GRUPO ELEGBARÁ KETU

ILÈ ASÉ IBÁ ILÈGBÁ
A Religião

A RELIGIÃO

PARA QUE O MAL VENÇA, BASTA QUE OS BONS NÃO FAÇAM NADA!!! ASÉ Ó

A Religião africana, ao qual se seu o nome de Candomblé , é uma das mais antigas crenças do homem.ela possui rituais sagrados e secretos , e em alguns deles são realizadas oferendas de animais. As pessoas, que não conhecem o significado desses atos litúrgicos, os rotularam de primitivos e bárbaros mas,como sabemos, muitas religiões antigas também imolavam cordeiros, havendo uma serie de relatos sobre esses relatos sobre esses sacrificios em seus livros sagrados. O Candomblé vem tentando manter-se fiel às suas origens, podendo, assim, preservar sua essência. Saibam que a maior parte de carnes oferecida nos rituaias é servida em nossas festas públicas,onde todos são convidados a comer. É o que chamamos de cumunhão com os Orisás .

O Objetivo dessas obrigações, é a "obtenção de força" ou , Asé, tanto para a roça de Candomblé, quanto para seus membros e participantes. O Asé, que precisa ser renovada e acumulada. O sangur ultilizado para esse fim é, para nós, o principio gerador da vida, os que nos mant´me vivos e em desenvolvimento. Nós adoramos e defendemos a vida em todos os sentidos,ela é um presente de Òlòòrún.

Alem da vida, o Candomblé também exalta as forças da natureza. Muito antes de qualquer ecologista, nossos antepassados já as defendiam e cultuavam. As folhas, os rios e mares, os minerais, enfim, todos os elementos naturaiais que componhe a terra, são muito importante para nós. Temos que sentir os movimento da natureza, possuir o conhecimento do fogo, da Água, ds Terra, do ar, e também dos elementos que compoem.

a natureza comunica-se conosco, basta saber interpreta-lá. Ela nos auxilia, por exemplo, a saber de uma determinada oferenda esta sendo colocada no colocada no local adeguado, se não está faltando nada, se o tempo esta favoravel, se é preciso esper que algo aconteça antes de continuarmos, se o Orisá está satisfeito, enfim, são vários os detalhes que precisam ser observados para o sucesso do nosso trabalho.

O Candoblé e uma Religião monoteísta,ou seja, crê em um único Deus, a que chamamos Òlòòrún para os "Iorubás", Zanbí para os "Bantus"; Os Orisás, foram criados por ele para ajuda-lo no processo de criação do mundo e de tudo o que nele existe.

Este fenômeno extraordinário de sobrevivência cultural e de desenvolvimento de tradições massacradas pelo tráfico de escravos. Iorubás, Dahomenos, Fanti e Ashanti, Batus,, contribuiram de diversas maneiras para a religiosidade "Afro -Brasileira, introduzindo variantes rituais. A corrente "Jejé-Nagò", no entanto, constituiu-se como a principal referência estruturante apartir do século XIX. A vitalidades das tradiço~es Afro no Brasil evidencia-se por um modo particular de expansão. Não se restrigiu à afirmação dos limites de uma indentidade´tnica. a simbologia negra e a memória africana são fortimente reiteradas, com certeza, e oferecem uma fonte perene de elemento animadores dos movimentos negros. O negro não é; para os fieis, no entanto, a cor indentificadora da essência de sua religião.

A Enfase ritual não é posta na história das destribalização, do tráfico da tremenda travessia oceânica ou da violência desagregadora nos trabalhos escravos. Os ritos do Candomblé pouco falam de história. Valoriza, sim, é a presença dos Orsás nos espaços sagrados, Assim como sua influência nas "cabeças" Orí e no comportamento das pessoas. O Candoblé dramatiza relações de uma dimensão cósmica, que se passam no tempo m´tico, compeensivo da vida como a conhecemos.

Esta abertura mítica, combinada a dinâmica do catolicismo no Brasil, levou a que as verdades do Candomblé fossem percebidas como tais e eventualmente apreciadas por um vasto contigente de brasileiros, fossem eles Negros, Mulatos ou Bracos. O Candomblé sempre foi condenado pela Igreja, mas o mistério clerical nunca teve grande penetração entre a massa dos fiéis. foi perseguido pelo Estado e com violência ainda no período getulista, mais os policiais que invadiam os terreiros eram, eles próprios, com frequência, temerosos frequentadores dos mesmos.

A perseguição diminuiu apartir dos "anos 50", dando mais liberdade para à multiplicação das casa de Culto e para sua frequentação. Movimentos culturaias passaram a enobrecê-los na Literatura, no Cinema, ou na Tv, emprestado-lhe um brilho que é atraente até mesmo para as elietes. A satisfação estética dos ritos dos Candomblé contribui. sem dúvida, para a atração que exerce nas pessoas em geral e, particulamente, nos meios artisticos. As cerimônias abertas de cada casa de culto têm a caracteritica de uma "festa". As atividades qie nelas se manifestaram não vêm para pregar ou distribuir conselhos. Vêm expressar a sua energia vital, dançando. Fazem isto de novo solene, seguindo uma estrita logica ritual, comparada pelo som dos atabaques e dos cantos.

Vwstem-se com pompa e produzem um gestual codificado, indentificador de cada "Orisá". as festas terminam, invariavelmente, com um jantar aberto ao público, feito de comidas sagradas, relativas ao evento da noite.

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