A história da bicicleta

Buckinghamshire

Kassler

Celerífero

Draisina

Velocípede de Rebaptisé.

Bicicleta contemporânea

Leonardo da Vinci   

     A própria arte retrata a bicicleta como algo tão sublime que passou pela mente de Leonardo da Vinci numa dás páginas do Código do Atlântico. Mas, segundos os estudiosos, o desenho achado era uma espécie de cópia feita com um lápis de carbono e não tinha os traços característicos de Leonardo, então se duvidou da legitimidade do documento, ficou no ar a questão de que um de seus alunos copiou, mas o original perdeu-se, então a idéia sem dúvida é de Leonardo e a data mais provável é de 1493. 

     A história da bicicleta também relata que em 1642, em Buckinghamshire foi encontrado em uma porta de vidro o desenho de um anjo sentado em um Cavalo Marinho apoiado por duas rodas.

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      invenção e o inventor são cercados de discussões, pois em um museu da Alemanha há um modelo chamado de Bicicleta de Kassler que data de 1761, mas os franceses afirmam que ela foi exportada da França. 

     O registros começaram a ficar mais precisos a partir de 1791 com um protótipo criado por Monsieur Sivrac, era uma máquina estranha composta por uma viga e duas rodas. A forma e propulsão eram com a sola dos pés, exercendo repetidas pressões no chão. Um detalhe era que não existia uma direção móvel, certamente o veículo só andava em linhas retas. O veículo foi reconhecido como o protótipo da bicicleta que hoje conhecemos e recebeu o nome de Celerífero .

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     Em 5 de abril de 1817, o Barão Karl Von Drais, na Alemanha constrói um modelo similar, ainda com o mesmo tipo de propulsão, porém com um jogo de direção. O modelo foi “batizado” de DRAISINA e foi muito bem aceito.

       Em 1819, foi realizada a primeira corrida de Draisina que venceu os 10 Km em 31minutos e 30 segundos pelo alemão Semmler. 

Velocípede de Rebaptisé.

 

     A “paternidade” da bicicleta é palco de discussões entre franceses e alemães.

   Em 1840, a bicicleta toma outra forma, quando um ferreiro escocês cria uma máquina diferente, com a roda dianteira mais alta e é bem aceita, pois foi introduzido um pedivela, onde o homem sentado fazia a máquina se locomover.

 

 

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     Este foi o nome dado a patente de uma máquina desenvolvida para que se alcançasse maior velocidade, mas era muito desgastante fazer a máquina se locomover, pois a roda dianteira era enorme, cerca de 80 a 85 centímetros de diâmetro e todo o peso do usuário caía justo em cima desta roda e somado ao peso da bicicleta que era cerca de até 50 quilos, o que tornava o transporte desconfortável e perigoso, era algo visto como um tipo de “acrobacia”. O velocípede foi sofrendo transformações e aperfeiçoamento como a inclusão dos freios, dos pneus que a princípio eram “tiras” de borracha colada nos aros. Isto começou com Robert Thompson e depois foi aperfeiçoado pelo Inglês John Bloid Dunlop que criou um rolo feito de pano engomado cheio de ar, mas ainda tinha o inconveniente da manutenção, que foi mais tarde resolvida por vários estudos através dos irmãos Michelin, que criaram um pneu com válvula para encher de ar e era também capaz de ser removido e substituído em caso de dano.

     Em maio de 1861, os franceses Pierre e Ernest Michaux trazem uma evolução decisiva que põe o velocípede finalmente dentro da cidade com a descoberta e aperfeiçoamento do pedal, o que trouxe um avanço comercial nas bicicletas.

Logo em seguida um velho empregado de Michaux leva a idéia para a América.

       Toda a Europa multiplica esforços para aperfeiçoar este velocípede e novidades seguem uma após outra depressa. Esses veículos começaram a ser usados com todo o tipo de equipamento de acampamento nas excursões longas pelas estradas e caminhos da Europa, que passou a levar o nome de CICLOTURISMO.  (top)

Bicicleta contemporânea

Starley e seu sobrinho, em 1880/1881, desenvolveram uma bicicleta que assumiu as características das bicicletas que conhecemos. Foram introduzidos os pedais no centro da bicicleta e a tração passou para a roda traseira através de uma corrente de transmissão. Com a introdução dos pneus clássicos inventados e produzidos pelos irmãos Edouards e André Michelin, foi resolvido o problema das rodas que ainda nas primeiras bicicletas eram de madeira e ferro. (top)

 
  Esta página é uma prévia do livro CICLISMO DE RICARDO TORRES
 
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