Toda ampliação dos valores humanos cresce
conforme a despersonalização a que te afeiçoes no
culto da verdadeira fraternidade.
Bens terrenos e aptidões intelectuais desenvolvem-se e
progridem, desde que lhes canalizes as forças no
suprimento do bem alheio.
Aquele que dispõe do que usufrui a favor dos
semelhantes, caminha consolidando a própria paz.
A distribuição do ouro é imprescindível à saúde do
homem abastado que não lhe resiste ao peso por longo
tempo.
O emprego das tendências artísticas e das possibilidade
da inteligência em prol da felicidade geral, significa
libertação das teias enfermiças da sombra.
Somos hoje, o reflexo do ontem.
Seremos amanhã, o reflexo de hoje.
Usurários, prendendo o dinheiro agora, estaremos depois
encarcerados por ele.
Intelectuais viciosos aqui, surgiremos dementados além.
Menos abuso na arte, mais altura de espírito.
Menos preconceito na ciência, mas luminosa ascensão.
Auxílio desinteressado, apoio a nós mesmos.
Renovação interior, subida moral.
Observa em teu presente, o futuro que se avizinha.
Não te enganes.
Extensões de terra, evidência econômica, parques
industriais, tanto quanto a máquina do raciocínio, o
arquivo da memória e a fonte imaginativa, representam
empréstimos do Senhor, a serem mobilizados a serviço de
todos, sem o que sofrerás pelo danos da omissão na
esfera das consequências.
Não te esqueças, pois, de que és, e serás sempre, o
único construtor dos instrumentos de que disponhas na
vida e na estrada do teu próprio destino, na marcha
insofreável da evolução.
| (Do livro
"Sol nas Almas, 55, Waldo Vieira, edição
CEC) |
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BREVE ESTUDO SOBRE O TEMA
O LIVRO DOS ESPÍRITOS,
Introdução, Cap. VI:
Há no homem três coisas: lº) O corpo ou ser material,
semelhante ao dos animais e animado pelo mesmo princípio
vital; 2º) A alma ou ser imaterial, espírito encarnado
no corpo; 3º) O laço que une a alma ao corpo, princípio
intermediário entre a matéria e o Espírito.
O homem tem assim duas naturezas: pelo corpo participa da
natureza dos animais, dos quais possui os instintos; pela
alma participa da natureza dos Espíritos.
O laço ou perispírito que une corpo e Espírito é uma
espécie de invólucro semimaterial. A morte é a destruição
do invólucro mais grosseiro. O Espírito conserva o
segundo, que constitui para ele um corpo etéreo, invisível
para nós no seu estado normal, mas que ele pode tornar
acidentalmente visível e mesmo tangível, como se
verifica nos fenômenos de aparição.
O Espírito não é, portanto, um ser abstrato,
indefinido, que só o pensamento pode conceber. É um ser
real, definido, que em certos casos pode ser apreendido
pelos nossos sentidos da vista, da audição e do tato.
Os Espíritos pertencem a diferentes classes, não sendo
iguais em poder nem em inteligência, saber ou
moralidade. Os da primeira ordem são os Espíritos
Superiores que se distinguem pela perfeição, pelos
conhecimentos e pela proximidade de Deus, pela pureza dos
sentimentos e o amor do bem: são os anjos ou Espíritos
puros. As demais classes se distanciam mais e mais
desta perfeição. Os das classes inferiores são
inclinados à maioria das nossas paixões: o ódio, a inveja, o ciúme,
o orgulho, etc. e se comprazem no mal. Nesse número há
os que não são nem muito bons, nem muito maus; antes,
perturbadores e intrigantes do que maus; a malícia e a
inconseqüência parecem ser as suas
características: são os Espíritos estouvados ou
levianos. Os Espíritos não pertencem eternamente a
mesma ordem. Todos melhoram, passando pelos diferentes
graus da hierarquia espírita. Esse melhoramento se
verifica pela encarnação, que a uns é imposta como uma
expiação, a outros como missão. A vida material é uma
prova a que devem submeter-se repetidas vezes até
atingirem a perfeição absoluta; é uma espécie de
peneira ou depurador de que eles saem mais ou menos
purificados. Deixando o corpo, a alma volta ao mundo dos
Espíritos, de que havia saído para reiniciar uma nova
existência material, após um lapso de tempo mais ou
menos longo durante o qual permanecerá no estado de espírito
errante.
Devendo o Espírito passar por muitas encarnações,
conclui-se que todos nós tivemos muitas existências e
que teremos outras, mais ou menos aperfeiçoadas, seja na
Terra ou em outros mundos.
A encarnação dos Espíritos ocorre sempre na espécie
humana. Seria um erro acreditar que a alma ou espírito
pudesse encarnar num corpo de animal.
As diferentes existências corporais do Espírito são
sempre progressivas e jamais retrógradas, mas a rapidez
do progresso depende dos esforços que fazemos para
chegar à perfeição.
As qualidades da alma são as do Espírito encarnado.
Assim, o homem de bem é a encarnação de um bom Espírito
e o homem perverso a de um Espírito impuro.
A alma tinha a sua individualidade antes da encarnação
e a conserva após a separação do corpo.
No seu regresso ao mundo dos Espíritos a alma reencontra
todos os que conheceu na Terra e todas as suas existências
anteriores se delineiam na sua memória, com a recordação
de todo o bem e todo o mal que tenha feito.
O Espírito encarnado está sob a influência da matéria.
O homem que supera essa influência, pela elevação e
purificação de sua alma, aproxima-se dos bons Espíritos
com os quais estará um dia. Aquele que se deixa dominar
pelas más paixões e põe todas as suas alegrias na
satisfação dos apetites grosseiros aproxima-se dos Espíritos
impuros, dando preponderância a natureza animal.
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Que
a sua semana seja repleta de grandes e felizes
realizações,
sempre com Jesus!
Um
grande e fraterno abraço,
Site Espírita André Luiz
Já
conversou com Jesus hoje? Ele espera por você...
ORAÇÃO DIÁRIA. O seu encontro com Ele.
Acompanhe agora "Inquietações".

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