AUTOR:
Allan M. F. -
Taizen
Saint Seiya.
Fonte:
Livreto do DVD
japonês do filme Tenkai-hen Josô Overture.
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Deuses
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Resumo
Num
ambiente de outro mundo, noturno, repleto de pilares sob um
luar sobrenatural, revela um jovem mascarado e utilizando uma
misteriosa vestimenta.Ao som de um misterioso sino, este jovem
está ajoelhado num pilar destacado, como se fosse um altar.
Ele se levanta como se tivesse acabado de receber a sua
missão.Seu destino é o mundo dos homens, a
superfície da Terra.
Enquanto isso, num local tranqüilo,
próximo ao
Santuário da Grécia, avista-se uma casa de
veraneio próximo ao lago. Seiya está
lá, sentado numa cadeira de rodas, sem esboçar
qualquer sinal de vida, seu olhar é vazio. Repentinamente,
três figuras surgem dos céus, duas dessas sobras
são figuras com asas, como se fossem anjos. E junto a eles,
está o jovem mascarado, que logo declara a morte de Seiya.
Os três sujeitos atacam Seiya com lanças de
energia materializada.
Os anjos proclamam que Seiya merece morrer pelos crimes que cometeu
contra os deuses. No entanto, nenhuma das lanças feriu
mortalmente Seiya, o que surpreende a todos. O jovem mascarado se
aproxima do inerte Seiya e percebe o que ocorreu. Ele pega uma das
lanças e a arremessa contra a casa de campo. O impacto do
ataque despedaça alguns dos vidros da casa,
porém, a lança cai no chão sem ter
conseguido atingir seu alvo, assim como ocorreu com Seiya. O jovem
pergunta se tudo aquilo tinha ocorreido pelo poder de Atena, e eis que
surge Saori Kido de dentro da casa.
Ela caminha lentamente até Seiya, sua presença
divina inibe a investida dos outros dois sujeitos contra ela. Saori
caminha até Seiya e o cobre com uma toalha. Enquanto os
misteriosos assassinos afirmam que Seiya não merece a
proteção de Atena, e ela pergunta o quem ordenou
aquilo.O mascarado explica que foram ordens da irmã mais
velha de Atena. Os outros dois inimigos se preparam para atacar, quando
uma poderosa presença toma conta do lugar.
As trevas tomam conta do céu, o dia vira noite e a imagem de
uma lua sobrenatural surge no céu, resplandecendo mais do
que o sol, iluminando todo o lugar. Surge Artemis, a deusa da lua e da
caça. Os guerreiros imediatamente se ajoelham perante sua
deusa. Artemis declara que uma deusa que se voltou aos contra os deuses
como Atena, não pode mais ficar com o controle da Terra e
que os humanos também deveriam ser punidos por seus atos.
Saori não parece se intimidar com a empáfia de
sua irmã mais velha. A aura de
determinação de Atena é sentida
até mesmo pelo jovem mascarado. Atena materializa seu
báculo de Niki e resolve entregá-lo a Artemis,
como uma prova de transferência do posto de protetora da
Terra, mas em troca, ela pede que os humanos sejam poupados, e que os
deuses perdoem os pecados atribuídos aos Cavaleiros de Atena.
Artemis não acredita que Atena supervaloriza tanto a vida
dos humanos, mas decide firmar acordo com Atena, mas se os Cavaleiros
voltassem a desafiar os deuses, a senteça de morte seria
cumprida. Artemis toma o báculo em suas mãos e
ordena que Saori volte ao Santuário para expiar seus pecados
e voltar a ser uma deusa. Algum tempo depois, Seiya que até
então estava inerte, reage ao ter um pesadelo com o momento
em que usava a quase Armadura Divina de Pégaso na luta final
contra Hades, onde a espada do Rei das Trevas varou seu peito,
deixando-o naquela situação vegetativa em que se
encontrava até então. Seiya desperta por
não sentir mais a presença de Saori.
Longe dali, num ambiente sombrio do Santuário, as almas de
Sion, Dohko, Mu, Aldebaran, Máscara da Morte, Aiolia, Milo,
Shaka, Shura, Camus, Afrodite, Saga e Canon estão sendo
julgados por imponentes vultos. Eles revelam ser deuses e oferecem
aos Cavaleiros de Ouro a chance de se redimirem por seus pecados,
servindo aos deuses do Olimpo. Os dourados não se rendem e
afirmam que serão fiéis a Atena e seus ideiais
para sempre, e mesmo que algo lhes acontecesse, haveria bravos
guerreiros que lutariam pelos seus ideiais. Como
punição, os deuses decretam que as almas dos
dourados seriam seladas naquele local.
De volta a casa de campo, o dia amanheceu. a cadeira de rodas onde
Seiya estava, agora está quebrada, Seiya aparece rastejando
na relva, tentando encontrar Atena de qualquer forma. Seiya
não sente a presença de Atena no mundo. Marin
surge ao ser atraída por um cosmo familiar, mas em vez de
encontrar quem procurava, ela encontra Seiya e fica surpresa. Seiya
pergunta sobre o que havia acontecido e sobre onde estava Atena. Marin
conta a Seiya o que ela sabia, ou seja, que Seiya estava inerte desde a
luta contra Hades, e que Atena se recolheu para cuidar pessoalmente
dele, mas ela não imaginava que eles estivesse naquele
local. Seiya está preocupado porque sente o mundo
abandonado, sem a proteção de Atena, ele tem um
mal pressentimento. Marin vai até a cadeira de rodas e
encontra um estranho sino, uma pista de quem ela procurava. Ela
então diz que Seiya deve ir ao Santuário,
lá encontrará Shaina e os outros e a resposta
para suas perguntas, ela o anima e guarda em segredo o sino.
Seiya segue a dica de sua mestra e parte para o Santuário,
mas lá já não é mais o
mesmo lugar de antes. O local parece ter sido alteraod por alguma
força fora de sua compreensão. Seiya
não acredita em seus olhos. Ele é recebido por
Shaina, que diz que aquele não é um lugar para um
renegado como ele, e que aquele é o Santuário de
Artemis agora. Seiya pergunta por Saori, mas Shaina apenas responde que
o Santuário é de Artemis agora. Jabu e Ichi
aparece, todos se comportam como servos de Artemis, os Cavaleiros de
Atena não existem mais, é o que todos dizem a
Seiya. Mesmo assim, o Pégaso não desiste e acaba
apanhando para Jabu, Ichi e Shaina. Seiya não consegue
liberar seu cosmo. Shaina fala palavras duras, mas ao mesmo tempo, ela
parece esconder algo e tentar dizer a Seiya algo com seus atos. Com seu
golpe, Garras de Trovão (Thunder Claw) ela o
lança em um abismo. Shaina e os outros se retiram, pois
sabem que Seiya não seria o único a vir ao
Santuário.
Enquanto isso, Saori caminha por um estranho corredor ensopado de
água. Seiya desperta numa caverna subterrânea, ele
está aos pés de um pequeno lençol
freático. Ele não acredita no que Shaina e os
outros disseram. Seiya percebem que o cofre de sua Armadura
está numa poça de água, dentro de uma
fenda próximo a ele. Seiya entra naquele local, adentrando
nas águas, e tenta tocar sua Armadura Sagrada, mas algo o
impede, um dor terrível o aflige. Ele acha que seu corpo
não quer obedecê-lo, ele então
desanima. Porém, num local com uma enorme poça de
água, a Fonte de Redenção,
está Saori, ela então começa a
derramar seu sangue divino naquela água como forma de expiar
seus pecados, sacrificando-se para também compensar os
crimes da humanidade perante os deuses.Seiya sente um cálido
cosmo através da água.
Em outra parte do Santuário de Artemis, Shun, utilizando
suas correntes para escalar uma encosta, estranha a
condição do Santuário, mas eis que um
anjo vem voando em sua direção e o ataca. Shun
tenta revidar com a Corrente Nebulosa de Andrômeda, mas o
anjo é mais veloz e desvia. Ele pisa sobre as correntes que
sustentam Shun. Ele se apresenta como um Anjo, ele é Teseu,
um Guerreiros Celestial que serve aos deuses, ele declara que
será o fim da humanidade. Ele ataca Shun, os dois sobrem a
encosta e encontram um estranha fortificação
talhada na rocha maciça. Teseu está mais adiante,
num ambiente aberto, o chão está coberto de
água. Teseu conta que Atena está derramando seu
sangue para a humanidade ser poupada do castigo dos deuses, com isso
ela logo morrerá. Shun não admite tais palavras e
parte para cima de Teseu. O Anjo o arremessa contra um enorme pilar de
pedra que se encontra no meio do estranho palco de batalha. Shun se
espanta ao se dar conta de que são os Cavaleiro de Ouro
selados ali. Shun então parece sem esperanças
perante a cena dos mais poderosos guerreiros, com suas almas seladas
tão facilmente. Teseu está prestes a fulminar
Shun com um raio dourado resplandescente, mas um poderoso golpe
flamejante atinge o Guerreiro Celestial, detendo sua investida.
Eis que surge Ikki de Fênix, com seu cosmo flamejante sob a
forma da lendária ave de fogo imortal. Shun tenta contar a
Ikki sobre a situação, mas Ikki já
sabe de tudo e pede calma ao seu irmão. Teseu não
compreende porque eles insistem em lutar se até Atena os
renegou. Ikki diz que a permissão ou não de Atena
não tem relação com o fato de que eles
são Cavaleiros de Atena e lutarão por ela e pelo
que acreditam de qualquer maneira, a prova de serem Cavaleiros
está em suas cicatrizes. Ikki tenta atacar Teseu, mas
é inútil, a Corrente de Andrômeda,
assim como o próprio Ikki, são facilmente
repelidas. Teseu começa a perceber que eles são
bravos e que não temem a nada, por isso os deuses os temem.
Ele então decide eliminá-los, pois são
uma ameaça aos deuses. Ikki e Shun decidem lutar juntos
desta vez, mas Teseu é forte demais e os derruba novamente
sem dificuldades. Os irmãos estão
caídos na água que está espalhada pelo
chão. Sangue começam a ser derramado dos olhos
das estátuas dos dourados, a água é
tomada pela essencia dos dourados. Ikki e Shun sentem o
cálido cosmo de Atena e dos Cavaleiros de Ouro e decidem
lutar mais uma vez.
Combinando a Corrente Nebulosa de Andrômeda (Nebula Chain),
seguida da Tempestade Nebulosa (Shun), e o Ave Fênix (Phoenix
Ten Shô), a estratégia de Teseu é
driblada e ele é eliminado de vez. Ikki e Shun caem na
água, exaustos pelo esforço, a voz de
Sion ecoa, afirmando a confiança que sentem nos Cavaleiros
de Bronze, defensores de seus ideais. Enquanto isso, Seiya, que
conseguiu vestir sua Armadura Sagrada de Pégaso, caminha num
lugar rochoso ensopado de água. Depende a água
começa a congelar e ele vê um cristal de neve,
é o sinal de que Hyoga está ali.
Porém, ao chegar ao campo de batalha inusitado, a cena
é terrível. Shiryu, nocauteado, aparece boiando
numa poça de água, e Hyoga cai após
sofrer com o impacto de seu próprio golpe congelante. O
autor de tudo aquilo é outro Guerreiro Celestial, o Anjo
Odisseu.
Seiya pergunta o motivo de tudo aquilo, e Odisseu responde que
é porque ele tem a missão de eliminar os
Cavaleiros de Atena. Seiya diz que também é um,
em tom de desafio. O Anjo o ataca, mas apesar de ser um ataque lento
para um Cavaleiro como Seiya, o Pégaso não
consegue ainda se mover e lberar todo seu poder, assim é
facilmente atingido. Odisseu revela a Seiya a
situação de Atena, o que deixa o Cavaleiro
furioso. Ele ataca com seus Meteoros de Pégaso (Pegasus
Ryû Sei Ken). Porém, com seu estranho poder,
Odisseu reune todos os meteoros e amplifica o poder, mandando de volta
todo o impacto contra Seiya. Seiya não desiste e tenta mais
uma vez, mas Odisseu repete sua técnica e detona Seiya. Mas
Seiya é persistente, impressionando Odisseu. O golpe de
Seiya, agora em forma de um cometa maligno, graças ao poder
de Odisseu, parte para cima de Seiya novamente. Porém o
golpe é congelado no ar pelo poder de Hyoga que se levanta e
afirma que Seiya o fez lembrar do que é ser um Cavaleiro.
Ele ataca Odisseu com o Pó de Diamante (Diamond Dust), mas
Odisseu detém o golpe e quando está prestes a
enviálo de volta, Shiryu se ergue das águas com
seu Cólera do Dragão (Rozan Shô
Ryû Ha) atacando o Anjo com um golpe que mistura a
força de seu cosmo a força das águas
ali presente. Porém, Odisseu também detem o seu
golpe e combinando ao golpe do Cisne, ele envia tudo contra os dois
Cavaleiros, que se vêem vencidos pela violenta
força de seus próprios golpes combinados e
amplificados. Odisseu está ileso.
Seiya pensa em voz alta sobre a persistência de suas lutas,
mesmo apesar dos ferimentos e da morte de companheiros. Seiya insiste
em lutar, Odisseu ignora a tudo e está pronto para acabar
com eles. Hyoga e Shiryu se elvantam mais uma vez e afirmam que Odisseu
e os deuses jamais entenderam a luta deles, e que Seiya lembrou tudo a
eles. Seiya entende que aquela não é sua luta e
parte deixando Shiryu e Hyoga prestes a atacarem o inimigo com tudo que
lhes resta. Seiya diz que seguirá em frente, mas que os
verá adiante também. Odisseu aparece
incrédulo por ter sido vencido por humanos, mesmo sendo um
enviado dos deuses. Ele explode, deixando Shiryu e Hyoga exaustos, no
chão, desejando que Seiya continue prosseguindo.
Num deserto inóspito, Seiya tropeça e cai, ele
está desanimado, pensa em seus amigos e em Atena. O jovem
mascarado surge perante ele, se apresentando como o Anjo
Ícaro, um Guerreiro Celestial. Ele não compreede
porque Seiya continua lutando, mas Seiya diz que luta somente para
proteger Atena, independente da vontade dela. Ícaro
não compreende como alguém com um cosmo
tão fraco conseguiu vencer os deuses. Ícaro
então decide eliminá-lo para assim conseguir
realizar a sua ambição de se tornar forte como um
deus, capaz até de eliminar o lendário
Pégaso, aquele que eliminou deuses. Os meteoros de Seiya
não afetam Ícaro. O Anjo fica decepcionado e
resolver acabar com aquela imagem decadente de Pégaso. Ele
usa seu poder elétrico e em seguida materaliza o seu poder
na forma de uma lança, como havia feito no início.
Porém, repentinamente, um sino é arremessado
contra Ícaro. Ele o agarra, e logo em seguida, Marin o
ataca. Ícaro tenta atacar Marin, mas ela consegue desviar.
Ícaro observa que seu oponente é uma mulher, mas
alguém familiar. Marin mostra o seu próprio sino,
semelhante aquele que ela encontrou na casa de campo e que havia
arremessado, e diz que está procurando o dono do tal sino
arremessado. Ícaro afirma estar incomodado pelo cosmo de
Marin e a ataca. Ele afirma que não é mortal, mas
Marin afirma que sabe que o som do sino o perturba. Marin,
já havendo constatado que encontrou quem procurava, diz que
o estava procurando há muito tempo, ela diz que veio
atrás dele por conta do sino que encontrou. Ícaro
afiorma que superou os sentimentos humanos, que pare ele é
uma fraqueza. Marin discorda e diz que os humanos são fortes
porque convivem com todas as emoções.e
não se deixam abater por elas. Ícaro a ignora e
diz que não precisa desses sentimentos e muito menos de
família. Ele está prestes a fulminar Marin com
seu cosmo. Marin está imobilizada pelo poder grandioso de
Ícaro. Ele está prestes a atacar, quando Seiya o
ataca com um meteoro, salvando Marin. Ícaro agarra Seiya e
com seu poder ele começa a eletrocutá-lo,
até que uma grande explosão arremessa Seiya
longe, caindo de um penhasco. Ícaro ameaça Marin,
mas ela desiste de falar com ele, e diz que Seiya ficará
cada vez mais forte e vai superá-lo. Ela vai embora
tranquilamente.
Longe do deserto, num pequeno lago, Seiya boia, ainda se recuperando do
golpe de Ícaro. De volta ao Mundo Celestial, no
domínio de Artemis, onde o filme havia começado,
Ícaro tem recordações de quando era
criança e jurou proteger sua irmã mais velha.
Artemis chega até o seu Anjo, ela questiona sobre sua
atração pelo mundo dos humanos e ele questiona
sobre o motivo pelo qual os outros Anjos perderam para humanos, mas ela
diz que ele não tem o que temer, pois ela o havia escolhido.
Artemis se aproxima de Ícaro demonstrando seu carinho por
ele. Ela diz que confia nele, ele então diz que tudo
acabará com o fim de Pégaso. Artemis pede
então que seja feito na frente de Atena, e vai embora,
caminhando em pleno ar. Ícaro então concorda em
fazê-lo na frente de Atena.
Seiya continua avançando, ainda imerso na água. A
mesma dor de antes o aflige, seu corpo parece resistir a sua vontade de
seguir em frente. Mas ele não desiste e prossegue mesmo com
a terrível dor vindo de seu peito. Numa
construção de rochas recortadas, Ícaro
pensa em como os Atena e os Cavaleiros nas mãos dos deuses,
assim como ele. Deixando de lado tais pensamentos, ele decide que
eliminará Seiya, assim se tornará um deus, pois
foi esse o motivo de ter começado a servir Artemis. Seiya
chega e afirma que não importa se desafiará os
deuses, sua luta é por Atena. Ícaro
então o desafia, ele quer ver o verdadeiro poder de Seiya, o
poder capaz de vencer os deuses. Começa uma luta violente
entre o Cavaleiro de Pégaso e o Anjo Ícaro. O
Guerreiro Celestial sente que o cosmo de Seiya está se
elevando, e Seiya diz que o fará cada vez mais
até chegar a Atena. Ícaro não se
intimida e o arremessa para dentro da construção
que leva até a Fonte de Redenção.
Ícaro continua desafiando Seiya, ele quer que Seiya o mostre
o verdadeiro poder, mas Ícaro não acredita que
ele possa fazê-lo e decide atingi-lo com seu golpe para
mandá-lo até Atena.
Com a grande explosão do poder de Ícaro, Seiya
é arremessado até o local onde Saori continua a
derramar seu sangue. Seiya e Saori se reencontram finalmente.
Até então Saori estava em silêncio, mas
ao ver Seiya, ela fala e vai até ele. Saori pede desculpas
por tudo que ele tem passado, mas ele diz que não
é culpa dela, ele está feliz por
reencontrá-la. Saori diz que não é
mais a deusa que Seiya deveria proteger, mas ele diz que isso
não importa, ele lutará por ela sempre. Saori
então se dá conta do que precisa fazer. Ela
agradece a Seiya, mas diz que vai ter que matá-lo.
Seiya não acredita nela, mas ela sai da água e
pede que Artemis lhe entregue o báculo para eliminar Seiya.
Artemis fica contente, está é a prova de que
Artemis voltou a ser uma deusa, ela então entrega o
báculo a Atena. Saori se aproxima de Seiya, que
está conformado, pois entregou sua vida a Saori
há muito tempo. Saori atravessa o peito de Seiya com o
báculo, ele então cai nas águas da
Fonte da Redenção.
Shun, Ikki, Shiryu e Hyoga sentem o cosmo de Seiya se apagar, mas eles
superam esse baque e prosseguem até Atena. Shaina, Ichi e
Jabu também sentem o cosmo de Seiya sumir e parecem
incoformados. No ponto mais elevado do Santuário de Artemis,
Saori aparece carrgando o corpo de Seiya em seus braços. Ela
começa a indagar sobre o valor da humanidade e pensa sobre o
motivo de proteger a humanidade e de seu valor. Artemis observa a cena.
Saori pede perdão a Seiya por fazê-lo lutar por
ela, mas ele, repentinamente, diz que não há
motivo para pedir perdão, pois luta porque quer, pois
é por ela que ele sempre quis lutar.
Artemis então conclui que o golpe do báculo de
Atena serviu apenas para retirar a maldição de
Hades que recaiu sobre Seiya após final da derradeiro da
batalha contra Hades. Atena mais uma vez escolheu os humanos e traiu os
deuses. Atena diz que queria que Seiya e os outros vivessem como
humanos normais, mas isso no fundo era egoísmo dela, pois
estava privando Seiya e os outros de lutarem por suas
próprias crenças e ideais, Seiya lutava porque
compartilhava do mesmo amor de Atena por este mundo. Atena declara que
está do lado dos humanos, e Artemis decreta que ela
morrerá com os humanos.
Ícaro então parte para cima de Atena, mas acaba
se chocando no ar com Seiya, que pulou para protegê-la. Seiya
agora pode concentrar todo seu cosmo normalmente, lutando em
pé de igualdade com Ícaro. Artemis diz a Atena
que está sofrendo por ter que matar sua própria
irmã. Porém, Atena não se intimida e
diz que está pronta para enfrentar Artemis. Seiya e
Ícaro se enfrentam violentante enquanto Artemis cobre o
local com seu cosmo.
Atena conta que encontrou algo maior que o poder dos deuses, mas
Artemis não acredita na existência de tal coisa.
Atena questiona a existência dos deuses, ela afirma que eles
existem para servirem aos outros seres vivos, mas Artemis retruca
dizendo que os deuses são deuses e os humanos são
apenas cópias imperfeitas deles. Ela materializa seu arco e
flecha dourados e ameaça atirar contra Atena, mas ela
não teme e continua a falar sobre as crenças dos
humanos. Enquanto isso Seiya derrota Ícaro com seu Meteoro
de Pégaso (Pegasus Ryû Sei Ken).Ícaro
é arremessado, mas Marin o segura antes que
ele cai num abismo. Ele então reconhece que é
mortal e que tinha feito de tudo para se tornar forte para proteg~e-la,
mas que acabou sendo possuído por esse desejo, por
isso ele decidiu que deveria esquecer suas
emoções para se tornar forte, embora o sino
sempre fosse sua lembrança de humanidade. Marin pede
perdão pela ausência e o chama pelo seu real nome,
Touma, seu irmão mais novo. Touma então se
dá conta que a força do amor é o que
move os humanos e os faz romper todos os limites. Atena diz que quando
sua irmã atirar a flecha, ela vai compreender o que ela quer
dizer. Artemis diz que os deuses não precisam de amor e
dispara. Sangue jorra perante o rosto de Saori.
De repente, vemos que Touma é que recebeu a flechada no
lugar de Atena. Touma não compreende porque fez aquilo, mas
diz que não quer que Artemis mate sua própria
irmã, ele não queria que ela sujasse suas
mãos com o sangue de sua própria irmã.
Touma desmaia agonizando nos braços de Marin. Seiya se
revolta e indaga a Artemis que tipo de mundo os deuses desejam ver.
Artemis está abalada pelo ato de Ícaro. Seiya
indaga furiosamente o que são os deuses. Saori tenta deter
Seiya, mas ele ataca Artemis com um meteoro, mas de repente, o meteoro
se desfaz antes de tocar Artemis.
Um poderoso cosmo tomou conta do lugar, a
iluminação muda para um vermelho flamejante.
Saori reconhece a voz do imponente Apolo, o deus sol e de
vários outros atributos. Ele então esnoba a
pergunta de Seiya, e diz que aos humanos não é
permitido sequer pensar em perguntar o que são deuses.
Artemis está surpresa, Apolo diz que pensava que ela fosse
mais esperta. Ele então transporta Saori para sua
mãos. Ele a segura e admira sua beleza, mas lamenta o fato
de que esse rosto deixará de existir. Então ele
começa a manifestar seu poder destrutivo contra Saori. Seiya
então lança um meteoro contra Apolo, fazendo com
que ele largue Atena e se teleporte para outro lugar instantaneamente.
Saori pede que ele recue, pois o poder de Apolo é maior do
que os poderes deles. Mas Seiya diz que se há algo que
não aprendeu com Marin, é fugir de um inimigo.
Ele então ataca Apolo, mas não consegue romper o
campo de força que protege o Deus. Ele diz como é
glorioso ser um imortal, mas Seiya diz que ele também
é parte imortal por ter um cosmo infinito. O cosmo de Seiya
explode. Tudo se ilumina, Shiryu, Hyoga, Shun, Ikki, Marin, Touma,
Shaina, todos são ofuscados por essa luz.
Seiya fala sobre a natureza do ser humano, sobre sua luta pela
sobrevivência, ele renega os deuses que não
compreendem o amor. Apolo diz que aos humanos não
é permitido renegar os deuses, ele contem a investida de
Seiya. Saori adverte Apolo de que ele corre perigo, mas Apolo a ignora.
Seiya então eleva seu cosmo além do limite e
salta para cair sobre Apolo. O deus sol concentra seu poder para
eliminar Seiya. A cena é cortada bruscamente.
Um humano superarou os deuses, que tipo de
punição recairá sobre ele, e o que
será perdoado? Essa é a
indagação final do filme. A resposta a essa
pergunta, é uma estranha cena, de volta a casa de campo,
Seiya, com uma mochila nas costas, parece estar de passagem por ali e
conversa com alguém que está na sacada da casa.
Ele comenta que sente uma certa familiaridade naquele local. A pessoa
da sacada se revela ser Saori, ela diz não haver
ninguém ali além dela, então ela
deseja a Seiya boa sorte em sua busca por algo importante para ele.
Porém, uma visão do futuro surge na tela, e Seiya
surge com uma nova Armadura Sagrada de Pégaso, ele ataca
Apolo, que acaba sendo arranhado, Seiya acaba perdendo sua Armadura e
caindo no vácuo do final do filme. Uma nova saga apenas
começou.

INTRODUÇÃO
STAFF E CAST
CURIOSIDADES
E COMENTÁRIOS