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1997 a 1998
| UM NOVO LAR | FIM DE ANO |
| 1/10/1997 | 11/12/1997 |
| Quando um forasteiro chega a uma cidade, | Quando mais um ano se encerra e esperamos pelo início das festas, |
| Quase sempre é recebido com desconfiança, | devemos cuidar de nossa memória para não nos perdermos na alegria. |
| Pois seus hábitos de estrangeiro, | |
| Independentemente de sua vontade, | Hoje estamos felizes e protegidos e devemos usar tudo que aqui |
| De sua força, fraqueza ou aliança, | aprendemos, para nos manter com a mente sadia e deixarmos |
| Interferem em teu cotidiano, mudando-o por inteiro. | nosso espírito com a leveza original. |
| Quando chega à tua casa um visitante, | Aproveitem este clima de festa e abram seus corações para o Natal. |
| Nem sempre o recebes com dignidade, | |
| Nem sempre o convida para entrar. | Não esqueçam de suas orações em meio às festividades. |
| Este teu comportamento hesitante, | Mesmo de férias, trabalhem o seu intelecto, mantenham mentes e |
| Insuflado pelo teu orgulho e vaidade, | corações abertos. Mesmo de férias, trabalhem seus sentimentos. |
| É o que te impossibilita ser mais amado e amar. | |
| Tenham um Natal muito feliz e que o ano Novo recompense todo seu esforço | |
| Quando o tempo passa e a vida terrena se esvai, | |
| É que começas a ter medo do desconhecido, | |
| E do que te aguarda ao aqui chegar. | ESTUDE |
| Aproveita então teu tempo e trabalha a serviço de teu Pai, | 18/12/1997 |
| Pois aqui todos serão muito bem recebidos; | |
| Quando chegares, vais adorar este lugar. | Não existe verdade a ser descoberta; |
| A soma de todo conhecimento está dentro de nós. | |
| PARA FALAR COM DEUS | Desde o mais remoto tempo e até |
| 16/10/1997 | Um futuro mais distante; |
| Vive-se na busca do conhecimento pleno. | |
| Para falar com Deus, não são necessárias | Invenções, descobertas e descobrimentos, |
| frases feitas e decoradas. Não, não e não. | Deixam o lado oculto da obscuridade e |
| Para falar com Deus, bastam poucas palavras, | Aparecem como que surgidos do nada. |
| docemente murmuradas, vindas do fundo do coração. | |
| Para falar com Deus, e por Ele ser ouvido, é preciso | Legado de antepassados nossos que nos |
| recolher-se por inteiro, dedicar à tua fala a tua atenção. | Elegem como gênios da humanidade ou, |
| Para pedir e ser atendido é importante que, primeiro, | Inteligências privilegiadas que se |
| tenhas fé, sentimento e emoção. | Aprimoraram no estudo do que rege o Universo? |
| Faze isto e terás feito tua mais linda, serena e sentida oração. | |
| Memória e saber são nossas maiores riquezas, | |
| Aquelas que conseguimos de fato carregar são | |
| LIMPEZA | Idéias, ideais, conhecimento e sabedoria que |
| 23/10/1997 | Só adquirimos quando aprendemos a pensar. |
| Boa noite, querido irmão. | |
| Vamos, hoje, fazer algo diferente. | ÁRVORE |
| Deixa correr as lágrimas por tua face. | 10/12/1997 |
| E vamos lavar tua alma. | |
| Deixa que a água que deita em teu corpo | A |
| Abrande todas as impurezas que te cercam. | FÉ |
| Deixa escorrer este orgulho, | QUE |
| Que insistes em alimentar, | TENS |
| Fomentando teu ódio, tua raiva. | PODIA |
| Lava e esfrega esta vaidade que te cega os olhos, | FAZER-TE |
| De tal forma, que mesmo tuas lágrimas | CRESCER SE |
| Têm dificuldade de lá chegar. | JÁ ESTIVESTES |
| Deixa que o sal de teu choro | DESPROVIDO DE TUA |
| Desinfete teu espírito contaminado, | VAIDADE E DE TODA |
| Afastando o ranço e o bolor. | MALEDICÊNCIA QUE CARREGAS |
| Enxágüe bem tuas idéias, | EM TEU CORAÇÃO, POIS SE TU |
| Pois que ainda estão misturadas. | QUERES SER ESPÍRITA, PRECISAS |
| Lave e esfregue com muita força os teus sentimentos, | TRABALHAR MAIS TUAS EMOÇÕES. |
| Que ainda estão tão sujos e mesclados de amor e ódio. | FAZE TUA PRECE COMO HABITUAL |
| Estenda tua alma no calor do sol | ELEVANDO O TEU ESPÍRITO À BRANCA LUZ, |
| Para que se aqueça, | ROGANDO A DEUS A EVOLUÇÃO ESPIRITUAL. |
| E não demonstres mais tanta frieza. | FAZE RENASCER EM TI O MENINO JESUS |
| Faça uma grande limpeza em teu corpo | PARA QUE TENHAS UM FELICÍSSIMO NATAL. |
| E em teu espírito; | ASSIM |
| Afasta-te dos lugares obscuros | IRMÃO, |
| Por onde andas quando teu corpo adormece. | TERÁS |
| Repousa, descansa, mantenha a calma. | NA VIDA |
| Lembra-te que não existe melhor remédio que a prece. | USADO |
| Deixa tuas lágrimas brotarem para que lavem tua alma. | BEM TEU |
| CORAÇÃO. | |
| SORRIA | |
| 30/10/1997 | QUEIXAS |
| 26/3/1998 | |
| Tu que vives alternando teus momentos, | |
| Ora de alegria, outros de muita tristeza, | Quando nos deparamos com algo que nos aflige, |
| Deves estar misturando teus sentimentos, | Um problema qualquer que nos afeta, |
| Ódio, Amor, Raiva e Calma, indo contra tua Natureza. | É que nos deixamos dominar pelas lamurias. |
| Remoemos nossas queixas, ficamos no abandono, | |
| Antes que te acabes no sofrimento, | Ou fugimos do que queremos, de nossa meta. |
| Morrendo de pena de ti mesmo, | |
| Olha pra ti e afasta de teu pensamento, os | Vivemos culpando o outro por nossos medos, |
| Rastros da insegurança que te faz andar a esmo. | Inventamos desculpas por nossos fracassos. |
| Vamos mudar esta nossa atitude, | |
| Esquece os problemas que te afligem. | E reformar nosso comportamento e nossa fé, |
| Revendo nossos planos e nossos desejos. | |
| Pois que são insignificantes, diante de | |
| Outras dores que afligem o mundo; | E quando estivermos com pureza no pensamento, |
| Umas muito grandes, quase gigantes, | |
| Corroendo nosso ânimo num segundo, | A vida irá parecer nos estar sorrindo, |
| Obstruindo o sorriso de nossa alegria. | Mas para que ela de fato sorria, |
| Amar a Deus e ao próximo é preciso; | |
| Assim, evita os dissabores, | Rezar, pedir, agradecer, todo santo dia. |
| Mostra teu lado de poesia, | |
| E passa a falar de amores. | |
| SONETO DA ESPERA | |
| Mostra no rosto teu sorriso, | 19/2/1998 |
| Alegra o ambiente ao teu redor, | |
| Isto, agora, é mais do que preciso, | Teu filho espera você! |
| Sorria, vais te sentir bem melhor. | Prepara-te para encontrá-lo; |
| Ele quer te ver com o coração aberto; | |
| Apressa-te, pois é possível que ele esteja perto. | |
| CONSELHO | |
| 6/11/1997 | Teu filho espera você! |
| Prepara-te para amá-lo, | |
| Se quiseres ser feliz de novo, | Pois que ele deseja ser amado; |
| Esqueças tuas diferenças; | Apressa-te, pois ele quer estar a teu lado. |
| Volta a ser como eras antes, | |
| Volta de novo para tuas crenças. | Teu filho espera você! |
| Prepara-te para esperá-lo, | |
| Ajuda teu irmão ao invés de provocar sua ira; | Sem ficar te perguntando o porquê. |
| Não deixes que maus pensamentos | |
| Dominem tua mente. | Prepara-te para dar o perdão; |
| Põe mais alegria em teu viver, | |
| Faze tuas preces serenas, | Põe mais amor em eu coração. |
| Dê teu amor a teu inimigo; | |
| As coisas assim ficarão mais amenas. | |
| INCOERÊNCIA | |
| 19/3/1998 | |
| ÂNIMO | |
| 25/11/1997 | Nem sempre é certa |
| A decisão correta. | |
| Diz-me o porquê desta inquietude, | |
| E o porquê de tanto desespero; | Vale isto em qualquer |
| Um dia te apresentas com eterna juventude, | Instante de nossas vidas, |
| Sorris bastante e logo cais em desgosto efêmero. | Desde o nascimento |
| Até o sublime momento do desencarne. | |
| Mesclas tua vida com altos e baixos | |
| E corróis tua alma tornando-a mais sofrida. | Decidir alguma coisa |
| Exige razão e sensibilidade. | |
| Aproveita este momento de festa, | |
| Jogando fora teus maus pensamentos; | Cabe apurar o conhecimento, |
| Unta tua aura com o doce mel | Aprender todo dia um pouco mais, |
| Da alegria e do contentamento; | Dedicar o ócio de teu tempo |
| E viva mais feliz, sê teu próprio Papai Noel. | Ao estudo que tanto bem nos faz. |
| Uma decisão certa nem sempre é a correta, | |
| AVALIAÇÃO | Mesmo que tomada com o uso da razão. |
| 4/12/1997 | |
| Queremos justificar nossos erros, | |
| Faze uma avaliação de tua vida neste ano que termina; | Um tanto presunçosamente, |
| Indica as falhas de teu comportamento e redima-te de teus erros; | E nos esquecemos de corrigi-los. |
| Mostra a ti mesmo teu eu verdadeiro e vê se | |
| realmente vais passar de ano. | Na maior parte das vezes, |
| Ainda que alguém pague por esta | |
| Dá-te a nota que julgares merecer, | Omissão vil e traiçoeira, |
| E sê honesto nesta atribuição. | |
| Falsos moralistas não hesitam em | |
| Assististes a muitas aulas na vida, mas fizestes tua lição direito? | Apoiar uma decisão certa, mas que |
| Não deixa que seja esquecida a informação recebida, | Lesa um irmão em sua dignidade, |
| Ou mais um ano terá se passado sem que dele tiraste proveito. | Tocando a ferida profunda com a |
| Espada que fere com a maldade. | |
| Larga, pois somente o uso da razão; | |
| Uma vez que a luz de toda verdade | |
| Zela por nós lá no fundo do nosso coração. |
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