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Tem sim!
Toda a operação tem riscos. Isto depende do tipo de paciente a ser
operado, da qualidade do preparo pré-operatório - onde uma parte depende
dos médicos, e outra depende do paciente - da correção dos
procedimentos clínicos, anestésicos e cirúrgicos, e, uma parte, da
sorte que nos acompanha.
A cirurgia não é uma ciência exata, e incontáveis fatores podem,
eventualmente, comprometer nossos resultados, apesar de tudo ter sido bem
feito.
A mortalidade desta operação, em Centros Médicos dedicados ao problema
fica em torno de 1% a 2%. Em nossa Clínica Particular estamos com uma
mortalidade em torno de 0,6 %.
Considerando apenas os pacientes de baixo risco estas cifras ficam
próximas de 0,2 %.
A operação tem como mais grave complicação cirúrgica a "abertura
de grampos" ( um ponto que se abre ) com infecção local e
formação de peritonite e fístulas , e, como principal complicação
médica a formação de coágulos nas pernas, com embolia pulmonar.
Outros problemas pulmonares podem ocorrer, mas sua incidência pode ser
muito diminuída com exercícios respiratórios ensinados pelos seus
médicos.
Levantar no dia seguinte, e andar, também ajuda muito a evitar ambas as
complicações.
Cuide bem dos seus dentes. Você precisará muito deles.
Se tiver problemas procure resolvê-los antes da operação. Alimentos mal
mastigados formam bolos que obstruem a saída do pequeno reservatório gástrico.
O mal estado dentário
contra indica, temporariamente, a operação.
A alta hospitalar está sendo dada na maioria dos casos, sem
complicações, em 36 a 48 horass.
Faça todas as
perguntas!
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