| Divulgue o |
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ESPIRITISMO,
UMA NOVA
ERA
PARA A
HUMANIDADE |
| DEUS, |
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INTELIGÊŽCIA SUPREMA, CAUSA PRIMEIRA DE TODAS AS
COISAS |
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| JESUS, |
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O GUIA E MODELO |
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| KARDEC, |
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A BASE FUNDAMENTAL |
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- O LIVRO DOS
ESPÍ’ITOS
- O LIVRO DOS
MɄIUNS
- O EVANGELHO SEGUNDO O
ESPIRITISMO
- O CÉ• E O
INFERNO
- A GÊŽESE
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"FORA DA CARIDADE Nà H?SALVAǃO"
Caridade: benevolꮣia para com todos, indulgꮣia para
as imperfeiçµ¥s dos
outros, perd㯦#060;/B> das
ofensas.
(LE, 886)
Conselho Espí²©ta Internacional
MOVIMENTO ESPÍ’ITA
?Os Espí²©tos anunciam que chegaram os tempos
marcados pela Providꮣia para uma manifesta磯 universal e que, sendo eles os
ministros de Deus e os agentes de sua vontade, tê por miss㯠instruir e
esclarecer os homens, abrindo uma nova era para a regenera磯 da
Humanidade.? Allan Kardec (O Livro dos Espí²©tos ?
Proleg?os)
O que 馣060;/I>
- Movimento Espí²©ta é ¯ conjunto das atividades
que tê por objetivo estudar, divulgar e praticar a Doutrina Espí²©ta, contida
nas obras bᳩcas de Allan Kardec, colocando-a ao alcance e a serviç¯ de toda
a Humanidade.
- As atividades que comp?o Movimento Espí²©ta
s㯠realizadas por pessoas, isoladamente ou em conjunto, e por Institui絥s
Espí²©tas.
- As Instituiçµ¥s Espí²©tas
compreendem:
- Os Grupos, Centros ou Sociedades Espí²©tas,
que desenvolvem atividades gerais de estudo, difus㯠e prᴩca da Doutrina
Espí²©ta e que podem ser de pequeno, m餩o ou grande porte;
- As Entidades Federativas, que desenvolvem as
atividades de uni㯠das Instituiçµ¥s Espí²©tas e de unifica磯 do Movimento
Espí²©ta;
- As Entidades Especializadas, que desenvolvem
atividades espí²©tas especí¦©cas, tais como as de assistꮣia e promo磯
social e as de divulga磯 doutrinᲩa;
- Os Pequenos Grupos de Estudo do Espiritismo,
fundamentalmente voltados para o estudo inicial da Doutrina Espí²©ta.
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Influꮣia do
Espiritismo no Progresso
798. O Espiritismo se tornará £renç¡
comum, ou ficará ³endo partilhado, como cren硬 apenas por algumas
pessoas?
?Certamente que se tornará £renç¡
geral e marcará ®ova era na hist󲩡 da humanidade, porque está ®a
natureza e chegou o tempo em que ocupará ¬ugar entre os conhecimentos
humanos. Terᬠno entanto, que sustentar grandes lutas, mais contra o
interesse do que contra a convic磯, porquanto n㯠há £omo dissimular a
existꮣia de pessoas interessadas em combatê¬o, umas por amor-pr󰲩o,
outras por causas inteiramente materiais. Poré¬ como vir㯠a ficar
insulados, seus contraditores se sentir㯠for硤os a pensar como os
demais, sob pena de se tornarem ridí£µlos.? (O Livro dos Espí²©tos - Parte 3? - Cap.
VIII) |
GRUPOS, CENTROS OU SOCIEDADES
ESPÍ’ITAS
?Esses grupos, correspondendo-se entre si,
visitando-se, permutando observa絥s, podem, desde jᬠformar o n? da grande
famí¬©a espí²©ta, que um dia consorciará ´odas as opini?e unirá ¯s homens por
um ? sentimento: o da fraternidade, trazendo o cunho da caridade
crist㮔 Allan Kardec (O Livro dos M餩uns ? cap. XXIX ? item
334)
O que s㯦#060;/I>
Os Grupos,
Centros ou Sociedades Espí²©tas:
- s㯠n?s de estudo, de fraternidade, de
ora磯 e de trabalho, praticados dentro dos princí°©os
espí²©tas;
- s㯠escolas de forma磯 espiritual e moral, que
trabalham à ¬uz da Doutrina Espí²©ta;
- s㯠postos de atendimento fraternal para todos
os que os procuram com o prop󳩴o de obter orienta磯, esclarecimento, ajuda
ou consola磯;
- s㯠oficinas de trabalho que proporcionam aos
seus freq?ores oportunidades de exercitarem o pr󰲩o aprimoramento
í®´imo pela prá´©ca do Evangelho em suas atividades;
- s㯠casas onde as crian硳, os jovens, os
adultos e os idosos tê oportunidade de conviver, estudar e trabalhar, unindo
a famí¬©a sob a orienta磯 do Espiritismo;
- s㯠recantos de paz construtiva, que oferecem
aos seus freq?ores oportunidades para o refazimento espiritual e a uniã¯
fraternal pela prá´©ca do ?Amai-vos uns aos outros?;
- s㯠n?s que se caracterizam pela
simplicidade pr󰲩a das primeiras casas do Cristianismo nascente, pela
prá´©ca da caridade e pela total ausꮣia de imagens, sí¢olos, rituais ou
outras quaisquer manifestaçµ¥s exteriores;
- s㯠as unidades fundamentais do Movimento
Espí²©ta.
Seus objetivos
Os Grupos,
Centros ou Sociedades Espí²©tas tê por objetivo:
- promover o estudo, a difus㯠e a prᴩca da
Doutrina Espí²©ta, atendendo à³ pessoas:
- que buscam esclarecimento, orienta磯 e
amparo para seus problemas espirituais, morais e materiais;
- que querem conhecer e estudar a Doutrina
Espí²©ta;
- que querem trabalhar, colaborar e servir em
qualquer á²¥a de a磯 que a prá´©ca espí²©ta oferece.
Suas atividades bᳩcas
Os Grupos, Centros ou Sociedades Espí²©tas
tê por atividades bᳩcas:
- realizar reuni?de estudo da Doutrina
Espí²©ta, de forma programada, met󤩣a ou sistematizada, destinadas à³
pessoas de todas as idades e de todos os ní¶¥is culturais e sociais, que
possibilitem um conhecimento abrangente e aprofundado do Espiritismo em todos
os seus aspectos;
- realizar reuni?de explana磯 do Evangelho
à ¬uz da Doutrina Espí²©ta, aplica磯 de passes e atendimento fraterno atravé³
do diᬯgo, para as pessoas que procuram e freq? os n?s espí²©tas
em busca de esclarecimento, orienta磯, ajuda e assistꮣia espiritual e
moral;
- realizar reuni?de estudo, educa磯 e
prá´©ca da mediunidade, com base nos princí°©os e objetivos espí²©tas,
esclarecendo, orientando e preparando trabalhadores para as atividades
medi?s;
- realizar reuni?de evangeliza磯 espí²©ta
para crian硳 e jovens, de forma programada, met󤩣a ou sistematizada,
atendendo-os, esclarecendo-os e orientando-os dentro dos ensinos da Doutrina
Espí²©ta;
- realizar o trabalho de divulga磯 da
Doutrina Espí²©ta atravé³ de todos os veí£µlos e meios de comunica磯
social compatí¶¥is com os princí°©os espí²©tas, tais como: palestras,
conferꮣias, livros, jornais, revistas, boletins, folhetos, mensagens, rᤩo,
TV, cartazes, fitas de ví¤¥o e ᵤio;
- realizar o serviç¯ de assistꮣia e promo磯
social espí²©ta destinado a pessoas carentes que buscam ajuda material:
assistindo-as em suas necessidades mais imediatas; promovendo-as por meio de
cursos e trabalhos de forma磯 profissional e pessoal; e esclarecendo-as com
os ensinos morais do Evangelho à ¬uz da Doutrina Espí²©ta;
- estimular e orientar os seus freq?ores
para a implanta磯 e manuten磯 da reuni㯠de estudo do Evangelho no
Lar, como apoio para a harmonia espiritual de suas
famí¬©as;
- participar das atividades que tê por
objetivo a uni㯠dos espí²©tas e das Instituiçµ¥s Espí²©tas e a unifica磯 do
Movimento Espí²©ta, conjugando esfor篳, somando experiꮣias, permutando
ajuda e apoio, aprimorando as atividades espí²©tas e fortalecendo a a磯 dos
espí²©tas;
- realizar as atividades administrativas
necessᲩas ao seu normal funcionamento, compatí¶¥is com a sua estrutura
organizacional e com a legisla磯 do seu paí³®
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TRABALHO FEDERATIVO E
DE UNIFICAǃO DO MOVIMENTO
ESPÍ’ITA
?O Espiritismo é µma quest㯠de fundo;
prender-se à ¦orma seria puerilidade indigna da grandeza do assunto. Daí ¶em que
os centros que se acharem penetrados do verdadeiro espí²©to do Espiritismo
dever㯠estender as m㯳 uns aos outros, fraternalmente, e unir-se para combater
os inimigos comuns: a incredulidade e o fanatismo.?
Allan Kardec (Obras P󳴵mas ? Constitui磯 do
Espiritismo ? Item VI)
O que 馣060;/I>
- Trabalho federativo e de unifica磯 do
Movimento Espí²©ta é µma atividade-meio que tem por objetivo fortalecer,
facilitar, ampliar e aprimorar a a磯 do Movimento Espí²©ta em sua
atividade-fim, que é ¡ de promover o estudo, a difus㯠e a prá´©ca da Doutrina
Espí²©ta.
- Decorre da uni㯠fraterna, solidᲩa,
voluntᲩa, consciente e operacional dos espí²©tas e das Instituiçµ¥s
Espí²©tas, atravé³ da permuta de informaçµ¥s e experiꮣias, da ajuda
recí°²oca e do trabalho em conjunto.
- É fundamental para o fortalecimento, o
aprimoramento e o crescimento das Instituiçµ¥s Espí²©tas e para a corre磯 de
eventuais desvios da adequada prᴩca doutrinᲩa e administrativa.
O que realiza
- Realiza um permanente contato com os Grupos,
Centros ou Sociedades Espí²©tas, promovendo a sua uni㯠e integra磯 e
colocando à ¤isposi磯 dos mesmos, sugest? experiꮣias, trabalhos e
programas de apoio de que necessitem para suas atividades.
- Realiza reuni? encontros, cursos,
confraternizaçµ¥s e outros eventos destinados a dirigentes e trabalhadores
espí²©tas, para a renova磯 e atualiza磯 de conhecimentos doutrinᲩos e
administrativos, visando o aprimoramento e a amplia磯 das atividades das
Instituiçµ¥s Espí²©tas e a abertura de novas frentes de a磯 e de
trabalho.
- Realiza eventos destinados ao grande p?o,
para a divulga磯 da Doutrina Espí²©ta a fim de que o Espiritismo seja cada
vez mais conhecido e melhor praticado.
Como se estrutura
- Estrutura-se pela da uni㯠dos Grupos, Centros
ou Sociedades Espí²©tas que, preservando a sua autonomia e liberdade de a磯,
conjugam esfor篳 e somam experiꮣias, objetivando o permanente
fortalecimento e aprimoramento das suas atividades e do Movimento Espí²©ta em
geral.
- Os Grupos, Centros ou Sociedades Espí²©tas,
unindo-se, constituem as Entidades e Ӳg㯳 federativos ou de unifica磯 do
Movimento Espí²©ta em ní¶¥l local, regional, estadual ou
nacional.
- As Entidades e Ӳg㯳 federativos e de
unifica磯 do Movimento Espí²©ta em ní¶¥l nacional constituem a Entidade de
unifica磯 do Movimento Espí²©ta em ní¶¥l mundial, o Conselho Espí²©ta
Internacional.
Diretrizes do trabalho federativo e de unifica磯 do Movimento
Espí²©ta
- O trabalho federativo e de unifica磯 do
Movimento Espí²©ta, bem como o de uni㯠dos espí²©tas e das Instituiçµ¥s
Espí²©tas, baseia-se nos princí°©os de fraternidade, solidariedade, liberdade
e responsabilidade que a Doutrina Espí²©ta preconiza.
- Caracteriza-se por oferecer sem exigir
compensaçµ¥s, ajudar sem criar condicionamentos, expor sem impor resultados e
unir sem tolher iniciativas, preservando os valores e as caracterí³´icas
individuais tanto dos homens como das Instituiçµ¥s.
- A integra磯 e a participa磯 das Institui絥s
Espí²©tas nas atividades federativas e de unifica磯 do Movimento Espí²©ta,
sempre voluntᲩas e conscientes, s㯠realizadas em ní¶¥l de igualdade, sem
subordina磯, respeitando e preservando a independꮣia, a autonomia e a
liberdade de a磯 de que desfrutam.
- Todo e qualquer programa ou material de apoio
colocado à ¤isposi磯 das Instituiçµ¥s Espí²©tas n㯠ter㯠aplica磯
obrigat󲩡, ficando a crit鲩o das mesmas adotá¬os ou n㯬 parcial ou
totalmente, ou adaptá¬os à³ suas pr󰲩as necessidades ou
conveniꮣias.
- Em todas as atividades federativas e de
unifica磯 do Movimento Espí²©ta deve ser sempre estimulado o estudo met󤩣o,
constante e aprofundado das obras de Allan Kardec, que constituem a
Codifica磯 Espí²©ta, enfatizando-se as bases em que a Doutrina Espí²©ta se
assenta.
- Todas as atividades federativas e de unifica磯
do Movimento Espí²©ta tê por objetivo maior colocar, com simplicidade e
clareza, a mensagem consoladora e orientadora da Doutrina Espí²©ta ao alcance
e a serviç¯ de todos, especialmente dos mais simples, por meio do estudo, da
ora磯 e do trabalho.
- Em todas as atividades federativas e de
unifica磯 do Movimento Espí²©ta deve ser sempre preservado, aos que delas
participam, o natural direito de pensar, de criar e de agir que a Doutrina
Espí²©ta preconiza, assentando-se, todavia, todo e qualquer trabalho, nas
obras da Codifica磯 Kardequiana.
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Miss㯠dos
Espí²©tas
Ide, pois, e
levai a palavra divina: aos grandes que a desprezar㯬 aos eruditos que
exigir㯠provas,aos pequenos e simples que a aceitar㯻 porque,
principalmente entre os mᲴires do trabalho, desta prova磯 terrena,
encontrareis fervor e f鮦#060;/FONT> Arme-se a vossa falange de decisã¯
e coragem! M㯳 à ¯bra! o arado está °ronto; a terra espera;
arai! Ide e
agradecei a Deus a gloriosa tarefa que Ele vos confiou; mas, aten磯!
entre os chamados para o Espiritismo muitos se transviaram; reparai, pois,
vosso caminho e segui a verdade. Erasto (O Evangelho Seg. o Espiritismo - Cap.
XX - item 4) |
OBSERVAǕES
1. O Estatuto do Conselho Espí²©ta Internacional
observa:
- O Conselho Espí²©ta Internacional (CEI) é ¯
organismo resultante da uni㯬 em â¢ito mundial, das Associaçµ¥s
Representativas dos Movimentos Espí²©tas Nacionais.
- S㯠finalidades essenciais e objetivos do
CEI:
I - promover a uniã¯
solidᲩa e fraterna das Instituiçµ¥s Espí²©tas de todos os paí³¥s e a
unifica磯 do Movimento Espí²©ta mundial;
II -
promover o estudo e a difus㯠da Doutrina Espí²©ta em seus trê³ aspectos
bᳩcos: cientí¦©co, filos󦩣o e religioso;
III -
promover a prá´©ca da caridade espiritual, moral e material à ¬uz da Doutrina
Espí²©ta.
- As finalidades e objetivos do CEI
fundamentam-se na Doutrina Espí²©ta codificada por Allan Kardec e nas obras
que, seguindo suas diretrizes, lhe s㯠complementares e
subsidiᲩas.
- Todo e qualquer programa e material de apoio
oferecidos pelo CEI n㯠ter㯠aplica磯 obrigat󲩡, ficando a crit鲩o das
Entidades Espí²©tas adotá¬os ou n㯬 parcial ou totalmente, ou adaptá¬os à³
suas pr󰲩as necessidades ou conveniꮣias.
- As entidades que integram o CEI mantê a sua
autonomia, independꮣia e liberdade de a磯. A vincula磯 com o CEI tem por
fundamento e objetivo a solidariedade e a uni㯠fraterna.
2. As atividades relacionadas no presente documento sã¯
apresentadas a tí´µlo de sugest㯮 As Instituiçµ¥s Espí²©tas, no uso de sua
liberdade, poder㯠realizá¬as na medida em que o seu desenvolvimento e
crescimento criem condiçµ¥s para tanto e quando os seus dirigentes considerarem
oportuno.
3. As atividades espí²©tas ser㯠sempre realizadas de
forma compatí¶¥l com as caracterí³´icas do ambiente social e com a legisla磯 do
paí³ em que se desenvolvam.
--- o ---
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Os Obreiros do
Senhor
- Aproxima-se o tempo em que se cumprirã¯
as coisas anunciadas para a transforma磯 da Humanidade. Ditosos serã¯
os que houverem trabalhado no campo do Senhor, com desinteresse e sem
outro m󶥬, sen㯠a caridade! Seus dias de trabalho ser㯠pagos pelo
cê®´uplo do que tiverem esperado.
- Ditosos os que hajam dito a seus irm㯳:
?Trabalhemos juntos e unamos os nossos esfor篳, a fim de que o Senhor,
ao chegar, encontre acabada a obra?, porquanto o Senhor lhes diráº
?Vinde a mim, vó³ ±ue sois bons servidores, vó³ ±ue soubestes impor
silꮣio aos vossos ci?e à³ vossas disc󲤩as, a fim de que daí ®ã¯
viesse dano para a obra!?
O Espí²©to de
Verdade (O Evangelho Seg.
o Espiritismo ? Cap. XX ? item
5) |
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O
Espiritismo
Assim como o Cristo
disse: ?N㯠vim destruir a lei, poré cumpri-la?, també o Espiritismo
diz: ?N㯠venho destruir a lei crist㬠mas dar-lhe execu磯.? Nada ensina
em contrᲩo ao que ensinou o Cristo; mas, desenvolve, completa e explica,
em termos claros e para toda a gente, o que foi dito apenas sob forma
aleg󲩣a. Vem cumprir, nos tempos preditos, o que o Cristo anunciou e
preparar a realiza磯 das coisas futuras. Ele é¬ pois, obra do Cristo, que
preside, conforme igualmente o anunciou, à ²egenera磯 que se opera e
prepara o reino de Deus na Terra. Allan Kardec (O Evangelho Seg. o Espiritismo
- Cap. I - item 7) |
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No trabalho de
unifica磯
- O serviç¯ de unifica磯 em nossas
fileiras é µrgente mas n㯠apressado. Uma afirmativa parece destruir a
outra. Mas nã¯ é ¡ssim. É urgente porque define o objetivo a que devemos
todos visar; mas n㯠apressado, porquanto n㯠nos compete violentar
consciꮣia alguma.
- Mantenhamos o prop󳩴o de irmanar,
aproximar, confraternizar e compreender e, se possí¶¥l, estabeleç¡os em
cada lugar, onde o nome do Espiritismo apareç¡ por legenda de luz, um
grupo de estudo, ainda que reduzido, da Obra Kardequiana, à ¬uz do
Cristo de Deus.
- A Doutrina Espí²©ta possui os seus
aspectos essenciais em configura磯 trí°¬ice. Que ningué seja cerceado
em seus anseios de constru磯 e produ磯. Quem se afei篥 à £iꮣia que
a cultive em sua dignidade, quem se devote à ¦ilosofia que lhe
engrandeç¡ os postulados e quem se consagre à ²eligi㯠que lhe divinize
as aspiraçµ¥s, mas que a base Kardequiana permaneç¡ em tudo e todos,
para que n㯠venhamos a perder o equilí¢²io sobre os alicerces em que se
nos levanta a organiza磯.
- Ensinar, mas fazer; crer, mas estudar;
aconselhar, mas exemplificar; reunir, mas alimentar.
- É indispensá¶¥l manter o Espiritismo,
qual foi entregue pelos Mensageiros Divinos a Allan Kardec: sem
compromissos polí´©cos, sem profissionalismo religioso, sem
personalismos deprimentes, sem pruridos de conquista a poderes
terrestres transit󲩯s.
- Allan Kardec nos estudos, nas cogitaçµ¥s,
nas atividades, nas obras, a fim de que a nossa fé ®ã¯ se faç¡ hipnose,
pela qual o domí®©o da sombra se estabelece sobre as mentes mais fracas,
acorrentando-as a s飵los de ilus㯠e sofrimento.
- Seja Allan Kardec, n㯠apenas crido ou
sentido, apregoado ou manifestado, a nossa bandeira, mas suficientemente
vivido, sofrido, chorado e realizado em nossas pr󰲩as vidas. Sem essa
base é ¤ifí£©l forjar o cará´¥r espí²©ta-crist㯠que o mundo conturbado
espera de nó³ °ela unifica磯.
- Amor de Jesus sobre todos, verdade de
Kardec para todos.
Bezerra de Menezes
(Trechos da mensagem
?Unifica磯?, Psic. F.C.Xavier ? Reformador,
dez/1975) |
Conselho
Espí²©ta Internacional
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