Luxuria

Autor: Roberto Blackened

Ela vem em minha direção
Possuí o meu corpo procurando por prazer
Se aproxima sensualmente querendo apenas minha carne
Me vejo ingênuo ao seu corpo.
Respiro profundamente para que possa entrar ar em mim

Eu me jogo entre o vento
Como navalhas o vento penetra em minha alma;
Com gotas de sangue sai meu útimo suspiro

Ela me esquenta como um vulcão
destruindo minha alma
Procurando um pouco de prazer
Me perco em seus olhos.
Quero apenas minha mente
mas me vejo importante e no seu corpo
sufoco-me em seus lábios a ponto de não conseguir respirar

Eu me jogo no tempo
tempo inesistente.
Mas você sempre aparece como
um demônio da meia noite...

30 de maio de 2.003

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