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Essa história já deve ter
acontecido com muita gente, mas duvido que da forma que se passou
comigo. Já vivi inúmeras aventuras especialmente sexuais, mas essa
foi pelo menos diferente. Muito diferente. Eu morava no décimo
andar de um prédio de apartamentos classe média num recanto
aprazível onde eu via o mar. O mar que tanto inspirou vitoriosos
e fracassados escritores, famosos e obscuros poetas, artistas
plásticos internacionais ou aqueles que nem a própria família e
amigos conhecem. O mar azul e verde, dourado ou plúmbeo,
tranqüilo ou proceloso. De minha janela podia ver corpos
diferentes. Uns lindos e outros nem tanto. Uns morenos outros
pálidos como se exangues fossem. Uns bem delineados e outros
atarracados. Corpos que fluíam indiferentes á paisagem imaterial.
Apenas a compunham como gaivotas compõe o céu do mar. O mar.
Sempre o mar. Ouvi gritos. Mais altos agora. Eram do lado de fora
do meu apartamento. Angustiados. Rapidamente entreabri a porta e
ouvi que alguém estava preso no elevador. Tendo alguns cursos em
segurança especialmente pessoal e empresarial, sabia facilmente como
resolver o problema. Aproximei-me da porta e falei. Calma. Sei como
resolver o problema. Fiquem calmos. Quantos são? Um voz feminina
tensa e assustada respondeu. Somos quatro. O que houve,
perguntei? O elevador travou. Em que andar, vocês
sabem? Ela disse: no sexto. Aliás entre o sexto e o sétimo. está
bem, vou subir e alçá-lo até o sétimo e então abriremos a
porta. Rapidamente cheguei ao décimo segundo andar, sabia que a
porta para a casa de máquinas estava aberta. Sempre estava. Foi
fácil. Uma alavanca tipo “tirfor” (macacos não hidráulicos especiais
para puxar cargas muito pesadas) fazia parte do equipamento de
segurança do elevador. Em alguns minutos coloquei o elevador na
marca do sétimo pavimento. Desci e com um gancho curvo e rígido
acionei o plug que abria a porta e todos saíram. Estavam um vizinho
do nono andar e mais três pessoas. Ela era uma lindíssima fêmea.
Renata era seu nome. Acompanhava-se de dois filhos. Uma menina tão
linda quanto a mãe de uns 18 anos e um rapaz de aproximadamente 16
anos. Ela parecia uma rainha. Aparentava uma independência que todo
macho adora submeter, escravizar. Tinha sido casada com um
empresário e agora estava separada. Linda, essa era a palavra que
dançava na minha mente. Deliciosa. Um par de coxas cujo vestido
curto e colante expressavam sua exagerada sensualidade. Seios
pequenos e ousados desses que custam a se entregar a lei da
gravidade. Enfim, era uma mulher assustadoramente bela. Dessa beleza
que até nos inibe. Olha nem tenho palavras para lhe agradecer disse
ela sem que eu nem ouvisse. O senhor, seu..seu.. interessante eu
moro aqui há quase um ano e é a primeira vez que vejo o
senhor. Saindo do mergulho aos sonhos loucos de um homem que era
imaginar aquela fêmea sob meu corpo e acordando respondi: Alexey,
Alexey di Negro... e nada de senhor...é verdade eu chego tarde e
saio cedo. Ela continuou, tenho medo de ficar presa mas o pior é
o Carlinhos, ele sofre de claustrofobia. A Patrícia nem liga pois
adora um movimento. Eu sorri com discrição quando a Patrícia falou
se dirigindo a mim: Você salta de pára-quedas não é? Eu
confirmei, sim, salto. Ela atropelando as palavras
prosseguiu: eu sou louca para saltar. "Me ensina"? Eu falei:
olha eu não sou mais instrutor mas posso te apresentar a colegas
muito bons que rapidamente te brevetarão. Ela sacanamente
concluiu: não eu só salto se for com você enganchado em mim..e com
um sorriso maroto que só adolescentes sabem dar saiu de
perto. A mãe, a bela Renata empalidecendo tentou consertar:
essa menina é danada adora uma emoção forte. Eu “com meus botões”
..parece ,mesmo..deve gostar mesmo. Acompanhei a Renata e seu
filho até o apartamento deles e ela insistentemente me convidou para
o lanche e eu agradeci mas declinei. Á partir desse dia, Renata
era toda atenções, solícita, gentil e interessada em falar comigo.
Patrícia só sorria e o Carlos apenas levantava o polegar num
cumprimento informal. O tempo passou e nunca mais ela me saiu da
cabeça, mas não passava disso. Um dia cheguei tarde e ela estava no
pátio. Percebi sua aflição. Perguntei: tudo bem? Ela respondeu:
mais ou menos, estou preocupada porque Patrícia saiu cedo e já é uma
hora da manhã e ela não apareceu. E onde ela foi? perguntei Ao
cinema. Sozinha? Não, com o namorado. Bem isso é normal,
você também não namorou? É verdade mas quando eu ia demorar
avisava para alguém. Cadê teu filho? Está na casa de um
colega. Será que ela não ligou para ele avisando? Não creio,
ela não tem esse hábito. Você está com o celular? Não, o
Carlinhos levou-o porque o dele foi roubado. Ora e como você quer
que ela te ligue se além de não estar com o celular, está aqui no
pátio. Suba e aguarde perto do telefone. Tem razão. Vou fazer
isso. Subimos no mesmo elevador e quando parei no seu andar ela
falou: se você não considerasse abuso eu pediria para você entrar
comigo porque eu mal estou raciocinando. Fico tão nervosa. Um
“frisson” percorreu meu corpo imaginando ser possível sem mais
esperar, realizar todo o sonho que alimentei desde o dia que a
conheci. Subimos. Entramos e ela mandou que eu me acomodasse num
confortável divã. Eu tremia de ansiedade mas confesso um pouco
inibido. Ofereceu-me uma bebida e eu disse que não bebia, pelo menos
não daquela forma. Nesse momento o telefone toca e percebi alguma
apreensão no seu diálogo. Encerrado o telefonema ela sem jeito se
desculpou e disse:preciso sair, mas quero te agradecer depois se não
for incômodo. Eu um tanto decepcionado perguntei: houve algo
grave, e ela disse, não, foi a minha filha que aprontou. Brigou
com o namorado e está na casa de uma amiga, vou buscá-la , o pai
dela já está indo para lá mas ela não virá com ele. Eu sem ter o
que falar completei: sem problemas só vim aqui para lhe tranqüilizar
mas também preciso ir. Despedimo-nos e percebi que ela prendia
minha mão entre as suas como se lamentasse me deixar partir. Voltei
a meu apartamento e tomei um banho e fui dormir, não sem antes me
masturbar alucinadamente. O dia seguinte era um domingo e eu
estava agitado e para me acalmar peguei meu carro e saí e nem lembro
onde minha cabeça andava, mas saí e fiz um lanche. Meu pensamento
estava voltado para aquela fêmea exuberante que adoraria fazer
minha. De volta , ao subir encontrei Carlinhos. Ele me
cumprimentou sempre com o polegar e eu perguntei: e aí menino saiu
com as gatas e disse a tua mãe que ia dormir na casa do colega.
Pensa que me enrola? Sem responder, apenas sorrindo, Carlinhos
subiu comigo e perguntou: ... me mostra teu pára-quedas? Respondi
que infelizmente ele estava no aeroclube, pois além de dar muito
trabalho carregar um trambolho daquele era difícil, era quase
impossível dobrá-lo num apartamento. Ele ficou um pouco desolado mas
eu pensei e falei..façamos o seguinte, vou te mostrar um punho de
reserva que eu acionei quando meu principal não abriu. Ele se
empolgou e disse; legal cara quero ver. Entramos no meu apê e
aproveitando mostrei algumas fotos, armas que eu possuía, um
equipamento de salto mas só os tirantes sem o pára-quedas, a turma
da brigada, minha faca de salto e mergulho, meu equipamento de
mergulho e vários apetrechos que o deixaram empolgadíssimo. Como
todo adolescente de 16 anos ele mexeu em tudo, inclusive pediu-me
para pegar minha arma o que eu relutantemente o fiz depois de
descarregá-la e verificar varias vezes a agulha por se tratar de uma
pistola 380 Taurus o calibre máximo permitido para civis. A
seguir ele insistiu para que eu o equipasse com o equipamento onde
instalamos os pára-quedas e esse eu tinha dois em casa. Adaptei-o
nele e ele se sentia o verdadeiro PQD abreviatura de pára-quedista.
Após satisfazer toda sua curiosidade sobre os saltos tirei o
incômodo equipamento que ele vestia. Feito isso ofereci-lhe um
refrigerante que ele aceitou sem muitas delongas. Inesperadamente
ele voltou ao assunto do salto acoplado com o instrutor porque mesmo
tendo medo de ambientes fechados e de alturas adoraria saltar um dia
mas só se fosse comigo porque confiava muito em mim. Agradeci e
expliquei como funcionava o salto a dois. Ele insistiu que eu lhe
mostrasse como era. Está bem, disse eu e expliquei a posição onde
enganchava. Ele então falou: mostra prá mim. Eu me posicionei
por trás dele e uma estranha descarga erótica percorreu meu corpo Já
com toda a loucura do desejo na cabeça sussurrei ao seu ouvido. Você
tem que colar seu corpo no meu Ele prontamente o fez. Eu continuei,
junta as coxinhas e empurra a tua cabeça para trás De seu cabelo
liso e macio exalava um cheiro delicioso. Comentei que essa
era a posição de “jab” usual nos saltos ate o posicionamento de
abertura do velame. Eu nem sabia mais o que falava, mas falava, cada
vez mais baixo e mais perto de seu ouvido. Minhas mãos apertaram
suas pernas. Ele estava sem camisa e seu corpo tinha a maciez da
mais macia e tenra fêmea Suas coxas arrepiadas me enlouqueceram e
então eu ousei como nunca havia ousado em toda a minha vida e falei:
levanta os braços preciso te segurar. Ele o fez suavemente e eu
envolvi meus braços em seu peito. Meus dedos tocaram os biquinhos
quase femininos de Carlinhos. Estavam enrijecidos e eu os
acariciei excitadíssimo. O contato de seu pescocinho com meus
lábios o enlouqueciam e a mim mais ainda e cada vez mais sua
bundinha forçava meu sexo para trás e eu sugeri que ele se achegasse
mais perto o que ele fez sem vacilar. Sem esperar, sua mão desceu e
apalpou meu órgão sexual endurecido pela loucura do momento.
Instintivamente mordi sua orelhinha e ele soltando um gostoso gemido
se encolheu todo me deixando perdido de tesão. Ele apertava e
soltava meu sexo com tanta força e vontade que me tirava a
respiração de tão louco que me deixava. Bem baixinho perguntei
sem nenhum constrangimento já superado pelo envolvimento: quer ser
minha menininha? Ele não respondeu. Insisti já mais
atrevidamente. Quer ser minha fêmea, deixar que eu te faça de
minha franguinha (adoro esse termo). Ouvi de sua voz: você é que
sabe. Posso fazer o que eu quiser com você? Completei. Sim,
disse ele, mas vai doer. Respondi: vai sim mas vai ser
gostoso. Está bem, mas se eu pedir para você parar, você
pára. E mesmo sabendo que ia dizer a maior mentira do mundo
concordei e falei: paro sim, não quero teu mal, continuei já
mordendo com sofreguidão seus ombros deliciosos e
femininos. Virei-o de frente e mordi seus peitinhos e ele
acariciava meu sexo perdido de desejo. Segurei sua cabeça entre
minhas mãos e rocei meus lábios nos seus. Pedi que mostrasse sua
lingüinha, ele mostrou e eu a mordi com doçura Coloquei minha mão
dentro da parte de trás de seu calção largo e toquei sua bundinha
macia e logo meu dedo encostou em seu ânus. Nesse movimento ele
se mexia loucamente e gemia como uma fêmea alucinada. Sussurrei algo
a seu ouvido e ele me olhou espantado, mas nada disse. Então
coloquei minha mão sobre sua cabeça e a empurrei para baixo. Ele
desceu calmamente abriu meu cinto e expôs meu membro diante de seus
olhos entre assustados e ansiosos Sem vacilar depois de me acariciar
gostosamente ele abocanhou com desejo todo volume de meu órgão
sexual, gulosamente. Mordia e mordia e eu delirava. Olhava-o e
ele me olhava e seus olhos reviravam dentro das órbitas numa loucura
inimaginável. Quase atingindo o clímax, fiz com que ele parasse e
o levantei e sem nenhum constrangimento beijei sua boca que agora
tinha um pouco de meu sabor do sabor de meu prazer. Imaginei que
deveria estar louco, mas nesses momentos, nada nos faz
parar...nada..só a consumação do ato e a realização do prazer
total. Peguei-o no colo e o levei para meu quarto sentindo uma
imensa necessidade de tratá-lo como uma fêmea.. Retirei sua bermuda
e me deparei pelo espelho com uma bundinha maravilhosa, indefesa,
entregue a meus loucos intintos, empinada, oferecida, lisa, branca
mostrando uma pureza que eu ia acabar em alguns instantes se isso
acaba com a pureza de alguém. Deitamo-nos e eu o mordia sem pena,
mas com cuidado para não marcá-lo Suas coxas se mexiam sem controle
deixando-me cada vez mais louco pelo desejo. Seu arrepio me
entontecia. Com uma das pernas encolhidas seu ânus se abria e eu
depois de beijar sua boca várias vezes e morder seus mamilos,
introduzi uma camisinha lubrificada e discretamente rocei-a em suas
coxas pela parte de trás já que agora suas pernas estavam sobre meus
ombros deixando á mostra o objeto de meu desejo e que eu em breve
iria penetrar. Ele delirava como eu. Aproximava-se o momento
que eu sempre recusara a viver pelo preconceito que tinha de que
quem servisse de macho para um gay , também seria um gay, e que mais
uma vez se apresentava diante de mim. Hoje sei que isso é tolice,
o sexo é sexo e se você é o macho todos os demais serão fêmeas sejam
homens ou mulheres. Como eu dizia, ambos estávamos alucinados
pelo desejo e no momento da realização do ato, a campanhia toca me
assustando mais do que ao jovem que eu seduzia ou pelo qual era
seduzido. Imediatamente me recompus e o obriguei a fazer o mesmo
e disfarçando ele começou a mexer no meu equipamento de salto e de
mergulho que o atraíra a meu apartamento. Olhei pelo olho mágico e
vi diante de mim a mãe de Carlos, linda como sempre, sensual como
sempre, uma fêmea perturbadora. Sem perder tempo abri a porta e
disse: seu filho está aqui dando uma geral no meu equipamento e
sorri sem jeito. Ela abrindo um sorriso acanhado como só fêmeas
especiais sabem dar, comentou: desculpe-me pelo Carlos ele está
entusiasmado com você e lhe acha o máximo. E deixando no ar um
maroto sorriso, e falando bem baixinho, concluiu...e eu
também. Ainda perturbado e excitado fiz com que ela entrasse o
que fez sem delongas. Ao ver o seu filho falou: Carlos o
Alexandre está louco atrás de você. É bom ir ver o que ele
quer. O menino se podemos chamar de menino como se atendesse a um
comando, retirou-se sem reclamar, mas antes de sair falou: posso
voltar depois e ver o resto do teu equeipamento, palavra que não
entendi se era sarcástica ou verdadeira. Eu imediatamente disse:
sempre que desejar. Ele com um discreto empinar do seu bumbum, saiu
batendo a porta ás suas costas. Para não quebrar o clima perguntei:
e a menina está bem? E ela disse , sim está bem foi uma briga com
o namorado, mas nada grave. E sem esperar minha pergunta completou:
ela nem veio foi dormir na casa do pai e amanhã vai sair com ele
para comprar o material da escola, ela termina esse ano o segundo
grau. Bem, disse eu, que legal assim pelo menos você descansa um
pouco porque eles parecem ser danados. E como continuou ela, e como,
eles me deixam maluca, mas são bons meninos. E eu pensei sorrindo: e
como são bons, ela boa e ele não fica atrás. Sem me surpreender,
Renata começou a falar de seus sonhos, ambições, desejos e de sua
vida pessoal. Comentou o fracasso de seu casamento com o marido
empresário O marido a fizera renunciar a tudo e depois do fracasso
de sua relação ela estava perdida. Largara o emprego, a vida, a
família, tudo por ele. Um dia ao entrar na empresa do esposo o
pegou abraçado e beijando sua secretária. Nesse mesmo dia ela o
deixou. Eu ouvia, divagava e me perguntava: será que eu deixaria uma
fêmea como essa? Confesso que até hoje não sei responder essa
pergunta. Acho que morrerei com essa dúvida. Tudo tem seu momento
no tempo e no espaço e eu ainda não encontrara o meu ou se
encontrei, não o reconheci. Já vivera grandes paixões, mas por
outro lado, vivera um fracasso amoroso com uma mulher que guardei
para mim e por uma tolice ela se casara com outro sem nunca ter
deixado de me amar. Ela foi infeliz e me fez infeliz, mas a vida
é sempre assim. Foi um duro aprendizado e que de certa forma fez-me
encarar a relação desde então como material e e passageira. A
minha cama estava disponível a todas as fêmeas ou a quem quisesse se
passar por fêmea e me agradasse. Estava mergulhado nesse devaneio
e meu pensamento instintivamente se voltou para Carlinhos, e para
Patrícia. Renata falava mas eu nada ouvia. Conhecia mil casos
como esse, mas meus olhos percebiam o movimento de sua boca carnuda
e sensual e já imaginava aquela boca beijando-me e outras loucuras
da relação. Seus mamilos saltavam da fina blusa e sem que ela
esperasse ou talvez imaginasse, acerquei-me dela e toquei o biquinho
de seu seio. Ela reflexivamente segurou minha mão, mas sem muito
convicção. Eu insisti no toque. Ela me olhou. Acariciei seus
cabelos. Ela segurou novamente a minha mão com suas duas
mãozinhas, macias, deliciosas, só que segurava e maneira diferente,
com carinho e não buscando se proteger. Eu olhei em seus olhinhos
e eles semi-cerrados baixaram e não encararam os meus
olhos. Peguei seu queixinho e levantei seu rosto. Ela me
fitava ansiosa. Aproximei meus lábios de seu pescoço e trouxe sua
mão para meu sexo. Meus carinhos em seus mamilos já eram mais
ousados. Ela respirava acelerado e sem que eu esperasse , beijou
minha boca. Minha língua dançou na sua boquinha. Minha mão
penetrou entre suas pernas levantando sua saia. Meu dedo tocou
seu ânus e ela tentou tirá-lo de lá e eu implorei: não faça isso,
deixe, só quero teu prazer, te realizar, te fazer feliz e ser
feliz. E completei num momento de êxtase: Renata..eu te
amo. Ela gemendo também me retribuiu: Alexey, eu também te amo.
Você é tudo o que sempre busquei..quero ser tua. Nessa hora
amamos a todas. E num ímpeto de loucura falei: você será..toda
minha, toda. Cada pedaço teu será meu, hoje e para
sempre. Amamo-nos loucamente pela noite e madrugada. Como
dissera, eu a fiz toda minha, toda, sem nenhuma restrição. Da
mesma forma eu fui todo dela, todo , também sem nenhuma
restrição. Seria ela a mulher de minha vida? Pela manhã e ao
acordar ela tinha ido. Durante alguns dias não vi ninguém, nem
ela, nem Carlos e nem Patrícia. Decorrido mais de uma semana,
perguntei ao porteiro por eles e a resposta de certa forma,
deixou-me triste e mais uma vez só. Ela tinha ido embora, voltado
para o marido empresário. De certa forma foi uma satisfação, pois
ela foi minha. O ex – marido falhara graças a sua filha na
vigilância da mulher que ele talvez quisesse e nem soubesse e eu
como bom escoteiro estava pronto para acabar com sua carência. E
pelo menos naquela noite madrugada eu acabei. Acontecesse o que
acontecesse, ela fosse ser de quem fosse, tinha sido minha e isso
ninguém jamais tiraria de mim. Eu soube que a menina ameaçara ate
se matar se eles não reatassem. Bem de certa forma eu morri pela
Renata, mas morri de prazer, de desejo, de paixão. Decorrido um
mês o telefone toca e do outro lado da linha uma voz que me diz:
Alexey, jamais vou te esquecer, jamais alguém me amou como você e
teu sabor está em mim. E então lhe perguntei: e não te verei
mais. Ela respondeu: não, se eu estiver novamente com você não mais
te deixarei e sei que não é isso que você busca. Eu me calei, pois
realmente nem sabia o que buscava. O telefone do outro lado foi
desligado. Ainda pensei: será que não será minha novamente? Bem,
se não for já foi, e foi toda minha, pois eu faço uma mulher, toda
minha. Desci do apartamento e qual minha surpresa. Lá embaixo
estava Carlos que viera pegar alguns objetos que tinha ficado com um
colega. Ao me ver ele abriu um sorriso e disse: oi cara, e levantou
o polegar como sempre. Entusiasmado perguntei: e aí você não que
ver mais o resto do equipamento. E ele sem vacilar respondeu; oba
, quero sim, posso subir. Eu imediatamente: claro, vamos
lá. Entramos no elevador e subimos, mas essa história deixarei
para outro conto..rsss Se algum dia você mulher estiver no
elevador e ele enguiçar entre um andar e outro, pode me chamar, eu
sou especialista nisso. Meu nome é Alexey, Alexey di
Negro..

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