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| Dicas de Cabeamento | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pinagem de cabo Par trançadoNo Brasil os padrões mais utilizados são os 568A e 568B, que utilizam os pinos 1, 2, 3 e 6 para transmitir e receber dados e diferem entre si pela escolha do par. Para uma melhor compreensão segue uma ilustração apresentando a pinagem em cada um dos padrões citados.
Para ligar um DCE (como os hubs e os switches) em um DTE como o computador (placa de rede) utiliza-se o cabo com pinagem direta e para ligar equipamentos de mesmo gênero, como um DCE em outro DCE ou um DTE em outro DTE é preciso um cabo com pinagem cruzada. A ilustração abaixo mostra o diagrama com a pinagem para cabos cruzados (cross) padrão 568.
Qual a diferença entre as interfaces FXS, FXO e E&M? Muitas dúvidas surgem no momento
da conexão de um equipamento de dados (roteador) a um equipamento de voz (PABX).
Que tipo de interface utilizar? Existem diferenças quanto à funcionalidade?
Neste boletim temos um resumo da funcionalidade de cada interface e como
deve ser feita sua conexão. Quais as
formas de conexão de um PABX com um roteador? PABX ligado à uma interface FXS Neste tipo de conexão, a interface FXS será ligada como um tronco de entrada no PABX, comportando-se como uma linha telefônica comum. Como a interface FXS provê apenas alimentação e ring, ou seja, não disca, ao encaminhar a chamada para o PABX não poderá escolher qual ramal deseja chamar. Desta forma, todas as chamadas deverão ser encaminhadas à uma única posição, por exemplo uma telefonista. PABX ligado à uma interface FXO Neste tipo de conexão, a interface FXO será ligada em um ramal do PABX, comportando-se como um telefone. Sendo assim, ao encaminhar uma chamada ao PABX, o roteador poderá escolher qual ramal deseja chamar, discando o número do ramal específico, com funcionamento igual à um tronco DDR (Discagem Direta à Ramal). Este tipo de ligação é o mais comum e mais simples, uma vez que não requer configuração específica do PABX, porém pode prender a chamada na interface dependendo da configuração da rede. Isto acontece porque a forma do PABX indicar que terminou uma chamada, quando o ramal origem desliga o telefone, é através de tom de ocupado. Assim, a pessoa que recebeu a chamada sabe que deve desligar e põe o telefone no gancho. Já os equipamentos não têm como identificar que o tom de ocupado significa que é necessário desconectar a chamada, prendendo a interface até que receba explicitamente o sinal de desconexão. Atualmente a Cisco desenvolveu mecanismos que resolvem este problema, esta configuração será publicada nos boletins de Telefonia IP da Multirede. (www.multirede.com.br) PABX ligado à uma interface E&M Esta é a forma mais correta de conectar um roteador à um PABX, funcionando como um tié-line. Em termos de funcionalidade a E&M é idêntica à FXO, porém com uma grande vantagem referente à sinalização. A interface E&M pode possuir de 2 a 4 fios apenas para sinalização, além de 2 ou 4 fios utilizados para encaminhar a chamada de voz. Como a interface possui canal dedicado apenas à sinalização, o problema que temos com a FXO e o tom de ocupado não ocorre aqui, já que o sinal de desconexão é enviado pelos pinos E e M. No momento da configuração é necessário escolher qual o tipo de E&M, podemos ter o tipo I, II, III e V. O tipo I e V utilizam 2 fios para a sinalização dos pinos E e M e 2 ou 4 para a voz. Já os tipos II e III utilizam 4 fios para E e M e 2 ou 4 fios para voz. Distância Rede Lógica X Rede Elétrica
Um cuidado que devemos tomar quando da instalação do cabeamento lógico é a sua proteção contra ruídos, notadamente originários de fontes de energia elétrica , tais como: luminárias, reatores e cabeamento e equipamentos elétricos . Novamente a norma EIA/TIA 569 nos traz orientação de como proceder na instalação do cabeamento.A seguir estamos apresentando uma tabela indicando distâncias mínimas a serem observadas entre um cabeamento lógico e um cabeamento elétrico considerando-se uma tensão <= 480V.
Com o lançamento da Norma EIA/TIA 569 A, houve uma mudança substancial no
que tanje as distâncias entre as redes lógicas e elétricas, passando a ser
aceito a seguinte situação: Veja na tabela abaixo as faixas de endereços IPs
Veja na tabela abaixo um resumo para criação de endereços de sub-redes IP
* Já descartados os endereços da rede e broadcast
Entendendo os níveis de proteção aplicáveis em Racks e
Gabinetes O Índice de Proteção é expresso por dois algarismos , que é composto da seguinte maneira 1º Algarismo Determina o grau de proteção dos equipamentos instalados nos Racks/Gabinetes, quanto a objetos sólidos e pessoas, variando conforme a tabela abaixo: 0 - Não protegido 2º Algarismo Determina o grau de proteção dos equipamentos instalados nos Racks/Gabinetes, quanto a entrada de água, variando conforme a tabela abaixo: 0 - Não protegido Como pode ser observado, existe uma grande possibilidade de combinações com os números acima com o intuito de expressar o grau de proteção desejado. Sendo que os mais utilizados são o IP44, a grande maioria dos gabinetes ofertados no mercado e o IP55, que normalmente é feito sob encomenda. |
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TABELA DE LIGAÇÃO - CABO DE REDE
| Apresentação do Cabo | Cabo Pronto p/ Fixar no Conector |
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| 01 - Verde Claro | 01 - Branco do Verde |
| 02 - Verde Escuro | 02 - Verde |
| 03 - Azul claro | 05 - Branco do Laranja |
| 04 - Azul Escuro | 04 - Azul |
| 05 - Branco do Laranja | 03 - Branco do Azul |
| 06 - Laranja | 06 - Laranja |
| 07 - Branco do Marrom | 07 - Branco do Marron |
| 08 - Marron | 08 - Marron |
TABELA PARA CONEXÃO DE CABO - PC /p PC
| 1° CABO | BRANCO DO LARANJA |
| 2° CABO | LARANJA |
| 3° CABO | BRANCO DO VERDE |
| 4° CABO | AZUL |
| 5° CABO | BRANCO DO AZUL |
| 6° CABO | VERDE |
| 7° CABO | BRANCO DO MARROM |
| 8° CABO | MARROM |