Cuba

 

 

 

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A obra ficcional do cineasta estadunidense Oliver Stone propicia discussões acaloradas. Portanto, não poderia ser menos polêmica sua estréia no documentário. O diretor de filmes como “Assassinos por natureza”, “Reviravolta”, “JFK – A pergunta que não quer calar” e “Nascido em 4 de julho” enfrentou a opinião pública norte-americana e ousou no tema: filmou 30 horas de entrevistas com o presidente cubano Fidel Castro, que resultaram neste documentário. Na pauta, assuntos como revolução, geopolítica, Che Guevara, John Kennedy, Richard Nixon, Nikita Kruchtchov e Mikhail Gorbachev; e, também, temas mais amenos, como amor, sexo e mulheres. O filme vai de encontro à imagem de monstro que os Estados Unidos pintam de Castro, propondo um retrato mais humano. Em entrevistas, o diretor vem afirmando que é preciso discutir as idéias desse homem, uma dos personagens fundamentais do século 20.

 

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Documentário de Ferruccio Valerio, sobre Ernesto Guevara de la Serna, em inglês, com legendas em português (de Portugal).

 

 

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Enciclopédia Barsa
Cuba
Cuba conquistou sua identidade e amadureceu guiada por patriotas como o poeta José Martí e, em 1959, tornou-se o primeiro país socialista das Américas: por força dessa opção, na última década do século XX, ao se esfacelar a União Soviética, que lhe dava apoio, viveu em singular posição de isolamento continental.

Relatório de Cuba ao Secretário-Geral da ONU
Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro
imposto pelos Estados Unidos da América contra Cuba

Num momento em que pairam ameaças de guerra sobre o mundo e em que a potência mais poderosa da história tenta impor uma tirania nazi-fascista em nível mundial, o povo cubano continuará denunciando a política genocida de bloqueio, e com a mesma integridade e decisão defenderá os logros e conquistas alcançadas em seu processo de profundas transformações revolucionárias.

Assembléia Nacional do Poder Popular da República de Cuba
Resistiremos e lutaremos
Se nos atacarem, encontrarão aqui um povo unido, culto, dono de uma gloriosa história de heroísmo, lutas e sacrifícios pela liberdade, que jamais renunciará à sua independência nem a seus ideais de justiça e solidariedade, que jamais renunciará à obra primorosa, nobre e profundamente humana que, apesar das agressões do império, soube construir. Se nos atacarem, sofrerão aqui sua maior e mais vergonhosa derrota.

Bia Barbosa
Ato em São Paulo marca Dia da Solidariedade a Cuba
Em 26 de julho de 1953, aconteceu o primeiro ato revolucionário contra a ditadura de Fulgêncio Batista, que culminou com a independência definitiva de Cuba. Hoje, 51 anos depois, as agressões à ilha de Fidel se intensificam com o governo Bush.

Agência Carta Maior
Cuba supera crise e mantém conquistas sociais, diz CEPAL
Estudo da CEPAL mostra que Cuba mantém elevados seus índices de desenvolvimento social, apesar das dificuldades trazidas pelo fim do bloco socialista e pelo bloqueio dos EUA. O país é que mais gasta na área social na América Latina e no Caribe.

Luiz Eça
Bush mira em Fidel para acertar Kerry
Essa estratégia de punir o povo para antagonizá-lo com o governo é desumana, nada de acordo com os princípios que o governo Bush jura defender. Torna-se particularmente cruel agora que os cubanos vivem uma forte crise.

Antonio Luiz Monteiro Coelho da Costa
O outro lado da camiseta
Obra de história econômica reabre o debate sobre as idéias e as ações de um Che Guevara que foi muito mais que um símbolo.

Ángeles Maestro
A infame libertação, pela presidenta do Panamá, de terroristas condenados
A revolução cubana também é patrimônio da humanidade e a sua defesa um objetivo civilizatório prioritário.

Frei Betto
Cuba resiste solidariamente
Viver em Cuba exige altruísmo, como viver em comunidade ou, por exemplo, num convento. O nosso deixa pouco espaço para o meu. Como o egoísmo é a nossa tendência negativa mais forte, não são todos que suportam a idéia de que nunca poderão ficar ricos e desfrutar das quimeras que o dinheiro promete.

Claudia Jardim
Venezuela: Médicos cubanos levam saúde aos morros
Quarto maior exportador mundial de petróleo, a Venezuela envia 53 mil barris de sua produção diária à ilha. Em contrapartida, a ilha não apenas envia médicos e medicamentos ao país governado por Hugo Chávez, como também auxilia nos programas de alfabetização.

Claudia Jardim
Venezuela: Alternativa à receita do Banco Mundial
Com a falta de investimentos e incentivo à formação superior, apenas uma classe de privilegiados ingressou na universidade, sendo esse um dos fatores que explicam o elitismo arraigado de grande parte dos atuais médicos venezuelanos.

Aleida Guevara
“A América Latina continua a mesma de meu pai”
Embora não estejamos mais nos anos 1950 ou 1960, infelizmente as condições na América Latina que provocaram uma profunda mudança no jovem Che Guevara ainda estão presentes em muitas partes do nosso continente e do mundo, com um impacto cada vez mais brutal.

Keilla Mara de Freitas
A necessidade de voltar à realidade
Devemos trazer nossa Cuba à tona. Quem sabe não é a Cuba que queríamos que fosse; mas, com certeza, tampouco é a Cuba que a direita pinta. É simplesmente nossa Cuba, que todos queremos que viva e não que simplesmente sobreviva, que siga adiante em seu processo revolucionário.

César Fonseca
Bush cumpre previsão de Che Guevara
(Reflexões de Aleida Guevara, em sua recente visita ao Brasil)

Enquanto existir um cubano, existirá a consciência cubana, que se desenvolveu durante o processo de implementação do socialismo. Esse processo segue sendo construído dia a dia, pois somos conscientes que não se trata de obra acabada, mas de algo em permanente elaboração, cheio de obstáculos, que exige perseverança e fé em uma nova humanidade.

Fábio Luís
Em defesa de Cuba
Cuba é uma aula de realismo sobre as possibilidades da construção do socialismo no continente, uma lição que não deve servir para desanimar, mas sim para calibrar com maior realismo a dimensão das dificuldades.

 

Com ou sem Fidel, Cuba terá de mudar, pois a história é implacável. Espero, contudo, que o futuro do país não seja o presente do resto da América Latina: democracias formais cercadas de miséria, drogas, violência e desemprego por todos os lados. E que, no futuro, permaneça, à saída do aeroporto José Martí, em Havana, este painel de boas-vindas a quem chega ao país: “Esta noite, milhões de crianças dormirão nas ruas do mundo. Nenhuma delas é cubana.” (Frei Betto, no texto “Cuba resiste solidariamente”.)

 

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