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(site voluntário em defesa
dos eqüinos)

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ÉGUA ABORTA POTRINHO
EM VIA PÚBLICA: "Em
18/10/2001, uma égua esquelética puxava uma carroça repleta de ferros em
Rocha Miranda. O veículo de tração estava sem placa e sem luzes. Era
conduzido por um menor aparentando 12 anos. De repente, o animal caiu no
asfalto e abortou um potrinho prematuro, com cascos ainda amolecidos. A
SUIPA recebeu telefonemas e explicou que não tinha caminhão para recolher
os eqüinos. Pediu que contactassem o CCZ da prefeitura e a Secretaria de
Defesa dos Animais. Esses órgãos nada fizeram. Uma equipe veterinária da
SUIPA foi ao local, mas antes pediu ao nº 190 a presença de policiais. O
RP Monte da PM também informou não poder ceder um caminhão para que
houvesse o recolhimento dos animais ao abrigo da Suipa. No momento em que
os veterinários começaram a dar os primeiros socorros, um homem sem
identificação, chegou agredindo verbalmente a todos e quase que a equipe
foi baleada. Ele jogou o filhote sobre entulhos de outra carroça e levou a
égua que se arrastava, ao invés de andar. A equipe seguiu a carroça e
continuou pedindo apoio ao 190. Por fim, a carroça entrou em um beco em
direção ao morro e nada mais pôde ser feito. Esse fato comprova a falta de
fiscalização pela prefeitura de carroceiros ilegais e um total descaso da
PM, do CCZ e da Secretaria de Defesa dos Animais. ( Izabel Nascimento -
Pres. Suipa )" |

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A REALIDADE DO RIO
DE JANEIRO
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Cavalo
puxando carroça no Rio de Janeiro: durante a semana carrega
peso pelas ruas ensolaradas e movimentadas da cidade, nos fins
de semana e feriados, diverte as pessoas na praça Xavier de
Brito, conhecida como "praça dos cavalinhos" onde o
dia inteiro cavalos, burros, éguas, bodes, trabalham. Moram na
estrada Grajaú-Jacarepaguá à beira de ribanceiras em espaço
exíguo sem um mínimo de segurança e conforto. |
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Paquetá é
uma ilha turística localizada na Baía de Guanabara - RJ, seu
acesso se faz através de barcas, portanto em Paquetá não há
carros. Os únicos meios de transporte são bicicletas e
charretes, inclusive as de aluguel. Famílias inteiras de sagüis,
cavalos atrelados à charretes ou garças pousadas serenamente
nas pedras redondas são também grandes atrativos da ilha. Mas
a realidade que foge ao conhecimento dos turistas é bem
outra...
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foto
1 |
foto
2 |
foto 3 |
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O
cavalo das fotos que está amarrado a árvore com uma
corda mínima que o impede até de locomoção(foto 1)
puxou carroça a vida toda carregando turistas em
Paquetá, dando o sustento ao seu dono (foto 2). Estava
magro e doente. Não aguentando mais caiu e ainda
apanhou do "dono", que recebeu como punição
uma suspensão. Mas nada foi feito pelo animal. Dois
dias depois o cavalo morreu (foto 3). Veja na foto 3 as
charretes ao fundo. |
Turista,
evite andar em charretes, reclame quando ver animais maltratados
e puxando peso em excesso. Opte por bicicletas. É mais
saudável e não contribui com o sofrimento dos animais. Só com
a colaboração de todos conseguiremos resultados.
Telefones
para reclamações e denúncias:
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Prefeitura
de Paquetá (XXI RA) |
021-21-33970288 |
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Delegacia
de Polícia de Paquetá |
021-21-33970222 |
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Guarda
Municipal de Paquetá |
021-21-33970188 |
Agradecimentos:
Andrea Lambert
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Cavalos de Petrópolis estão doentes:
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O passeio de charrete, uma das principais
atrações turísticas da cidade histórica de Petrópolis, na região serrana
do estado do Rio, está ameaçado. De acordo com relatório elaborado pela
organização não-governamental Cia dos Animais, 70% dos cavalos que puxam
as charretes estão doentes. Os animais sofrem de desnutrição,
verminoses,
anemia e ainda têm os cascos podres. Alguns males, como as micoses, podem
ser transmitidos aos homens. O veterinário Fábio do Nascimento, que
examinou 30 cavalos que transitam pela cidade, disse que 15% deles sofrem
de anemia infecciosa eqüina, doença transmitida por meio de sangue
contaminado. ''Quando verificado que um animal tem o vírus, que é da mesma
família do HIV, ele tem de ser sacrificado para não contaminar os outros.
Em geral, agulhas e moscas disseminam a doença'', explicou o médico,
ressaltando que a doença não ataca os seres humanos. Os animais apresentam
ainda laminite (inflamações graves nos cascos) e não contam com mínimas
condições de higiene nas baias em que passam as noites. ''Eles vivem num
brejo, cobertos de lama. Muitos puxam as charretes mancando'', disse
Nascimento. Segundo Ana Cristina de Carvalho Ribeiro, da direção da Cia
dos Animais, um relatório com a lista de irregularidades encontradas foi
entregue ao Ministério Público Estadual (MPE). ''Essa situação é perigosa
também para as pessoas que andam nas charretes'', afirmou Ana
Cristina.
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Caso dos cavalos
torturados no Rio de
Janeiro |
| Caso:
Foi vista (novembro de
2001) uma égua na rua Campos da Paz com um ferro enfiado no casco
indo até a perna. Foi feito um pedido ajuda, a pessoa que foi
tratá-la constatou horrorizada que foi por maldade e não acidente.
Esses animais estão sendo torturados pela garotada ao pé de um
morro. Uma senhora que não quis se identificar, comentou:
"Eles passam a noite drogados e se divertem torturando os animais".
À noite conseguiu-se um reboque para levar a égua e quando chegou-se
no local a pobre égua tinha acabado de morrer. Mas sabem porque?
Eles a empurraram ladeira abaixo (esta rua dá acesso a um morro,
portanto é ladeira). Disseram que sofreu muito antes de morrer, a
revolta foi imensa e tentou-se chamar, pedir ajuda. Eram 3 pessoas
que tentavam fazer algo (mas estavam acuados pelos moleques). Foram
convidados a se retirar. A égua morreu caída dentro de uma vala,
muito ferida e machucada. Realmente TORTURADA. Haviam 2 outros
cavalos também bastante machucados. Torturar cavalos é a diversão
desses delinqüentes. Foi um choque para todos que estavam vendo... o
cavalo foi jogado dentro de um valão e está com a cabeça toda
machucada, principalmente o olho (foi retirado do valão pelos
bombeiros). Ainda ficaram 2, um cavalo e uma égua. Verificou-se que
estavam passando fome e sede.
O mais triste foi ver o desespero dos outros dois
cavalos cheirando a égua morta tentando tocá-la com a pata.
(Colaboração: Carmem Senna)
Mensagem enviada
pela SEPDA
De: Secretaria
Especial de Promoção e Defesa dos Animais Data: Segunda-feira, 3
de Dezembro de 2001- 16:55 hs Assunto: Cavalos torturados à Rua
Campos da Paz, Rio Comprido, RJ
Comunicamos que os cavalos
que estavam sendo torturados ao final da Rua Campos da Paz, na
subida de um morro no Rio Comprido, foram recolhidos hoje com
sucesso pela SEPDA, com reforço policial da Delegacia de Proteção ao
Meio Ambiente - DPMA e Guarda Municipal - GM. Apesar do estado de
guerra do morro em questão, os animais já estão em segurança, sob
tratamento veterinário, assim como em perfeito estado estão todos os
funcionários da Prefeitura, o efetivo da GM e DPMA. Participaram da
operação, sob forte reforço policial, 14 pessoas.
Atenciosamente, Maria Lúcia Frota Cavalcanti - Secretária Especial
de Promoção e Defesa dos
Animais
| NOTA: O Rio
de Janeiro é cercado por favelas, e nessas favelas criam-se muitos
cavalos. O tratamento dado à esses animais é cruel. São usados até
como mira de tiros. É comum ver-se em alguns locais delinqüentes
cavalgando em ruas movimentadas próximas à essas favelas com os
animais sub-julgados pelo chicote, se exibindo felizes certos da
impunidade. Já está mais do que na hora de que algo seja
feito! |
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