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Existem várias
possibilidades. Vamos dividi-las em três grupos: 1)
Operações que apenas reduzem o estômago ( "gastro-restritivas"
).
Deixam grandes
segmentos intestinais excluídos do trânsito alimentar, com ressecção
de parte do estômago, o que compromete acentuadamente o processo de
digestão e a assimilação dos alimentos. São operações de grande
porte, sujeitas a freqüentes e múltiplas carências de vitaminas, sais
minerais, de mais difícil acompanhamento e tratamento. Acreditamos que
devam ser reservadas para pacientes muito especiais, ou, em re-intervenções
nos casos em que a operação anterior não teve a redução ponderal
adequada, ou apresentou complicação que obrigou à sua revisâ. <
ilustração 2 > |
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Como esta última operação mencionada
funciona ? Quando o indivíduo se alimenta, o pequeno reservatório gástrico fica logo cheio, e manda ao cérebro uma mensagem que dá ao paciente a sensação de saciedade. Ele logo aprende que precisa mastigar muito bem a comida, e ingeri-la muito lentamente. Se insistir em comer mais do que deve, ou rapidamente, sente-se mal, e pode vomitar. A seguir, o alimento que sai do pequeno estômago cai diretamente no intestino, diminuindo sua exposição às secreções biliares e pancreáticas, com isto reduzindo seu aproveitamento. A ingestão de doces que freqüentemente participam do cardápio dos grandes obesos, usualmente causa mal estar, o que faz com que sejam evitados. É, entretanto, de fundamental importância você entender que a cirurgia é a oportunidade para rever sua relação com a comida e com um exercício físico. Emagrecer saudável passa por você tomar as vitaminas receitadas, seguir a orientação da nutricionista, e, muito importante começar um programa de preservação muscular cardio-pulmonar, com exercícios diários. Quanto mais exercícios você fizer, mais rapidamente e mais efetivamente você atingirá "seu peso ideal".. Os raros casos em que a operação não funciona acontecem com pessoas que
continuam tentando "enganar" a operação, comendo o máximo
que aguentam, e descobrindo motivos para não fazer exercícios. É importante o paciente entender que a operação é apenas uma ferramenta que ele deve administrar para atingir o objetivo de controlar a obesidade. A participação dele no processo é fundamental.
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página atualizada em 05/03/2004
http://br.geocities.com/obesidademorbida