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Bancos de dados

Profissão: DBA

Programas livres:

Programas de com­putador com esquerdo de cópia, em vez de direito de cópia.

Administração de Sistemas

Fascínio técnico: Bancos de dados relacionais

Eterno aprendiz da teoria e da prática dos bancos de dados relacionais.

Discípulo auto-nomeado de CJ Date, EF “Ted” Codd e Fabian Pascal. Citando O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, de CS Lewis, Lógica! O que ensinam nas escolas de hoje?

Você pode participar da criação da próxima geração dos sistemas gestores de bancos de dados, participando em Tutorial D. Atualmente dormente, infelizmente…

Aprendiz de administrador de bancos de dados.

Este é o trabalho com que pretendo dar minha contribuição material ao mundo econômico em que vivo… por enquanto em Oracle, mas gostaria de passar para PostgreSQL ou, pelo menos, IBM DB2.

Acabo de sair da Amdocs (Brasil) Ltda, uma empresa israelense do ramo de sistemas para telecomunicações, com sede em São Paulo. Como sempre não se pode dizer que não se tenha aprendido nada — viajei mundo, fiquei mais velho, conheci outras culturas — mas tecnicamente foi uma decepção; esperava aprender mais, ver uma empresa trabalhando direito, criando sistemas elegantemente — encontrei uma empresa que alegadamente entrega no prazo e no orçamento, mas que faz isso com muita bagunça, portanto ao custo de um enorme desgaste humano.

Atualmente trabalho na Orange Communications SA, Lausanne, Vaud, Suíça.

Simpatizante e militante da causa dos sistemas livres

O trabalho da FSF — o Projeto GNU — é um patrimônio da humanidade: ferramentas de livre uso, modificação e redistribuição — e de qualidade — para melhorar a vida das pessoas, não importa seu poder aquisitivo.

GNU/Linux

Esta é a atual implementação do sistema operacional do projeto GNU. A futura é o GNU/Hurd.

Uso a distribuição Debian GNU/Linux.

Combatente contra sistemas fechados e ineficazes

Atualmente a maior ameaça ao futuro da Informática são sistemas, protocolos e formatos proprietários, cujo principal exponente é a Microsoft.

Poucos sabem que a Microsoft já foi proponenente de sistemas abertos. À medida em que seu poder de mercado aumentava, abandonou essa estratégia até chegar à situação em que seus sistemas são tão proprietários quanto os mainframes IBM, talvez mais — à exceção do conjunto de caracteres ASCII, mas mesmo isso a Microsoft tem tentado perverter com os caracteres extendidos usados pelo Windows.

Descobri recentemente que a estratégia da Microsoft evoluiu da seguinte maneira (mais detalhes):

Na primeira fase, o MS-DOS seria uma ponte entre o CP/M Z80, então o sistema operacional mais popular, e o Unix, universalmente reconhecido como um sistema aberto, eficiente e extensível. Embora haja sistemas como o EROS que começam de uma base totalmente diferente do Unix, a maioria das propostas para o futuro dos sistemas operacionais, como o GNU/HURD, o BeOS ou o Inferno são pelo menos parcialmente fundamentados no próprio Unix ou em sua filosofia básica.

Reconhecendo isso, a Microsoft comprou uma licença para o Unix e lançou sua própria versão, conhecida como Xenix, mais tarde vendido à SCO. A idéia era introduzir gradualmente, a partir do MS-DOS 2, alguma compatibilidade com o Xenix. Eventualmente todos rodaríamos Xenix e os dias de maus sistemas operacionais proprietários estariam ultrapassados.

Reconhecendo sua própria força no mercado, a Microsoft então resolveu abandonar esse plano para empurrar um sistema proprietário, o OS/2. Como na época ainda dependia muito da IBM, o desenvolvimento era conjunto. Embora muito inferior ao Unix, o OS/2 ainda era um sistema operacional razoavelmente melhor que DOS ou Windows. Hoje, sem a influência deletéria da má engenharia de sistemas que prevalece na Microsoft, algumas partes do OS/2 chegam a ser consideradas elegantes, principalmente o WPS — deve ser a única parte do sistema que seria um grande benefício se liberada sob a GNU GPL.

Finalmente, a Microsoft percebeu que nem da IBM precisava mais. O fato da IBM ser co-desenvolvedora do OS/2 determinou que este tinha de ser eliminado; então o Windows, que originalmente seria apenas uma ponte entre o DOS e o OS/2, como o Xenix antes dele entre o DOS e o Unix, recebeu o núcleo da versão do OS/2 então em desenvolvimento, e se tornou o Microsoft Windows NT.

Aprendiz de administrador de Unix

Atualmente oficialmente parado, atuei no Sun Solaris 2.6, um pouquinho no HP -UX 11.10 e ainda brinco com o Debian GNU/ Linux. Um projeto interessante, como por exemplo a implantação de uma rede e sistemas em organizações que antes usassem sistemas proprietários, poderia me tirar temporariamente dos bancos de dados.

Há vida inteligente fora da Microsoft — mais do que dentro.

Editor do índice comunitário Open Directory.

Sou responsável pela categoria de sistemas relacionais.

Fuçador-mor da Rede

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Equipamentos RISC

Evito ao máximo usar equipamentos baseados em arquitetura IA-32 da Intel, AMD e outros, conhecida como CISC. Mesmo na nova linha IA-64, que é VLIW, não acredito muito até que os veja funcionando melhor que um RISC Alpha, PowerPC ou UltraSPARC.

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