Ano
I * Edição nº 032 * 08/07/2005 * Santa Rosa/FE
SACRO
IMPÉRIO DE REUNIÃO
ESTA
EDIÇÃO CONTÉM 85Kb

O Editorial de hoje será uma massagem para o ego do editor.
Abaixo, algumas considerações em favor deste humilde jornalista.
"...um dos mais competentes e
engajados súditos deste Império."
"Como jornalista, é um homem notável; com empresário,
vanguardista, como administrador, um realizador, e como político, alguém que o
povo Reunião conhece e, tenho certeza, aprecia."
Tudo isso reflete o verdadeiro amor que tenho pelo Sacro Império
de Reunião e extremo orgulho de ser um reunião-nato.
FLAVIUS VON RAINER, CIDADÃO DE REUNIÃO, PEDE ASILIO NO SACRO
REINO DE PATHROS
O cidadão reunião Flavius Von Rainer solicitou e recebeu asilo por parte do Sacro Reino
de Pathros.
A nota do Rei de Pathros não explica
os motivos da concessão e a Chancelaria reuniã
desconhece a situação.
A LABAREDA VOLTA A CIRCULAR EM CHANDON
O Editor do A Labareda decidiu liberar a circulação do periódicona lista pública principal de Reunião, o Chandon.
Os principais motivos foram a otimização
das imagens que diminuiram consideravelmente o
tamanho do periódico e um pedido especial do Imperador.
A Labareda inclusive está informando a quantidade de kb do
periódico ao sair das rotativas.
MARINA MELILLO,PREMIER DO IMPÉRIO,
CONCEDE ENTREVISTA PARA A LABAREDA E FALA DA EXPECTATIVA PARA SEU GOVERNO.
A Labareda: Qual a expectativa de seu governo?
Marina Melillo: Ao contrário do que alguns jornalistas
mal-informados andaram dizendo, o nosso
governo nunca se propôs a ser o marco de uma transformação imediata e radical
na estrutura de poder do Império. As nossas propostas são de construção de uma
Reunião melhor, partindo sempre das características que já são
tradicionais no país. Não queremos rupturas, queremos aprimoramento e
estabilidade. Reunião já é um fenômeno, mas todo mundo sabe que até as
coisas fenomenais podem ficar melhores. É só trabalhar com vontade e promover a
união.
AL:Qual a real situação em que VEI
encontrou o executivo?
MM: O Executivo estava organizado, porém levemente paralizado. Mas não acho que isso seja culpa do ex-Premier.
A culpa por essa paralização é em parte do
grupo político que o cercava. Por outro lado também acho que a ausência
de metas firmes pode ter atrapalhado. Em todo caso, a gestão anterior
cumpriu bem a sua missão, que era dar o primeiro passo na reorganização do
caos em que se encontrava o Poder Executivo. A catalogação histórica
e a padronização dos Atos do Premier, por exemplo, representaram uma revolução
muito positiva. A paralização a que me
referi é aquele momento crítico do governo, quando metade das pessoas
começa a "forçar a barra" para encontrar o que fazer, e a outra
metade simplesmente não faz nada: formulários acumulando na imigração, a
integração completamente inativa, esse tipo de coisa. No meu governo eu
tomei todas as precauções possíveis para que isso não aconteça.
AL: Imigração e Integração é o
maior problema do executivo? Quais seus projetos para essas duas áreas?
MM: Não acho que a Imigração e a Integração sejam problemas,
contanto que se encontre as pessoas certas para cada função.
São dois pontos estratégicos fundamentais. Enquanto houver gente nova chegando,
haverá mais interação social; enquanto houver mais interação social, haverá
mais novidades; enquanto houver mais novidades, haverá mais interesse; e
enquanto houver mais interesse, haverá mais ATIVIDADE PRODUTIVA. É uma cadeia
cíclica, e nela nós investiremos pesado.
AL: Apesar do discurso de "governo de
coalizão", apenas membros da coligação Pacso-Microsoc
foram agraciados com ministérios? Nem mesmo a Unida foi contemplada? Como
explica isso?
MM: Eu não falei de coalização esquerda-direita, ao contrário, eu propus
abandonarmos temporariamente esses rótulos. A coalizão que eu me referia é
uma coalização nacional, que congregue todos os
setores da sociedade em torno de um só pensamento: ajudar
o governo a construir uma Reunião mais pacífica e ainda mais interessante sob o
ponto de vista do hobby micronacional. Se
conseguirmos isso, Reunião se estabelecerá
definitivamente como a maior e melhor micronação do
mundo. É fato que já somos os maiores e melhores, mas falta apenas a
demonstração definitiva de que esse posto pertence
somente a nós, e não estamos tão distantes desse objetivo.
AL: Acreditamos que a atualização das
páginas também necessitam de grande esforço e dedicação. Como pretende
manter atualizada a página do executivo?
MM: Para isso eu nomeei uma pessoa esforçada e competente para o
Ministério da Infra-estrutura, que é o Ministro Fernando Barroso. A página
do Executivo já está totalmente atualizada e funcionando. Aproveito para
convidar a todos para conhecê-la em http://www.reuniao.org/executive.
AL: Suas considerações finais.
MM: Gostaria de pedir que os reclamões
e críticos fora de hora reflitam sobre suas intenções, e se juntem a nós no
esforço de construirmos um lugar repleto de boas novidades, de
respeito e de tranqüilidade social. Aproveito também apara agradecer à
Labareda pela oportunidade, e me colocar à disposição de todos os súditos
através de e-mail ou MSN.
Das Agências
Internacionais
JORGE GUERREIRO É NOMEADO REGENTE DA COROA DO REINO UNIDO DE
PORTUGAL E ALGARVES
O Rei Dom Felipe IV, de Portugal e Algarves nomeou na última
quarta-feira Dom Jorge D'Almeida Guerreira Quinta-Nova para regente da Coroa de Portugal.
A nomeação é por tempo indeterminado e os motivos alegados são
de cunho macronacional.
Procurado para comentar a nomeação de Jorge Guerreiro, o
Chanceler Imperial Alexandre Carvalho não foi encontrado, mas a assessoria
de imprensa informou que as relações entre os dois são boas e isso pode ajudar
na relação entre as duas micro-nações.
O Chanceler Carvalho estaria negociando a abertura de uma
embaixada em Portugal. O nome do Embaixador ainda não foi escolhido.
PATHROS E PASARGADA SE APROXIMAM
Em nota emitida pelo chanceler de Pasárgada,
Bruno Cava, a aproximação vem reconhecer a existência de interesses
convergentes e o estabelecimento de um estado de paz e cooperação.
O documento denominado de Protocolo de Entendimento afirma o
reconhecimento mútuo entre as micro-nações, a
resolução dos conflitos e discordância de forma pacífica e diplomática.
Foi estipulado um prazo de 30 dias para a realização de missões
diplomáticas entre os dois paises onde os interesses serão reforçados na
elaboração de um Tratado de Cooperação.
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Editor-Responsável:
Alexandre Carvalho
Correspondente
em Pasárgada: Rafael Figueira
Correspondente
em Sofia: Leonardo Reis
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