Aqui mais de 100 mensagens que eu gostei muito, se tiver alguma mensagem me mande, Obrigado

Diário de um Cão.                              VOLTAR

1ª semana.
Hoje faz uma semana que nasci. ! Que alegria ter chegado a esse mundo!!!

1 mês.
Minha mamãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar.

2 meses.
Hoje me separaram de mamãe. Ela estava muito inquieta e com seus olhos
me disse adeus como esperando que minha nova "família humana"
cuidasse bem de mim, como ela havia feito.

4 meses.
Cresci muito rápido, tudo chama a minha atenção.
Há várias crianças na casa que são como meus "irmãozinhos".
Somos muito levados,eles me jogam 1 bola e eu os mordo jogando.

5 meses
Hoje me castigaram,minha dona se zangou
porque fiz "pipi" dentro da casa...
mas nunca me disseram onde eu deveria fazer.E como eu durmo
na"recamara"(deve ser um lugar fechado*)
e...! eu não me aguentei!!!


6 meses.

Sou um cão feliz,Tenho o calor de um lar,
sinto-me seguro e protegido...
Creio que minha família me ama muito...
Quando estão comendo me convidam,
o pátio é somente para mim e eu estou sempre cavacando,
como os meus antepassados lobos, quando escondiam a comida.
Nunca me educam,seguramente porque nada faço de errado.

12 meses.

Hoje completei 1ano. Sou um cão adulto e meus donos
dizem que cresci mais do que eles esperavam...
Que orgulhosos devem estar de mim!!!

13 meses.

Como me senti mal hoje... "Meu irmãozinho"
tirou a minha bola.Como nunca pego seus brinquedos
fui atrás dele e o mordi.
Mas como os meu dentes estão muitos fortes,
machuquei-o sem querer.

Depois do susto me prenderam e quase não posso me mover
para tomar um pouco de sol.
Dizem que sou ingrato e que vão me deixar em observação
(certamente não vacinaram**)
...não entendo nada do que está acontecendo.

15 meses.

Tudo mudou...vivo preso no pátio...na corrente...
me sinto muito só...minha família já não me quer.
As vezes esquecem que tenho fome e sede
e quando chove não tenho teto que me cubra...

16 meses.

Hoje me tiraram da corrente.
Pensei que tinham me perdoado...
Fiquei tão contente que dava saltos de alegria
e meu rabo parecia um molinete...
Parece que vou passear com eles.
Subimos no carro, atrelamos o carreto e andamos
um grande trecho quando pararam.
Abriram a porta e eu desci correndo,feliz,
crendo que era dia de passeio no campo.
Não entendo porque fecharam a porta
e se foram...


"Esperem"!!! – lati..."esqueceram de mim...!!!".
Corri atrás do carro com todas as minhas forças...
minha angústia aumentou ao perceber que o
carro se afastava e eles não paravam.
Tinham me abandonado...

17 meses.


Procurei,em vão, achar o caminho de volta à casa.
Sento-me no caminho, estou perdido
e algumas pessoas de bom coração que me olham com tristeza
e me dão algo de comer...
Eu agradeço com um olhar do fundo de minha alma...
quisera que me adotassem,eu seria leal como ninguém
Porém eles apenas dizem "pobre cãozinho, deve estar perdido".

18 meses.

Outro dia passei por uma escola vi muitas crianças
e jovens como meus"irmãozinhos".
Cheguei perto e um grupo deles,dando risadas,atirou-me
uma chuva de pedras "para ver quem tinha melhor pontaria"...
uma dessas pedras atingiu um dos meus olhos
e desde então não enxergo com ele.


19 meses.

Parece mentira mas quando eu estava mais bonito
as pessoas se compadeciam mais de mim...
Agora que estou muito fraco,com um aspecto bem mudado...
perdi meu olho,as pessoas me tratam a pontapés
(escobazos= pontapés? *)
quando pretendo deitar-me na sombra.


20 meses.

Quase não posso me mover.
Hoje, ao atravessar a rua por onde passam os carros
um deles me atropelou. Pelo que sei, estava num lugar seguro
chamado "sarjeta",mas nunca vou me esquecer do olhar
de satisfação do motorista
("que hasta se ladeó com tal de centrame" *).
Oxalá tivesse me matado... porém só me
deslocou a cadeira. A dor é terrível,
minhas patas traseiras não merespondem
e com dificuldade me arrastei até uma moita de ervas
' fora da estrada...
Já fazem 10 dias que estou em baixo de sol,
chuva e frio,sem comer.Não posso me mover,
a dor é insuportável.
Sinto-me muito mal, estou num lugar úmido
e parece que meu pelo está caindo.
Algumas pessoas passam e não me vêem;
outras dizem: "não te aproximes".
Já estou quase inconsciente,
porém uma força estranha me fez abrir os olhos.

A doçura de sua voz me fez reagir.
"Pobre cãozinho, veja como te deixaram",
dizia... junto a ela estava um senhor de roupa branca
que começou a tocar-me e disse:
"Sinto muito senhora, mas esse cão já não tem remédio,
o melhor é que deixe de sofrer.
" A gentil dama consentiu, com os olhos cheios de lagrimas.
Como pude, mexi o rabo e olhei para ela agradecendo
por me ajudar a descansar... Senti somente a picada da injeção
e dormi para sempre, pensando em porque nasci, se ninguém me queria...


A solução não é deixar um cachorro na rua,
mas sim educá-lo. Não convertas em problema uma grata companhia.
Ajude a despertar as consciências para acabar com
o problema dos cães de rua.

TEXTO ENVIADO POR MARCIA  GUIMARÃES 


 
A ÁRVORE DOS PROBLEMAS                                           

Esta é uma história de um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar algumas coisas na sua fazenda.
O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil.
O pneu do seu carro furou.
A serra elétrica quebrou.
Cortou o dedo.
E ao final do dia, o seu carro não funcionou.
O homem que contratou o carpinteiro ofereceu uma carona para casa.
Durante o caminho, o carpinteiro não falou nada.
Quando chegaram a sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a sua família.
Quando os dois homens estavam se encaminhando para a porta da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duas mãos.
Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se.
Os traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso, e ele abraçou os seus filhos e beijou a sua esposa.
Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até o carro.
Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou:
- Porque você tocou na planta antes dee entrar em casa
- Ah! Esta é a minha Árvore dos Probleemas.
- Eu sei que não posso evitar ter probblemas no meu trabalho, mas estes problemas não devem chegar até os meus filhos e minha esposa.
- Então, toda noite, eu deixo os meus problemas nesta Árvore quando chego em casa, e os pego no dia seguinte.
- E você quer saber de uma coisa
- Toda manhã, quando eu volto para busscar os meus problemas, eles não são nem metade do que eu me lembro de ter deixado na noite anterior.

 

A CAIXINHA

Há um tempo atrás, um homem castigou sua filhinha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado.
O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e colocá-la debaixo da árvore de Natal. Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menininha levou o presente ao seu pai e disse:
- Isto é para você, paizinho!
Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia. Gritou, dizendo:
- Você não sabe que quando se dá um prrresente a alguém, a gente coloca alguma coisa dentro da caixa?
A pequena menina olhou para cima, com lágrimas nos olhos, e disse:
- Oh, Paizinho, não está vazia. Eu soppprei beijos dentro da caixinha. Todos para você ...
O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse.
Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos e sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, ele tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali...
De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós humanos temos recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos de nossos pais, filhos, irmãos e amigos...
Ninguém poderá ter uma propriedade ou posse mais bonita e importante que esta.

 

A ESTRELINHA VERDE

Era uma vez... milhões e milhões de estrelas no céu.

Havia estrelas de todas as cores: brancas, lilases, prateadas, douradas, vermelhas, azuis.

Um dia, elas procuraram o Senhor Deus Todo Poderoso, o Senhor Deus do Universo, e disseram-lhe:

Senhor Deus, gostaríamos de viver na Terra entre os homens. Assim será feito respondeu Deus. Conservarei todas vocês pequeninas como são vistas e podem descer à Terra.

Conta-se que, naquela noite, houve uma linda chuva de estrelas.

Algumas se aninharam nas torres das igrejas, outras foram brincar e correr com os vaga-lumes no campo, outras misturaram-se aos brinquedos das crianças e a Terra ficou maravilhosamente iluminada.

Porém, passado algum tempo, as estrelas resolveram abandonar os homens e voltar para o céu, deixando a Terra escura e triste.

Por que voltaram?...perguntou Deus, à medida que elas chegavam ao céu. Senhor, não nos foi possível permanecer na Terra. Lá existe muita miséria, muita desgraça, muita fome, muita violência, muita guerra, muita maldade e muita doença. E o Senhor lhes disse:

Claro, o lugar de vocês é aqui no céu. A Terra é o lugar transitório, daquilo que passa, do ruim, daquele que cai, daquele que erra, daquele que morre, e onde nada é perfeito. Aqui no céu é o lugar da perfeição. O lugar onde tudo é imutável, onde tudo é eterno, onde nada perece.

Depois de chegarem todas as estrelas e conferido seu número, Deus falou de novo:

Mas está faltando uma estrela. Perdeu-se no caminho?

Um anjo que estava perto retrucou:

Não Senhor, uma estrela resolveu ficar entre os homens; ela descobriu que o seu lugar é exatamente onde existe imperfeição, onde há limites, onde as coisas não vão bem.

Mas que estrela é essa?... voltou Deus a perguntar.

Por coincidência, Senhor, era a única estrela dessa cor.

E qual é a cor dessa estrela?... insistiu Deus.

E o anjo disse:

A estrela é verde, Senhor. A estrela verde do sentimento da esperança.

E quando então olharam para a Terra, a estrela já não estava só. A Terra estava novamente iluminada,porque havia uma estrela verde no coração de cada pessoa. Porque o único sentimento que o homem tem e Deus não tem, é a esperança. Deus já conhece o futuro, e a esperança é própria da natureza humana. Própria daquele que cai, daquele que erra, daquele que não é perfeito, daquele que ainda não sabe como será seu Futuro.

"Que a estrela verde permaneça sempre no seu coração."

 

A IMPORTÂNCIA DO PERDÃO

O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.
Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:
- Pai estou com muita raiva. O Juca nãão deveria ter feito comigo. Desejo tudo de ruim para ele.
Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta, calmamente, o filho que continua a reclamar:
- O Juca me humilhou na frente dos meuus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o
acompanhou, calado.
Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
- Filho, faz de conta que aquela camissa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo.
Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:
- Filho como está se sentindo agora? <<
- Estou cansado mas estou alegre porquue acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
- Venha comigo até o meu quarto, queroo lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos.
O pai, então, lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase nnnão se sujou; mas, olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.

A JANELA

Dois homens, seriamente doentes, ocupavam o mesmo quarto de um hospital.
Um deles ficava sentado em sua cama por uma hora todas as tardes para conseguir drenar o líquido de seus pulmões. Sua cama ficava próxima da única janela existente no quarto. O outro homem era obrigado a ficar deitado de bruços em sua cama o tempo todo. Eles conversavam muito. Falavam sobre mulheres e suas famílias, suas casas, seus empregos, seu envolvimento com o serviço militar, aonde costumavam ir em suas férias. E toda tarde quando o homem perto da janela podia se sentar, ele passava o tempo todo descrevendo ao seu companheiro de quarto todas as coisas que ele podia enxergar através da janela. O homem na outra cama começou a criar o hábito de esperar por esse período onde seu mundo era ampliado e animado pelas descrições de seu companheiro.
Ele dizia que da janela dava para ver um parque com um lago magnífico, onde patos e cisnes nadavam e muitas crianças brincavam com seus barquinhos de papel. Jovens namorados andavam abraçados no meio das flores que, de tão lindas, encantavam qualquer um que passasse próximo do local.
Grandes árvores cheias de elegância na paisagem e uma fina linha laranja podia ser vistas do horizonte.
Quando o homem próximo da janela fazia as suas descrições, ele o fazia de modo primoroso e delicado, com detalhes e o outro homem fechava os seus olhos e imaginava a cena descrita.
Em uma tarde quente de verão, o homem próximo a janela descreveu um desfile, que, embora não pudesse ouvir a música podia, todavia, descrever com clareza a linda cena que se passava.
Dias e semanas se passaram desde então. Em uma manhã bonita e ensolarada a enfermeira chegou trazendo água para o banho dos dois homens, mas um deles estava morto...
O homem que estava próximo da janela havia morrido, pacificamente, durante o seu sono noturno. A enfermeira estava entristecida e chamou os atendentes do hospital para levarem o corpo.
Assim que julgou conveniente , o outro homem, pediu para que a enfermeira o colocasse próximo da janela. A enfermeira ficou feliz em poder fazer esse favor e depois de verificar que o paciente estava confortável, o deixou sozinho no quarto.
Vagarosamente, pacientemente, lutando contra a dor, ele conseguiu finalmente apoiar seus cotovelos para olhar pela primeira vez pela janela. Finalmente ele poderia ver tudo por si mesmo. Ele se esticou ao máximo, para poder ver através da janela, e quando conseguiu, deparou-se com um muro todo branco.
Ele perguntou para a enfermeira, assim que teve a chance, o que havia levado o seu amigo a lhe descrever coisas tão belas ao longo dos dias que lhe restavam, pois daquele local a única coisa que podia ser vista era o imenso muro branco.
A enfermeira respondeu que aquele homem era cego...

Texto Adaptado - Autor desconhecido

 

A LIÇÃO DA BORBOLETA

Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo, um homem sentou e observou a borboleta por várias horas conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.

Então pareceu que ela parou de fazer qualquer progresso.

Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais longe.

Então o homem decidiu ajudar a borboleta, ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha asas amassadas. O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo, que iria se firmar a tempo.

Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar, não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia com que o fluído do corpo da borboleta fosse para suas asas de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.

Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossas vidas.

Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido.

Nós nunca poderíamos voar.

Eu pedi Força... e Deus me deu Dificuldades para me fazer forte.

Eu pedi Sabedoria... e Deus me deu Problemas para resolver.

Eu pedi Prosperidade... e Deus me deu Cérebro e Músculos para trabalhar.

Eu pedi Coragem... e Deus me deu Perigo para superar.

Eu pedi Amor... e Deus me deu Pessoas com problemas para ajudar.

Eu pedi Favores... e Deus me deu Oportunidades.

Eu não recebi nada do que pedi...

Mas eu recebi tudo do que precisava...

 

A LOJA DE CD

Era uma vez, um garoto que nasceu com uma doença que não tinha cura. Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento.

Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado constante da mãe.

Um dia decidiu sair sozinho e, com a permissão da mãe, caminhou pela sua quadra, olhando as vitrines e as pessoas que passavam.

Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota mais ou menos da sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza. Foi amor a primeira vista.

Abriu a porta e entrou sem olhar para mais nada que não sua amada.

Aproximou-se timidamente, do balcão onde ela estava.

Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso e perguntou se podia ajudá-lo em alguma coisa.

Era o sorriso mais lindo que ele já tinha visto, e a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD.

Pegou o primeiro que encontrou, sem olhar de quem era, e disse:

Esse aqui!!!!

Quer que eu embrulhe para presente?- perguntou a garota sorrindo ainda mais, e ele só mexeu a cabeça para dizer que sim.

Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois, com o CD muito bem embalado.

Ele elogiou o pacote e saiu, louco de vontade de ficar por ali, admirando aquela figura divina. Daquele dia em diante, todas as tardes voltava a loja e comprava um CD qualquer.

Todas às vezes a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava no closet, sem nem abrir. Ele estava tão apaixonado, mas tinha medo da reação dela, e assim, por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce, não tinha coragem para convidá-la para sair e conversar.

Comentou isso com sua mãe e ela o incentivou, muito, a chamá-la para sair.

Um dia, ele se encheu de coragem e foi para a loja. Como todos os dias comprou um CD, e, como sempre ela embrulhou. Quando ela não estava vendo, escondeu um papel com o seu nome e telefone no balcão e saiu da loja correndo.

No dia seguinte o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu.

Era a garota perguntando por ele.

A mãe, descontrolada, nem perguntou quem era, começou a chorar e disse:

Então você não sabe? Faleceu essa manhã.

Mais tarde, a mãe entrou no quarto do filho, para olhar suas roupas e ficou muito surpresa com a quantidade de CDs, todos embrulhados. Ficou curiosa e decidiu abrir um deles.

Ao faze-lo, viu cair um pequeno pedaço de papel, onde estava escrito: "Você é muito simpático, não quer me convidar para sair? Eu adoraria".

Emocionada, a mãe abriu outro CD e dele também caiu u7m papel que dizia o mesmo, e assim todos quantos ela abriu, traziam uma mensagem de carinho e a esperança de conhecer aquele rapaz.

Assim é a vida: não espere demais para dizer a alguém especial aquilo que você sente.

Diga-o já; amanhã pode ser muito tarde.

Essa mensagem é para dizer que você é muito especial, então, faça o mesmo que eu e mande esta mensagem AGORA, de imediato, não daqui a pouco, para as pessoas de quem goste e estime!!!!

 
A loja de Deus

Entrei e vi um anjo no balcão.

Maravilhado lhe disse:

Santo anjo do Senhor, o que vendes?

Respondeu-me:

-Todos os dons de Deus.

-Custa muito?

Não. Tudo é de graça.

Contemplei a loja e vi: jarros e vidros de fé, pacotes de esperança, caixinhas de salvação e sabedoria.

Tomei coragem e pedi:

-Por favor, quero muito amor de Deus, todo perdão Dele, vidros de fé, bastante felicidade e salvação eterna para mim e para minha família.

Então o Anjo do Senhor preparou um pequeno embrulho que cabia na minha mão.

-É possível tudo aqui?

O Anjo respondeu-me sorrindo:

-Meu querido irmão, na loja de Deus não vendemos frutos, apenas sementes.

 

A Mulher Perfeita

Texto Enviado por Minha Amiga Harmonia


Certa tarde, conta uma antiga história sufi, Nasrudin tomava chá e conversava com um amigo sobre a vida e o amor.

"Por que você nunca se casou, Nasrudini?", perguntou o amigo.

"Bem", respondeu, Nasrudini, "para dizer a verdade, passei toda a minha juventude a procurar a mulher perfeita. No Cairo conheci uma môça linda e inteligente, com olhos que pareciam olivas pretas, mas ela não era muito cortês. Depois, em Bagdá, conheci uma mulher de alma generosa e amiga, mas não tínhamos muito interesses em comum. Muitas mulheres passaram pela minha vida, mas em cada uma delas faltava alguma coisa, ou alguma coisa estava demais. então, um dia, eu a conheci. Era linda, inteligente, generosa e bem- educada. Tínhamos tudo em comum. Na verdade, ela era perfeita".

"E então", replicou o amigo de Nasrudini, "o que aconteceu? Por que você não se casou com ela?"

Pensativo, Nasrudin sorveu mais um gole de chá e concluiu: "Infelizmente, parece que ela estava a procura do homem perfeito."

Como Nasrudin, quase todos nós queremos encontrar a perfeição fora de nós mesmos. Criamos em nossa cabeça a imagem ideal da mulher ou do homem que buscamos, projetamos essa imagem em cima do namorado ou namorada, da esposa ou marido, e queremos que ele ou ela corresponda a essa imagem. Ao alimentar essa expectativa utópica, perdemos a capacidade de entender e gostar do ser humano real ao qual nos ligamos. E, muitas vezes, como ele ou ela não podem corresponder a essa expectativa - pelo simples fato de que ela é produto da nossa idealização e dos nossos desejos fantasiosos -, acabamos, frustados, por rejeitar a pessoa com quem nos relacionamos, quase sempre sem ter sequer "conhecido" essa pessoa.

Com uma mulher aconteceu algo desse tipo. Passou cinco anos casada, e deixou o marido quando percebeu que ele não se encaixava no modelo de príncipe encantado que ela cultivara desde a infância. Ele se casou novamente com outra mulher. Tempos depois, ao ouvir a nova esposa deo seu ex-marido falar da vida feliz que levava com ele, e de todas as boas qualidades que faziam dele um esposo excepcional, a mulher - ainda solitária - ficou perplexa: "Parecia que ela falava de uma pessoa que eu nunca conhecera."

Certo. ela nunca o conhecera de fato, porque cada vez que olhara para ele, era capaz de enxergá-lo, mas não de vê-lo. Ao esperar que ele correspondesse ao modelo idealizado de homem que ela cultivara em sua cabeça, perdera contato com a realidade do homem com quem se casara. Uma realidade que, possívelmente, podia ser até muito melhor do que a do modelo sonhado. Porém diferente.

 

A PAZ PERFEITA

Havia um rei que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar numa pintura a paz perfeita. Foram muitos os artistas que tentaram.

O rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente gostou e teve que escolher entre ambas.

A primeira era um lago muito tranqüilo. Este lago era um espelho perfeito onde se refletiam umas plácidas montanhas que o rodeavam. Sobre elas encontrava-se um céu muito azul com tênues nuvens brancas. Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela refletia a paz perfeita.

A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram escabrosas e estavam despidas de vegetação. Sobre elas havia um céu tempestuoso do qual se precipitava um forte aguaceiro com faíscas e trovões. Montanha abaixo parecia retumbar uma espumosa torrente de água. Tudo isto se revelava nada pacífico.

Mas, quando o rei observou mais atentamente, reparou que atrás da cascata havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto encontrava-se um ninho. Ali, no meio do ruído da violenta camada de água estava um passarinho placidamente sentado no seu ninho.

Paz perfeita. Qual pensas que foi a pintura ganhadora? O rei escolheu a segunda. Sabes por quê? "Porque", explicou o rei, "paz não significa estar num lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo ou sem dor". "Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso, permanecemos calmos no nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz"

 

A RAPOSA E O LENHADOR

Existiu um lenhador que acordava às 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite. Esse lenhador tinha um filho, lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança.

Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho.

Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada. Os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem; e portanto, não era confiável. Quando ela sentisse fome comeria a criança. O lenhador, sempre retrucando com os vizinhos, falava que isso era uma grande bobagem. A raposa era sua amiga e jamais faria isso. Os vizinhos insistiam:

- Lenhador abra os olhos! A raposa vai comer seu filho.

- Quando sentir fome, comerá seu filho!

Um dia o lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários, ao chegar em casa viu a raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensangüentada... O lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa... Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranqüilamente e ao lado do berço uma cobra morta...

O lenhador enterrou o machado e a raposa juntos.

( Autor desconhecido )

 

A REALIDADE DA VIDA

Deus criou o Burro e disse:
-- Obedecerás ao Homem, carregará farddos pesados nas costas e viverás 30 anos. Serás Burro.
O Burro virou-se para Deus e disse:
-- Senhor! Ser Burro, obedecer ao Homeem, carregar fardos nas costas e viver 30 anos?
É muito, Senhor! Bastam-me apenas dez.
Deus criou o cachorro e disse:
-- Comerás o osso que jogarem no chão,,, tomarás conta da casa do Homem e viverás 20 anos! Serás Cachorro.
O Cachorro virou-se para Deus e disse:
-- Senhor! Tomar conta da casa do Homeem, comer o que me jogarem no chão e viver 20 anos?
É muito Senhor! Bastam-me dez.
Deus criou o Macaco e disse:
-- Pularás de galho em galho, farás maacaquices e viverás 30 anos. Serás Macaco.
O Macaco virou-se para Deus e disse:
-- Senhor! Pular de galho em galho, faazer macaquices e viver 30 anos?
É muito, Senhor! Bastam-me vinte.
E Deus fez o Homem e disse:
-- Serás o Rei dos Animais, dominarás o mundo, serás inteligente e viverás 30 anos.
O Homem virou-se para Deus e disse:
-- Senhor! Ser Rei dos Animais, dominaar o mundo e viver apenas 30 anos?
É muito pouco Senhor! - 20 anos que o Burro não quis, 10 anos que o Cachorro recusou e 10 anos que o Macaco não está querendo, dai-me a mim, Senhor para que eu viva pelo menos 70 anos....E Deus atendeu o Homem.
Até os 30 anos o Homem vive a vida que Deus lhe deu. É Homem.
Dos 30 aos 50 anos, o Homem casa e carrega os fardos nas costas para sustentar a família. É Burro.
Dos 50 aos 60 anos, já cansado, ele passa a tomar conta da casa. É Cachorro.
Dos 60 aos 70 anos, mais cansado ainda ele passa a viver aqui e ali, na casa de um filho ou de outro e faz gracinhas para as crianças rirem. É Macaco.

 

A Vaquinha

Texto Anônimo Enviado por Harmonia & Patrícia Aloise Couto


Um mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita... Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos.

Chegando ao sitio, constatou a pobreza do lugar: sem calçamento, casa de madeira, os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas... Então se aproximou do senhor, aparentemente o pai daquela família, e perguntou: "Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Como o senhor e a sua família sobrevivem aqui?" E o senhor calmamente respondeu: "Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros alimentícios e a outra parte nós produzimos queijo e coalhada para o nosso consumo e assim vamos sobrevivendo."

O sábio agradeceu pela informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois se despediu e foi embora. No meio do caminho, voltou ao seu fiel discípulo e ordenou: "Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali à frente e empurre-a, jogue-a lá embaixo." O jovem arregalou os olhos espantado e questionou o mestre sobre o fato de a vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família, mas, como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre, foi cumprir a ordem. Assim, empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer.

Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos, até que, um belo dia, ele resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar àquele mesmo lugar e contar tudo àquela família, pedir perdão e ajudá-los. E assim o fez. Quando se aproximava do local, avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado, imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver. Apertou o passo e, chegando lá, foi logo recebido por um caseiro muito simpático e perguntou sobre a família que ali morava há uns quatro anos. O caseiro respondeu: "Continuam morando aqui." Espantado, o discípulo entrou correndo na casa e viu que era mesmo a família que visitara antes com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha): "Como o senhor melhorou este sítio e está tão bem de vida?" E o senhor, entusiasmado, respondeu: "Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daí em diante, tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que podíamos, assim alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora!"

Moral da história: Todos nós temos uma vaquinha que nos dá alguma coisa básica para sobrevivência e uma convivência com a rotina. Descubra qual é a sua e empurre morro abaixo. Em vez de esperarmos que alguém "empurre nossa vaquinha morro abaixo" devemos BUSCAR nosso próprio bem. Basta termos coragem de entrar "nesse desconhecido" e alcançar o melhor.

 

AGORA MESMO

Nós nos convencemos que a vida ficará melhor algum dia, quando nos casarmos, quando tivermos um filho e, depois, outro. Então ficamos frustrados porque nossos filhos não têm idade suficiente e seria muito melhor se tivessem. Depois, nos frustramos porque temos filhos adolescentes e temos de lidar com eles. Certamente seremos mais felizes quando nossos filhos tiverem ultrapassado essa fase.

Dizemos que nossa vida só será completa quando nosso cônjuge conseguir o que busca, quando tivermos comprado um carro melhor, ou tivermos condições de fazer uma viajem longa, quando tivermos aposentado.

A verdade é que não há melhor época para ser feliz do que agora mesmo! Se não, quando? Sua vida será sempre cheia de desafios. Melhor admitir isto para você mesmo e decidir ser feliz de qualquer modo. Uma das minhas "frases" favoritas é a de Alfred D. Souza, quando diz: "Por muito tempo eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade. Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver – um trabalho não terminado, uma conta a ser paga. Aí, sim, a vida de verdade começaria. Por fim, cheguei a conclusão de que esses obstáculo eram a minha vida de verdade".

Essa perspectiva tem me a ver que não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho! Assim, aproveite todos os caminhos que você tem. E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar o seu tempo... e lembre-se que o tempo não espera ninguém.

Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade, até que você volte para a faculdade, até que você perca 5 quilos, até que você ganhe 5 quilos, até que você tenha filhos, até que seus filhos tenham saído de casa, até que você se case, até que você se divorcie, até sexta à noite, até segunda de manhã, até que você tenha comprado um carro ou uma casa novos, até que seu carro ou sua casa tenha sido pago, até o próximo verão, primavera, outono, inverno, até que você esteja aposentado, até que sua música toque, até que você tenha terminado seu drink, até que você esteja sóbrio de novo, até que você morra, até que você nasça de novo e decida que não há hora melhor para ser feliz do que AGORA MESMO.

Felicidade é uma viagem, não um destino. Por isso...

"Trabalhe como se você não precisasse de dinheiro, ame como se você nunca tivesse se machucado. E dance como se ninguém estivesse olhando!!!

 

AMIGOS

Um dia, quando eu era um calouro na escola, eu vi um garoto de minha sala caminhando para casa depois da aula. Seu nome era Kyle. Parecia que ele estava carregando todos os seus livros.
Eu pensei: "Por que alguém iria levar para casa todos os seus livros numa Sexta- Feira?
Ele deve mesmo ser um C.D.F". Eu já tinha meu final de semana planejado (festas e um jogo
de futebol com meus amigos Sábado de tarde), então eu dei de ombros e segui meu caminho.
Conforme eu ia caminhando, eu vi um grupo de garotos correndo na direção dele.
Eles o atropelaram, arrancando todos os seus livros de seus braços e o empurrando, de forma que ele
caiu no chão. Seus óculos voaram, e eu os vi aterrizarem na grama alguns metros de onde ele estava.
Ele ergueu o rosto e eu vi a terrível tristeza em seus olhos. Meu coração se penalizou por ele. Então eu corri até ele enquanto ele engatinhava, procurando por seus óculos, e pude ver uma lágrima em seu olho. Enquanto eu lhe entregava os óculos eu disse: "Aqueles caras são uns babacas. Eles realmente deviam arrumar uma vida própria". Ele olhou para mim e disse, "Ei, obrigado!".
Havia um grande sorriso em sua face. Era um daqueles sorrisos que realmente mostram gratidão. Eu o ajudei a apanhar seus livros, e perguntei onde ele morava. Por coincidência ele morava
perto da minha casa, então eu perguntei como nunca o havia visto antes.
Ele respondeu que antes ele freqüentava uma escola particular.
Nós conversamos por todo o caminho de volta para casa, e eu carreguei seus livros.
Ele se revelou um garoto bem legal. Eu perguntei se ele queria jogar futebol no Sábado comigo e meus amigos. Ele disse que sim. Nós ficamos juntos por todo o final de semana e quanto mais eu conhecia Kyle, mais eu gostava dele. E meus amigos pensavam da mesma forma.
Chegou a Segunda-Feira, e lá estava o Kyle com aquela quantidade imensa de livros outra vez.
Eu o parei e disse, "Diabos, rapaz, você vai ficar realmente musculoso carregando uma pilha de livros assim todos os dias!". Ele simplesmente riu e me entregou metade dos livros.
Pelos próximos quatro anos Kyle e eu nos tornamos melhores amigos. Quando estávamos nos formando começamos a pensar na Faculdade. Kyle decidiu ir para Georgetown, e eu ia para a Duke.
Eu sabia que seríamos sempre amigos, que a distância nunca seria um problema.
Ele seria médico, e eu ia tentar uma bolsa escolar no time de futebol. Kyle era o orador oficial de nossa turma. Eu o provocava o tempo todo sobre ele ser um C.D.F. Ele teve que preparar um discurso de formatura. Eu estava super contente em não ser eu quem deveria subir no palanque e discursar.
No dia da Formatura eu vi Kyle. Ele estava ótimo. Ele era um daqueles caras que realmente se encontraram durante a escola. Ele estava mais encorpado e realmente tinha uma boa aparência, mesmo usando óculos. Ele saía com mais garotas do que eu, e todas as meninas o adoravam!
Às vezes eu até ficava com inveja. Hoje era um daqueles dias. Eu podia ver o quanto ele estava nervoso sobre o discurso. Então eu dei um tapinha nas costas dele e disse: "Ei, garotão, você vai se sair bem!".
Ele olhou para mim com aquele olhar (aquele olhar de gratidão) e sorriu. "Valeu", ele disse.
Quando ele subiu no oratório, ele limpou a garganta e começou o discurso:
"A Formatura é uma época para agradecermos àqueles que ajudaram você durante estes anos duros.
Seus pais, seus professores, seus irmãos, talvez até um treinador...mas principalmente aos seus amigos.
Eu estou aqui para lhes dizer que ser um amigo para alguém é o melhor presente que você pode lhes dar.
Eu vou lhes contar uma história".
Eu olhei para o meu amigo sem conseguir acreditar enquanto ele contava a história sobre o primeiro dia em que nos conhecemos. Ele havia planejado se matar naquele final de semana. Ele contou à todos como ele havia esvaziado seu armário na escola, para que sua Mãe não tivesse que fazer isso depois que ele morresse, e estava levando todas as suas coisas para casa.
Ele olhou diretamente no meus olhos e me deu um pequeno sorriso.
"Felizmente eu fui salvo. Meu amigo me salvou de fazer algo inominável".
Eu observava o nó a garganta em todos na platéia enquanto aquele rapaz popular e bonito contava à todos sobre aquele seu momento de fraqueza. Eu vi sua mãe e seu pai olhando para mim e sorrindo com aquela mesma gratidão. Até aquele momento eu jamais havia me dado conta da profundidade
do sorriso que ele me deu naquele dia.
Nunca subestime o poder de suas ações. Com um pequeno gesto você pode mudar a vida de uma pessoa. Para melhor ou para pior. Deus nos coloca à todos nas vidas uns dos outros para que tenhamos um impacto um sobre o outro de alguma forma.

 

AMOR NA LATINHA DE LEITE

Texto Anônimo Enviado por
Minhas Amigas Harmonia & Katy


Existem momentos na vida em que alguém toca o seu coração sem perceber a profundidade daquela influência. Quando li este texto anônimo fui movido a AGIR com mais rapidez!!! Espero que você goste também!

"Um fato real...

Dois irmãozinhos maltrapilhos, provenientes da favela - um deles de cinco anos e o outro de dez, iam pedindo um pouco de comida pelas casas da rua que beira o morro. Estavam famintos: ' vai trabalhar e não amole', ouvia-se detrás da porta; 'aqui não há nada moleque...', dizia outro... As múltiplas tentativas frustradas entristeciam as crianças...

Por fim, uma senhora muito atenta disse-lhes: 'Vou ver se tenho alguma coisa para vocês... coitadinhos!' E voltou com uma latinha de leite.

Que festa! Ambos se sentaram na calçada. O menorzinho disse para o de dez anos: 'você é mais velho, tome primeiro...e olhava para ele com seus dentes brancos, a boca semi-aberta, mexendo a ponta da língua'. Eu, como um tolo, contemplava a cena... Se vocês vissem o mais velho olhando de lado para o pequenino...! Levava a lata à boca e, fazendo gesto de beber, apertava fortemente os lábios para que por eles não penetrasse uma só gota de leite. Depois, estendendo a lata, diz ao irmão: 'Agora é sua vez. Só um pouco.'

E o irmãozinho, dando um grande gole exclamava: 'como está gostoso!'

'Agora eu', dizia o mais velho. E levando a latinha, já meio vazia, à boca, não bebia nada. 'Agora você', 'Agora eu', 'Agora você', 'Agora eu'... E, depois de três, quatro, cinco ou seis goles, o menorzinho, de cabelo encaracolado, barrigudinho, com a camisa de fora, esgotava o leite todo... ele sozinho.

Esse 'agora você', 'agora eu' encheram-me os olhos de lágrimas...

E então, aconteceu algo que me pareceu extraordinário. O mais velho começou a cantar, a sambar, a jogar futebol com a lata de leite. Estava radiante, o estômago vazio, mas o coração trasbordante de alegria... Pulava com a naturalidade de quem não fez nada de extraordinário, ou melhor, com a naturalidade de quem estava habituado a fazer coisas extraordinárias sem dar-lhes maior importância.

Daquele moleque nós podemos aprender a grande lição, 'quem dá é mais feliz do que quem recebe.' É assim que nós temos de amar. Sacrificando-nos com tal naturalidade, com tal elegância, com tal discrição, que os outros nem sequer possam agradecer-nos o serviço que nós lhe prestamos."

Você já encontrou meninos como estes acima? Como você reagiu? Na próxima vez que encontrar uma criança carente pergunte-lhe o seu nome e ofereça algo mais do que uma lata de leite - ofereça um pouco da sua atenção!

Como você poderia hoje encontrar um pouco desta "felicidade" fazendo a vida de alguém melhor, mais "gostosa de ser vivida"? Vamos lá, levante-se e faça o que for necessário!

 

ANJINHO DE UMA ASA SÓ

Lá estava eu com minha família, de férias, num acampamento isolado,com carro enguiçado. Isso aconteceu há 10 anos, mas lembro-me disso como se fosse ontem.

Tentei dar partida no carro... nada. Caminhei para fora do acampamento;felizmente meus palavrões foram abafados pelo barulho do riacho que passava por ali. Minha mulher e eu concluímos que éramos vítimas de uma bateria descarregada. Sem alternativa, decidi voltar a pé até a vila mais próxima, a alguns quilômetros de distância.

Duas horas e um tornozelo torcido, cheguei finalmente a um posto de gasolina. Ao me aproximar do posto, dei-me conta de que era domingo de manhã. O lugar estava fechado, mas havia um telefone público e uma lista telefônica caindo aos pedaços.Telefonei para a única companhia de auto-socorro localizada na cidade vizinha, a cerca de 30 km de distância.

Zé atendeu o telefone e me ouviu enquanto eu explicava meus apuros.

-Não tem problema- ele disse, quando dei minha localização.- Normalmente estou fechado aos domingos, mas posso chegar aí em mais ou menos meia hora.

Fiquei aliviado que estivesse vindo, mas ao mesmo tempo consciente das implicações financeiras que essa oferta de ajuda significaria.

Ele chegou no seu reluzente caminhão-guincho e nos dirigimos para a área de acampamento. Quando saí do caminhão,me virei e observei com espanto o Zé descer com aparelhos na perna e a ajuda de muletas. Ele era paraplégico!!!

Enquanto ele se movimentava, comecei novamente minha ginástica mental em calcular o preço de sua boa vontade.

-É só a bateria descarregada; uma pequena carga elétrica e vocês poderão ir embora.

O Zé reativou a bateria e enquanto ela carregava, distraiu meu filho pequeno com truques de mágica. Ele até mesmo tirou uma moeda da orelha e deu pra meu filho.

Enquanto ele colocava os cabos de volta no caminhão, perguntei quanto lhe devia.

-Oh! Nada- respondeu, para minha surpresa.

-Tenho que lhe pagar alguma coisa?

-Não- ele reiterou.-Há muitos anos atrás, alguém me ajudou a sair de uma situação pior do que esta, quando perdi minhas pernas, e o sujeito me disse apenas para "passar isso adiante". Portanto, você não me deve nada. Apenas lembre-se: quando tiver uma chance, "passe isso adiante".

Acredito que "somos anjos de uma asa só, precisamos nos abraçar para alçar vôo". Precisamos uns dos outros. Sempre que puder, ajude alguém e verá o bem que estará fazendo a você mesmo.

Vamos juntar nossas asas?

 

 APROVEITA CADA MOMENTO     

Um amigo meu abriu a gaveta da cômoda da sua esposa e pegou num pequeno pacote embrulhado com papel de seda:

"Isto - disse - não é um simples pacote."

Tirou o papel que o envolvia e observou a bonita seda e a caixa."Ela comprou isto na primeira vez que fomos a Nova York, há uns 8 ou 9 anos. Nunca o usou. Estava a guardar para uma ocasião especial.
Bem, creio que esta é a ocasião. Aproximou-se da cama e colocou a prenda junto com as outras roupas que ia levar para a funerária, a esposa tinha acabado de morrer. Virando-se para mim, disse:
"Não guardes nada para uma ocasião especial.Cada dia que se vive é uma ocasião especial".
Ainda estou a pensar que estas palavras já mudaram a minha vida

Agora estou a ler mais e a limpar menos.

Sento-me no  terraço e admiro a vista sem me preocupar com as pragas.

Passo mais tempo com a minha família e menos tempo no trabalho.
Compreendi que a vida deve ser uma fonte de experiências a desfrutar, não para sobreviver. Já não guardo nada. Uso os copos de cristal todos os dias. Se me der vontade ponho uma roupa nova para ir ao supermercado.

Já não guardo meu melhor perfume para ocasiões especiais, uso-o quando tenho vontade. As frases "algum dia..." e "qualquer dia..." estão a desaparecer do meu vocabulário. Se vale a pena ver, escutar ou fazer, quero ver, escutar ou fazer agora. Não sei o que teria feito a esposa do meu amigo se soubesse que não estaria aqui na próxima manhã, coisa que todos nós ignoramos. Creio que teria chamado seus familiares e amigos mais próximos.
Talvez chamasse alguns amigos antigos para desculpar-se e fazer as pazes por possíveis desgostos do passado. Gosto de pensar que teria ido comer comida chinesa, sua favorita. São estas pequenas coisas deixadas por fazer que me fariam desgostoso se eu soubesse que minhas horas estão limitadas.

Desgostoso, porque deixaria de ver amigos com quem iria encontrar cartas... cartas que pensava escrever "qualquer dia destes".
Desgostoso e triste, porque não disse a meus irmãos e aos meus filhos, com suficiente freqüência, que os amo.
Agora, trato de não atrasar, adiar ou guardar nada que traria risos e alegria para nossas vidas.
E, a cada manhã, digo a mim mesmo que este pode ser um dia especial.
Cada dia, cada hora, cada minuto, é especial.
Se recebeste isto, é porque alguém gosta de ti e porque, provavelmente, há pessoas de quem tu gostas.
Se estás muito ocupado para gastar uns minutos para enviar isto para outras pessoas e se dizes a ti mesmo que o enviarás "um dia destes", pensa que este "um dia" está muito distante... ou pode não chegar nunca...

 

As Olimpíadas

Há alguns anos atrás, nas Olimpíadas Especiais de Seattle, nove dos participantes, todos com deficiência mental ou física, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos. Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Todos, com exceção de um garoto, que tropeçou no asfalto, caiu rolando e começou a chorar. Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás.

Então eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas, com Síndrome de Down, ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse: "Pronto, agora vai sarar".

E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada.

O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos. E as pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo essa história até hoje.

Por que?

Porque, lá no fundo, nós sabemos que o que importa nesta vida é mais do que ganhar sozinho. O que importa nesta vida é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso.

 

As Pedras Grandes e o Vaso

Texto anônimo enviado por Luciana Creminha

Um professor de ciências de um colégio queria demonstrar um conceito aos seus alunos. Ele pegou um vaso de boca larga e colocou algumas pedras dentro. Então perguntou a classe:

Está cheio?

Unanimemente responderam:

Sim!

O professor então pegou um balde de pedregulhos e virou dentro do vaso. Os pequenos pedregulhos se alojaram nos espaços entre as rochas grandes. Então perguntou aos alunos: E agora, está cheio? Desta vez alguns estavam hesitantes, mas a maioria respondeu: Sim!

O professor então levantou uma lata de areia e começou a derramar areia dentro do vaso. A areia então preencheu os espaços entre os pedregulhos. Pela terceira vez o professor perguntou: Então, está cheio?

Agora a maioria dos alunos estava receosa, mas novamente muitos responderam: Sim!

O professor então mandou buscar um jarro de água e jogou-a dentro do vaso. A água saturou a areia. Neste ponto, o professor perguntou para a classe:

Qual o objetivo desta demonstração?

Um jovem e brilhante aluno levantou a mão e respondeu:

Não importa quanto a 'agenda' da vida de alguém esteja cheia, ele sempre conseguira 'espremer' dentro mais coisas!

Não, respondeu o professor, o ponto é o seguinte: A menos que você coloque as pedras grandes em primeiro lugar dentro do vaso, nunca mais as conseguira colocar lá dentro. As pedras grandes são as coisas importantes de sua vida: seu relacionamento com Deus, sua família, seus amigos, seu crescimento pessoal e profissional. Se você preencher sua vida somente com coisas pequenas, como demonstrei com os pedregulhos, com a areia e a água, as coisas realmente importantes nunca terão tempo, nem espaço em suas vidas.

 

AS QUATROS VELAS

Quatro velas estavam queimando calmamente. O ambiente estava tão silencioso que se podia ouvir o diálogo que travavam.

A primeira disse:

- Eu sou a PAZ! Apesar de minha luz as pessoas não conseguem manter-me, acho que vou apagar. E diminuindo devagarinho, apagou totalmente.

A segunda disse:

- Eu me chamo ! Infezlimente sou muito perpéflua. As pessoas não querem saber de Deus. Não faz sentido continuar queimando. Ao terminar sua fala, um vento levemente bateu sobre ela, e esta se apagou.

Baixinho e triste a terceira vela se manifestou:

- Eu sou o AMOR! Não tenho mais forças para queimar. As pessoas me deixam de lado, só conseguem se enxergar, esquecem-se até daqueles à sua volta que os amam. E sem esperar apagou-se.

De repente... Entrou uma criança e viu as três velas apagadas.

- Que é isto? Vocês deviam queimar e ficar acesas até o fim. Dizendo isso começou a chorar.

Então a quarta vela falou:

- Não tenhas medo criança, enquanto eu queimar podemos acender as outras velas, eu sou a ESPERANÇA!

A criança, com os olhos brilhantes, pegou a vela restante e acendeu todas as outras.

QUE A VELA DA ESPERANÇA NUNCA SE APAGUE DENTRO DE NÓS

 

AS TRÊS PENEIRAS

Olavo foi transferido de departamento.

Logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta:

-Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele...

Nem chegou a terminar a frase, Juliano, o chefe, aparteou:

-Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?

-Peneiras? Que peneiras, chefe?

-A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?

-Não, não tenho. Como posso saber? Foi o que me contaram. Mas eu acho que...

E, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe:

-Então sua história já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?

-Claro que não! Deus me livre, chefe! Diz Olavo, assustado.

-Então,-continua o chefe-sua história vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo a diante?

- Não chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que eu iria contar, fala Olavo, surpreso.

-Pois é Olavo. Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? Diz o chefe sorrindo e continua:

-Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo das três peneiras: Verdade-Bondade-Necessidade, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque:

"Pessoas inteligentes falam sobre idéias, pessoas comuns falam sobre coisas e pessoas medíocres falam sobre pessoas.

ATITUDE

Jerry era o tipo do cara que você gostaria de conhecer. Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer. Quando lhe perguntavam como ele estava, ele respondia:
"Se eu estivesse melhor teria que ser gêmeo".
Ele era um gerente único, pois seus garçons o seguiam de restaurante em restaurante, apenas pela sua atitude. Ele era um motivador nato. Se um empregado estava tendo um dia ruim, Jerry estava já lhe dizendo como ver o lado positivo da situação.
Fiquei tão curioso com seu estilo, que um dia fui até ele e perguntei:
"Você não pode ser uma pessoa positiva todo o tempo. Como você faz isso? " Ele me respondeu:
"A cada manhã ao acordar eu digo para mim mesmo, Jerry você tem duas escolhas hoje. Você pode escolher ficar de bom humor ou pode escolher ficar de mau humor. Eu escolho ficar de bom humor. Cada vez que algo ruim acontece, eu posso escolher bancar a vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido. Eu escolho aprender algo. Toda vez que alguém vem reclamar, eu posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida. Eu escolho o lado positivo da vida.
Certo, mas não é fácil, argumentei. "É fácil". Disse-me Jerry. A vida é feita de escolhas. Quando você examina a fundo toda situação é uma escolha. Você pode escolher como reagir. Você escolhe como as pessoas afetarão seu humor. É sua escolha como viver sua vida. Eu pensei sobre o que Jerry disse. Abri meu próprio restaurante. Com o tempo perdi o contato com Jerry, mas sempre lembrava dele quando fazia uma escolha.
Anos mais tarde soube que Jerry fez algo que nunca se deve fazer em um restaurante. Ele deixou a porta de serviço aberta uma manhã e foi rendido por assaltantes. Enquanto ele tentava abrir o cofre, sua mão tremendo pelo nervosismo, desfez a combinação do segredo do cofre. Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele. Por sorte Jerry foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital. Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo ele teve alta com fragmentos de bala alojados em seu corpo.
Eu encontrei Jerry seis meses após o acidente. Lhe perguntei como estava, ele respondeu:
"Se estivesse melhor teria que ser gêmeo. Quer ver minhas cicatrizes?"
Perguntei o que havia passado na sua mente na questão do assalto.
"A primeira coisa que pensei foi que deveria ter trancado a porta. Então, deitado no chão, lembrei que poderia escolher viver ou morrer. Escolhi viver".
-- "Você não estava com medo"tt; perguntei.
"Os paramédicos foram ótimos. Eles me diziam que tudo ia dar certo e que eu iria ficar bem. Mas quando entrei na sala de emergência e via a expressão em seus olhos, fiquei apavorado. Em seus olhos eu lia: --"Esse aí já era" Eu sabia que tinha que fazer algo".
-- "O que você fez?" perguntttei.
"Bem, havia uma enfermeira que me fazia muitas perguntas. Ela me perguntou se eu era alérgico a alguma coisa. Eu respondi "sim". Todos pararam para ouvir minha resposta... Tomei fôlego e gritei "Sou alérgico a balas!" Entre suas risadas eu lhes digo "Estou escolhendo viver, operem-me como um ser vivo, não morto." Jerry sobreviveu graças a perícia dos médicos, mas também graças a sua atitude. Aprendi com ele que todo dia temos a opção de viver plenamente. Afinal de contas, atitude é tudo!

 

BARULHO DA CARROÇA

Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer.
Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você essstá ouvindo mais alguma coisa
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça...
- Isso mesmo, disse meu pai. É uma carrrroça vazia...
Perguntei ao meu pai:
- Como pode saber que a carroça está vvvazia, se ainda não a vimos
- Ora, respondeu meu pai. É muito fáciiil saber que uma carroça está vazia, por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz.
Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, inoportuna, interrompendo a conversa de todo mundo, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo...
Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho.

 

CADA UM DÁ O QUE PENSA

Cada um dá o que pensa.

Cada um cede o que tem.

Cada um encontra o que procura.

Cada um recolhe o que semeia.

Cada um aprende o que estuda.

Cada um dispõe do que entesoura.

Cada um permanece onde se coloca.

Cada um realiza o que imagina.

Cada um mentaliza o que sente.

Cada um faz o que deseja.

Cada um recebe conforme pede.

Cada um se mostra finalmente por fora como age por dentro.

Cada espírito é um mundo por si.

Cada coração é continente diverso da vida infinita.

Cada propósito é uma força.

Cada anseio é uma oração.

Cada atitude é uma causa.

Cada resolução é um movimento.

Cada existência é um livro original.

Cada gesto é uma semente que produz sempre, segundo a natureza que lhe

é própria.

Guardemos, assim, a nossa bússola imantada em Jesus, na grande viagem da evolução, de vez que, de acordo com a Sabedoria Divina, "cada qual receberá do universo, do mundo e das criaturas, de conformidade com as próprias obras".

( André Luiz )

Cada Um, Seguindo Sua Natureza

Marie Marakami divulgado na lista Pak&Cia

Monge e discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido à dor, o bom homem deixou-o cair novamente no rio. Foi então à margem, tomou um um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou. Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada. Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados:

- Mestre, deve estar doendo muito! Porrr que foi salvar ese bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão! O monge ouviu tranqüilamente os comentários e respondeu: - Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha."

Esta parábola nos faz refletir a forma de melhor compreender e aceitar as pessoas com quem relacionamos. Não podemos e nem temos o direito de mudar o outro, mas podemos melhorar nossas próprias reações e atitudes, sabendo que cada um dá o que tem e o que pode. Devemos fazer a nossa parte com muito amor e respeito ao próximo. Cada qual conforme sua NATUREZA.

 

CALMA

Se você está no ponto de estourar mentalmente, silencie alguns instantes para pensar.

Se o motivo é moléstia no próprio corpo, a intranqüilidade traz o pior.

Se a razão é enfermidade em pessoa querida, o seu desajuste é fator agravante.

Se você sofreu prejuízos materiais, a reclamação é bomba atrasada, lançando caso novo.

Se perdeu alguma afeição, a queixa tornará você uma pessoa menos simpática junto de seus amigos.

Se deixou alguma oportunidade valiosa para trás, a in quietação é desperdício de tempo.

Se contrariedades aparecem, o ato de esbravejar afastará de você o concurso espontâneo.

Se você praticou um erro, o desespero é porta aberta a faltas maiores.

Se você não atingiu o que desejava, a impaciência fará mais larga a distância entre você e o objetivo a alcançar.

Seja qual for a dificuldade, conserve a calma, trabalhando, porque, em todo problema, a serenidade é o teto da alma, pedindo o serviço por solução.

( André Luiz )

 

COISA QUE APRENDI

Aprendi que não importa quanto eu me importe, algumas pessoas simplesmente não se importam.

Aprendi que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai te ferir de vez em quando e você precisa perdoá-la por isto.

Aprendi que falar pode aliviar dores emocionais.

Aprendi que levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la.

Aprendi que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.

Aprendi que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pela vida inteira.

Aprendi que se não fizermos coisas em um instante, podemos nos arrepender de não fazê-la.

Aprendi que o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.

Aprendi que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.

Aprendi que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam.

Aprendi que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa.

Aprendi que devemos deixar sempre as pessoas que amamos com palavras amorosas. Pode ser a última vez que a vemos.

Aprendi que as circunstâncias e o ambiente têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.

Aprendi que não devemos nos comparar com os outros, mas com o melhor que podemos fazer.

Aprendi que não importa até onde já cheguei, mas para onde estou indo.

Aprendi que não importa quão delicado e frágil seja algo, sempre existem dois lados.

Aprendi que leva muito tempo para eu me tornar a pessoa que quero ser.

Aprendi que se pode ir mais longe depois de pensar que não pode mais.

Aprendi que ou você controla seus atos ou eles o controlarão.

Aprendi que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.

Aprendi que paciência requer muita prática.

Aprendi que existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar isso.

Aprendi a demonstrar o amor.

Aprendi que meu melhor amigo e eu podemos fazer qualquer coisa, ou nada, e termos bons momentos juntos.

Aprendi que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai, é uma das poucas que lhe ajudam a levantar-se.

Aprendi que há mais dos meus pais em mim do que eu supunha.

Aprendi que quando estou com raiva, tenho direito de estar com raiva. Mas isto não me dá o direito de ser cruel.

Aprendi que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ela ame, não significa que ela não o ame com tudo que pode.

Aprendi que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiências que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou.

Aprendi que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens ou fora de cogitação. Poucas coisas são mais humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprendi que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém. Algumas vezes você tem que aprender a perdoar a si mesmo.

Aprendi que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára pra que você o conserte.

 

Bendito sejam meus concorrentes..

Que me fazem levantar mais cedo e render mais o dia.

Que me fazem avivar a inteligência para melhorar meus serviços.

Que me impõe a atividade , pois, se não existissem, eu seria lânguido, incompetente e retrógrado.

Que não dizem minhas virtudes, mas gritam meus defeitos e assim posso corrigir-me.

Que me fazem ver cada cliente um homem a quem devo servir e não explorar, o que faz de cada um meu amigo.

Que me fazem tratar humanamente meus vendedores e funcionários para que se sintam parte da minha empresa e assim trabalhem com mais entusiasmo.

Que, às vezes, me imitam me dando a certeza que estou no caminho certo.

Que, às vezes, me surpreendem com boas idéias, o que me faz lembrar que minha criatividade tem que evoluir a cada dia para eu não ser ultrapassado.

Que, por sua concorrência, me convertem em um fator de progresso e prosperidade para meu país.

Salve meus concorrentes!!!

 

 

Contestações de um Sábio

Texto enviado por Mônica

"Um sofista se acercou de um dos sábios da Grécia Antiga e intentou confundí-lo com as perguntas mais difíceis. Porém o Sábio de Mileto, esteve à altura da prova porque respondeu a todas as perguntas sem a menor vacilação e assim mesmo com a maior exatidão..

1) Qual é a coisa mais antiga ?
Deus, porque sempre tem existido..

2) Qual é a coisa mais formosa ?
O Universo, porque é obra de Deus..

3) Qual é a maior de todas as coisas ?
O Espaço, porque contém todo o Criado..

4) Qual é a coisa mais constante ?
A esperança, porque permanece no homem depois que haja perdido todo o demais..

5) Qual é a melhor de todas as coisas ?
A Virtude, porque sem ela não existe nada de bom...

6) Qual é a mais rápida de todas as coisas ?
O Pensamento, porque em menos de um minuto pode voar até o final do Universo..

7) Qual é a mais forte de todas as coisas ?
A Necessidade, porque faz com que o homem enfrente todos os perigos da vida...

8) Qual é a mais fácil de todas as coisas ?
Dar Conselhos..

Porém quando chegou à nona pergunta nosso Sábio disse um paradoxo. Deu uma resposta que, estou seguro, não foi jamais entendida pelo mundano interlocutor, e que, para a maioria das pessoas terá um sentido superficial. A pergunta foi esta:

9) Qual é a mais difícil de todas as coisas ?
Conhecer-se a si mesmo..

 

 

CURIOSIDADES

"Não criarás a prosperidade se desestimulares a poupança.

Não fortalecerás os fracos se enfraqueceres os fortes.

Não ajudarás o assalariado se arruinares aqueles que o pagam.

Não estimularás a fraternidade humana se alimentares o ódio de classes.

Não ajudarás os pobres se eliminares os ricos.

Não poderás criar estabilidade permanente baseada em dinheiro em-

prestado.

Não evitarás dificuldades se gastares mais do que ganha.

Não fortalecerás a dignidade e o ânimo se subtraíres ao homem a ini-

ciativa e a liberdade.

Não poderás ajudar os homens de maneira permanente se fizeres por

eles aquilo que eles podem e devem fazer por si próprios.

( Abraham Lincoln )

 

CURSO ESPECIAL PARA HOMENS

Devido à complexidade e dificuldade de assimilação dos temas, os cursos terão um máximo de 8 participantes. As inscrições estarão abertas durante a próxima semana.

1º Dia: TEMA 1

Como se encher formas de gelo (passo a passo, com apresentação de slides)

2º Dia: TEMA 2

O rolo de papel higiênico : será que nasce no porta-rolo? (Mesa redonda)

3º Dia: TEMA 3

É possível urinar levantando a tampa e sem respingar no vaso? (Práticas em grupo)

4º Dia: TEMA 4

Diferenças fundamentais entre o cesto de roupa suja e o chão.(Desenhos e gráficos esclarecedores)

5º Dia: TEMA 5

A louça do almoço: levita sozinha até a pia?(Exemplos em vídeo)

6º Dia: TEMA 6

Perde-se a identidade se não tiver na mão o comando da tv?

7º Dia: TEMA 7

Fazer a mala: incompetência nata ou incapacidade mental progressiva? (Iniciação lúdica)

8º Dia: TEMA 8

Como aprender a encontrar coisas, começando por procurar no lugar certo em vez de remexer a casa toda aos gritos. (Passo a passo)

9º Dia: TEMA 9

Oferecer flores à namorada não é prejudicial à saúde (Gráficos e montagem audiovisual)

10º Dia: TEMA 10

Os verdadeiros homens também pedem orientações à estranhos, quando se perdem. (Depoimentos verídicos de comprovados machos e conferência)

11º Dia: TEMA 11

O homem no lugar do co-piloto: é geneticamente possível não dar palpites durante as manobras de estacionamento?

12º Dia: TEMA 12

Aprendendo a viver: diferenças básicas entre mãe e esposa (aula virtual com prática presencial)

13º Dia: TEMA 13

Como ser acompanhante em shoppings, sem protestar (exercícios de relaxamento e autocontrole)

16º Dia: TEMA 14

Como lutar contra a atrofia cerebral: recordar aniversários, outras datas importantes e telefonar quando se atrasa.

15º dia

Encerramento do curso e entrega de certificados aos sobreviventes

 

Desejo...

Desejo primeiro, que você ame,
e que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer
e esquecendo não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
mas se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que tenha amigos,
que mesmo maus e inconseqüentes,
sejam corajosos e fiéis,
e que em pelo menos num deles
você possa confiar sem duvidar.
E porque a vida é assim,
desejo ainda que você tenha inimigos;
Nem muitos, nem poucos,
mas na medida exata para que, algumas vezes,
você se interpele a respeito
de suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,
para que você não se sinta demasiado seguro.

Desejo depois que você seja útil,
mas não insubstituível.
E que nos maus momentos,
quando não restar mais nada,
essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

Desejo ainda que você seja tolerante;
não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
mas com os que erram muito e irremediavelmente,
e que fazendo bom uso dessa tolerância,
você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você sendo jovem
não amadureça depressa demais,
e que sendo maduro, não insista em rejuvenescer
e que sendo velho não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e
é preciso deixar que eles escorram por entre nós.

Desejo por sinal que você seja triste;
não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra
que o riso diário é bom;
o riso habitual é insosso e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra,
com o máximo de urgência,
acima e a despeito de tudo, que existem oprimidos,
injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.

Desejo ainda que você afague um gato,
alimente um cuco e ouça o joão-de-barro
erguer triunfante o seu canto matinal;
porque assim, você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente,
por mais minúscula que seja,
e acompanhe o seu crescimento,
para que você saiba de quantas
muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo outrossim, que você tenha dinheiro,
porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano
coloque um pouco dele
na sua frente e diga "Isso é meu",
só para que fique bem claro quem é o dono de quem.

Desejo também que nenhum dos seus afetos morra,
por ele e por você,
mas que se morrer, você possa chorar
sem se lamentar e sofrer sem se culpar.

Desejo por fim que você sendo um homem,
tenha uma boa mulher,
e que sendo uma mulher,
tenha um bom homem
e que se amem hoje, amanhã e no dia seguinte,
e quando estiverem exaustos e sorridentes,
ainda haja amor para recomeçar.
E se tudo isso acontecer,
não tenho nada mais a te desejar.

                                                                                             
  (Victor Hugo)

 

DEUS AINDA FALA COM AS PESSOAS

Um jovem espiritualista foi para o estudo da Bíblia na residência de um casal amigo.
Era noite de quinta-feira.
O casal dividiu o estudo entre ouvir a Deus e obedecer a palavra do Senhor.
O jovem não pode deixar de querer saber se "Deus ainda fala com as pessoas?".

Após o estudo, ele saiu para um café com os amigos que estavam na reunião familiar e eles discutiram mais um pouco sobre a mensagem da noite.
De formas diversas eles falaram como Deus tinha conduzido suas vidas de maneiras diferentes.

Era aproximadamente 22 horas quando o jovem se despediu dos amigos e começou a dirigir-se
para casa.
Sentado no seu carro, ele começou a pedir:

"Deus! Se ainda falas com as pessoas, fale comigo. Eu irei ouvi-lo. Farei tudo para obedecê-lo".

Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho, como se uma voz falasse dentro de sua cabeça: "Pare e compre um galão de leite".

Ele balançou a cabeça e falou alto: "Deus, é o Senhor?".
Ele não obteve resposta e continuou
dirigindo-se para casa.
Porém, novamente, surgiu o pensamento:
"Compre um galão de leite".

O jovem pensou em Samuel e como ele não reconheceu a voz de Deus, e como Samuel
correu para Ele.
"Muito bem, Deus! No caso de ser o Senhor, eu comprarei o leite".
Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil.

Ele poderia também usar o leite.
O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa.

Quando ele passava pela sétima rua, novamente ele sentiu um pedido "Vire naquela rua".
Isso é loucura, pensou e, passou direto
pelo retorno.

Novamente ele sentiu que deveria ter virado
na sétima rua.
No retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se
pela sétima rua.
Meio brincalhão, ele falou alto:

"Muito bem, Deus. Eu farei".
Ele passou por algumas quadras quando de repente sentiu que devia parar.
Ele brecou e olhou em volta.
Era uma área mista de comércio e residência.
Não era a melhor área, mas também não era a pior da vizinhança.

Os estabelecimentos estavam fechados e a maioria das casas estavam escuras, como se as pessoas já tivessem ido dormir, exceto uma do outro lado que estava acesa.

Novamente, ele sentiu algo, "Vá e dê o leite para as pessoas que estão naquela casa do outro
lado da rua".
O jovem olhou a casa.
Ele começou a abrir a porta, mas voltou a sentar-se. "Senhor, isso é loucura.
Como posso ir para uma casa estranha no meio da noite?".

Finalmente, ele abriu a porta, "Muito bem, Deus, se é o Senhor, eu irei e entregarei o leite
àquelas pessoas.
Se o Senhor quer que eu pareça uma pessoa louca, muito bem.
Eu quero ser obediente.
Acho que isso vai contar para alguma coisa, contudo, se eles não responderem imediatamente,
eu vou embora daqui".

Ele atravessou a rua e tocou a campainha.
Ele pôde ouvir uma barulho vindo de dentro, parecido com o choro de uma criança.
A voz de um homem sou alto: "Quem está aí? O que você quer?".
A porta abriu-se antes que o jovem pudesse fugir.
Em pé, estava um homem vestido de jeans e camiseta.

Ele tinha um olhar estranho e não parecia feliz em ver um desconhecido em pé na sua soleira.
"O que é? ".
O jovem entregou-lhe o galão de leite.
"Comprei isto para vocês".
O homem pegou o leite e correu para dentro
falando alto.
Depois, uma mulher passou pelo corredor carregando o leite e foi para a cozinha.
O homem seguia-a segurando no braços uma criança que chorava.
Lágrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio soluçando:

 "Nós oramos. Tínhamos muitos contas para pagar este mês e o nosso dinheiro havia acabado.
Não tínhamos mais leite para o nosso bebê.

Apenas rezei e pedi a Deus que me mostrasse uma maneira de conseguir leite".

Sua esposa gritou lá da cozinha:

"Pedi a Deus para mandar um anjo com um pouco... Você é um anjo?

O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia nela e colocou-o nas mãos do homem.

Ele voltou-se e foi para o carro, enquanto as lágrimas corriam pela sua face.
Ele experimentou que Deus ainda responde aos pedidos justos e verdadeiros.

 

DEUS DIZ TUDO AQUILO QUE T...

"Após um naufrágio, o único sobrevivente agradeceu a Deus por estar vivo e ter conseguido se agarrar a parte dos destroços para poder ficar boiando.
Este único sobrevivente foi parar em uma pequena ilha desabitada e fora de qualquer rota de navegação, e ele agradeceu novamente.
Com muita dificuldade e restos dos destroços, ele conseguiu montar um pequeno abrigo para que pudesse se proteger do sol, da chuva e de animais e para guardar seus poucos pertences, e como sempre, agradeceu.
Nos dias seguintes a cada alimento que conseguia caçar ou colher, ele agradecia. No entanto um dia quando voltava da busca por alimentos, ele encontrou o seu abrigo em chamas, envolto em altas nuvens de fumaça. Terrivelmente desesperado ele se revoltou, gritava chorando:
"O pior aconteceu! Perdi tudo! Deus, por que fizeste isso comigo?"
Chorou tanto, que adormeceu, profundamente cansado.
No dia seguinte bem cedo, foi despertado pelo som de um navio que se aproximava.
-"Viemos resgatá-lo", disserrram.
-"Como souberam que eu estava aquuui?", perguntou ele.
-"Nos vimos o seu sinal de fumaçaa! "
É comum sentirmo-nos desencorajados e até desesperados quando as coisas vão mal.
Mas Deus age em nosso benefício, mesmo nos momentos de dor e sofrimento.
Lembrem-se: se algum dia o seu único abrigo estiver em chamas, esse pode ser o sinal de fumaça que fará chegar até você a Graça Divina.
Para cada pensamento negativo nosso, Deus tem uma resposta positiva:
Você diz: "Isso e impossível."
Deus diz: "Tudo e possível." (Lucas 18:27).
Você diz: "Eu já estou cansado."
Deus diz: "Eu te darei o repouso." (Mateus 11:28-30)
Você diz: "Ninguém me ama de verdade."
Deus diz: "Eu te amo." (João 3:16 & João 13:34
Você diz: "Não tenho condições."
Deus diz: "Minha graça é suficiente." (II Coríntios 12:9)
Você diz: "Não vejo saída."
Deus diz: "Eu guiarei teus passos." (Provérbios 3:5-6)
Você diz: "Eu não posso fazer."
Deus diz: "Você pode fazer tudo." (Filipenses 4:13)
Você diz: "Dói."
Deus diz: "Eu te livrarei da angustia." (Salmos 90:15)
Você diz: "Não vale a pena."
Deus diz: "Tudo vale a pena." (Romanos 8:28)
Você diz: "Eu não mereço perdão."
Deus diz: "Eu te perdoo." (I Epistola de São João1:9 & Romanos 8:1)
Você diz: "Não vou conseguir."
Deus diz: "Eu suprirei todas as suas necessidades." (Filipenses 4:19)
Você diz: "Estou com medo."
Deus diz: "Eu não te dei um espirito de medo." II Timóteo 1:7)
Você diz: "Estou sempre frustrado e preocupado."
Deus diz: "Confiai-me todas as suas preocupações." (I Pedro 5:7)
Você diz: "Eu não tenho talento suficiente."
Deus diz: "Eu te dou sabedoria." (I Coríntios 1:30)
Você diz: "Não tenho fé."
Deus diz: "Eu dei a cada um uma medida de fé." (Romanos 12:3)
Você diz: "Eu me sinto só e desamparado."
Deus diz: "Eu nunca te deixarei nem desampararei." (Hebreus 13:5)
Tenha Fé!

DEUS NUNCA ERRA

Há muito tempo, num Reino distante, havia um Rei que não acreditava na bondade de Deus. Tinha, porém, um súdito que sempre lhe lembrava dessa verdade. Em todas situações dizia:

"- Meu Rei, não desanime, porque Tudo que Deus faz é Perfeito. Ele Nunca erra!"

Um dia, o Rei saiu para caçar juntamente com seu súdito, e uma fera da floresta atacou o Rei. O súdito conseguiu matar o animal, porém não evitou que sua Majestade perdesse o dedo mínimo da mão direita.

O Rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem mostrar agradecimento por ter sua vida salva pelos esforços de seu servo, perguntou a este:

"- E agora, o que você me diz? Deus é bom? Se Deus fosse bom eu não teria sido atacado, e não teria perdido o meu dedo."

O servo respondeu:

"- Meu Rei, apesar de todas essas coisas, somente posso dizer-lhe que Deus é bom, e que mesmo isso, perder um dedo, é para seu bem! Tudo que Deus faz é Perfeito. Ele Nunca erra !!!"

O Rei, indignado com a resposta do súdito, mandou que fosse preso na cela mais escura e mais fétida do calabouço.

Após algum tempo, o Rei saiu novamente para caçar e aconteceu dele ser atacado, desta vez por uma tribo de índios que vivia na selva. Estes índios eram temidos por todos, pois sabia-se que faziam sacrifícios humanos para seus deuses.

Mal prenderam o Rei, passaram a preparar, cheios de júbilo, o ritual do sacrifício. Quando já estava tudo pronto, e o Rei já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vitima, observou furioso:

"- Este homem não pode ser sacrificado, pois é defeituoso! Falta-lhe um dedo!"

E o Rei foi libertado. Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, libertou seu súdito e pediu que viesse em sua presença. Ao ver o servo, abraçou-o afetuosamente dizendo-lhe:

"- Meu Caro, Deus foi realmente bom comigo! Você já deve estar sabendo que escapei da morte justamente porque não tinha um dos dedos. Mas ainda tenho em meu coração uma grande duvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que você fosse preso da maneira como foi? Logo você, que tanto o defendeu!?"

O servo sorriu e disse:

"- Meu Rei, se eu estivesse junto contigo nessa caçada, certamente seria sacrificado em teu lugar, pois não me falta dedo algum! Portanto, lembre-se sempre: TUDO O QUE DEUS FAZ É PERFEITO. ELE NUNCA ERRA!"

 

DICAS PARA VIVER BEM

Elogie três pessoas por dia;

Tenha um aperto de mão firme;

Olhe as pessoas nos olhos;

Gaste menos do que ganha;

Saiba perdoar a si e aos outros;

Trate a todos, assim como gostaria de ser tratado;

Faça novos amigos;

Saiba guardar segredos;

Não adie uma alegria;

Surpreenda quem você ama com presentes inesperados;

Aceite sempre uma mão estendida;

Reconheça seus erros;

Sorria, não custa nada e não tem preço;

Pague suas contas em dia;

Não reze para pedir as coisas, peça sabedoria e coragem;

Dê às pessoas uma segunda chance;

Não tome nenhuma medida quando estiver cansado;

Respeite todas as coisas da vida;

Dê o melhor de si no seu trabalho;

Jamais prive uma pessoa de esperança,

Pode ser que ela só tenha isso;

Trabalhe, o trabalho é um dom de Deus.

 

EM UMA FACULDADE DE MEDICINA

Em uma Faculdade de medicina, certo professor propôs à classe a seguinte situação:
Baseamos nas circunstâncias que vou enumerar, que conselho dariam vocês a certa senhora, grávida do quinto filho?
· O marido sofre de sífilis e ela de tuberculose.
· Seu primeiro filho nasceu cego.
· O segundo morreu.
· O terceiro nasceu surdo.
· O quarto é tuberculoso e ela está pensando seriamente em abortar a "quinta" gravidez.
Que caminho aconselharia tomar?
Com base nestes fatos, a maioria dos alunos concordou em que o aborto seria a melhor alternativa.
O professor, então disse aos alunos:
Os que disseram SIM à idéia do aborto, saibam que acabaram de matar o grande compositor
Ludwig Van Beethoven.

Moral da história: Grandes projetos, excelentes idéias, às vezes são "abortadas" quando as pessoas envolvidas se vêem diante de situações difíceis. Tudo, para ser bem feito, leva tempo e exige perseverança, tenacidade e entusiasmo.

 

ENTREVISTA COM DEUS

Sonhei que estava à porta de Deus, para entrevistá-lo, e disse Deus:

- Entra, então queres entrevistyar-me?

- Se tens algum tempo para mim...

- Ele sorri, atrás daquela barba, e diz:

- O meu tempo chama-se eternidade, e chega para tudo. O que queres

saber?

- Nada que seja muito difícil para Deus. Gostaria de saber o que mais te

surpreende nos seres humanos.

Deus responde:

- Eles fartam-se de ser crianças e têm pressa por crescer, e ao crescerem

suspiram por voltar a ser crianças...

Primeiro perdem a saúde para ter dinheiro e logo em seguida, perdem o

dinheiro para ter saúde...

Pensam tão ansiosamente no futuro que descuidam do presente, e assim,

não vivem o presente nem o futuro...

Vivem como se estivessem morrendo e morrem como se tivessem vivi-

do!!!"

 

ESCONDE-ESCONDE

"Contam que uma vez se reuniram todos os sentimentos e qualidades dos homens em um lugar da terra.

Quando o ABORRECIMENTO havia reclamado pela terceira vez, a LOUCURA, como sempre tão louca, lhes propôs:

- Vamos brincar de esconde-esconde ?
A INTRIGA levantou a sombrancelha intrigada e a CURIOSIDADE sem poder conter-se perguntou:

- Esconde-esconde? Como é isso?

- É um jogo, explicou a LOUCURA, em quuue eu fecho os olhos e começo a contar de um a um milhão enquanto vocês se escondem, e quando eu tiver terminado de contar, o primeiro de vocês que eu encontrar ocupará meu lugar para continuar o jogo.

O ENTUSIASMO dançou seguido pela EUFORIA. A ALEGRIA deu tantos saltos que acabou por convencer a DÚVIDA e até mesmo a APATIA, que nunca se interessava por nada.

Mas nem todos quiseram participar: a VERDADE preferiu não esconder-se. "Para que, se no final todos me encontram?" - Pensou.

A SOBERBA opinou que era um jogo muito tonto (no fundo o que a incomodava era que a idéia não tivesse sido dela) e a COVARDIA preferiu não arriscar-se.

- Um, dois, três, quatro... - Começou a contar a LOUCURA.

A primeira a esconder-se foi a PRESSA, que como sempre caiu atrás da primeira pedra do caminho.

A FÉ subiu ao céu e a INVEJA se escondeu atrás da sombra do TRIUNFO, que com seu próprio esforço tinha conseguido subir na copa da árvore mais alta.

A GENEROSIDADE quase não consegue esconder-se, pois cada local que encontrava lhe parecia maravilhoso para algum de seus amigos: se era um lago cristalino, ideal para a BELEZA. Se era a copa de uma árvore, perfeito para a TIMIDEZ. Se era o vôo de uma borboleta, o melhor para a VOLÚPIA. Se era uma rajada de vento, magnífico para a LIBERDADE. E assim acabou escondendo-se em um raio de sol.

O EGOÍSMO, ao contrário, encontrou um local muito bom desde o início. Ventilado, cômodo, mas apenas para ele.

A MENTIRA escondeu-se no fundo do oceano (mentira, na realidade escondeu-se atrás do arco-íris) e a PAIXÃO e o DESEJO, no centro dos vulcões.

O ESQUECIMENTO, ...não me recordo onde escondeu-se, mas isso não é o mais importante.

Quando a LOUCURA estava lá pelo 999.999, o AMOR ainda não havia encontrado um local para esconder-se, pois todos já estavam ocupados, até que encontrou uma rosa e, carinhosamente decidiu esconder-se entre suas pétalas.

- Um milhão! - terminou de contar a LOOOUCURA e começou a busca.

A primeira a aparecer foi a PRESSA apenas a três passos de uma pedra.

Depois, escutou-se a FÉ discutindo com DEUS no céu sobre zoologia.

Sentiu vibrar a PAIXÃO e o DESEJO nos vulcões.

Em um descuido encontrou a INVEJA e claro, pode deduzir onde estava o TRIUNFO.

O EGOÍSMO, não teve nem que procurá-lo. Ele sozinho saiu disparado de seu esconderijo, que na verdade era um ninho de vespas.

De tanto caminhar, sentiu sede e ao aproximar-se de um lago, descobriu a BELEZA.

A DÚVIDA foi mais fácil ainda, pois a encontrou sentada sobre uma cerca sem decidir de que lado esconder-se.

E assim foi encontrando a todos: o TALENTO entre a erva fresca, a ANGÚSTIA em uma cova escura, a MENTIRA atrás do arco-íris (mentira, estava no fundo do oceano) e até o ESQUECIMENTO, que já havia esquecido que estava brincando de esconde-esconde.

Apenas o AMOR não aparecia em nenhum local.

A LOUCURA procurou atrás de cada árvore, em baixo de cada rocha do planeta e em cima das montanhas. Quando estava a ponto de dar-se por vencida, encontrou um roseiral.

Pegou uma forquilha e começou a mover os ramos, quando, no mesmo instante, escutou-se um doloroso grito.

Os espinhos tinham ferido o AMOR nos olhos.

A LOUCURA não sabia o que fazer para desculpar-se.

Chorou, rezou, implorou, pediu perdão e até prometeu ser seu guia.

Desde então, desde que, pela primeira vez se brincou de esconde-esconde na Terra:

O AMOR é cego e a LOUCURA sempre o acompanha."

 

Eu Sei, Mas Não Devia...

Texto de Marisa Colasanti Enviado
por Minha Amiga Namara



Eu sei que a gente se acostuma.
Mas não devia.


A gente se a costuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E porque à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduiches porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir a janela e a ler sobre a guerra.

E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E aceitando as negociações de de paz, aceita ler todo dia de guerra, dos números da longa duração. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta .

A ser ingnorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que necessita. E a lutar para ganhar dinheiro com que se paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procura mais trabalho,para ganhar mais dinheiro, para ter com o que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema, a engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma a poluir. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às besteiras das músicas, as besteiras da água potável. À contaminação da água do mar. À luta. À lenta morte dos rios. E se acostuma a não ouvir os passarinhos, a não colher frutas no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofre. Em doses pequenas,tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio,a gente senta na primeira fila e torce o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se o fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda satisfeito porque tem sono atrasado.

A gente se acostuma para não ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.

 

Eu Sei, Mas Não Devia...

Texto de Marisa Colasanti Enviado
por Minha Amiga Namara



Eu sei que a gente se acostuma.
Mas não devia.

A gente se a costuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E porque à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduiches porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir a janela e a ler sobre a guerra.

E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E aceitando as negociações de de paz, aceita ler todo dia de guerra, dos números da longa duração. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta .

A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que necessita. E a lutar para ganhar dinheiro com que se paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procura mais trabalho,para ganhar mais dinheiro, para ter com o que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema, a engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma a poluir. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às besteiras das músicas, as besteiras da água potável. À contaminação da água do mar. À luta. À lenta morte dos rios. E se acostuma a não ouvir os passarinhos, a não colher frutas no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofre. Em doses pequenas,tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio,a gente senta na primeira fila e torce o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se o fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda satisfeito porque tem sono atrasado.

A gente se acostuma para não ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.

 

Experimente Sorrir...

Querido(a) Amigo(a),

"Experimente sorrir, e a vida lhe sorrirá em retribuição."

Na China Antiga existiu um homem chamado Wong, que se sentia hostilizado pelas pessoas da pequena aldeia em que morava. Um dia o senhor Wong foi visitar o sábio da região e então desabafou: "Cumpro minhas obrigações para com os deuses, sou um bom cidadão, um exemplar chefe de família e vivo praticando a caridade. Por que as pessoas não gostam de mim?"

E a resposta do mestre foi simples: embora o senhor Wong fosse bom e caridoso, o seu rosto sério levava a todos uma conclusão diferente. Embora ele fosse muito rico, era pobre de "alegria" e "cordialidade" e, por outro lado, nunca sorria, embora ajudasse as pessoas.

O sábio deu ao senhor Wong uma máscara sorridente que se ajustava perfeitamente ao seu rosto. Advertiu-o, entretanto, de que se algum dia a tirasse do rosto, não conseguiria recolocá-la.

No primeiro dia em que Wong saiu à rua, todos começaram a cumprimentá-lo e em pouquíssimo tempo já estava cheio de amigos.

Mas, um dia, chegando à conclusão que as pessoas não gostavam dele, mas da máscara, pensou: "é preferível ser hostilizado, a ser estimado por uma aparência falsa". Foi até o espelho e retirou a máscara sorridente. Mas que suspresa! O seu rosto tornara-se também sorridente, assumira as expressões e o sorriso da máscara.

Você pode até responder assim... "mas eu não tenho motivos pra sorrir... minha vida está assim... assim....". Acontece que você tem TODOS os motivos pra sorrir. Observe as suas duas pernas (muitos dariam tudo pra poder ter duas pernas saudáveis), dois braços (quantos adorariam ter seus dois braços... fazer tanta coisa... abraçar entes queridos... E ELES SORRIEM PRA CARAMBA!..., mesmo assim)... e seus olhos... inúmeros gostariam imensamente de enxergar o mundo pelas janelinhas da alma... essas que você tem...! Sem falar em trabalho, família, cérebro perfeito... então, VOCÊ TEM TODOS OS MOTIVOS DO MUNDO PRA SORRIR... e agradecer ao Nosso Paizão esses tesouros, que muitos, infelizmente, apenas dão-lhe o devido valor, se os perdem. Viu quantos tesouros POSSUI? Então, que tal usar este "antídoto"... SORRIR!, hein! ;o)

 

FÁCIL E DIFÍCIL

Falar é fácil, quando se tem em mente, as palavras que expressem a sua opinião.

Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer.

Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ela deseja ouvir.

Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso.

Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre ela.

Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer.

Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.

Difícil é mentir para o nosso coração.

Fácil é ver o que queremos enxergar.

Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.

Fácil é dizer "oi", ou "como vai?".

Difícil é dizer "adeus".

Fácil é ouvir a música que toca.

Difícil é ouvir a própria conciência.

Fácil é perguntar o que deseja saber.

Difícil é estar preparado para escutar esta resposta.

Fácil é sorrir ou chorar quando tem vontade.

Difícil é sorrir quando tem vontade de chorar ou vice-versa.

Fácil é beijar!

Difícil é entregar a alma!

Fácil é ditar regras.

Difícil é seguí-las.

Fácil é sonhar todas as noites.

Difícil é lutar por um sonho.

Fácil é exibir sua vitória a todos.

Difícil é assumir a sua derrota com dignidade.

Fácil é viver o presente.

Difícil é desvencilhar-se do passado.

Fácil é tropeçar em uma pedra.

Difícil é levantar de uma queda, todo machucado.

Fácil é desfrutar a vida a cada dia.

Difícil é dar o verdadeiro valor a ela.

 

FELICIDADES

Oi! Meu nome é Felicidade, faço parte da vida daqueles que tem amigos, pois ter amigos é ser Feliz.

Faço parte da vida daqueles que vivem cercados por pessoas como você, pois viver assim é ser Feliz.

Faço parte da vida daqueles que acreditam que ontem é passado, amanhã é futuro e hoje é uma dádiva, por isso chamado de presente.

Faço parte da vida daqueles que acreditam na força do Amor, que acreditam que para uma história bonita não há ponto final.

Eu sou casada sabiam? Sou casada com o tempo.

Ah! O meu marido é lindo! Ele é responsável pela resolução de todos os problemas.

Ele reconstrói corações, ele cura machucado, ele vence a tristeza... Juntos, eu e o Tempo tivemos três filhos: A Amizade, a Sabedoria, e o Amor.

A Amizade é a filha mais velha. Uma menina linda, sincera, alegre. A Amizade brilha como o sol. A Amizade une pessoas, pretende nunca ferir, sempre consolar.

A do meio é a Sabedoria, culta, íntegra, sempre foi mais apegada ao Pai, o Tempo. A Sabedoria e o Tempo andam sempre juntos.

O caçula é o Amor. Ah! Como esse me dá trabalho! É teimoso, às vezes só quer morar em um lugar... Eu vivo dizendo: Amor, você foi feito para morar em dois corações, não em apenas um.

O Amor é complexo, mas é lindo, muito lindo! Quando ele começa a fazer estragos eu acho logo o pai dele, o Tempo, e aí o Tempo sai fechando todas as feridas que o Amor abriu!

Uma pessoa muito importante me ensinou uma coisa:

Tudo no final sempre dá certo, se ainda, não deu, é porque não chegou o final. Por isso, acredite sempre na minha família. Acredite no tempo, na Amizade, na Sabedoria e, principalmente no Amor.

Aí, com certeza um dia, eu, a Felicidade, baterei à sua porta!

Tenha Tempo para os sonhos. Eles conduzem sua carruagem para as estrelas.

Tenha um ótimo dia!

Tenha um ótimo fim de semana!

E não esqueça... Sorria!

Filosofia Oriental

Texto Anônimo Enviado por Nadia Latosinski

Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que agora dedicava-se a ensinar sua filosofia para os jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda que ele ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali . Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos contra-atacava com velocidade fulminante.

O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. E, conhecendo a reputação do velho samurai, estava ali para derrotá-lo, aumentando sua fama de vencedor.

Todos os estudantes manifestaram-se contra a idéia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos - ofendeu inclusive seus ancestrais.Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho mestre permaneceu impassível.

No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se. Desapontados pelo fato do mestre ter aceito tantos insultos e provocações,os alunos perguntaram: "Como o senhor pode suportar tanta indignidade ? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?"

"Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?" - perguntou o velho samurai. "A quem tentou entregá-lo"- respondeu um dos discípulos.

"O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos" - disse o mestre - "Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carrega consigo."

Havia um casal ateu, que tinha uma filha. Os pais jamais lhe falaram de Deus. Uma noite, quando a menininha tinha 5 anos, seus pais brigaram e o pai atirou em sua mãe.

Em seguida o pai se suicidou. Tudo isto diante da menininha. E ela, foi enviada para um lar adotivo. Sua nova mãe, católica, levou-a na igreja. Nesse dia a mãe explicou ao catequista que a menina jamais havia escutado falar em JESUS e que por favor ele tivesse paciência.

O catequista apanhou uma imagem de JESUS e perguntou para todos:

"Alguém sabe quem é essa pessoa?"

A menininha respondeu:

"Eu sei, eu sei... esse é o homem que estava segurando a minha mão na noite em que meus pais morreram..."

Jóias Preciosas

Texto Anônimo Enviado por Minha
Amiga Nane®, de Salvador-BA



Havia epidemia na cidade e, ao sair de casa pela manhã, notou o pai que seus filhos estavam tristes e abatidos. Passavam já algumas horas que o pai deixara a casa para ensinar na escola pública,onde lecionara por tantos anos.

Sua casa, entretanto, durante aquelas horas , hospedara o luto e o desespero. Em decorrência da epidemia, dois de seus filhos haviam morrido quase de repente e, de sua família, só a desolada mãe permanecia contemplando imóvel, aqueles dois corpos amados buscando neles, em vão, alguns indícios de vida; e vinha-lhe a mente o pobre marido que dentro em pouco iria defrontar o tremendo espetáculo.

O respeito à vontade Divina e o amor de esposa e mãe deram-na uma grande força de alma. As maternas mãos estenderam um lençol sobre aquele leito de morte onde os filhos amados repousavam. Cumprindo o piedoso mister, a triste mãe passou-se ao quarto vizinho à espera do marido.

A noite descera lentamente. Chegou a casa o pai e, tão logo, indagou de sua esposa um tanto preocupado:
- E os meninos?
- Antes, deixe te pedir um conselho - respondeu a mulher.
- Ontem um amigo nosso me procurou e dddeixou sob minha guarda algumas jóias. Vem ele agora reclamá-las. Não contava que viesse tão cedo. Devo restituí-las ?
- Mas claro querida! Tens dúvida sobreee isso?
- Mas já me apegara tanto àquelas jóiaaas!
- Não te pertenciam.
- Mas eu as queria-lhes tanto bem... TTTalvez tu também...
- Querida! - Exclamou atônito o maridooo que começava a pensar com temor em alguma coisa estranha e terrível. -Que dúvidas! Que pensamentos! Basta devolvê-las!

- É isso mesmo - Balbuciava, chorosa, a mulher. - Muito preciso do seu auxílio para fazer essa dolorosa devolução. Vem ver as jóias guardadas.
E as suas mãos geladas, tomaram as do atônito pai e conduziram-no ao quarto e ergueram as franjas do lençol fúnebre.

- Aqui estão as jóias. Reclamou-as Deuuus!
Diante daquela visão o pobre pai caiu em grandíssimo pranto e exclamou golpeado pela dor:

- Ó filhos meus, filhos de minha alma,,, doçura da minha vida, luz dos meus olhos , ó meus filhos!
- Querido, não disseste há pouco, que é necessário restituir as jóias quando a reclama o dono legítimo ?
Com os olhos cheios de lágrimas, o homem fitou a esposa cheio de admiração e doçura, e disse:
- Ó Deus meu - Suspirou - Posso eu fazzzer alguma queixa contra Tua vontade ? Resta-me agradecer por tão preciosas jóias que me destes para cuidar e amar.
E os dois consolados, então, prostaram-se a um só tempo e, por entre lágrimas, repetiram as santas palavras de Jó:

- "Deus Deu, Deus Tirou. Bendito Seja o Seu Santo Nome !"
Espero que essa história possa servir de conforto e refrigério no momento de perda e desconsolo. Sabendo que as jóias preciosas tem lugar guardados em nossas lembranças e corações, e que chegará um dia que nem a morte poderá nos separar e, na eternidade, Jesus Cristo será o vínculo perfeito entre todos os amados, e não haverá mais pranto e nem choro. Permita que o Senhor seja seu consolo e refrigério bem presente.

 

Lembre-se...

Texto enviado por Creminha


Se você está triste porque perdeu seu amor,
Lembre-se daquele que não teve um amor para perder;
Se você se decepcionou com alguma coisa,
Lembre-se daquele cujo nascimento já foi uma decepção;
Se você está cansado de trabalhar,
Lembre-se daquele que, angustiado, perdeu um emprego;
Se você reclama de uma comida mal feita,
Lembre-se daquele que morre faminto sem um pedaço de pão;
Se um sonho seu foi desfeito,
Lembre-se daquele que vive num pesadelo constante;
Se você anda aborrecido,
Lembre-se daquela que espera um sorriso seu...

 

LENÇOL SUJO

Um casal, recém-casado, mudou-se para um bairro muito tranqüilo.

Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam o café da manhã, a mulher reparou através da janela em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:

- Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Estão precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!

O marido observou calado.

Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido:

- Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!

E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.

Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:

- Veja, ela aprendeu a lavar as roupas. Será que a outra vizinha ensinou? Porque eu não fiz nada...

O marido calmamente respondeu:

- Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da janela...

E assim é. Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos.

Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir.

Verifique seus próprios defeitos e limitações.

Devemos olhar, antes de tudo, para nós mesmos.

Só assim poderemos ter real noção do real valor de nossos amigos.

Lave sua vidraça.

Abra sua janela.

"Diz uma linda lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e em um determinado ponto da viagem discutiram. O outro, ofendido, sem nada a dizer, escreveu na areia:
HOJE, MEU MELHOR AMIGO ME BATEU NO ROSTO.
Seguiram e chegaram a um oásis onde resolveram banhar-se. O que havia sido esbofeteado começou a afogar-se sendo salvo pelo amigo. Ao recuperar-se pegou um estilete e escreveu numa pedra:
HOJE, MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA.
Intrigado, o amigo perguntou:
-- Por que depois que te bati, você essscreveu na areia e agora escreveu na pedra?
Sorrindo, o outro amigo respondeu:
-- Quando um grande amigo nos ofende, deveremos escrever na areia onde o vento do esquecimento e do perdão se encarregam de apagar. Porém quando nos faz algo grandioso, deveremos gravar na pedra da memória do coração onde vento nenhum do mundo poderá apagar".

: Momentos de crise

 Um senhor muito rico vai a caça na África e leva consigo um
> cachorrinho para não se sentir tão só naquelas regiões.
> Um dia, já na expedição, o cachorrinho começa a brincar de caçar
> mariposas e quando se da conta já esta muito longe do grupo do safári.
Nisso
> vê que vem perto uma pantera correndo em sua direção. Ao perceber que a
> pantera ira devorá-lo, pensa rápido no que fazer. Vê uns ossos de um
animal
> morto e se coloca a  mordê-los.
>
> Então, quando a pantera esta a ponto de atacá-lo, o cachorrinho
> diz:
> "Ah, que delicia esta pantera que acabo de comer! " A pantera para
bruscamente
> e sai apavorada correndo do cachorrinho e vai pensando:
> "Que cachorro bravo! Por pouco não come a mim também!"
>
> Um macaco que estava trepado em uma arvore perto e que havia visto a cena,
> sai correndo atrás da pantera para lhe contar como ela foi enganada pelo
> cachorro. Mas o cachorrinho percebe a  obra do macaco. O macaco alcança
> a pantera e lhe conta toda a historia. Então, a pantera furiosa diz:
> "Cachorro maldito! Me vai pagar! Agora vamos ver quem come a uem!"
"Depressa!"
> Disse o macaco. "Vamos alcançá-lo!" E saem
> correndo para buscar o cachorrinho.
>
> O cachorrinho vê que a pantera vem atrás dele de novo e desta vez
> traz o macaco montado em suas costas. "Ah, macaco desgraçado! O que faço
> agora?"
> Pensou o cachorrinho. O cachorrinho ao invés de sair correndo, fica de
costas
> como se não estivesse vendo nada, e quando a pantera esta a ponto de
atacá-lo
> de novo, o cachorrinho diz: "Maldito Macaco preguiçoso! Faz meia hora que
> eu o mandei me trazer uma outra pantera e ele ainda não voltou!"
>
> "Em momentos de crise, só a imaginação é mais importante que o
> conhecimento"  Albert Einstein

Uma empresa estava em situação difícil, as vendas iam mal, os trabalhadores e colaboradores estavam desmotivados, os balanços há meses não saiam do vermelho.
Era preciso fazer algo para reverter o caos. Ninguém queria assumir nada.
Pelo contrário, o pessoal apenas reclamava que as coisas andavam ruins e que não havia perspectiva de progresso na empresa. Eles achavam que alguém deveria tomar a iniciativa de reverter aquele processo.
Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um enorme cartaz que dizia:
"Faleceu ontem a pessoa que impedia o crescimento de nossa empresa. Você está convidado a participar do velório na quadra de esportes."
No início todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava bloqueando o crescimento da empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande que foi preciso chamar os seguranças para organizar um fila indiana. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão a excitação aumentava.
"Quem será que estava atrapalhando o progresso?"
Ainda bem que este infeliz morreu!!! Um a um, os funcionários agitados aproximaram-se do caixão, olhavam o defunto e engoliam a seco, ficando em absoluto silêncio como se tivessem sido atingidos no fundo da alma.
Pois bem, certamente você adivinhou que no visor do caixão havia um espelho.
Considerações:
Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento; você mesmo.
Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida.
Você é a única pessoa que pode prejudicar sua vida.
Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo.
Não tente achar culpados pelas suas falhas.
E é dentro do seu coração que você vai encontrar a energia para ser o artista de sua criação.
O resto são desculpas...

 

NÃO É COMIGO

Esta é a história de quatros pessoas:

Todo mundo, Alguém, Qualquer um e Ninguém.

Havia um importante trabalho a ser feito e

Todo mundo tinha certeza de que Alguém o faria.

Qualquer um podia tê-lo feito mas Ninguém o fez!

Alguém zangou-se porque era trabalho de Todo mundo

Todo mundo pensou que Qualquer um poderia fazê-lo

Mas Ninguém imaginou que Todo mundo deixasse de fazê-lo.

Ao final Todo mundo culpou Alguém quando Ninguém fez o que

Qualquer um poderia ter feito

NÃO É ESQUISITO ?

 

Quando o outro não faz, é preguiçoso;

Quando você não faz, está muito ocupado.

Quando o outro fala, é intrigante;

Quando você fala, é crítica construtiva.

Quando o outro se decide a favor de um ponto, é "cabeça dura";

Quando você o faz, é porque é firme.

Quando o outro não cumprimenta,é "mascarado";

Quando você passa sem cumprimento, é apenas distração.

Quando o outro fala sobre si mesmo, é egoísta;

Quando você o faz, é porque é necessário.

Quando o outro se esforça para ser agradável, tem segundas intenções;

Quando você age assim, está sendo útil e gentil.

Quando o outro encara os dois lados do problema, está sendo fraco;

Quando você o faz, está sendo compreensivo.

Quando o outro faz uma coisa sem ordem, está se excedendo;

Quando é você quem faz, tem iniciativa.

Quando o outro age apressadamente, é avoado;

Quando você age, está sendo eficiente.

Quando o outro progride, teve oportunidade;

Quando você progride, é fruto do seu trabalho.

Quando o outro luta pelos seus direitos, é teimoso;

Quando você o faz, é porque tem caráter.

Quando o outro não cumpre ordens, é irresponsável;

Quando você não as cumpre, é esquecimento.

Não é esquisito?

Não Espere...



Não espere um sorriso para ser gentil,
Não espere ser amado para amar,
Não espere ficar sozinho para reconhecer o valor de um amigo,
Não espere ficar de luto para reconhecer quem hoje é importante em sua vida,
Não espere o melhor emprego, para começar a trabalhar,
Não espere a queda para lembrar-se do conselho,
Não espere... Não espere a enfermidade para reconhecer quão frágil é a vida,
Não espere a pessoa perfeita para então se apaixonar,
Não espere a mágoa para pedir perdão,
Não espere a separação para buscar a reconciliação,
Não espere a dor para acreditar em oração,
Não espere elogios para acreditar em si mesmo,
Não espere... Não espere ter tempo para servir,
Não espere que o outro tome a iniciativa se você foi o culpado,
Não espere o "EU TAMBÉM" para dizer o "EU TE AMO",
Não espere ter dinheiro aos montes para então contribuir,
Não espere o dia de sua morte sem antes AMAR A VIDA!!!

 

NO RECANTO DOMÉSTICO

Bondade no campo doméstico é a caridade começando em casa.

Nunca fale aos gritos, abusando da intimidade com os entes queridos.

Utilize os pertences caseiros sem barulho, poupando o lar de desequilíbrio e perturbação.

Aprenda a servir-se, tanto quanto possível, de modo a não agravar as preocupações da família.

Colabore na solução do problema que surja, sem alterar-se na queixa.

A sós ou em grupo, tome a sua refeição sem alarme.

Converse edificando a harmonia.

È sempre possível achar a porta do entendimento mútuo quando nos dispomos a ceder, de nós mesmos, em pequeninas demonstrações de renúncia a pontos de vista.

Quantas vezes um problema aparentemente insolúvel pede tão-somente uma palavra calmante para ser resolvido?

Abstenha-se de comentar assuntos escandalosos ou inconvenientes.

Em matéria de doenças, fale o estritamente necessário.

Procure algum detalhe caseiro para louvar o trabalho e o carinho daqueles que lhe compartilham a existência.

Não se aproveite da conversação para entretecer apontamentos de crítica ou censura, seja a quem seja.

Se você tem pressa de sair, atenda ao seu regime de urgência com serenidade e respeito, sem estragar a tranqüilidade dos outros.

( André Luiz )

Nossas Inteligências

Texto Anônimo Enviado Por Rosinha

 

Conta-se que um filósofo, ao atravessar largo rio numa canoa, perguntou ao canoeiro se ele entendia de astronomia.

- Não, senhor! Respondeu o trabalhadorrr. Em toda minha vida nunca ouvi falar nesse nome.
E o sábio replicou: "Sinto muito que você haja desperdiçado a quarta parte de sua vida."
- Você sabe alguma coisa de matemáticaaa?
O pobre homem sorriu, meneou a cabeça, e lhe respondeu:
- Não!
Então, o sábio tornou a dizer:
- Lamentavelmente, você perdeu outra qqquarta parte de sua vida, meu amigo.
Logo em seguida, perguntou pela terceira vez:
- Sabe algo sobre Geologia?
- Não, nunca fui à escola - replicou ooo canoeiro.
- Bem, amigo, quase toda a sua vida foooi mal empregada.
No mesmo momento em que se dava a conversa, a canoa bateu numa pedra, e, enquanto o canoeiro tirava a jaqueta para nadar até a margem do rio, perguntou ao filósofo:
- O senhor sabe nadar?
- Não, respondeu o sábio.
- Sinto muito, mas o senhor desperdiçooou toda a sua vida com as ciências, porque a canoa, em poucos minutos, afundará.

Muitos de nós costumamos agir como o sábio, diante das pessoas que julgamos menos inteligentes que nós. Temos que convir, entretanto, que as inteligências são variadas e relativas. Há engenheiros brilhantes que fazem cálculos complexos, e não conseguem precisar o tempo de cozimento de uma porção de arroz. E há pessoas analfabetas, ou de muito pouca cultura que fazem isso com naturalidade. Existem pilotos competentes que operam, com precisão, dezenas de botões, e põem a gigantesca nave no ar, mas ficam sem ação diante de um ferro elétrico e uma camisa para passar. Há professores brilhantes que ensinam matérias difíceis aos seus alunos, e não conseguem manejar o controle de um vídeo-game, como o fazem os jovens a quem ensinam. Dessa forma, percebemos que há inteligências e inteligências. E cada um de nós entende sobre determinado assunto, mais, ou menos, que as outras pessoas. Os Espíritos superiores afirmam que a felicidade consiste em conhecer todas as coisas. Assim, um dia, todos teremos que saber tudo. E é graças ao intercâmbio dos conhecimentos que cada um de nós aprende um pouco a cada dia. E esse intercâmbio se dá na convivência em sociedade. Quer seja no lar, no trabalho, ou no lazer, estamos sempre aprendendo com alguém e transmitindo nossas experiências aos outros. Assim sendo, vivamos de maneira que possamos transmitir aos outros os conhecimentos que possuímos, sem ostentação, e captar os ensinamentos dos outros, com alegria

 

Nossos Defeitos

Texto Anônimo Enviado por Renata Cursino, de São Paulo-SP





Diante de uma vitrine atrativa, um menino pergunta o preço dos filhotes à venda. "- Entre 30 e 50 dólares", respondeu o dono da loja. O menino puxou uns trocados do bolso e disse: "- Eu só tenho 2,37 dólares, mas eu posso ver os filhotes?" O dono da loja sorriu e chamou Lady, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pêlo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível. Imediatamente o menino apontou aquele cachorrinho e perguntou: "- O que é que há com ele?" O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, sempre mancaria e andaria devagar. O menino se animou e disse: "- Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!" O dono da loja respondeu: "- Não, você não vai querer comprar esse. Se você realmente quiser ficar com ele, eu lhe dou de presente." O menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com o seu dedo apontado, disse: "- Eu não quero que você o dê para mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou 2,37 dólares agora e 50 centavos por mês, até completar o preço total." O dono da loja contestou: "- Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos." Aí, o menino abaixou e puxou a perna esquerda da calça para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar.

Olhou bem para o dono da loja e respondeu: "- Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso."

Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o autor era pessoa influente do reino e por isso, desde o primeiro momento se procurou um "bode expiatório" para acobertar o verdadeiro assassino. O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história. O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem a morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência. Disse o juiz: -Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do senhor. Vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e no outro pedaço a palavra CULPADO. Você vai sortear e o papel que sair será o veredicto.
Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca. Não havia saída. Não havia alternativas para o pobre homem. O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem pensou alguns segundos e pressentindo a "vibração", aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e engoliu. Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.
"Mas o que você fez? E agora? Como vamos saber qual seu veredicto?"
"É muito fácil", respondeu o homem. "Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o contrário."
Imediatamente o homem foi liberado.

Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar até o último momento. Saiba que para qualquer problema há sempre uma saída. Não desista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar. Persista, vá em frente apesar de tudo e de todos; creia que pode conseguir.

O Alpinista

Texto Anônimo Enviado por Minhas Amigas Nessi Pereira,
de Feira de Santana-BA e Nane®, de Salvador-BA



Esta é a história de um alpinista que sempre buscava superar mais e mais desafios. Ele resolveu depois de muitos anos de preparaçao, escalar o Aconcágua. Mas ele queria a glória somente para si, e resolveu escalar sozinho sem nenhum companheiro. Ele começou a subir e foi ficando cada vez mais tarde, porem ele nao havia se preparado para acampar, resolveu seguir a escalada decidido a atingir o topo.

Escureceu, e a noite caiu como um breu nas alturas da montanha, e não era possível mais enxergar um palmo a frente do nariz. Não se via absolutamente nada. Tudo era escuridão, de visibilidade, nao havia lua, e as estrelas estavam cobertas pelas nuvens. Subindo por uma "parede" a apenas 100 metros do topo ele escorregou e caiu...

Caía a uma velocidade vertiginosa, somente conseguia ver as manchas que passavam cada vez mais rápidas na mesma escuridao, e se sentia sugado pela força da gravidade. Ele continuava caindo... E nesses angustiantes momentos, passaram por sua mente todos os fatos felizes e tristes que já havia vivido...

De repente, ele sentiu um puxão forte que quase o partiu pela metade... Como todo alpinista experiente, havia cravado estacas de segurança com grampos a uma corda comprida que fixou em sua cintura.

Nesses momentos de silêncio, suspenso pelo ar na mais completa escuridão, não sobrou para ele nada além do que gritar:
"- Meu Deus, ajude-me!!!"

De repente, uma voz grave e profunda vinda do céu respondeu:
"- O que você quer de mim, meu filho?"
"- Salve-me, meu Deus. Por favor!!!"
"- Você realmente acredita que Eu possa te salvar?"
"- Eu tenho certeza, meu Deus!!!"
"- Então corte a corda que te mantém pendurado..."

Houve um momento de silêncio e reflexão. O homem se agarrou mais ainda à corda e julgou que, se fizesse isso, morreria.

O pessoal de resgate conta que no outro dia encontrou um alpinista congelado, morto, agarrado com força, com as suas duas mãos a uma corda... A tão somente dois metros do chão...

Um senhor estava no barbeiro cortando os cabelos e fazendo a barba. Enquanto isso conversava com o barbeiro e falava da vida e de Deus. Dai a pouco, o barbeiro incrédulo não agüentou e falou:
- Deixa disso, meu caro, Deus não exissste !!!
- Por quê ???
- Ora, se Deus existisse não haveria tttantos miseráveis, passando fome !!! Olhe em volta e veja quanta tristeza. É só andar pelas ruas e enxergar !!!
- Bem, esta é a sua maneira de pensar,,, não é ???
- Sim, claro !!!
O freguês pagou o corte e foi saindo, quando avistou um maltrapilho imundo, com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pescoço. Não agüentou, deu meia volta e interpelou o barbeiro:
- Sabe de uma coisa ??? - Não acreditooo em barbeiros !!!
- Como ???
- Sim, se existissem barbeiros, não haaaveria pessoas de cabelos e barbas compridas !!!
- Ora, eles estão assim porque querem... Se desejassem mudar, viriam até mim !!!
- Entendeu agora ???

O Bem Mais Precioso

Texto Enviado por Minha Amiga Genezil Coelho




Conta o folclore europeu que há muitos anos atrás um rapaz e uma moça apaixonados resolveram se casar. Dinheiro eles quase não tinham, mas nenhum deles ligava para isso. A confiança mútua era a esperança de um belo futuro, desde que tivessem um ao outro. Assim, marcaram a data para se unir em corpo e alma. Antes do casamento, porém, a moça fez um pedido ao noivo:

"- Não posso nem imaginar que um dia possamos nos separar. Mas pode ser que com o tempo um se canse do outro, ou que você se aborreça e me mande de volta para meus pais."
"- Quero que você me prometa que, se algum dia isso acontecer, me deixará levar comigo o bem mais precioso que eu tiver então."

O noivo riu, achando bobagem o que ela dizia, mas a moça não ficou satisfeita enquanto ele não fez a promessa por escrito e assinou. Casaram-se.

Decididos a melhorar de vida, ambos trabalharam muito e foram recompensados. Cada novo sucesso os fazia mais determinados a sair da pobreza, e trabalhavam ainda mais. E tempo passou e o casal prosperou. Conquistaram uma situação estável e cada vez mais confortável, e finalmente ficaram ricos. Mudaram-se para uma ampla casa, fizeram novos amigos e se cercaram dos prazeres da riqueza. Mas, dedicados em tempo integral aos negócios e aos compromissos sociais, pensavam mais nas coisas do que um no outro. Discutiam sobre o que comprar, quanto gastar, como aumentar o patrimônio, mas estavam cada vez mais distanciados entre si.

Certo dia, enquanto preparavam uma festa para amigos importantes, discutiram sobre uma bobagem qualquer e começaram a levantar a voz, a gritar, e chegaram às inevitáveis acusações.

"- Você não liga para mim!" Gritou o marido. "- Só pensa em você, em roupas e jóias".
"- Pegue o que achar mais precioso, como prometi, e volte para a casa dos seus pais. Não há motivo para continuarmos juntos."

A mulher empalideceu e encarou-o com um olhar magoado, como se acabasse de descobrir uma coisa nunca suspeitada.

"- Muito bem, disse ela baixinho. Quero mesmo ir embora. Mas vamos ficar juntos esta noite para receber os amigos que já foram convidados." Ele concordou.

A noite chegou. Começou a festa, com todo o luxo e a fartura que a riqueza permitia. Alta madrugada o marido adormeceu, exausto. Ela então fez com que o levassem com cuidado para a casa dos pais dela e o pusessem na cama. Quando ele acordou, na manhã seguinte, não entendeu o que tinha acontecido. Não sabia onde estava e, quando sentou-se na cama para olhar em volta, a mulher aproximou-se e disse-lhe com carinho:

"- Querido marido, você prometeu que se algum dia me mandasse embora eu poderia levar comigo o bem mais precioso que tivesse no momento."
"- Pois bem, você é e sempre será o meu bem mais precioso. Quero você mais que tudo na vida, e nem a morte poderá nos separar."

Envolveram-se num abraço de ternura e voltaram para casa mais apaixonados do que nunca.

***

 

O egoísmo, muitas vezes, nos turva a visão e nos faz ver as coisas de forma distorcida. Faz-nos esquecer os verdadeiros valores da vida e buscar coisas que têm valor relativo e passageiro.

Importante que, no dia-a-dia, façamos uma análise e coloquemos na balança os nossos bens mais preciosos e passemos a dar-lhes o devido valor.

 

O Canteiro

Texto Enviado por Leonardo Pedrini, de Vila Velha-ES



Era uma vez um canteiro. Todo dia ele subia às montanhas para cortar pedras. E, enquanto trabalhava, cantava, pois, embora fosse pobre, não desejava nada além daquilo que possuía, por isso não tinha uma preocupação sequer.

Um dia foi chamado para trabalhar na mansão de um nobre. Quando viu a magnificência da mansão, sentiu a dor do desejo, pela primeira vez na vida, e disse com um suspiro:

- Ah, se eu fosse rico! Então não teriiia de ganhar a vida com suor e fadiga, como agora.

Imaginem seu espanto quando ouviu uma voz dizer:

- Seu desejo foi concedido. Daqui paraaa a frente tudo o que desejar lhe será dado.

Ele não sabia o que queriam dizer essas palavras, até que voltou a sua choupana, aquela noite e, em seu lugar, encontrou uma mansão tão magnífica quanto aquela onde estivera trabalhando. Assim, o canteiro desistiu de cortar pedras e começou a gozar a vida dos ricos.

Certo dia, quando a tarde estava quente e úmida, aconteceu de olhar pela janela e ver o rei passar com um grande número de nobres e escravos. Ele pensou:

- Como eu gostaria de ser um rei, sentttado no fresco da carruagem real!

Seu desejo foi prontamente atendido e ele se viu reclinado no conforto da carruagem real. Mas a carruagem revelou-se mais quente do que ele supusera. Olhou pela janela da carruagem e começou a maravilhar-se com o poder do sol, cujo calor penetrava até nas grossas paredes da carruagem.

- Gostaria de ser o sol - disse para sssi mesmo.

Mais uma vez, seu desejo foi concedido e ele se viu enviando ondas de calor para o universo.

Durante algum tempo, tudo correu bem. Então, em um dia chuvoso, ele tentou abrir caminho através de uma grossa nuvem e não conseguiu. Então foi transformado em uma nuvem e gloriou-se de seu poder de manter o sol afastado - até que se transformou em chuva e descobriu, contrariado, uma enorme pedra que bloqueava o caminho e foi obrigado a fluir em volta dela.

- Como? - gritou. - Uma simples pedra mais poderosa do que eu? Bem, então, desejo ser uma pedra.

Assim, lá estava ele, altaneiro no cimo da montanha. Mal teve tempo de se alegrar por seu belo aspecto, entretanto, quando ouviu estranhos sons de martelo vindos de seus pés. Olhou para baixo e, para sua consternação, viu um diminuto ser humano, ocupado em cortar pedaços de pedra de seus pés.

- O quê? - gritou. - Uma criatura insiiignificante é mais poderosa do que uma imponente pedra como eu? Quero ser um homem!

E assim, descobriu que era outra vez um canteiro, subindo à montanha para cortar pedras, ganhando a vida com suor e fadiga, mas com uma canção no coração, porque estava contente de ser o que era e de viver com o que tinha.

Nada é tão bom quanto parece antes de o conseguirmos.

Certa tarde o paizão saiu para um passeio com as duas filhas,
uma de oito e a outra de quatro anos.
Em determinado momento da caminhada,
Helena, a filha mais nova, pediu ao pai que a carregasse,
pois estava muito cansada para continuar andando.
O pai respondeu que estava também muito fatigado,
e diante da resposta a garotinha
começou a choramingar e fazer "corpo mole".
Sem dizer uma só palavra, o pai cortou um
pequeno galho de árvore e o entregou à Helena dizendo:
"Olhe aqui um cavalinho para você montar, filha!
Ele irá ajudá-la a seguir em frente."
A menina parou de chorar e pôs-se
a cavalgar o galho verde tão rápido,
que chegou em casa antes dos outros.
Ficou tão encantada com seu cavalo
de pau, que foi difícil fazê-la parar de galopar.
A irmã mais velha ficou intrigada com o que viu
e perguntou ao pai como entender a atitude de Helena.
O pai sorriu e respondeu dizendo:
--Assim é a vida, minha filha.
Às vezes a gente está física e mentalmente cansado,
certo de que é impossível continuar.
Mas encontramos então um "cavalinho"
qualquer que nos dá ânimo outra vez.
Esse cavalinho pode ser um bom livro,
um amigo, uma canção... assim,
quando você se sentir cansada ou
desanimada, lembre-se de que sempre
haverá um cavalinho para cada momento,
e nunca se deixe levar pela
preguiça ou o desânimo.
E Sorria !!!
A mais completa perda de tempo de todos os dias
é aquela na qual você não sorriu nem uma vez. Dizem que Deus convidou um homem para conhecer o céu e o inferno.
Foram primeiro no inferno.
Ao abrirem a porta, viram uma sala em cujo centro havia um caldeirão onde se cozinhava uma suculenta sopa. Em volta dele estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas.
Cada uma delas segurava uma colher de cabo tão comprido que lhes permitia alcançar o caldeirão, mas não suas próprias bocas.
O sofrimento era imenso...
Em seguida, Deus levou o homem para conhecer o céu.
Entraram em uma sala idêntica à primeira: havia o mesmo caldeirão, as pessoas em volta e as colheres de cabo comprido.
A diferença é que todos estavam saciados.
"Eu não compreendo", disse o homem.
"Por que aqui as pessoas estão felizes, enquanto na outra sala morrem de aflição, se tudo é igual?"
Deus sorriu e respondeu:
"Você não percebeu?"
"É porque aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros".

 

O CIRCO

Quando eu era adolescente, meu pai e eu estávamos na fila para comprar ingressos para o circo. Finalmente, havia apenas uma família entre nós e o guichê. Essa família me causou uma profunda impressão. Havia oito crianças,provavelmente todas com menos de 12 anos. Podia-se dizer que elas não tinham muito dinheiro. Suas roupas eram baratas, porém limpas. As crianças eram bem comportadas, todas em pé na fila duas a duas de mãos dadas, atrás de seus pais.

Falavam animadamente sobre os palhaços, os elefantes e as outras coisas que veriam naquela noite. Podia-se perceber que nunca tinham ido ao circo. O programa prometia-se ser um grande acontecimento em suas vidas jovens.

O pai e a mãe iam à frente do grupo, tão orgulhosos quanto podiam estar. A mãe segurava o braço do marido e olhava para ele, como se dissesse: "Você é o meu cavaleiro com uma armadura brilhante", o pai sorria cheio de orgulho e olhava para ela, como se respondesse: "Você tem razão".

A vendedora de ingressos perguntou ao pai quantos ele queria. Ele respondeu "por favor, quero 8 de crianças e 2 de adultos para levar a minha família ao circo".

A vendedora disse o preço.

A mãe ficou cabisbaixa e largou o braço do marido, que ficou com os lábios trêmulos. Ele inclinou-se para a vendedora e perguntou: "Quanto foi que a senhora disse?"

A vendedora disse novamente o preço.

O homem não tinha dinheiro suficiente.

Como poderia dizer a seus 8 filhos que não tinha dinheiro suficiente para levá-los ao circo?

Vendo o que acontecia, meu pai colocou a mão em seu bolso, pegou uma nota de 20 dólares e a deixou cair no chão (nós não éramos ricos no sentido em que é empregado esse termo!). Meu se abaixou, pegou a nota, tocou no ombro do homem e disse: "senhor, com licença, isto caiu do seu bolso".

O homem entendeu o que estava acontecendo. Não estava pedindo esmolas, mas certamente apreciou a ajuda numa situação terrivelmente constrangedora. Ele olhou bem nos olhos do meu pai, pegou a sua mão nas suas, apertou com força a nota de 20 dólares e, com os lábios trêmulos e uma lágrima rolando em seu rosto, respondeu: "Obrigado, senhor. Isso realmente significa muito para mim e para a minha família".

Meu pai e eu voltamos para o nosso carro e nos dirigimos para a casa. Não fomos ao circo naquela noite, mas valeu a pena.

(Histórias para abrir o coração -Jack Confield e mark V. Hansen)

" O comprimido ajuda, a injeção melhora, entretanto, nunca te esqueça de que os verdadeiros males procedem do coração "

Certa vez um grupo de jovens desafiou um velho sábio a decifrar um enigma.
A fama do velho sábio tinha se propagado por toda parte e sua sabedoria era reconhecida por todos que o circundavam. Em uma praça pública da cidade, na presença de uma multidão o desafio foi lançado. Um dos jovens, chegou até o velho sábio é perguntou:
- Diga-me se este pássaro que está em entre as minhas mãos está vivo ou morto?
A armadilha para vencer o velho sábio era perfeita, se o mesmo dissesse que estava vivo, o jovem apertaria suavemente o pássaro, sufocando-o até a sua morte, então abriria a sua mão e a pequena ave encontraria-se morta.
Se o velho sábio dissesse que a ave estava morta, aquele jovem abriria a sua mão e o pássaro ganharia altura, num vôo de liberdade.
Diante de tal dilema o velho homem pôs-se a pensar tranquilamente olhando profundamente nos olhos daquele jovem desafiante, foi quando respirando fundo e falando calmamente lhe disse:
"Jovem a resposta está em suas mãos".
Muitas vezes ficamos à espera de que algo nos aconteça para que tomemos o rumo de nossas vidas e esquecemos que cabe a nós seguramos as rédeas de nossa existência e lutarmos pelo que desejamos, seja o que for, um grande amor, uma carreia, um bom emprego, saúde, etc...
A reposta sempre estará em nossas mãos. Se não tomarmos consciência disso corremos o risco de passar a nossa vida inteira na mediocridade, esmolando oportunidades que nunca virão.

 

O FAZENDEIRO E O CAVALO

Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda.

Um dia, seu capataz veio trazer a notícia de que um dos cavalos havia caído num velho poço abandonado.

O poço era muito profundo e seria extremamente difícil tirar o cavalo de lá. O fazendeiro foi rapidamente até o local do acidente, avaliou a situação, certificando-se de que o animal não havia machucado.

Mas, pela dificuldade e alto custo para retirá-lo do fundo do poço, achou que não valia a pena investir na operação de resgate.

Tomou então, a difícil decisão: determinou ao capataz que sacrificasse o animal jogando terra no poço até enterrá-lo, ali mesmo.

E assim foi feito,: os empregados, comandados pelo capataz, começaram a lançar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o cavalo.

Mas, à medida que a terra caía em seu dorso, o animal a sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando ao cavalo ir subindo.

Logo os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra enchia o poço, até que, finalmente, conseguiu sair.

Sabendo do caso, o fazendeiro ficou muito satisfeito e o cavalo viveu ainda muitos anos servindo, fielmente, a seu dono na fazenda.

Se você estiver "lá embaixo", sentindo-se pouco valorizado; quando, certos de seu "desaparecimento", os outros jogarem sobre você a "terra da incompreensão, da falta de oportunidade e de apoio", lembre-se desta história.

Não aceite a terra que jogarem sobre você, sacuda-a e suba sobre ela. E quanto mais jogarem, mais você vai subindo...subindo...subindo...

 

O FRIO QUE VEIO DE DENTRO

Seis homens ficaram bloqueados numa caverna por uma avalanche de neve. Teriam que esperar até o amanhecer para poderem receber socorro.

Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam. Se o fogo apagasse, eles o sabiam, todos morreriam de frio antes que o dia clareasse.

Chegou à hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de poderem sobreviver.

O primeiro homem era um racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura.

Então ele raciocinou consigo mesmo:

- "Aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro". E guardou-as protegendo-as dos olhares dos demais.

O segundo homem era um rico avarento. Ele estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um círculo em torno do fogo bruxuleante, um homem da montanha, que trazia sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele fez as contas do valor de sua lenha e enquanto mentalmente sonhava com o seu lucro pensou:

- "Eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso?".

O terceiro homem era o negro. Seus olhos faiscavam de ira e ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou mesmo aquela superioridade moral que o sofrimento ensinava.Seu pensamento era muito prático:

- "E bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem". E guardou suas lenhas com cuidado.

O quarto homem era o pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve.

Ele pensou:

- "Esta nevasca pode durar vários dias, vou guardar

O homem pensa.

A mulher sonha.

Pensar é ter cérebro.

Sonhar é ter na fronte uma auréola.

O homem é um oceano.

A mulher é um lago.

O oceano tem a pérola que embeleza.

O lago tem a poesia que deslumbra.

O homem é a águia que voa.

A mulher, o rouxinol que canta.

Voar é dominar o espaço.

Cantar é conquistar a alma.

O homem tem um farol: a consciência.

A mulher tem uma estrela: a esperança.

O farol guia.

A estrela salva.

Enfim, o homem está colocado onde termina a terra.

A mulher, onde começa o céu!...

( Victor Hugo )

 

O Morango

Texto Anônimo Enviado por Maçãzinha, Ricardo
M. Gaertner & Nane®, de Salvador-BA



Um sujeito estava caindo em um barranco e se agarrou as raízes de uma arvore. Em cima do barranco, havia um urso imenso querendo devorá-lo.

O urso rosnava, mostrava os dentes, babava de ansiedade pelo prato que tinha a sua frente. Embaixo, prontas para engoli-lo quando caísse, estavam nada mais nada menos do que seis onças tremendamente famintas.

Ele erguia a cabeça, olhava para cima e via o urso rosnando. Abaixava depressa a cabeça para não perdê-la na sua boca. Quando o urso dava uma folga, ouvia o urro das onças, próximas de seu pé. As onças embaixo querendo comê-lo, e o urso em cima querendo devorá-lo. Em determinado momento, ele olhou para o lado esquerdo e viu um morango vermelho, lindo, com aquelas escamas douradas refletindo o sol. Num esforço supremo, apoiou seu corpo, sustentado apenas pela mão direita, e, com a esquerda, pegou o morango.

Quando pode olha-lo melhor, ficou inebriado com sua beleza. Então, levou o morango a boca e se deliciou com o sabor doce e suculento. Foi um prazer supremo comer aquele morango tão gostoso.

Talvez você me pergunte: "Mas, e o urso?" Dane-se o urso e coma os morangos!

E as onças? Azar das onças, coma os morangos!

As vezes, você esta em sua casa no final de semana com seus filhos e amigos, comendo um churrasco. Percebendo seu mau humor, sua esposa lhe diz: Meu bem, relaxe e aproveite o domingo!

E você, chateado, responde: "Como posso curtir o domingo se amanha vai ter um monte de ursos querendo me pegar na empresa?"

Relaxe, como está na bíblia, e viva um dia por vez: coma o morango.

Problemas acontecem na vida de todos nós, até o último suspiro. Sempre existirão ursos querendo comer nossas cabeças e onças, arrancar nossos pés. Isso faz parte da vida e é importante saber comer os morangos, sempre.

A gente não pode deixar de comê-los só porque existem ursos e onças .Você pode argumentar:

"Eu tenho muitos problemas para resolver." Problemas não impedem ninguém de ser feliz. Coma o morango, não deixe que ele escape. Poderá não haver outra oportunidade de experimentar algo tão saboroso.

Saboreie os bons momentos. Sempre existirão ursos, onças e morangos. Eles fazem parte da vida. Mas o importante é saber aproveitar o morango, porque o urso e a onça não dá para aproveitar. Coma o morango quando ele aparecer. Não deixe para depois. O melhor momento para ser feliz é agora. O futuro é ilusão que sempre será diferente do que imaginamos.

As pessoas vêem o sucesso como uma miragem. Como aquela historia da cenoura pendurada na frente do burro que nunca a alcança. As pessoas visualizam metas e, quando as realizam, descobrem que elas não trouxeram felicidade.

Então, continuam avançando e inventam outras metas que também não as tornam felizes. Vivem esperando o dia em que alcançarão algo que as deixara felizes.

Elas esquecem que a felicidade é construída todos os dias. A felicidade não é algo que você vai conquistar fora de você. A felicidade é algo que vive dentro de você, de seu coração. A felicidade é a oportunidade que você cria para ser o artista de sua auto criação.

 

O Naufrágio

Texto Anônimo Enviado por nane®, de Salvador-BA



"O único sobrevivente de um naufrágio foi parar em uma pequena ilha desabitada, fora de qualquer rota de navegação. Ele rezava fervorosamente pedindo a Deus para ser resgatado, mas os dias passavam e nenhum socorro vinha. Mesmo exausto, ele construiu um pequeno abrigo de madeira para que pudesse se proteger do sol, da chuva e de animais e para guardar seus poucos pertences.

Um dia, saiu em busca de algum alimento e, quando voltou, encontrou o seu abrigo em chamas, envolto em altas nuvens de fumaça. Terrivelmente desesperado e revoltado, ele gritava chorando: "O pior aconteceu! Perdi tudo! Deus, por que fizeste isso comigo?" Chorou tanto, que adormeceu, profundamente cansado. No dia seguinte bem cedinho, foi despertado pelo som de um navio que se aproximava.

-Viemos resgatá-lo - disseram.

-Como souberam que eu estava aqui? - pperguntou ele.

-Nós vimos o seu sinal de fumaça!


É comum sentirmo-nos desencorajados e até desesperados quando as coisas vão mal. Mas Deus age em nosso benefício, mesmo nos momentos de dor e sofrimento. Lembre-se, se algum dia o seu único abrigo estiver em chamas, esse pode ser o sinal de fumaça que fará chegar até você a Graça Divina.

 

O PREÇO DO AMOR

Uma tarde, um menino aproximou-se de sua mãe, que preparava o jantar, e entregou-lhe uma folha de papel com algo escrito.

Depois que ela secou as mãos e tirou o avental, ela leu:

Cortar a grama do jardim: R$ 3,00;

Por limpar meu quarto esta semana: R$ 1,00;

Por ir ao supermercado em seu lugar: R$ 2,00;

Por cuidar de meu irmãozinho enquanto você ia as compras: R$ 2,00;

Por tirar o lixo toda semana: R$ 1,00;

Por ter um boletim com notas boas: R$ 25,00;

Por limpar e varrer o quintal: R$ 2,00;

TOTAL DA DÍVIDA: R$ 36,00

A mãe olhou o menino, que aguardava cheio de expectativa. Finalmente, ela pegou um lápis e no verso da mesma nota escreveu:

Por levar-te nove meses em meu ventre e dar-te a vida: NADA

Por tantas noites sem dormir, curar-te e orar por ti: NADA

Pelas preocupações e pelos prantos que me causastes: NADA

Pelo medo e pelas aflições que me esperam por tua causa: NADA

Por comida, roupas e brinquedos: NADA

Por dedicar minha vida a ti, adaptando meu trabalho, minha moradia, meu lazer: NADA

CUSTO TOTAL DE MEU AMOR: NADA

Quando o menino terminou de ler o que sua mãe havia escrito tinha os olhos cheios de lágrimas.

Olhou nos olhos da mãe e disse:

"Eu te amo, mamãe!!!"

Logo após, pegou um lápis e escreveu com uma letra enorme:

"TOTALMENTE PAGO!"

Para os que ainda tem a felicidade de terem suas mães, reflitam......... ainda é tempo.

Para os que já perderam o contato físico, lembrem-se que ainda existem

 

O Quadro

Texto Anônimo Enviado Por Rosinha



Um homem havia pintado um lindo quadro e, no dia de apresentá-lo ao publico, convidou todo mundo para vê-lo. Compareceram as autoridades do local, fotógrafos, jornalistas, e muita gente, pois o pintor tinha fama de grande artista.

Chegado o momento, tirou-se o pano que velava o quadro. Houve caloroso aplauso. Era uma impressionante figura de Jesus batendo à porta de uma casa. O Cristo parecia vivo. Com Sua mão de dedos longos batia suavemente e, com o ouvido junto à porta, parecia querer ouvir se lá dentro alguém respondia. Houve discursos e elogios. Todos admiravam aquela obra de arte.

Um observador curioso, porém, achou uma falha no quadro: a porta não tinha fechadura. E foi perguntar ao artista:

- Sua porta não tem fechadura! Como seee fará para abri-la?

- É assim mesmo - respondeu o pintor.<<

- Esta é a porta do coração humano: sóóó se abre do lado de dentro.

 

O Que é um Amigo?

Texto Anônimo Enviado Por Cristiane Hauagge



Uma pausa para reflexão -- Qualquer um pode ficar ao seu lado quando você está certo, mas um amigo permanece ao seu lado mesmo quando você está errado...

Um simples amigo se identifica quando ele te liga.
Um amigo verdadeiro não precisa, pois vocês conhecem suas vozes.

Um simples amigo inicia uma conversa com um boletim de novidades sobre a própria vida.
Um verdadeiro amigo diz: "O que há de novo sobre você?"

Um simples amigo acha que os problemas pelos quais você está se queixando são recentes.
Um amigo verdadeiro diz: "Você tem se queixado sobre a mesma coisa pelos últimos quatorze anos. Saia deste marasmo e faça algo sobre isto."

Um simples amigo nunca o(a) viu chorar.
Um verdadeiro amigo tem seus ombros encharcados por suas lágrimas.

Um simples amigo não sabe o nome de seus pais.
Um verdadeiro amigo tem o telefone deles em sua agenda.

Um simples amigo traz uma garrafa de vinho para sua festa.
Um verdadeiro amigo chega mais cedo para ajudá-lo a cozinhar e fica até mais tarde para ajudá-lo na limpeza.

Um simples amigo odeia quando você liga após ele já ter ido para cama.
Um amigo verdadeiro te pergunta o porque demorou tanto para ligar.

Um simples amigo procura conversar com você sobre seus problemas.
Um amigo verdadeiro procura ajudá-lo a resolver seus problemas.

Um simples amigo fica imaginando sobre suas histórias românticas.
Um verdadeiro amigo poderia chantageá-lo com o que ele sabe.

Um simples amigo, quando o visita, age como um convidado.
Um verdadeiro amigo abre sua geladeira e se serve.

Um simples amigo acha que a amizade terminou quando vocês têm uma discussão.
Um verdadeiro amigo sabe que não existe uma amizade enquanto vocês ainda não tiveram uma divergência.

Um simples amigo espera que você sempre esteja por perto quando ele precisar.
Um verdadeiro amigo espera estar sempre por perto quando você precisar dele.

 

O QUEBRA – CABEÇAS

Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar meios de minorá-los.

Passava dias em seu laboratório em busca de respostas para suas dúvidas. Certo dia, seu filho de sete anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo a trabalhar.

O cientista nervoso pela interrupção,tentou fazer com que seu filho fosse brincar em outro lugar.

Vendo que seria impossível removê-lo, o pai procurou algo que pudesse ser oferecido ao filho com o objetivo de distrair sua atenção. De repente deparou-se com o mapa do mundo, o que procurava! Com o auxílio de uma tesoura, recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, o entregou ao filho dizendo:

- Você gosta de quebra-cabeças?

Então vou lhe dar o mundo para consertar.

Aqui está o mundo todo quebrado.

Veja se consegue consertá-lo bem direitinho!

Faça tudo sozinho.

Calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa.

Algumas horas depois, ouviu a voz do filho que o chamava calmamente:

-Pai, pai, já fiz tudo.

Consegui terminar tudinho!

No princípio o pai não deu muito crédito às palavras do filho.

Seria impossível na sua idade ter conseguido recompor um mapa que jamais havia visto.

Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo, Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares.

Como seria possível?

Como o menino havia sido capaz?

-Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?

-Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem.

Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei mas não consegui.

Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era.

Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo.

( Autor desconhecido )

Numa época em que um sorvete
custava muito menos do que hoje, um
menino de dez anos entrou numa
lanchonete e sentou-se a
uma mesa.

Uma garçonete colocou um copo de
água na frente dele.

- Quanto custa um sundae? – perguntou...

- Cinqüenta centavos, respondeu a
garçonete.

O menino puxou as moedas do bolso
e começou a contá-las.

- Bem, quanto custa o sorvete simples??? -
perguntou outra vez.


Nessa altura, mais pessoas estavam
esperando por uma mesa.

A garçonete foi se irritando.

De maneira brusca, ela respondeu:

- Trinta e cinco centavos.

O menino, mais uma vez, contou as
moedas e disse:

- Eu vou querer, então, o sorvete simppples.

Depressa, a moça trouxe o sorvete
simples e a conta.

Colocou na mesa e saiu.

O menino acabou o sorvete, pagou a
conta no caixa e foi embora.

Quando a garçonete voltou e começou
a limpar a mesa, não pôde
deixar de chorar.

Ali, do lado do prato, havia duas moedas
de cinco centavos e cinco moedas
de um centavo.

Ou seja, o menino não pôde pedir o sundae
porque ele queria que sobrasse a
gorjeta da garçonete.


Ser grato aos que nos servem é um dever,
tanto quanto servir com alegria. 
Quem serve, deve mostrar gratidão pela
oportunidade do trabalho. 
Quem é servido deve demonstrar a gratidão
pelo serviço do outro, de que necessita.
Em todo lugar, sempre dependemos
uns dos outros.

Imagine que você tenha uma conta corrente e a cada manhã você acorda com um saldo de
R$ 86.400,00. Só que não é permitido transferir o saldo para o dia seguinte.
Todas as noites o seu saldo é zerado, mesmo que você não tenha conseguido gastá-lo durante o dia.
O que você faz???
Você iria gastar cada centavo é claro! Todos nos somos clientes deste banco que estamos falando.
Se chama "TEMPO". Todas as manhãs, é creditado para cada um 86.400 segundos. Todas as noites o saldo é debitado como perda.
Não é permitido acumular este saldo para o dia seguinte. Todas as manhãs a sua conta é reinicializada, e todas as noites as sobras do dia se evaporam. Não há volta.
Você precisa gastar vivendo no presente o seu depósito diário. Invista, então no que for melhor, na sua saúde, felicidade, sucesso!
O relógio esta correndo. Faça o melhor para o seu dia-a-dia.
* Para você perceber o valor de "um ano", pergunte a um estudante que repetiu de ano.
* Para você perceber o valor de "um mês", pergunte para uma mãe que teve seu bebê prematuramente.
* Para você perceber o valor de "uma semana", pergunte a um editor de um jornal semanal.
* Para você perceber o valor de "uma hora", pergunte aos amantes que estão esperando para se encontrar.
* Para você perceber o valor de "um minuto", pergunte a uma pessoa que perdeu um trem.
* Para você perceber o valor de "um segundo", pergunte a uma pessoa que conseguiu evitar um acidente.
* Para você perceber o valor de "um milésimo de segundo", pergunte a alguém que venceu a medalha de prata em uma olimpíada.
Valorize cada momento que você tem! E valorize mais porque você deve dividir com alguém especial, especial o suficiente para gastar o seu tempo junto com você. Lembre-se, o tempo não espera pôr ninguém.
Ontem é história. O amanhã é um mistério. Hoje é uma dádiva. Pôr isso é chamado de PRESENTE. Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse.
Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões.
Havia ali perto um menino negro. Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões.
Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco. Todos foram subindo até sumirem de vista.
O menino, de olhar atento, seguia a cada um. Ficava imaginando mil coisas...
Uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto.
Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou:
-- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?
O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse:
-- Não é a cor, filho, é o que está deeentro dele que o faz subir.

 

O VERDADEIRO VALOR

Um famoso palestrante começou um seminário segurando uma nota de 20 dólares.

Numa sala, com 200 pessoas, ele perguntou:

- Quem quer esta nota de 20 dólares?

Mãos começaram a se erguer.

Ele disse: - Eu darei esta nota a um de vocês, mas, primeiro, deixem-me fazer isto!

Então ele amassou a nota.

E perguntou, outra vez:

- Quem ainda quer esta nota?

As mãos continuaram erguidas.

- Bom – ele disse – e se eu fizer isto? E ele deixou a nota cair no chão e começou a pisá-la e esfregá-la.

Depois pegou a nota, agora imunda e amassada, e perguntou:

- E agora? Quem ainda quer esta nota?

Todas as mãos permaneceram erguidas.

- Meus amigos, vocês todos devem aprender esta lição:

Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês ainda irão querer esta cédula, porque ela não perde seu valor, ela ainda valerá 20 dólares.

Essa situação também se dá conosco. Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e ficamos sujos, por decisões que tomamos e/ou pelas circunstâncias que vêm em nossos caminhos.

E assim ficamos nos sentindo desvalorizados, sem importância.

Porém, creiam, não importa o que aconteceu ou o que acontecerá, pois jamais perderemos o nosso valor ante o Universo.

Quer estejamos sujo, quer estejamos limpo, quer amassados ou inteiros, nada disso altera a importância que temos. A nossa valia.

O preço de nossas vidas não é pelo que fazemos ou sabemos, mas pelo que SOMOS!

VOCÊ é especial. Muito especial.

( Autor desconhecido )

Oi Jesus... Oi Zé!

Texto Anônimo Enviado por Renata Cursino, de São Paulo-SP


"Cada dia, ao meio-dia, um pobre velho entrava na igreja e, poucos minutos depois saía. Um dia, o sacristão perguntou-lhe o que vinha fazer (pois havia objetos de valor na igreja).
- Venho rezar. Respondeu o velho.
- Mas é estranho, pois você sai tão deeepressa. Disse o sacristão.
- Bem, retrucou o velho, eu não sei reeecitar aquelas orações compridas. Mas todo dia, ao meio-dia, eu entro na igreja e só digo: "- Oi Jesus, é o Zé".
Num minuto já estou de volta. É só uma oraçãozinha, mas tenho certeza que Ele me ouve.
Alguns dias depois, o Zé sofreu um acidente e foi internado num hospital. Na enfermaria, passou a exercer uma grande influência sobre todos: os doentes mais tristes tornaram-se os mais alegres, muitas risadas passaram a ser ouvidas.
- Zé, disse-lhe um dia a Irmã, os outrrros doentes dizem que foi você quem mudou tudo aqui na enfermaria. Eles dizem que você está sempre tão alegre que contagia os demais!
- É verdade, Irmã. Estou sempre alegreee. É por causa daquela visita que recebo todo dia. Faz-me feliz.
A Irmã ficou atônita. Já tinha notado que a cadeira encostada na cama do Zé estava sempre vazia. O Zé era um velho solitário, sem ninguém.
- Que visita? A que horas?
- Todos os dias, respondeu Zé, com um brilho nos olhos. Todos os dias, ao meio-dia, Ele vem, fica ao pé da cama.
- Quando olho para Ele, Ele sorri e diiiz : "- Oi Zé, é o Jesus".

 

Os Amigos

  Um homem, seu cavalo e seu cão, caminhavam por uma estrada. Depois de muito caminhar, esse homem se deu conta de que ele, seu cavalo e seu cão haviam morrido num acidente. Às vezes os mortos levam tempo para se dar conta de sua nova condição. A caminhada era muito longa, morro acima, o sol era forte. E eles ficaram suados e com muita sede. Precisavam desesperadamente de água. Numa curva do caminho, avistaram um portão magnífico, todo de mármore, que conduzia a uma praça calçada com blocos de ouro, no centro da qual havia uma fonte de onde jorrava água cristalina. O caminhante dirigiu-se ao homem que numa guarita, guardava a entrada.
- Bom dia, ele disse.
- Bom dia, respondeu o homem.
- Que lugar é este, tão lindo? ele perguntou.
- Isto aqui é o céu! - Foi a resposta.
- Que bom que nós chegamos ao céu, estamos com muita sede, disse o homem.
- O senhor pode entrar e beber água à vontade, disse o guarda, indicando-lhe a fonte.
- Meu cavalo e meu cachorro também estão com sede.
- Lamento muito - Disse o guarda - aqui não se permite a entrada de animais.
O homem ficou muito desapontado porque sua sede era grande. Mas ele não beberia, deixando seus amigos com sede. Assim, prosseguiu seu caminho.
Depois de muito caminharem morro acima, com sede e cansaço multiplicados, ele chegou a um sítio, cuja entrada era marcada por uma porteira velha semi-aberta.
A porteira se abria para um caminho de terra, com árvores dos dois lados que lhe faziam sombra. À sombra de uma das árvores, um Homem estava deitado, cabeça coberta com um chapéu, parecia que estava dormindo.
- Bom dia, disse o caminhante.
- Bom dia, disse o homem.
- Estamos com muita sede, eu, meu cavalo e meu cachorro.
- Há uma fonte naquelas pedras, disse o homem indicando o lugar - Podem beber a vontade.
O homem, o cavalo e o cachorro foram até a fonte e mataram a sede.
- Muito obrigado, ele disse ao sair.
- Voltem quando quiserem - respondeu o homem.
A propósito - Disse o caminhante - qual é o nome deste lugar?
- Céu, respondeu o homem.
- Céu? Mas o homem na guarita ao lado do portão de mármore disse que lá era o céu!
- Aquilo não é o céu, aquilo é o inferno.
O caminhante ficou perplexo.
- Mas então, disse ele, essa informação falsa deve causar grandes confusões.
- De forma alguma - respondeu o homem - Na verdade, eles nos fazem um grande favor. Porque lá ficam aqueles que são capazes de abandonar seus melhores amigos...

Autor desconhecido

Os Dois Anjos


Dois anjos estavam viajando e pararam na casa de uma família rica para passar a noite. A família recusou recebê-los no quarto de hóspede da mansão e, ao invés disso, foi lhes dado um lugar frio no porão.

Assim eles arrumaram suas camas no chão duro. O anjo mais velho viu um buraco na parede e o fechou. Quando o anjo mais novo perguntou o porquê daquilo, o anjo mais velho respondeu: - Nem sempre as coisas são como parecem!

Na noite seguinte, o par de anjos veio descansar na casa de um fazendeiro muito pobre, porém hospitaleiro. Depois de compartilhar a pouca comida o casal deixou que os anjos dormissem na sua cama, onde eles puderam ter uma boa noite de descanso.

Quando o sol veio na manhã seguinte os anjos encontraram o fazendeiro e sua esposa em lágrimas. Sua única vaca cujo leite era seu único rendimento, estava morta no campo. O anjo mais novo perguntou ao anjo mais velho:

- Como você deixou que isso acontecesssse? O primeiro homem tinha tudo, mesmo assim você o ajudou. A segunda família tinha pouco, porém estava disposta a dividir todas as coisas e você deixou que sua vaca morresse?

- Nem sempre as coisas são como pareceeem! Respondeu o anjo mais velho continuou. Quando estávamos no porão da mansão eu vi que havia ouro guardado em um buraco na parede. Visto que o dono estava tão obcecado pela cobiça e não estava disposto a compartilhar sua fortuna, eu fechei a parede e ele não será capaz de encontrá-la. Então na noite passada enquanto nós dormíamos na cama do fazendeiro, o anjo da morte veio para levar sua esposa. Eu disse a ele que ao invés dela, levasse o animal.


MORAL DA ESTÓRIA: Nem sempre as coisas são como parecem! Algumas vezes isto é exatamente o que acontece quando as coisas não resultam como gostaríamos que fosse. Se você tem fé em DEUS, apenas confie que todo resultado é sempre a seu favor. Você pode não entender isto na hora, mas mais tarde entenderá

Para Viver um Grande Amor


Vinícius de Moraes

Para viver um grande amor, preciso é muita concentração e pouco siso, muita seriedade e pouco riso – para viver um grande amor.

Para viver um grande amor, mister é ser um homem de uma só mulher; pois ser de muitas ,poxa! É de colher... – não tem nenhum valor.

Para viver um grande amor, primeiro é preciso sagrar-se cavalheiro e ser de sua dama inteiro –seja lá como for. Há que fazer do corpo uma morada onde clausure-se a mulher amada e postar-se de fora de uma espada – para viver um grande amor.

Para viver um grande amor vos digo, é preciso atenção meu "velho amigo", que porque é só, Vos quer sempre consigo iludir o grande amor. É preciso muitíssimo cuidado com quem quer Que não esteja apaixonado, pois quem não está, está sempre preparado para chatear o grande amor.

Para viver um amor, na realidade, há que compenetrar-se da verdade que não existe amor Sem fidelidade – para viver um grande amor. Pois quem trai seu amor por vaidade é um desconhecedor da liberdade que traz um só amor.

Para viver um grande amor in faut, além de fiel, ser bem conhecedor da arte culinária e do judô – para viver um grande amor.

É muito necessário ter em vista um crédito de rosas na florista – muito mais, muito mais que na modista! – para aprazer ao grande amor. Pois do que o grande amor quer saber mesmo, É mesmo, é de amor, é de amor, é de amor, é de amor a esmo; depois, um tutuzinho com torresmo conta ponto a favor...

Conta ponto saber fazer coisinhas: ovos mexidos, camarões, sopinhas, molhos, stronoffs – comidinhas para depois do amor. E o que há de melhor que ir para cozinha e preparar com amor uma galinha com uma rica e gostosa farofinha, para o seu grande amor?

Para viver um grande amor é muito, muito importante viver sempre junto, e até ser, se possível, um só defunto – prá não morrer na dor. É preciso um cuidado permanente não só com o corpo Mas também com a "mente", pois qualquer "baixö "seu a amada sente – e esfria um pouco o amor. Há que ser bem cortês sem cortesia; doce e conciliador sem covardia; saber ganhar dinheiro com poesia – para viver um grande amor.

Mas tudo isso não adianta, se nesta selva obscura e desvairada não se souber achar a bem-amada – para viver um grande amor.

Pedra e Areia

Texto Anônimo Enviado Por Minha Amiga Nane®



Dois amigos, Mussa e Nagib, viajavam pelas sombrias montanhas da Pérsia, acompanhados de seus ajudantes, servos e caravaneiros. Certa manhã chegaram às margens de um rio, onde era preciso transpor a corrente ameaçadora. Ao saltar de uma pedra o jovem Mussa foi infeliz, falseou o pé e precipitou-se no torvelinho espumejante das águas em revolta. Teria ali morrido, arrastado para o abismo, se não fosse Nagib, que sem hesitar, atirou-se na correnteza e lutando furiosamente, conseguiu trazer a salvo o companheiro de jornada. O que fez Mussa? Chamou os seus mais hábeis servos e ordenou-lhes que gravassem numa pedra esta legenda : "Viajante, neste lugar, durante uma jornada, Nagib salvou heroicamente seu amigo Mussa."

Seguindo viagem de regresso às terras, sentados numa areia clara, puseram-se a conversar e por motivo fútil, surge de repente uma desavença entre os dois companheiros. Discordaram, discutiram e Nagib num ímpeto de cólera, esbofeteou brutalmente o amigo. O que fez Mussa? O que farias tu, em seu lugar? Mussa não revidou a ofensa. Ergueu-se e, tomando tranquilo seu bastão, escreveu na areia clara: "Viajante, neste lugar, durante uma jornada, Nagib, por motivo fútil, injuriou gravemente seu amigo Mussa".

Um dos seus ajudantes observou respeitoso: "Senhor, da primeira vez para exaltar a abnegação de Nagib, mandaste gravar, para sempre, na pedra o feito heróico. E agora, que ele acaba de ofender-vos, tão gravemente, limitais a escrever na areia incerta o ato de covardia. A primeira legenda ficará para sempre. Todos os que trasitarem por esse sítio, dela terão notícia. Esta outra, porém, riscada no tapete de areia, antes do cair da tarde, terá desaparecido como um traço de espumas entre as ondas do mar.

Respondeu Mussa: "É que o benefício que recebi de Nagib permanecerá para sempre em meu coração. Mas a injúria, essa negra injúria, escrevo-a na areia, com um voto, para que depressa se apague e mais depressa ainda, desapareça da minha lembrança."

Assim é, meu amigo! Aprendes a gravar na pedra os favores que receberes, os benefícios que te fizerem, as palavras de carinho, simpatia e estímulo que ouvires. Aprendes, porém, a escrever na areia as injúrias, as ingratidões, as ofensas e as ironias que te ferirem pela estrada da vida. Aprendes a gravar, assim, na pedra; aprendes a escrever, assim, na areia... e serás feliz.

Preço do Amor

Texto Anônimo Enviado por Minhas Amigas
Nane®, de Salvador-BA, e Anjinha-RS



Um menino, com voz tímida e os olhos cheios de admiração, pergunta ao pai, quando este retorna do trabalho:
-Pai, quanto o senhor ganha por hora?<<
O pai, num gesto severo, responde:
-Escuta aqui meu filho, isto nem a suaaa mãe sabe. Não amole, estou cansado!
Mas o filho insiste:
-Mas papai, por favor, diga, quanto o senhor ganha por hora?
A reação do pai foi menos severa e respondeu:
-Três reais por hora.
-Então, papai, o senhor poderia me emppprestar um real?
O pai, cheio de ira e tratando o filho com brutalidade, respondeu:
-Então essa era a razão de querer sabeeer quanto eu ganho? Vá dormir e não me amole mais!
Já era noite, quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado. Talvez, quem sabe, o filho precisasse comprar algo.
Querendo descarregar sua consciência doida, foi até o quarto do menino e, em voz baixa, perguntou:
-Filho, está dormindo?
-Não, papai! - o garoto respondeu sonooolento e choroso.
-Olha, aqui está o dinheiro que me pedddiu: Um real.
-Muito obrigado, papai! - disse o filhhho, levantando-se e retirando mais dois reais de uma caixinha que estava sob a cama.
-Agora já completei, papai! Tenho trêsss reais. Poderia me vender uma hora de seu tempo?

 

 

PRINCÍPIOS DA MORAL E DO DIREITO

Três coisas devem ser cultivadas: a sabedoria, a bondade e a virtude.

Três coisas que devem ser ensinadas: a verdade, a operosidade e a resignação.

Três coisas devem ser amadas: o valor, a honestidade e o desinteresse.

Três coisas devem ser governadas: o caráter, a língua e a conduta.

Três coisas devem ser apreciadas: a cordialidade, a simplicidade e o bom humor.

Três coisas devem ser defendidas: a honra, a Pátria e os amigos.

Três coisas devem ser evitadas: a crueldade, a arrogância e a ingratidão.

Três coisas devem ser perdoadas: a ofensa, a inveja e a petulância.

Três coisas devem ser imitadas: o trabalho, a constância e a lealdade.

10- Três coisas devem ser contidas: a mentira, a farsa e a calúnia.

 

( DR Eduardo Mayer- juiz tribunal da Alemanha )

 

QUAL É...

O dia mais belo? – Hoje...

A coisa mais fácil? – Equivocar-se...

O maior obstáculo? – O medo...

O maior erro? – Abandonar-se...

A raiz de todos os males? – Egoísmo...

A distração mais bela? – Trabalho...

A pior derrota? – Desalento...

Os maiores professores? – Crianças...

A primeira necessidade? – Comunicar-se...

De mais feliz a se fazer? – Ser útil aos demais...

O maior mistério? – A morte...

O pior defeito? – O mau humor...

A pessoa mais preguiçosa? – A mentirosa...

O sentimento mais ruim? – O rancor...

O presente mais belo? – O perdão...

O mais imprescindível? – Orar...

O caminho mais rápido? – O correto...

A sensação mais grata? – A paz interior...

A expressão mais eficaz? – O sorriso...

O melhor remédio? – O otimismo...

A maior satisfação? – O dever cumprido...

A força mais potente do universo? – A fé...

As pessoas mais necessárias? – Os pais...

A coisa mais bela de todas? – O amor...

( Madre Teresa de Calcutá )

Regresso do Vietnã


Esta história é sobre um soldado que finalmente estava voltando para casa depois de ter lutado no Vietnã. Ele ligou para seus pais em Sao Francisco:

- Mãe, Pai, eu estou voltando para casaa, mas, eu tenho um favor a pedir. Eu tenho um amigo que eu gostaria de trazer comigo.
- Claro, eles responderam, nós adoraríaamos conhecê-lo!!!!
- Há algo que vocês precisam saber - coontinou o filho. Ele foi terrivelmente ferido na luta; ele pisou em uma mina e perdeu um braço e um perna. Ele não tem nenhum lugar para ir e, por isso, eu quero que ele venha morar conosco.
- Eu sinto muito em ouvir isso filho, nnós talvez possamos ajudá-lo a encontrar um lugar para ele morar.
- Não, mamãe e papai, eu quero que ele venha morar conosco.
- Filho, disse o pai, você não sabe o qque está pedindo. Alguém com tanta dificuldade seria um grande fardo para nós. Nós temos nossas próprias vidas e não podemos deixar que uma coisa como esta interfira em nosso modo de viver. Acho que você deveria voltar para casa e esquecer este rapaz. Ele encontrará uma maneira de viver por si mesmo.

Neste momento, o filho bateu o telefone. Os pais não ouviram mais nenhuma palavra dele. Alguns dias depois, no entanto, eles receberam um telefonema da polícia de São Francisco. O filho deles havia morrido depois de ter caído de um prédio. A polícia acreditava em suicídio.

Os pais, angustiados, voaram para São Francisco e foram levados para o necrotério, a fim de identificar o corpo do filho. Eles o reconheceram, mas, para o seu horror, descobriram algo que desconheciam: o filho deles tinha apenas um braço e uma perna.

Os pais, nesta história, são como muitos de nós. Achamos fácil amar aqueles que sao bonitos ou divertidos, mas, não gostamos das pessoas que nos incomodam ou nos fazem sentir desconfortáveis. De preferência, ficamos longe destas e de outras que não são saudáveis, bonitas ou espertas como nós somos.

Graças a DEUS, há alguém que não nos trata desta maneira. Alguém que nos ama com um amor incondicional, que nos acolhe dentro de uma só família. Esta noite, antes de nos recolhermos, façamos uma pequena prece para que DEUS nos dê a força que precisamos para aceitar as pessoas como elas são, e ajudar a todos a compreender aqueles que são diferentes de nós.

Há um milagre chamado AMIZADE, que mora em nossos corações. Você não sabe como ele acontece ou quando surge. Mas você sabe que este sentimento especial aflora e você percebe que a Amizade é o presente mais precioso de Deus.

Amigos sao como jóias raras. Eles fazem você sorrir e lhe encorajam para o sucesso. Eles nos emprestam um ouvido, compartilham uma palavra de incentivo e estão sempre com o coração aberto para nós.

Mostre aos seus amigos o quão você se importa e é grato a eles...

Sabedoria...



Diz a lenda que existiu um velho que tudo sabia e tudo advinhava. Um dia, dois meninos resolveram pôr o sábio a prova.
"Vamos levar um passarinho vivo, escondido na mão, e perguntar a ele:
"Está vivo ou morto?".
Se disser "está morto", a gente solta o passarinho vivo.
Se o velho disser que está vivo, a gente esmaga o passarinho na mão e mostra que ele errou.
Dito e feito.
"O que é que eu tenho na mão ?" Perguntou um dos garotos.
"Um passarinho." . Afirmou o sábio.
"Está vivo ou morto?".
O velho olhou o menino no fundo dos olhos e respondeu :
"A resposta está em suas mãos".

Se não puderes...

Texto enviado por Creminha


Se você não puder ser um pinheiro no topo da colina,
seja um arbusto no vale;
Mas seja o melhor arbusto na margem do regato...
seja um ramo se não puder ser tronco...
Se não puder ser árvore, seja um pouco de relva...
e dê alegria aos que passam no caminho...
Se não puderes ser almíscar, seja então uma tília;
mas a tília mais viva do lago!
Não podemos ser todos capitões; temos de ser tripulação.
há algum lugar para todos nós aqui.
Há grandes obras e outras pequenas a realizar...
sempre há uma tarefa que devemos empreender.

Se não puder ser uma estrada real, seja uma vereda.
se não puder ser o Sol, seja uma pequena estrela...

Não é pelo tamanho que se ganha ou que se perde...
seja o melhor possível, aquilo que você quer que seja!

Douglas Malloch

Secreto Amigo...

Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.

Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.

A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade, e eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!

Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências...

A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem.

Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.

Mas porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles.

Eles não iriam acreditar!

Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.

Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure.

E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.

Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.

Se todos eles morrerem, eu desabo!

Por isso é que sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.

E me envergonho porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar.

Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.

Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.

Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer...

Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda curiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!


"A gente não faz amigos, reconhece-os."

Senhor, ensina-nos:

a orar sem esquecer o trabalho;

a dar sem olhar a quem;

a servir sem perguntar até quando;

a sofrer sem magoar seja quem for;

a progredir sem perder a simplicidade;

a semear o bem sem pensar nos resultados;

a desculpar sem condições;

a marchar pela frente sem contar os obstáculos;

a ver sem malícia;

a escutar sem corromper os assuntos;

a falar sem ferir;

a compreender o próximo sem exigir entendimento;

a respeitar os semelhantes sem reclamar consideração;

a dar o melhor de nós, além da execução do próprio dever, sem cobrar taxas de reconhecimento.

Senhor, fortalece em nós a paciência para com as dificuldades dos outros, assim como precisamos da paciência dos outros para com as nossas dificuldades.

Ajuda-nos, sobretudo, a reconhecer que a nossa felicidade mais alta será, invariavelmente, aquela de cumprir-Te os desígnios onde e como queiras, hoje, agora e sempre.

( Emmanuel )

 

SÓ MAIS UM MINUTO

Um homem, no limite de suas forças, atentou contra a própria vida com uma arma de fogo.

Ouvindo o tiro, o vizinho entrou naquele apartamento, e ao lado do corpo encontrou uma carta assim escrita:

"Não deu para suportar. Passei a noite toda como um louco pelas ruas.

Fui a pé... não tinha condições de dirigir.

Perdi meu emprego por injustiça feita contra mim.

Nada mais consegui.

Ontem telefonaram avisando que minha moradia no campo foi incendiada.

Estava ameaçado de perder esse apartamento por não ter podido pagar as prestações.

Só me restou um carro tão desgastado que nada vale.

Afastei-me de todos os meus amigos com vergonha desta humilhante situação...e agora, chegando aqui, não encontrei ninguém...fui abandonado e levaram até minhas melhores roupas!

Aquele que me encontrar, faça o que tem que ser feito. Perdão."

O vizinho dirigiu-se ao telefone para chamar a polícia.

Quando esta chegou, viu que havia recado na secretária eletrônica.

Era a voz da mulher do morto:

-"Alô! Sou eu meu querido! Ligue para a firma!

O engano foi reconhecido e você está sendo chamado de volta para a semana que vem!

O dono do apartamento disse que tem uma boa proposta para não o perdemos!

Estamos na nossa casinha de campo.

A história do incêndio era trote! Isso merece uma festa, não merece?

Nossos amigos estão vindo para cá.

Um beijo! Já coloquei suas melhores roupas no porta-malas do seu carro.

Vem!

No último minuto, reflita só mais um minuto!...

Por favor, nunca perca a esperança, por piores que sejam as circunstâncias.

( Autor desconhecido )

 

Só o Tempo Entende...

  Era uma vez uma linda ilha, onde moravam os seguintes sentimentos: a Alegria, a Tristeza, a Vaidade, a Sabedoria, o Amor, e outros. Um dia avisaram a todos os moradores dessa ilha que ela seria inundada. Apavorado, o Amor cuidou para que todos sentimentos se salvassem. Ele então falou:
- Fujam todos, a ilha será inundada!
Todos correram e pegaram seus barquinhos, para irem a um morro bem alto. Só o Amor não se apressou, pois queria ficar mais um pouquinho em sua ilha. Quando já estava quase afogando, correu para pedir ajuda. Estava passando a Riqueza, e o Amor disse:
- Riqueza, me leva com você?
Ela respondeu:
- Não posso, meu barco está cheio de prata e ouro, e você não vai caber.
Passou então a Vaidade, e o Amor pediu:
- Oh, Vaidade, me leva com você?
A Vaidade respondeu:
- Não posso, você vai sujar o meu barco!
Logo atrás vinha a Tristeza:
- Tristeza, posso ir com você?
- Ah... Amor, eu estou tão triste que prefiro ir sozinha. Passa também a Alegria, mas estava tão alegre que nem ouviu o Amor chamar por ela. Já desesperado, achando que iria ficar só, Amor começa a chorar. Passou um barquinho, onde estava um velhinho que gritou:
- Sobe, Amor, que eu te levo!
O Amor ficou tão radiante de felicidade, que até se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.
Chegando ao morro onde estavam os sentimentos, o Amor perguntou a Sabedoria:
- Quem era o velhinho que me trouxe?
- O Tempo! - respondeu a Sabedoria.
- O Tempo?! - continuou o Amor - Mas, por que só o Tempo me trouxe até aqui?
Sabedoria finaliza:
- Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor...

Autor desconhecido

Soneto da Fidelidade


Vinícius de Moraes

De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal posto que chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

Sonho Impossível



A boa vontade é algo contagioso. Este artigo explica o porquê.

Recentemente fui à cidade e peguei um táxi com um amigo meu. Quando chegamos, meu amigo disse para o motorista: "Muito obrigado; você guia muito bem."
O motorista do táxi ficou estupefato por um segundo. Então, disse. "Está querendo me gozar, meu chapa?"
"Não, meu caro, de jeito nenhum. Admiro a forma como você consegue ficar calmo no meio desse trânsito todo".
"Falou", disse o motorista, e foi embora.
"Mas, que conversa era essa?!" indaguei, meio perplexo.
Estou tentando trazer o amor de volta"; disse ele. "É a única coisa que pode salvar essa cidade."
"E como é que um homem só, pode salvar essa cidade"?
"Não é um homem só. Acho que fiz esse motorista de táxi ganhar o dia. Suponha que ele vá pegar mais uns 20 clientes. Vai ser simpático com eles porque alguém foi simpático com ele, também. Aí, esses clientes vão ser mais amáveis com os seus empregados, com os balconistas das lojas, até mesmo, com seus próprios parentes. Estes, por sua vez, serão mais simpáticos com as outras pessoas.
Eventualmente, essa atmosfera de boa vontade pode se alastrar e atingir, pelo menos, umas mil pessoas. Nada mal. Não acha?"
"Mas, você está dependendo desse motorista, para transmitir sua boa vontade aos outros."
"Não estou", disse meu amigo. "Estou ciente de que o sistema não é infalível. Hoje, sou capaz de contatar com 10 pessoas diferentes. Se, em cada 10, conseguir fazer três felizes, então, posso acabar influenciando, indiretamente, o comportamento de três mil pessoas ou mais."
"Parece boa idéia", admiti, "mas não estou certo de que dá resultado."
"Se não der, não se perde nada. O fato de dizer àquele homem que estava fazendo um bom trabalho não me roubou tempo nenhum. Qual o problema, se ele não ligou? Amanhã haverá outro motorista de táxi par eu elogiar."
"Acho que você está meio pirado", disse eu.
"Isso demonstra o quanto você se tornou cético. Fiz um estudo a esse respeito Por exemplo: que é que falta, além de dinheiro, evidentemente, aos empregados dos correios? É que alguém lhes diga que estão fazendo um bom trabalho."
"Mas, eles não estão fazendo um bom trabalho!"
"Eles não estão fazendo um bom trabalho, porque sentem que ninguém se interessa se fazem ou não. Por que é que ninguém lhes faz um elogio?"
Estávamos passando por um prédio em construção e cruzamos com cinco operários que estavam de folga. Meu amigo parou. "Vocês têm feito um excelente serviço. Deve ser um trabalho difícil e perigoso."
Os cinco homens olharam-no, meio desconfiados.
"Quando é que esse prédio vai ficar pronto?
"Em outubro, resmungou um deles.
"Ah! Isso é fantástico. Vocês devem estar bem orgulhosos!"
Afastamo-nos. "não conheço ninguém como você!" disse-lhe eu.
"Quando esses homens pensarem nas minhas palavras, vão se sentir muito melhor. e a cidade vai se beneficiar da felicidade deles."
"Mas, você não pode fazer isso, sozinho!" protestei. "Você é só um!"
"O mais importante é não nos deixarmos desencorajar. Não é fácil fazer com que os habitantes da cidade voltem a ser amáveis, mas se conseguir convencer outras pessoas a aderirem à minha campanha..."
"Você acaba de piscar o olho a uma mulher bem feiosa", disse eu.
"Eu sei", replicou. "Se ela for uma professora, os alunos vão ter um dia fantástico".

Telefone Amigo

Texto Anônimo Enviado por minhas
amigas Katy & Suzana Campos

 

Quando eu era criança, meu pai comprou um dos primeiros telefones da vizinhança. Lembro-me bem daquele velho aparelho preto, em forma de caixa, bem polido, afixado à parede. O receptor brilhante pendia ao lado da caixa. Eu ainda era muito pequeno para alcançar o telefone, mas costumava ouvir e ver minha mãe enquanto ela o usava, e ficava fascinado com a cena!

Então, descobri que em algum lugar dentro daquele maravilhoso aparelho existia uma pessoa maravilhosa - o nome dela era "informação, por favor" e não havia coisa alguma que ela não soubesse.

"Informação, por favor" poderia fornecer o número de qualquer pessoa e até a hora certa.

Minha primeira experiência pessoal com esse "gênio da lâmpada" aconteceu num dia em que minha mãe foi na casa de um vizinho.

Divertindo-me bastante mexendo nas coisas da caixa de ferramentas no porão, machuquei meu polegar com um martelo. A dor foi horrível, mas nao parecia haver qualquer razão para chorar, porque eu estava sozinho em casa e não tinha ninguém para me consolar. Eu comecei a andar pelo porão, chupando meu dedão que pulsava de dor, chegando finalmente a escada e subindo-a.

Então, lembrei-me: o telefone! Rapidamente peguei uma cadeira na sala de visitas e usei-a para alcançar o telefone. Desenganchei o receptor, segurei-o próximo ao ouvido como via minha mãe fazer e disse: "Informação, por favor!", com o bocal na altura de minha cabeça. Alguns segundos depois, uma voz suave e bem clara falou ao meu ouvido:

"Informação."
Então, choramingando, eu disse:
"Eu machuquei o meu dedo..."
Agora que eu tinha platéia: as lágrimas começaram a rolar sobre o meu rosto.

"Sua mãe não está em casa?", veio a pergunta.
"Ninguém está em casa a não ser eu", falei chorando. "Você está sangrando?" Ela perguntou. "Não." Eu respondi. "Eu machuquei o meu dedão com o martelo e está doendo muito!"

Então a voz suave, do outro lado falou: "Você pode ir até a geladeira?"

Eu disse que sim. Ela continuou, com muita calma: "Então, pegue uma pedra de gelo e fique segurando firme sobre o dedo." E a coisa funcionou! Depois do ocorrido, eu chamava "Informação, por favor" pra qualquer coisa. Pedia ajuda nas tarefas de geografia da escola e ela me dizia onde Filadélfia se localizava no mapa. Ajudava-me nas tarefas de matemática. Ela me orientou sobre qual tipo de comida eu poderia dar ao filhote de esquilo que peguei no parque para criar como bichinho de estimação. Houve também o dia em que Petey, nosso canário de estimação, morreu. Eu chamei "Informaçao, por favor" e contei-lhe a triste estória.

Ela ouviu atentamente, entao falou-me palavras de conforto que os adultos costumam dizer para consolar uma criança. Mas eu estava inconsolável naquele dia e perguntei-lhe: "Por que é que os passarinhos cantam de maneira tao bela, dao tanta alegria com sua beleza para tantas famílias e terminam suas vidas como um monte de penas numa gaiola?"

Ela deve ter sentido minha profunda tristeza e preocupação pelo fato de haver dito calmamente:

"Paul, lembre-se sempre de que existem outros mundos onde se pode cantar!"
Nao sei porquê, mas me senti bem melhor. Numa outra ocasião, eu estava ao telefone:
"Informação, por favor". "Informação," disse a já familiar e suave voz.
"Como se soletra a palavra consertar?" Perguntei.

Tudo isso aconteceu numa pequena cidade da costa oeste dos Estados Unidos. Quando eu estava com nove anos, nos mudamos para Boston, na costa leste. Eu senti muitas saudades de minha voz amiga!

"Informação, por favor" pertencia àquela caixa de madeira preta afixada na parede de nossa outra casa; e eu nunca pensei em tentar a mesma experiência com o novo telefone diferente que ficava sobre a mesa, na sala de nossa nova casa. Mesmo já na adolescência, as lembranças daquelas conversas de infância com aquela suave e atenciosa voz nunca saíram de minha cabeça.

Com certa freqüência, em momentos de dúvidas e perplexidade, eu me lembrava daquele sentimento sereno de segurança que me era transmitido pela voz amiga que gastou tanto tempo com um simples menininho.

Alguns anos mais tarde, quando eu viajava para a costa oeste a fim de iniciar meus estudos universitários, o avião pousou em Seattle, região onde eu morava quando criança, para que eu pegasse um outro e seguisse viagem. Eu tinha cerca de meia hora até que o outro avião decolasse. Passei então uns 15 minutos ao telefone, conversando com minha irmã que na época estava morando lá. Então, sem pensar no que estava exatamente fazendo, eu disquei para a telefonista e disse: "Informação, por favor".

De um modo milagroso, eu ouvi a suave e clara voz que eu tão bem conhecia!

"Informação."

Eu não havia planejado isso, mas ouvi a mim mesmo dizendo: "Você poderia me dizer como se soletra a palavra consertar?" Houve uma longa pausa. Entao ouvi a tão suave e atenciosa voz responder:

"Espero que seu dedo já esteja bem sarado agora!" Eu ri satisfeito e disse:

"Então, ainda é realmente você? Eu fico pensando se você tem a mínima idéia do quanto você significou para mim durante todo aquele tempo de minha infância!"
Ela disse:
"E eu fico imaginando se você sabe o quanto foram importantes para mim as suas ligações!"

E continuou:

"Eu nunca tive filhos e ficava aguardando ansiosamente por suas ligações."
Então, eu disse pra ela que muito freqüentemente eu pensava nela durante todos esses anos e perguntei-lhe se poderia telefonar para ela novamente quando eu fosse visitar minha irmã.

"Por favor, telefone sim! É só chamar por Sally".
Três meses depois voltei a Seattle. Uma voz diferente atendeu:
"Informação".
Eu perguntei por Sally.
"Você é um amigo?" Ela perguntou. "Sim, um velho amigo". Respondi.
Ela disse: "Sinto muito em dizer-lhe isto, mas Sally esteve trabalhando só meio período nos últimos anos porque estava adoentada. Ela morreu há um mês."

Antes que eu desligasse ela disse:
"Espere um pouco. Seu nome é Paul?"
"Sim" Respondi.
"Bem, Sally deixou uma mensagem para você. Ela deixou escrita caso você ligasse. Deixe-me ler para você."
A mensagem dizia:
"Diga pra ele que eu ainda continuo dizendo que existem outros mundos onde podemos cantar.
Ele vai entender o que eu quero dizer".
Eu agradeci emocionado e muito tristemente desliguei o telefone.
Sim, eu sabia muito bem o que Sally queria dizer!


TENHA TEMPO PARA TUDO

Reserve tempo para RIR,
é esta a música da alma.
Reserve tempo para LER,
é esta a base da sabedoria.
Reserve tempo para PENSAR,
é esta a fonte do poder.
Reserve tempo para TRABALHAR,
é este o preço do êxito.
Reserve tempo para
DIVERTIR-SE, é este o segredo da juventude eterna.
Reserve tempo para SER AMIGO,
é este o caminho da felicidade.
Reserve tempo para SONHAR,
é este o meio de ligar a uma estrela o carro em que viaja
na Terra.
Reserve tempo para
AMAR E SER AMADO, é este o privilégio dos deuses.
Reserve tempo para SER ÚTIL AOS OUTROS,
esta vida é demasiada curta para que sejamos egoístas.
(Velha exortação inglesa)

 

Ter ou não ter Namorado: Eis a questão Fundamental


Carlos Drummond de Andrade

Quem não tem namorado é alguém que tirou férias não remuneradas de si mesmo. Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namorado de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia. Paquera, gabiru, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão, é fácil. Mas namorado, mesmo, é muito difícil. Namorado não precisa ser o mais bonito, mas ser aquele a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele a gente treme, sua frio e quase desmaia pedindo proteção. A proteção não precisa ser parruda, decidida; ou bandoleira: basta um olhar de compreensão ou mesmo de aflição. Quem não tem namorado é quem não tem amor: é quem não sabe o gosto de namorar. Há quem não sabe o gosto de namorar. Se você tem três pretendentes, dois paqueras, um envolvimento e dois amantes; mesmo assim pode não ter nenhum namorado. Não tem namorado quem não sabe o gosto de chuva, cinema sessão das duas, medo do pai, sanduíche de padaria ou drible no trabalho. Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar sorvete ou lagartixa e quem ama sem alegria. Não tem namorado quem faz pacto de amor apenas com a infelicidade. Namorar é fazer pactos com a felicidade ainda que rápida, escondida, fugidia ou impossível de durar. Não tem namorado quem não sabe o valor de mãos dadas; de carinho escondido na hora em que passa o filme; de flor catada no muro e entregue de repente; de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico Buarque lida bem devagar; de gargalhada quando fala junto ou descobre meia rasgada; de ânsia enorme de viajar junto para a Escócia ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo alado, tapete mágico ou foguete interplanetário. Não tem namorado quem não gosta de dormir agarrado, de fazer cesta abraçado, fazer compra junto. Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor, nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele, abobalhados de alegria pela lucidez do amor. Não tem namorado quem não redescobre a criança própria e a do amado e sai com ela para parques, fliperamas, beira - d'água, show do Milton Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos ou musical da Metro. Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos; quem gosta sem curtir; quem curte sem aprofundar. Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de repente no fim de semana, na madrugada, ou meio-dia do dia de sol em plena praia cheia de rivais. Não tem namorado quem ama sem se dedicar; quem namora sem brincar; quem vive cheio de obrigações; quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele. Não tem namorado quem confunde solidão com ficar sozinho e em paz. Não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo e quem tem medo de ser afetivo. Se você não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando duzentos quilos de grilos e medos, ponha a saia mais leve, aquela de chita e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada e coração estouvado, saia do quintal de si mesmo e descubra o próprio jardim. Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo de sua janela. Ponha intenções de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uma névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteria. Se você não tem namorado é porque ainda não enlouqueceu aquele pouquinho necessário a fazer a vida parar e de repente parecer que faz sentido. ENLOU-CRESÇA.

Há muito tempo, num Reino distante, havia um Rei que não acreditava na bondade de Deus. Tinha, porém, um súdito que sempre lhe lembrava dessa verdade. Em todas situações dizia:
-- Meu Rei, não desanime, porque Deus é bom! Um dia, o Rei saiu para caçar juntamente com seu súdito, e uma fera da floresta atacou o Rei. O súdito conseguiu matar o animal, porem não evitou que sua Majestade perdesse o dedo mínimo da mão direita. O Rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem mostrar agradecimento por ter sua vida salva pelos esforços de seu servo, perguntou a este:
-- E agora, o que você me diz? Deus é bom? Se Deus fosse bom eu não teria sido atacado, e não teria perdido o meu dedo. O servo respondeu:
-- Meu Rei, apesar de todas essas coisssas, somente posso dizer-lhe que Deus é bom, e que mesmo isso, perder um dedo, é para seu bem!
O Rei, indignado com a resposta do súdito, mandou que fosse preso na cela mais escura e mais fedida do calabouço.
Após algum tempo, o Rei saiu novamente para caçar e aconteceu dele ser atacado, desta vez por uma tribo de índios que vivia na selva. Estes índios eram temidos por todos, pois sabia-se que faziam sacrifícios humanos para seus deuses.
Mal prenderam o Rei, passaram a preparar, cheios de júbilo, o ritual do sacrifício. Quando já estava tudo pronto, e o Rei já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vítima, observou furioso:
-- Este homem não pode ser sacrificadooo, pois é defeituoso! Falta-lhe um dedo!
E o Rei foi libertado. Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, libertou seu súdito e pediu que viesse em sua presença. Ao ver o servo, abraçou-o afetuosamente dizendo-lhe
-- Meu Caro, Deus foi realmente bom cooomigo! Você já deve estar sabendo que escapei da morte justamente porque não tinha um dos dedos. Mas ainda tenho em meu coração uma grande dúvida:
--Se Deus é tão bom, por que permitiu que você fosse preso da maneira como foi? Logo você, que tanto o defendeu!? O servo sorriu e disse:
-- Meu Rei, se eu estivesse junto contttigo nessa caçada, certamente seria sacrificado em teu lugar, pois não me falta dedo algum! Portanto, lembre-se sempre:
-- TUDO O QUE DEUS FAZ É BOM !

 

Um sorriso custa pouco, mas rende muito.
Não empobrece quem o dá e enriquece quem o recebe.
Dura só um instante,
Mas perdura na lembrança para sempre.
Ninguém é tão rico que possa viver sem ele
E ninguém é tão pobre que não possa oferecer a todos.
É sinal externo da amizade profunda.
Um sorriso alivia o cansaço,
Retempera as forças
E é conforto na tristeza.
Um sorriso tem valor desde o momento em que se dá.
Pensas que o sorriso de nada vale para ti,
Seja generoso(a) e dá o teu,
Porque ninguém precisa mais do teu sorriso
Como aquele que não sabe sorrir.

Um velho carpinteiro estava pronto para se aposentar. Ele contou ao patrão sobre seus planos de deixar as atividades ligadas à construção de casas para aproveitar a vida ao lado de sua esposa e de seus familiares. Para ele, receber o salário daquele mês nem era mais importante. Ele queria apenas se aposentar.

O patrão estava bastante chateado por estar perdendo um empregado exemplar.

Mas, como um último e pessoal favor, pediu seu empenho na construção de apenas mais uma casa. O velho carpinteiro concordou, mas no mesmo instante foi possível perceber que seu coração não estaria presente naquele trabalho.

E assim, ele trabalhou com desleixo, usando, inclusive, materiais de má qualidade na obra. Foi uma forma infeliz de se encerrar uma dedicada carreira.

Quando o carpinteiro concluiu seu trabalho, o patrão esteve no local para inspecionar a casa. Ele passou as chaves do imóvel para o carpinteiro e disse:

"Esta é a sua casa. É um presente meu para você". O carpinteiro ficou chocado!

Que vergonha! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito tudo diferente.

Assim acontece com a gente. Nós construímos nossas vidas dia-a-dia, geralmente colocando menos do que poderíamos em nossas obras. E subitamente é que percebemos que temos que viver naquela casa que construímos. Se fosse possível fazer de novo, faríamos diferentes. Mas o tempo não anda para trás.

Você é o carpinteiro. Na construção da sua vida, cada dia você bate um prego, ajeita uma tábua, ergue uma parede. "A vida é um projeto faça-você-mesmo".

Suas atitudes e escolhas de hoje irão construir a casa em que você viverá amanhã. Portanto, construa-a com consciência.

Trabalhe como se não precisasse do dinheiro.

Ame como se nunca tivesse se machucado.

Dance como se ninguém estivesse olhando.

Cante como se ninguém pudesse ouvi-lo.

 

Um velho sábio chinês estava caminhando por um campo de neve quando viu uma mulher chorando. "Por que choras ?", perguntou ele.

"Porque me lembro do passado, da minha juventude, da beleza que via no espelho, dos homens que amei. Deus foi extremamente cruel comigo porque me deu memória. Ele sabia que eu ia sempre recordar da primavera da minha vida e chorar".

O sábio ficou contemplando o campo de neve, com o olhar fixo em determinado ponto.

A determinada altura, a mulher parou de chorar. "O que estás vendo aí?", perguntou ao sábio.

"Um campo de rosas", disse ele.

"Deus foi generoso comigo porque me deu memória. Ele sabia que, no inverno, eu poderia sempre recordar a primavera, e sorrir".

Uma pobre senhora, com visível ar de derrota estampado no rosto, entrou num armazém.
Se aproximou do proprietário conhecido pelo seu jeito grosseiro, e lhe pediu fiado alguns mantimentos. Ela explicou que o seu marido estava muito doente e não podia trabalhar e que tinha sete filhos para alimentar. O dono do armazém zombou dela e pediu que se retirasse do seu estabelecimento. Pensando na necessidade da sua família ela implorou:
"Pôr favor senhor, eu lhe darei o dinheiro assim que eu tiver..."
Ele respondeu que ela não tinha crédito e nem conta na sua loja.
Em pé no balcão ao lado, um freguês que assistia a conversa entre os dois se aproximou do dono do armazém e lhe disse que ele deveria dar o que aquela mulher necessitava para a sua família por sua conta. Então o comerciante falou meio relutante para a pobre mulher:
"Você tem uma lista de mantimentos?"
"Sim", respondeu ela.
"Muito bem, coloque a sua lista na balança e o quanto ela pesar, eu lhe darei em mantimentos"
A pobre mulher hesitou por uns instantes e com a cabeça curvada, retirou da bolsa um pedaço de papel, escreveu alguma coisa e o depositou suavemente na balança.
Os três ficaram admirados quando o prato da balança com o papel desceu e permaneceu embaixo. Completamente pasmado com o marcador da balança, o comerciante virou-se lentamente para o seu freguês e comentou contrariado:
"Eu não posso acreditar!".
O freguês sorriu e o homem começou a colocar os mantimentos no outro prato da balança. Como a escala da balança não equilibrava, ele continuou colocando mais e mais mantimentos até não caber mais nada. O comerciante ficou parado ali por uns instantes olhando para a balança, tentando entender o que havia acontecido...
Finalmente, ele pegou o pedaço de papel da balança e ficou espantado pois não era uma lista de compras e sim uma oração que dizia:
"Meu Senhor, o senhor conhece as minhas necessidades e eu estou deixando isto em suas mãos..."
O homem deu as mercadorias para a pobre mulher no mais completo silêncio, que agradeceu e deixou o armazém.
O freguês pagou a conta e disse:
"Valeu cada centavo..."
Só mais tarde o comerciante pôde reparar que a balança havia quebrado, entretanto só Deus sabe o quanto pesa uma prece...
Quando você estiver pensando que não tem mais jeito... É a hora de entregar nas mãos de Deus... Para ele não há limites...

Vendedor dos Bons

Texto Anônimo Enviado por Pequenin@


Um garotão inteligente vindo roça se candidatou para um emprego numa grande loja de departamentos da cidade. Em verdade, era a maior loja de departamentos do mundo - tudo podia ser comprado nessa loja.

O patrão perguntou ao rapaz:
- Você ja trabalhou como vendedor alguuuma vez na sua vida?
- Sim, eu fazia negócios na roça.
O patrão gostou do jeitão meio simplório do moço e disse:
- Pode começar amanhã e no final da taaarde eu venho verificar como você se saiu.
O dia foi longo e árduo para o rapaz, mas finalmente às 17:30hs o patrão se acercou do novo empregado para verificar a sua produtividade e perguntou:
- Quantas vendas você fez hoje?
- Uma.
- Só uma? A maioria dos meus vendedoreees faz umas 30 ou 40 vendas por dia. De quanto foi a venda que você fez?
- Dois milhães e meio de reais.
- Como você conseguiu isso?
- Bem, esse sujeito entrou na loja e eeeu lhe vendi um anzol pequeno, depois um anzol médio e finalmente um anzol bem grande.
Daí eu lhe vendi uma linha fina de pescar, uma de resistência média e uma bem grossa, para pescaria pesada. Eu lhe perguntei onde ele ia pescar e ele me disse que ia fazer pesca oceânica. Eu sugeri que talvez ele fosse precisar de um barco, então eu o acompanhei até a seção de náutica e lhe vendi uma lancha importada, de primeira linha. Daí eu disse a ele que talvez um carro pequeno não fosse capaz de puxar a lancha. Levei-o à seção de carros e lhe vendi uma caminhonete com tração nas 4 rodas.
O patrão levou um susto e perguntou:
- Você vendeu tudo isso a um sujeito qqque veio aqui para comprar um pequeno anzol?
- Não, ele entrou aqui de fato para cooomprar uma caixa de absorventes para a esposa e eu disse a ele: "Parece-me um final de semana meio perdido, por quê o senhor não vai pescar?

 

VIVEREI HOJE COMO SE FOSSE O MEU ÚLTIMO DIA

CUMPRIREI HOJE OS DEVERES DE HOJE. HOJE ACARICIAREI MEUS FILHOS, ENQUANTO SÃO JOVENS; AMANHÃ ELES PARTIRÃO E EU TAMBÉM. HOJE ABRAÇAREI MINHA MULHER COM DOCES BEIJOS; AMANHÃ ELA PARTIRÁ E EU TAMBÉM. HOJE AJUDAREI UM AMIGO EM NESSECIDADE; AMANHÃ, TALVEZ, ELE NÃO GRITARÁ POR AJUDA, NEM EU OUVIREI MAIS SEUS GRITOS. HOJE ME ENTREGAREI AO SACRIFÍCIO E AO TRABALHO; AMANHÃ NÃO TEREI NADA PARA ENTREGAR E NEM HAVERÁ NINGUÉM PARA RECEBER!

( Og Mandino )

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