Quando não te Vejo

Quando não te vejo, a tristeza invade,
aniquila, tornando-me franzino,
pequeno...
Quando te vejo, corro planícies cavalgando no vento.
Atinjo alturas, resplandeço pro mundo,
depois de te ver...
Em tua presença vejo-me homem,
Anceias por mim...
Em teus braços desfaleço-me e,
revoco-me com teu corpo.
E, tornando-me um efebo, elevo-me em alma...

Contigo, faço-me homem,
Sacio minha sede, mitigo minha fome...
Trocamos energias em momentos de êxtase.

Reverberas em mim com suave ternura, com leve tocar.
Não vejo a lua, nem vejo o sol. Somente estrelas.
Adormeço em teus braços, reponho energias para o dia seguinte.
Em sono de anjos nas planícies eu saio cortando o espaço.
Do alto eu vejo meu corpo adormecido com carinhos, desvelo.
Vejo-te Anjo, vejo-me homem; vejo-te mulher, vejo-me escravo.
Escravo do amor, meu Anjo do céu.
E cavalgo...
Cavalgando no vento, deixando-me levar, levar...
Pelas ondas serenas de teu pensamento...


Autor: Heron
Para Princesita Dil




 


Indique esta poesia para quem você ama clicando aqui

 

 
  Não se esqueça dos amigos do ICQ 
Meu ICQ: 92204024

 

 


Fundação BIBLIOTECA NACIONAL

ministério da cultura

Certificado de Registro ou Averbação
N° Registro: 230.058   Livro: 405  Folha: 218

MEU JEITO LOUCO DE SER
poesias
Protocolo do Requerimento: 2001BA_680.

Dados do requerente
DILENE MAIA, (autoria)
C.I.C - 812.801.495-15
Rua Machado Neto, 223-ap. 1402-Ed. Summer Time
Pituba
Salvador/BA, CEP. 41830-510


Designer By Eduardo

1