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“O brincar da criança é a manifestação mais profunda do impulso que conduz ao fazer, sendo que nesse fazer o homem tem a sua verdadeira essência humana. Não seria possível imaginar uma criança que não desejasse ser mais ativa, como o é quando brinca, pois o brincar representa a liberdade de uma atividade que deseja se libertar do cerne do ser humano” Rudolf Steiner
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É com muita alegria que nós, como adultos, lembramos de noso tempo de brincadeiras, jogos e amigos. A criança ainda pequenina com4eça sua relação com o mundo, jogando, pegand, ouvindo sons inconscientemente tomando conhecimento do ambiente, pessoas, tempo, espaço, dia e noite. Com um pouco mais aprende a se relacionar com os elementos da natureza. Na terra encontram pedras, pedregulhos, pauzinhos, folhas secas; com areia constroem castelos, fazem bolos, cozinham, são padeiros, as mamães fazem comidinha e muitas outras brincadeiras. Com a água pode-se construir lagos, riso com barquinhos a navegar, o castelo ganha um fosso, pode-se nadar, lavar roupa e uma das filhinhas pode até tomar banho. O ar brinca com o cabelo, no balanço os bracinhos se abrem para voar, as folhas secas caem como cataventos, o ar entra no corpinho enchendo de alegria o coração. Com o fogo acendemos uma vela para conversar com nosso anjo da guarda. Pela vivência destes elementos, as crianças aprendem as leis básicas da natureza, reconhecendo as formas e qualidade de tudo o que existe. As forças da fantasia necessitam de liberdade e mobilidade para poderem se desenvolver. Tão curto é o tempo de ser criança. Tão longo é o tempo de ser adulto.
Com um brincar feliz na infância e um lar harmonioso, certamente a criança levará forças valiosas para este mundo.
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