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Livro de Visitas AGRADECIMENTOS Este site é dedicado a Família Tolfo, e em especial a do RS, a qual forma minhas raízes e também para tentar conhecer e ajudar mais "Tolfos" que como eu tentaram pesquisar o sobrenome na Internet e viram como é difícil encontrar algo que fale a respeito. Meus sinceros agradecimentos a todos que nos ajudaram e em especial a Nelsis Tolfo de Silveira Martins/RS e Iara Moro de Porto Alegre/RS, pois em meio a minhas pesquisas sobre nossa família descobri que tínhamos as mesmas raízes "Tolfo" e me prestaram valiosas informações sobre o imigrante que veio da Itália dando origem a nossa família.
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História Os cognomes, apelidos, sobrenomes ou nomes de família já eram utilizados na antigüidade, dizem os especialistas que o primeiro povo conhecido a utilizar sobrenomes foram os chineses. Entre as historias mais famosas
distingue-se a do imperador Fushi que decretou o uso de sobrenomes (ou nomes
de família) no ano Os romanos possuíam um sistema próprio de distinguir uma pessoa de outra pelo nome e por outros apostos a ele, pela historia desse povo, julga-se que este sistema tenha surgido em épocas remotas e que já fosse de uso comum logo após o inicio da expansão do poderio de Roma, os romanos possuíam um sistema pelo qual identificavam no nome do indivíduo qual seu clã de origem, foi uma forma de se identificar um grupo familiar em especifico, porem, com a queda do Império Romano em 476 d.C. este sistema virtualmente deixou de existir, caindo em desuso. Na idade média (476-1453) passou, pois, a vigorar tão somente o nome de batismo para designar, distinguir e caracterizar as pessoas. Fala-se em nome de batismo porque, na época da queda do Império Romano Ocidental, a península itálica já era praticamente toda cristã. Por outro lado, os povos invasores foram cristianizados em massa no período que se segue à desagregação do Império. O cristianismo se tornou um elemento aglutinador que aproximou todos estes povos. O estabelecimento de vários povos estrangeiros introduziu uma grande variedade de nomes e palavras que paulatinamente foram sendo latinizadas, salienta-se que os povos estrangeiros não possuíam a tradição da sobrenominização das pessoas, fato este que influiu sistematicamente no abandono de tal costume. O aporte de grande acervo de novos nomes, trazidos pelos povos invasores, principalmente germânicos, o abandono da sistemática latina de individualizar pessoas, a influencia do cristianismo que difundia os nomes de seus mártires e santos criaram uma confusão generalizada. Os nomes se repetiam com freqüência o que tornava difícil distinguir um indivíduo de outro. Surgiu então a necessidade de se estabelecer uma modalidade para se distinguir um cidadão do outro, para tal finalidade foram criadas algumas formulas que auxiliavam em tal distinção. Na verdade, não foram estabelecidas normas baixadas pôr autoridades, mas sim o surgimento de um modo espontâneo na pena do escrivão, no convívio social e na linguagem popular que inventava formas para distinguir os dez ou vinte Johannes (João) que viviam na mesma comunidade. Os primeiros registros do uso de sobrenomes familiares como hoje os conhecemos foram encontrados por volta do século VIII, ou seja após o ano 701 d.C. Na Inglaterra por exemplo, só passaram a ser usados depois de sua conquista pelos normandos, no ano de 1066. Foi só no inicio do renascimento que os cognomes voltaram a ter aceitação geral. No ano de 1563, o Concílio de Trento concretizou a adoção de sobrenomes, ao estabelecer nas igrejas os registros batismais, que exigiam, além do nome de batismo, que teria de ser um nome cristão, de santo ou santa, um sobrenome, ou nome de família.
Origem e significado sobrenome Tolfo O sobrenome familiar italiano Tolfo foi classificado como sendo um patronímico, entende-se pôr patronímico (do grego patronymykós), relativo a (ou que indica), o nome dos pais. Vem de "Patronymykós", composto de "Pater", pai + "onima", nome (Nome do pai). Patronímicos são sobrenomes que consistem numa derivação do prenome paterno, ou seja, o sobrenome ou apelido derivado do prenome do pai ou de algum antepassado. Foi muito grande a generalização do uso de patronímicos como nome de família (sobrenome). Esta idéia de se referir ao pai para identificar o filho foi muito difundida e utilizada por diversos povos de varias formas, entre os italianos não poderia ser diferente, pelos levantamentos executados calcula-se que aproximadamente 37% dos sobrenomes italianos sejam classificados em patronímicos ou matronimicos. Diz-se também que são antroponímicos porque todos derivam de um nome próprio ou antropônimo. Os patronímicos representam a grande maioria deste grupo, isto é, se originaram do nome do paterfamilia ou seja, do patriarca medieval, na verdade, o sobrenome só se fixou a partir da segunda geração, os filhos do patriarca eram designados com a expressão latina Filius Quondam ou simplesmente como Filius. O termo Tolfo foi uma redução para o nome próprio Cristolfo cuja origem está no nome grego de cunho cristão Chistophoros, formado de Christos (Cristo) e phóros (portador, carregador, que leva consigo), o significado do nome então seria “Aquele que carrega cristo consigo”, São Cristovão (martir em 250) atravessou um rio com o menino Jesus ao ombro. O uso deste termo teve início como um sobrenome familiar quando se entrou em uso a expressão "Filius Quondam" ou seja "Filho do Senhor" fulano, neste caso, filho do Sr. Cristolfo, que porem era conhecido em sua localidade pela redução Tolfo, assim sendo um de seus filhos ficou conhecido como "Fulano filho de Tolfo" ou simplesmente como "Fulano do Tolfo", com o passar do tempo simplesmente como "Fulano Tolfo", tal designação foi transmitida de pai para filho e, dai em diante, passou a identificar todos os membros integrantes desta família e descendentes daquele Sr. Fonte de Pesquisa: http://www.sobrenomes.kit.net |
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Giovanni Fortunato Tolfo casado com Margherita Borsato, faziam parte do terceiro grupo que partiu de Gênova em 12/02/1878 inaugurando o Vapor "Colombo" e aportaram no morro da saúde, Rio de Janeiro, em 30/02/1878. Eram destinados a colonização de Santa Catarina, mas que, devido a mal entendidos, foram encaminhados para o Rio Grande do Sul. Este grupo juntamente com o primeiro e o segundo foram reunidos no porto de Rio Grande , formando a terceira leva com 102 famílias listadas no site Quarta Colônia Italiana. Vieram juntamente com o casal os filhos: PIETRO - Nasceu na Itália,
Vicenza, em 1872. Casou-se com Maria Bonotto ROSA DRUSILA - Nasceu em Vicenza,
Itália, em 1873. Casou-se com Joseppe Pazzinatto em 22/05/1893 LUIGGI - Nasceu em Vicenza, Itália em 1874. Casou-se com Genoeffa Bonotto não se tem ano do casamento. FIORAVANTE - Nasceu em Vicenza,
Itália, em 1875. Casou-se Trouxe também a mãe, viúva, ROSA EURASIA TOLFO, nascida em 1817. Giovanni era de 1849 e sua mulher de 1851, vinham da Província de Vicenza, não consta a comune ou paróquia daquele estado que é um dos sete que formavam a Região de Vêneto. A velha Rosa, com 61 anos, viúva de Nicola Tolfo, recebeu da Comissão de Terras para pagar a prazo a colônia número 124, com o filho, sita na linha 5 sul de Silveira Martins/RS. Giovanni e sua mulher tiveram mais 7 filhos, casando todos, menos Hermínia que morreu solteira com 20 anos. BASÍLIO - Nasceu JOÃO - Nasceu REGINA - Nasceu DORALICE - Nasceu REINALDO FERDINANDO - Nasceu MASSIMILIANO - Nasceu HERMÍNIA - Nasceu ELISA - Nasceu Giovanni faleceu em 16/08/1915 e Margherita em 21/08/1947, com 100 anos. OBS: Se você possuir mais informações e quiser compartilhar entre em contato conosco, que incluiremos em nossas pesquisas sobre a família. A sua ajuda é muito importante para que consigamos resgatar nossas origens. |
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A heráldica surgiu durante as Cruzadas e rapidamente se espalhou por toda a Europa, basicamente fora utilizada para identificar os soldados em batalhas campais já que os soldados não podiam ser reconhecidos apenas por suas armaduras e/ou elmos. Porem somente após o século XII começou obedecer a preceitos gerais, no século XIII a heráldica tornou-se tão popular que passou a existir como uma ciência à parte, na verdade a heráldica foi considerada como uma ciência e arte. Os brasões não eram dados ao acaso para cada pessoa, inicialmente tiveram suas origens em atos de coragem e bravura efetuados por grandes cavaleiros, tendo sido uma forma de homenagear os lutadores e suas famílias, posteriormente, como era um forte ícone de status passou a ser conferido a famílias nobres a fim de identificar o grau social da mesma, em resumo, somente os heróis ou a nobreza possuíam tal ícone e o poderiam transmitir a seus descendentes. A palavra brasão vem do alemão arcaico Brazen e significa "tocar trombetas", de fato, os arautos antes de lerem os decretos tocavam trombetas com bandeirolas blasonadas para chamara atenção dos passantes. Na idade média (476-1453), os heraldistas (heraldos) eram as pessoas que dirigiam os torneios e examinavam a qualidade dos cavaleiros que, por sua vez, usavam o brasão de armas no qual figuravam os símbolos de sua nobreza. Portanto, o brasão era, para os antigos da Idade Média, a insígnia, a bandeira da família e, como tal, honrado e transmitido de pai para filho. Na Inglaterra os heraldistas eram formados pelo Colégio de armas (1484), já na Escócia pela Corte do Lord Lyon (1592). Através de pesquisas e auxilio de colaboradores conseguimos localizar um escudo que fora utilizado por membros da família Tolfo, este escudo seria: “Troncato d'argento e di verde, al leone dell'uno nell'altro, armato e linguato di rosso, tenente con la zampa destra, anteriore, un ramo di quercia, al naturale, posto in banda, sormontato da una stella d'oro.” Conforme figura:
Fonte de Pesquisa: http://www.sobrenomes.kit.net |
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O sobrenome familiar Tolfo foi originário da Itália, e ainda nos dias de hoje o encontramos distribuídos por diversas regiões italianas, como podemos verificar no mapa abaixo:
Este mapa foi feito com base em listas telefônicas (ano base 2000), a legenda refere-se ao número de assinantes encontrados, como normalmente um telefone que é utilizado por diversas pessoas está registrado apenas no nome de uma delas concluímos que o mapa nos da uma visão aproximada da distribuição geral de pessoas com tal sobrenome nestas localidades. Fonte de Pesquisa: http://www.sobrenomes.kit.net |
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Cascina Baia del Re Tradução: Cascina Baia del Re O rancho era considerado um dos mais longes ranchos da região, e realmente para alcançá-la existia somente uma estradinha entre dois córregos e no inverno com a neve era quase impossível passar por ela. Em 1940 era abitada por uma família chamada por Cicio, em 1951 era habitada pela família Tolfo que reestruturou todo o rancho E atualmente desenvolve atividade de agricultura e por conta própria e para terceiros, e eles não tem animais. http://www.comune.guanzate.co.it/cult_amb/cascine.htm
Siena
A meno di Tradução: Siena A menos de http://www.italyhotelink.it/Siena.htm
ALPETRANS/Per i bambini – "In tema di
solidarietà ognuno è chiamato a mettere a disposizione i propri mezzi.
Alpetrans ha impiegato i suoi nel senso letterale del termine". Con
queste parole Dino Tolfo, titolare di Alpetrans, importante azienda
con sede a Marostica (Vicenza) operante nel settore dei trasporti
frigoriferi, ha simpaticamente e significativamente motivato la sua adesione
alla campagna "I bambini torneranno a giocare", promossa da
Macondo, l’associazione presieduta da Giuseppe Stoppiglia la cui finalità è
promuovere scambi e solidarietà con enti, comunità e persone che guidano
progetti, scuole e strutture educative destinate ai bambini abbandonati, in
particolare dei bambini di strada. La campagna "I bambini torneranno a
giocare" è nata proprio all’interno di questo impegno e si propone di
sostenere progetti di difesa e di tutela dei diritti dei bambini di strada
dei Paesi sudamericani, nonché promuovere l’adozione a distanza (218 quelle
già realizzate in Aregentina e soprattutto in Brasile). Un’iniziativa di alto
significato morale e umanitario, che si avvale anche del concreto sostegno di
Alpetrans. Su alcuni veicoli dell’azienda campeggerà la gigantografia della
campagna, con i riferimenti utili per coloro i quali volessero aderire
all’iniziativa. Una pubblicità itinerante, una
testimonianza concreta di come, quando si crede nella solidarietà, ci si può
inventare le vie più originali per promuoverla. Fra l’altro, Alpetrans ha
deciso per quest’anno di non inviare alle aziende con cui collabora i consueti
regali natalizi, bensì di devolvere la cifra usualmente destinata a sostegno
della campagna. "Contiamo di contagiare in questo impegno altre
aziende" spiega Tolfo. L’inconsueta iniziativa della
"solidarietà che viaggia in Tir" sarà presentata da Alpetrans e
Macondo nel corso di una conferenza in programma sabato 15 dicembre alle ore
11 presso http://www.vegaeditrice.it/asa_trasporti/ archivio/trasporti144.html Fonte de Pesquisa: http://www.sobrenomes.kit.net |
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Galeria de fotografias
Por enquanto só temos estas imagens!
Se você possuir mais alguma imagem ou fotografia para resgatarmos nossa história
mande pra nós que incluiremos em nossa galeria!!!! |
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Este site foi atualizado em 24/02/07 No ar desde 08/04/2004 Elaborado por Elvis Tolfo Veber Visitantes
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