| Meu deserto vivo | |||||||||
![]() |
|||||||||
| Exaustivo deserto era minha vida espiritual... Após o êxodo do Egito de minha fartura material Definhava de fome a minha alma torturada... Para onde quer que eu volvesse meus olhos famintos, Áridos saaras se alargavam em derredor A perder de vista, Em parte alguma um verde oásis Prometia refrigério ao lasso viajor Em parte alguma o fluido cristalino duma fonte Acenava alívio a língua ressequida, Umidade aos lábios gretados de ardor Desde que o globo fulvo do sol matutino Emergia de imenso areal Até que sua esfera sanguínea submergia Nas trevas noturnas Gemia minha alma errante: “Quando terminará essa jornada? Quando despontará no horizonte a Terra da Promissão?” |
|||||||||
| Voltar a Página Inicial | |||||||||