Arquétipo, na psicologia analítica, significa a forma imaterial à qual os fenômenos psíquicos tendem a se moldar.
Bem esse é o conceito geral de um arquétipo, mas e na net o que seria esse arquétipo.
Ora se um arquétipo segundo Jung é um modelo que desenvolve a pisque e é inato, logicamente ele é adquirido e sendo adquirido podemos considerar como sendo um modelo paranóico.
Complexo, sim  como tudo que emana da mente.Por exemplo deus , um arquétipo tão forte que é seguido e assimilado pela maioria dos seres humanos.(Vou ser excomungando pelo PAPA HITLER e pela cristandade GESTAPO)
Segundo Jung ainda, eles são as tendências estruturais invisíveis dos símbolos. Os arquétipos criam imagens ou visões que correspondem a alguns aspectos da situação consciente.
Para um crente deus não seria um arquétipo por ser concreto o que é um absurdo. Deus é concreto. Só rindo, mas é assim que ele é visto e entendido pelo dogmático.
Alguém diria, ora se o arquétipo nos modifica por serem símbolos virtuais e modificadoras de comportamento, a imprensa é um arquétipo já que nos modificou por ter trazido informações antes desconhecidas, haja vista que a própria religião em função de Martin Luthero sofre uma forte mudança com a tradução da bíblia e sua publicação em alemão.
Os arquétipos criam imagens ou visões que correspondem a alguns aspectos da situação consciente. Jung deduz que as "imagens primordiais", um outro nome para arquétipos, se originam de uma constante repetição de uma mesma experiência, durante muitas gerações.
Mas se paramos para analisar o atual momento entenderemos que ate Jung teria que redefinir os arquétipos, pois o maior arquétipo do universo conhecido, o mais poderoso dele levou menos de vinte anos para se impor muito mais do que deus e o diabo, do que a Morte, do Herói, do
Si - mesmo, da Grande Mãe e do Velho Sábio, de Deus, do castigo, do pecado, algumas das numerosas imagens primordiais existentes no inconsciente coletivo ou seja o instinto e chamamos de instinto aos impulsos fisiológicos percebidos pelos sentidos.
Não há em todo mundo nenhum fenômeno instintivo ou seja nenhum impulso fisiológico  melhor  e com mais intensidade percebido pelos sentidos que esse maravilhoso fenômeno virtual chamado net.
A morte, o Herói, não o do fantasma aquele cavalo que já foi meu arquétipo um dia, a Grande Mãe e a minha nem foi tão grande, o Velho Sábio e meu pai foi um deles e nem era tão sábio, Deus e esse nunca acreditei e se foi meu arquétipo foi só o do mal, pecado não existe e nem o castigo logo não são arquétipos pelo menos para mim, mas a net é de todos os arquétipos o mais  importante, rápido, forte e perfeito arquétipo que nem Jung previu, mas que felizmente é ciência e assim sendo não é um dogma pois ela provou sua força e realidade, mas mesmo assim contraditoriamente ela é real.
Superou o mito e a alquimia a própria química e a teologia, deixaria Freud perplexo pois o alargamento  da libido foi sem duvidas o carro chefe da net, onde amamos, odiamos, desejamos, nos apaixonamos superando todas as expectativa de Freud e seu discípulo Jung  nessa doce e louca paranóia que é a net.
Se isso não é um arquétipo não imagino o que seja.Por isso meu inconsciente consciente, que absurdo, entende que o maior arquétipo de todos é a nossa amada e excitante net.
Viva Freud, Jung e a net e o sexo virtual um arquétipo dentro de um arquétipo  que aprendemos com Platão.


*Algumas informações foram extraidas da Wikipédia, a enciclopédia livre

 

 

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