| ANDRADE JORGE | |||||||||
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| PERFIL EU SOU ANDRADE JORGE, AQUARIANO, POETA Escritor, poeta sem tipificação, sou pluralista, escrevo com toda a rebeldia da minha inspiração, sem regras, sem preconceitos. Quando escrevo tenho todo o poder do mundo dos homens, seja no teclado, ou na tinta da minha caneta, porque nessa hora sou o invasor de mentes, corações, desnudo a alma humana, e ao fazê-lo desnudo a mim próprio, porque sou o produto do meio, o produto da atualidade, mas com a chama incontida que os poetas trazem em si. Leia-me, critique-me, elogie-me, tenha amor ou ódio por mim, porque não passarei indiferente nesta vida, o branco que carrego à minha frente é somente a tela ou a folha imaculada de um papel. BLOG: http://andradejorgepoesias.vilabol.uol.com.br ************ REFLEXO Andrade Jorge No frescor de outrora quis ser um espelho d?alma, o flash da fotografia, o raio-x para o amor refletir a ilusão registrar, e a essência descobrir; Porém o tempo escasseou, passeou em mim, e se passaram muitos fevereiros, molhei-me em tantas auroras, encantei-me com a vastidão dos canteiros dos jardins dos sonhos perdidos, perdi-me então à sombra da vida; Hoje vejo e revejo muitos conceitos, o espelho partiu não reflete, a fotografia perdeu cor, traços desfeitos, a ilusão evaporou condensou acima, chuva de lamentação é o reflexo; E o que restou? Restou a experiência vivida, a dor do ?quase? a esperança do ?se? e a lágrima de não ter você fev/06 ************ LUCIDEZ? Andrade Jorge Apresento minha reluzente lucidez perpetuada na gravidez do pecado original, vem numa prateada bandeja, nesse mundo muito louco, louco o meio enseja, almeja o tudo, o muito, mas dá o pouco onde se disfarça tanta desfaçatez, dissimulo também minha timidez. Apresento minha lucidez, no meio dessa sociedade infernal, tão desigual, borboletas consagradas, voam desregradas, apavoradas, sob a mira do incansável caçador; Voam borboletas, voam! voam! Voam para o planalto das ilusões! Voam para o bordel das decepções; Fogem assustadas das alfinetadas, procuram refúgio seguro no ombro nu da minha sensatez, porém é esconderijo frágil contra o passo ágil, da inconseqüência da vez. onde anda nossa lucidez? Você me diz qualquer coisa, que fica no ar, eu sei que você me diz, sintonizo vozes que correm no chão, neste ?chão de giz?, o inimigo é real e anda a solta fotos no jornal, imagens na televisão só comprovam a insanidade destes animais que exploram a sensibilidade, não ouvem os reclamos, nem meus ais. Fujo da face da loucura da demência, da inclemência, você fala contra mim faz-se atriz com reverência, contra minha irreverência, tento vencer minha timidez mas você a expõe em completa nudez, assim é minha lúcida, lucidez, minha negação minha lúcida razão, quando o sim vira não, e o não ... este não desvira não. 10/03/06 ************ O ar que respiro Andrade Jorge O ar que respiro tem aroma perfume da saudade que transpiro; O ar que respiro tem o vírus da malícia, a cada respirar, lembrança de nossa carícia; O ar que respiro tem frescor o ar que respiro tem seu amor; O ar que respiro tem magia fascinação, pelo ar que respiro sinto o pulsar do seu coração; O ar que respiro transcende, pois dá plena dimensão já não respiro só por mim e sim por nós dois 02/10/06 ************ @Respeite os direitos autorais@ ************ Página Inicial Sala de Poetas |
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