedidos de providências  feitos pelos moradores, os órgãos responsáveis não fizeram nada para solucionar o problema. Eram 18:30 hs e o cavalo continuava no mesmo local, alimentando-se com dificuldade e impossibilitado de se erguer. Os moradores continuavam apreensivos.

 

ARTIGO Nº 2

"AGRICULTOR MATA JUMENTA À FACADAS"

(reportagem:  - Jornal "O POVO" - Ceará, 29 de maio de 2001)

O agricultor Francisco de Assis Félix, 29 anos, foi preso e autuado em flagrante pelo Delegado Francisco Miguel Sales Filho, de Tabuleiro do Norte - Ceará, no artigo 32 da Lei 9.605 (Crimes Ambientais), por matar com dois golpes de faca uma jumenta. O caso aconteceu segunda-feira (27/05/02), na localidade de Campos Novas, em Tabuleiro do Norte. Na delegacia, Assis Félix disse que estava bêbado e não sabe porque matou o animal. O crime prevê reclusão de seis meses a um ano, mais o pagamento de multa a ser estabelecida.

O fato: Um agricultor num município da cidade cearense de Tabuleiro do Norte, chegando em casa  e vendo que sua jumentinha estava em trabalho de parto, desferiu-lhe várias facadas na vagina do pobre animal, matando-a. O diligente delegado de Tabuleiro do Norte (ao contrário do que ocorre em Fortaleza, capital) prendeu o assassino e instaurou Inquérito Policial com base no art. 32 da Lei 9.605/98. A notícia foi amplamente divulgada nas emissoras de rádio e TV, esta exibindo imagens do bandido preso e do delegado dando entrevista, mas os jornais não deram muita importância ao caso. Somente o Jornal O POVO de 29 de maio de 2002, publicou a matéria acima.

(enviado por Geuza - UIPA - Ceará)

E-mail do Jornal O POVO: Escreva elogiando o Delegado Francisco Miguel Sales Filho, da cidade de TABULEIRO DO NORTE, que mandou prender o agricultor: opiniao@opovo.com.br

E-mail do Jornal DIÁRIO DO NORDESTE: redacao@diariodonordeste.com.br

OBS: Escreva também denunciando e pedindo atitudes das autoridades em prol dos cavalos e jumentos. Que dêem um basta em tanta crueldade.

 

ARTIGO Nº 3

"OAB DENUNCIA MASSACRE DE JUMENTOS NO CEARÁ "

(reportagem Agência Follha - Alessandra Kormann - 22 de maio de 2003)

 

Centenas de jumentos estariam sendo enterrados vivos em Quixeramobim (município a 200 km de Fortaleza). O motivo: como se tornaram obsoletos e estão sendo substituídos por motos e bicicletas, os animais são abandonados e têm causado muitos acidentes nas estradas da região.

Esse é o teor da representação criminal que a Comissão do Meio Ambiente da OAB do Ceará, em parceria com a Uipa (União Internacional Protetora dos Animais), pretende encaminhar ao Ministério Público Estadual, pedindo a responsabilização criminal de funcionários do Dert (Departamento de Edificações, Rodovias e Transportes), acusados do crime.

"O jumento é de uma docilidade incomensurável, de uma mansidão que não dá para descrever. É totalmente inofensivo, a única função dele é ajudar os nordestinos", disse o advogado Arimá Rocha, presidente da Comissão do Meio Ambiente da OAB-CE.

O superintendente-adjunto do Dert, Guaraci Diniz de Aguiar, nega que isso tenha ocorrido, mas afirma que abriu um procedimento para investigar o caso.


A denúncia foi feita à Uipa há 15 dias, por moradores. Segundo os relatos, os animais seriam recolhidos das estradas por funcionários do Dert e depois levados para um cercado, onde ficariam sem comer por uma semana. Depois, seriam levados para um local, com covas previamente cavadas, e receberiam apenas uma pancada na cabeça, sendo empurrados para dentro do buraco ainda vivos. A seguir, os funcionários cobririam os animais com terra. De acordo com a denúncia, seriam cerca de 150 por semana. "Uma pessoa disse que isso vinha acontecendo toda sexta-feira, e às vezes mais de uma vez por semana", afirmou a advogada Gelsa Leitão, da Uipa.

A entidade enviou um funcionário a Quixeramobim para apurar a história. Ele passou oito dias na cidade e afirma ter testemunhado a mortandade a uma distância de cerca de 50 metros. "Eles batiam com uma espécie de machado na cabeça dos animais. Os jumentos ficavam agonizando, os outros que viam a cena queriam fugir. Aí empurravam os animais vivos para dentro do buraco. Sou capaz de jurar pela alma de minha mãe", disse o funcionário da Uipa, que não quis se identificar.

"Os animais iam caindo um em cima do outro. Fui embora porque não consegui ficar até o final", afirmou o funcionário. Segundo o funcionário, as mortes ocorreram em uma fazenda entre Quixeramobim e Senador Pompeu. Teriam começado por volta das 19h de sexta-feira e teriam ocorrido até cerca da meia-noite, de acordo com outros moradores ouvidos por ele.

De acordo com Marcos, havia cinco covas fundas, do tamanho aproximado de um caminhão. Os funcionários do Dert teriam trazido os jumentos em três caminhões, em várias viagens. "O jumento é um símbolo do Nordeste. É um animal muito bom, silencioso, que sofre calado e muitas vezes carrega um peso superior a suas forças", disse a advogada da Uipa. Também chamado de jegue, o jumento é mais usado como reprodutor do que como meio de transporte: ao cruzar com a égua, produz filhos mais resistentes e
maiores, os burros e as mulas, que são estéreis. Como os jumentos se reproduzem em grande quantidade, acabaram sendo desvalorizados.

 

ARTIGO Nº 4

"CARROCEIRO ATIRA ÉGUA VIVA EM PRECIPÍCIO"

(reportagem Jornal Zero Hora - Garibaldi - RS - 23 de março de 2004)

 

A AGAPAN ( Associação Garibaldense de proteção aos Animais ) vem por meio desta, expressar sua revolta e indignação por não meios para punir como deveria um indivíduo que pratica um crime como este, planejado e hediondo, atirando uma égua tubiana de um precipício de aproximadamente 300 metros de altura, mas o
destino quis que a égua ficasse presa em uma saliência do precipício a 40 metros de altura, onde morreu horas depois.

A Associação Garibaldense de Proteção aos Animais gostaria que houvesse mudanças na Lei para que as punições fossem mais severas e que de fato atingissem o objetivo de punir quem pratica um ato covarde como este contra os animais.Se houvesse mais rigor na Lei seria possível fazer um flagrante e assim
autuar a pessoa envolvida que poderia responder processo ou ser condenada na forma da Lei vigente.
Este é um repúdio da Associação Garibaldense de Proteção aos Animais há atos de crueldade como este e tantos outros que passam impunes aos olhos das autoridades que deveriam tomar as mínimas medidas cabíveis.

Sem mais para o momento,
Atenciosamente.
Juraci T. Bronzatto Moro
Presidente da AGAPAN - 54- 462 2610

(enviado por Bruno Valle)

CONFORME OCORRENCIA NÚMERO 243/04 - EVANDRO CERESOLLI - morador na cidade de GARIBALDI - RS - depois de 12 anos maltratando sua égua resolveu com ajuda de um vizinho, jogá-la  viva e com com plástico em volta de sua boca e narinas para a mesma não ter a menor chance de sobreviver.

ENDEREÇOS DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA CIDADE DE GARIBALDI - RS:
mpgaribaldi@mp.rs.gov.br

JORNAL ZERO HORA: leitor@zerohora.com.br

Rádios de GARIBALDI, o nome é RÁDIO GARIBALDI AM e a RÁDIO MAIS NOVA FM - são do mesmo grupo -http://www.radiogaribaldi.com.br. O e-mail é ouvinte@maisnova.fm.br
Telefones: (0**54) 4625522 - 462-1911 e 462-1879 - Fax: (0**54) 462-1557

Municípios cobertos pelo sinal desta rádio:Garibaldi, Carlos Barbosa, Bento Gonçalves, Farroupilha, Caxias doSul, Barão, Nova Prata, Veranópolis, Monte Belo do Sul, CoronelPilar, Guaporé, Serafina Correa, Arroio do Meio, Imigrante, Nova Petrópolis, Canela, Gramado, Barão, Salvador do Sul, Santa Tereza, Cotiporã, Nova Bassano, Nova Araçá, Vila Flores, Fagundes Varela, Nova Roma do Sul, Nova Pádua, Áreas da Grande Porto Alegre, entre outros.

OBS: Escreva pedindo atitudes das autoridades. Que os acusados sejam realmente punidos.

 

ARTIGO Nº 5

"POLICIAL RODOVIÁRIO MATA CAVALOS À TIROS NA BR-116"

(várias reportagens Jornal Zero Hora - Carlos Etchichury - Paulo Santana -  março de 2004)

 

"Policial rodoviário mata dois cavalos para evitar acidentes" (Entidades de proteção aos animais condenam ação do patrulheiro)

Um patrulheiro rodoviário abateu na madrugada desta segunda, dia 20, dois cavalos que estavam na BR-116, em Camaquã. Segundo o policial Gaspar Martins de Souza, a medida foi tomada para evitar um acidente com os veículos que transitavam pela estrada. Ele alega que por sete quilômetros tentou retirar os animais da pista. Gaspar Martins Souza lamentou ter de efetivar os disparos, mas garantiu que a ordem do seu comando era impedir um acidente grave com motoristas. O condutor de um caminhão, Júlio César, que presenciou a cena e uma entidade de proteção aos animais condenam a atitude. A Patrulha Ambiental da Brigada Militar entende que o caso foi atípico por se tratar de uma emergência e ainda por ter ocorrido de
madrugada. O assunto deverá ser encaminhado para investigação do Ministério Público da região.

Segundo o policial rodoviário, antes de atirar, a viatura da Polícia Rodoviária Federal tentou empurrar os animais para fora da pista. Um terceiro cavalo que estava junto foi levado para dentro de uma fazenda. Os outros dois, no entanto, ficaram sobre a pista. Segundo o relato do policial, motoristas de dois veículos tiveram de frear bruscamente para evitar o choque.

A atitude é questionada por entidades protetoras de animais. A voluntária do Grupo de Apoio chamado Duas Mãos Quatro Patas, Rejane Ferreira Merlin, afirma que existem meios de impedir a morte do animal. Conforme a avaliação de Rejane, era só laçar os animais e retirá-los da estrada.

As informações são da Rádio Gaúcha.

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"Policial rodoviário executa cavalo a tiros na BR-116"
Os animais soltos sobre a pista poderiam causar acidentes
CARLOS ETCHICHURY

Ao não conseguir retirar dois cavalos da pista, na madrugada de sábado, o policial rodoviário federal Gaspar Martins Souza tomou uma decisão drástica: atirou nos animais com tiros de pistola, no km 408 da BR-116, em Camaquã. Um deles morreu e outro foi levado com um ferimento no pescoço para a casa de uma pessoa
ligada à defesa dos animais. A resolução do patrulheiro irritou entidades defensoras dos animais ouvidas por Zero Hora. Às 4h40min de sábado, Souza foi acionado pela quarta vez em menos de 24 horas para atender a ocorrência de cavalos na pista. Nas outras três investidas, o patrulheiro de 39 anos não havia localizado os bichos, que ameaçavam a integridade dos motoristas.
Souza teve mais sorte na madrugada. Sozinho na viatura, ele localizou os três cavalos no km 401 da rodovia, em Camaquã.
- Persegui os bichos durante sete quilômetros. Enquanto isso, os motoristas corriam riscos - descreveu.
Em meio a perseguição, um animal saiu da pista. Os outros foram abatidos a tiros, sete quilômetros adiante. Um deles, apesar de ferido no pescoço, sobreviveu e, na tarde de sábado, foi medicado.
- Foi a única alternativa. Havia risco de uma tragédia - justificou Souza.

A ação policial foi presenciada por um caminhoneiro, que ligou para a Rádio Gaúcha.
- Achei um absurdo. Um policial não pode fazer isso - repudiou J.C.

Entidades defensoras dos animais criticam o patrulheiro.
- É um ato de crueldade. Acho que foi uma questão de incompetência, um desrespeito à vida. É aquela velha história: a vida animal não vale nada - criticou Letícia Eifler, integrante do grupo Eu Gosto de Bicho.

Para o presidente da Associação Pró-Direitos dos Animais (APRODAN), Airton Marcolino, o policial fez o "mais fácil". - O animal não tem a tendência de ficar a vida toda na estrada, onde não tem capim. O policial poderia ter pedido reforço e continuar a retirada dos animais. Ele podia ter acompanhado os cavalos com viaturas até que eles saíssem da pista - opinou Marcolino. O superintendente da Polícia Rodoviária Federal no Estado, Vanderlei Langer, só vai se manifestar quando conhecer os detalhes da ocorrência. Ele adiantou, porém, que o sacrifício de animais é tolerado em situações que apresentem "alto risco" para os usuários das rodovias. - Essa é uma decisão que só o policial pode tomar - argumentou.

Leia a entrevista ("A única solução era meter bala neles") de Gaspar Souza, o policial que matou cavalos em: http://br.geocities.com/equinosbrasil/noticias.html
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Outros animais teriam sido executados

22 de março de2004 - Edição nº 14092

Desde 2001, pelo menos quatro cavalos teriam sido executados por integrantes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-116, em Camaquã. A informação é de Paulo Martins de Oliveira, integrante da Associação Protetora dos Animais de Camaquã (Apaca).
- Em 2001, vi dois policiais matarem três cavalos de uma só vez. Era noite, por volta das 21h, e os animais também estavam na rodovia - afirmou o ativista.
Filiados da Apaca reconhecem que cavalos na pista oferecem riscos de acidentes, mas defendem métodos alternativos à atuação policial. Eles se dispõem a ajudar na captura dos animais soltos.
O policial Amilton Gouvea Pires, que chefiava o plantão da 7 ª Delegacia da PRF na tarde de sábado, desconhece as supostas mortes em 2001. Argumentou, no entanto, que animais são presença constante na pista. Ele alerta para a responsabilidade dos donos de eqüinos, que deveriam contê-los.
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Associação adota égua baleada na BR
Tentando evitar acidentes, policial rodoviário matou um cavalo e feriu outro em Camaquã
CARLOS ETCHICHURY

 

 

A égua ferida a tiro por um policial rodoviário federal na madrugada de sábado, na rodovia Porto Alegre-Camaquã (BR-116), ganhou uma família. Integrantes da Associação Protetora dos Animais de Camaquã (Apaca) a salvaram sete horas depois de ter sido atingida no lado esquerdo do pescoço. Um outro cavalo, também baleado, teve menos sorte. Morreu antes de ser socorrido, às margens do km 408. Os disparos foram feitos por Gaspar Martins de Souza, 39 anos, lotado na 7ª Delegacia da Polícia Rodoviária Federal de Pelotas.

Gaspar atirou contra os animais depois de os perseguir sete quilômetros, por volta das 5h de sábado. De acordo com o policial, os eqüinos apresentavam risco aos motoristas que trafegavam na rodovia.

- Eles voltavam, corriam para lá, corriam para cá. Aí eu vi que poderia dar uma tragédia. A única situação era meter bala neles. Acredito que não tenha errado nenhum tiro. No primeiro cavalo dei dois tiros na cabeça e um na paleta dianteira, para ele cair, que ele não estava caindo. No segundo, acho que os dois tiros foram na cabeça - disse Gaspar, quatro horas depois da ocorrência, quando acreditava ter matado ambos os animais.

A notícia se espalhou em Camaquã. Ao meio-dia, o presidente da Apaca, advogado Simão Pereira da Silva Neto, foi ao local dos disparos. Para sua surpresa, apenas um cavalo estava morto.

Uma égua de pelagem marrom, provavelmente mestiça da raça crioula, havia sobrevivido. Ela estava em um banhado, apenas a cabeça de fora, e tinha um ferimento de tiro no pescoço, um corte horizontal no focinho e escoriações leves em três patas.

- Perdia muito sangue a eguinha - lamentou Neto.

Ao lado, distante cinco metros, Neto localizou o outro animal sem vida. Ele foi enterrado por funcionários da concessionária responsável pela exploração da rodovia.

Animal ferido irá descansar em campo

Como a Apaca não dispõe de veículo, coube ao carroceiro Paulo Martins de Oliveira, 46 anos, um dos integrantes da entidade, caminhar oito quilômetros com a égua até a cidade. O animal ferido foi levado para a casa de Oliveira.

- É um animal muito forte. Vai se recuperar bem - acreditava Oliveira, calculando entre dois e três anos a idade do bicho.

Na casa de Oliveira, membros da associação limparam os ferimentos e, orientados por uma veterinária, a medicaram. Dentro de alguns dias, BR-116, Perseguida ou A Federal - alguns dos nomes com que os ativistas pretendem rebatizar o eqüino - será "aposentada" em um campo cedido por amigos da instituição.

- Desde que criamos a Apaca, já recuperamos 12 cavalos maltratados - ressaltou o advogado, que conta com uma rede de ativistas.


 

Caso queira protestar, aqui vão os dados:

Para enviar seus comentários para a Polícia Rodoviária Federal escreva para:
 sup.rs@dprf.gov.br e acs@dprf.gov.br

Jornal Zero Hora: leitor@zerohora.com.br

Prefeito Municipal - João Carlos Fagundes Machado: prefeito@camaqua.rs.gov.br 
 
Procuradoria - João Carlos Nunes de Campos: procuradoria@camaqua.rs.gov.br  
 

Jornais:
CORREIO DO POVO: correio@cpovo.net (@cpovo.net)
JORNAL ZERO HORA leitor@zerohora.com.br (@zerohora.com.br)
JORNAL AGORA: http://www.jornalagora.com.br/ (deixar mensagem lá no FALE CONOSCO)
 
Telefones das Polícias de Camaquã:
Polícia Civil - (0**51) 194
Polícia Rodoviária Federal - (0**51) 671-4866
Responsável pelas estradas:
CRT Camaquã - (0**51) 671-1010
CRT - 0800-510051
Câmara Municipal de Vereadores - (0**51) 671-4077
Prefeitura Municipal - (0**51) 671-4027
Polícia Rodoviária Federal - (0**51) 671-4866

 

 

ARTIGO Nº 6

 

"JOVEM FERE OLHOS E QUEBRA PERNAS DE CAVALO EM PORTO ALEGRE"

fotos: Amanda Fontoura

 

(fonte: Redação TERRA - 06/02/2006)


"Um adolescente foi preso pela Brigada Militar após ferir os olhos de um cavalo e quebrar as pernas do animal. A barbárie ocorreu na manhã de hoje nas proximidades da Avenida Nonoai e Rua Canguçu, zona sul de Porto Alegre.Uma veterinária que tratou o animal explicou que ele não teve os olhos perfurados. O adolescente feriu somente as pálpebras e os supercílios do cavalo. De acordo com a veterinária, o globo ocular do bicho ficou intacto e ele poderá enxergar novamente. Na pata ferida, há uma infecção e necrose, o que impede o cavalo de andar.
O futuro do animal ainda é incerto. Como o cavalo vai precisar de tratamento veterinário, alguém terá de assumir a responsabilidade.
O menor, apreendido por maus-tratos, foi levado pela Brigada Militar por volta das 8h30min e encaminhado ao Departamento Estadual da Criança e do Adolescente (Deca). O caso está com o Ministério Público, órgão que faz a representação para a o Juizado da Infância e da Juventude."

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fonte: Redação TERRA - 08/02/2006

"Um cavalo foi agredido ontem à tarde nos olhos por um adolescente sob efeito de drogas em Porto Alegre (RS). O animal havia sido
furtado pelo jovem de 17 anos na avenida Diário de Notícias. Ele pertencia a um carroceiro e seria vendido por R$ 200, segundo
testemunhas. Mas a venda não chegou a acontecer. O animal estava com a pata dianteira esquerda machucada e empacou em uma rua do bairro Teresópolis. Irritado e sob o efeito de cola de sapateiro, o adolescente feriu-o nos olhos com uma vara.

O fato chamou a atenção de moradores próximos, que entraram em contato com a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC). O
animal foi levado a um campo na zona sul da cidade. "Os olhos não foram perfurados. O globo ocular está intacto e ele poderá voltar a
enxergar", declarou a veterinária Rita Carvalho ao jornal Zero Hora. Na pata ferida, há uma infecção e uma necrose. O destino do animal
ainda é incerto, já que ele precisa de tratamento médico veterinário pago. O jovem foi levado pela Brigada Militar ao Departamento
Estadual da Criança e do Adolescente. A veterinária Rita Carvalho, que presta serviços à Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), responsável pela remoção do animal, disse que o cavalo morreu provavelmente por traumatismo. "Os cavalos têm o crânio muito sensível", justificou.

Após ser roubado e com uma pata inflamada, o cavalo não conseguiu ir longe. Irritado, o ladrão o agrediu com pauladas na cabeça e nos
olhos, que causaram hemorragia nas pálpebras e nos supercílios. O adolescente detido por maus-tratos foi solto e entregue aos
familiares ainda na terça-feira. Encaminhado ao Departamento Estadual da Criança e do Adolescente (Deca), ele responderá por
crueldade contra animais, em processo no Juizado da Infância e da Juventude. Com a morte do animal, a infração poderá ser agravada. "



"Cavalo é vítima de maus-tratos"
Animal foi ferido por um adolescente por não conseguir caminhar

(Lilian Laranja /jornal Zero Hora - 08/02/2006)

Com a pata ferida, ele teve os olhos machucados por uma vara ontem, na Capital. Correndo o risco de ser sacrificado, o cavalo agredido por um adolescente passou o dia à espera de um veterinário. O animal era criado por um carroceiro. Por volta das 4h de segunda-feira, foi furtado na Avenida Diário de Notícias pelo adolescente de 17 anos que depois o deixaria quase cego. Seu destino era ser vendido por R$ 200, segundo o garoto narrou a testemunhas. Mas o negócio nunca ocorreu. Por causa do ferimento na pata, o cavalo empacou na Rua Canguçu, bairro Teresópolis, e provocou a ira do adolescente, que estaria sob efeito de loló. Às 7h, o aspecto do animal e o comportamento do adolescente chamaram a atenção de moradores da Canguçu, que foram verificar o que acontecia e se comoveram. O cavalo estava com os olhos sangrando e com a pata anterior esquerda inchada. - Ele não tinha mais forças para andar, e acho que o adolescente ficou brabo. Foi muito triste - contou a estudante de Direito Amanda Fontoura, que alimentou o animal com cenouras e água. Veterinária diz que bicho pode voltar a enxergar

Às 10h40min, o cavalo foi recolhido pela Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) para um campo na Zona Sul. Ele só recebeu atendimento da veterinária que presta serviços à EPTC às 18h30min. - Os olhos não foram perfurados. O globo ocular está intacto, e ele poderá enxergar - disse Rita Carvalho, depois de examinar o animal. Na pata ferida, há uma infecção e necrose, por isso ele não consegue andar. Mas seu destino ainda é uma incógnita. Como precisa de tratamento médico veterinário, alguém terá de arcar com a responsabilidade pelo animal. O adolescente foi levado pela Brigada Militar ao Departamento Estadual da Criança e do Adolescente.
 

"MORRE CAVALO AGREDIDO EM POA"

Redação Terra - 09/02/06

A veterinária Rita Carvalho, que presta serviços à Empresa Públicade Transporte e Circulação (EPTC), responsável pela remoção do
animal, disse que o cavalo morreu provavelmente por traumatismo. "Oscavalos têm o crânio muito sensível", justificou.Após ser roubado e com uma pata inflamada, o cavalo não conseguiu ir longe. Irritado, o ladrão o agrediu com pauladas na cabeça e nos
olhos, que causaram hemorragia nas pálpebras e nos supercílios.O adolescente detido por maus-tratos foi solto e entregue aos
familiares ainda na terça-feira. Encaminhado ao Departamento Estadual da Criança e do Adolescente (Deca), ele responderá por
crueldade contra animais, em processo no Juizado da Infância e da Juventude. Com a morte do animal, a infração poderá ser agravada.

ENDEREÇOS PARA PROTESTARMOS. EXIGIRMOS PUNIÇÃO:

Jornais:

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Gabinete do Prefeito - GP
Praça Montevidéo, n.º 10   CEP:90010-170
Fone: 51. 3289-3600 Fax: 51.3228-4729
Prefeito: José Fogaça
e-mail: josefogaca@gp.prefpoa.com.br 
     

Gabinete do Vice-Prefeito
Praça Montevidéo, n.º 10   CEP: 90010-170
Fone: 51.3289-3668 / 3666 / 3620
Vice-Prefeito: Eliseu Santos 
e-mail:
dreliseu@gp.prefpoa.com.br

Secretaria Municipal do Meio Ambiente - SMAM
Av. Carlos Gomes, 2120 - CEP 90480-002
Fone: 51.3289.7503 / 7502 Fax: 51.3289.7591
Secretário: Beto Moesch
e-mail:
betomoesch@smam.prefpoa.com.br

Escritório Municipal de Turismo
Travessa do Carmo, 84 - CEP 90050-210
Fone:51.3212.3464/2432
Secretária: Angela Baldino
e-mail: epatur@epatur.prefpoa.com.br

Procuradoria Geral do Município - PGM
Rua Siqueira Campos, 1300-12º andar - CEP: 90010-907
Fone: 51.3289-1426 Fax: 51.3289-1431  
Procuradora-Geral: Mercedes de Moraes Rodrigues
e-mail: mercedes@pgm.prefpoa.com.br

Policia Civil Delegacia de Capturas Deca
R Prof Cristiano Fischer 1440 Petropolis - Tel: (51) 338 2980

PABX Central de Polícia
Fones : 51 3288-2400 / 51 3217-2411 / 51 3217-4384
http://www.pc.rs.gov.br/

Chefia  da Polícia
Av. Voluntários da Pátria,1358, 6º andar.
90000-000 - Porto Alegre - RS
Telefone: 3288 70 01 - 3288 70 16 - 3288 70 20 Fax: 3288 70 06

Dptran - Departamento Polícia Judiciária de Trânsito
Av. João Pessoa, 2050, 1º andar, Azenha.
90000-000 - Porto Alegre - RS
Telefone / Fax: 3288 24 96

Deic - Departamento de Investigação Criminais
Rua Prof. Cristiano Fischer, 1440, Jardim do Salso
91410-000 - Porto Alegre - RS
Telefone / Fax: (51) 3338 20 93

 

 

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