Ao longo de toda a existência o conhecimento
1 se tornou vital por excelência, sendo que este "caminho obrigatório
para a evolução" ( conhecimento ) começou a tomar outras formas e a ser visto de varias maneiras,
pela flexibilidade do pensar e do expressar. ( RUIZ , 1996 ).
Existem quatro formas de conhecimento, segundo Aristóteles: ( LACAZ RUIZ, R. )
1 ) a fé;
2 ) a evidência;
3 ) a experimentação;
4 ) a opinião.
As três primeiras formas de conhecimento são seguras, enquanto que a opinião é uma asserção
fundada em raciocínios prováveis, com possibilidades de risco ou de erros. ( LACAZ RUIZ, R. )
Ter fé é acreditar em alguém, não pela verdade intrínseca, mas pela autoridade de quem fala.
Ela é segura, transmite uma certeza no conhecer. ( LACAZ RUIZ, R. )
Já o conhecimento evidente diz respeito a conceitos que carecem de demonstração e de certo modo
são universais e perenes. ( LACAZ RUIZ, R. )
O conhecimento filosófico 2 teve a necessidade de
ser estudado para a compreensão dos diversos saberes humanos para se tematizar um novo tipo de
saber : falar, discutir, identificar o "espírito "presente no campo das idéias, dos valores e das
praticas da comunicação, entre outros campos, do conhecimento, que os perpassam, marcando o
passado, caracterizando o presente e abrindo possibilidade para o futuro. ( ANDRADE FILHO, 2000.)
A filosofia 3 basicamente se reduz a uma teoria
critica e reflexiva do conhecimento uma teoria critica e reflexiva dos valores. A teoria critica
do conhecimento se desdobra em três disciplinas que se referem a aspectos diferentes do conhecimento:
1 )Gnosiologia = que estuda a natureza do conhecimento em
geral;
2 ) Epistemologia = que estuda a natureza e a fundamentação
dos vários conhecimentos científicos;
3 ) Metodologia 4
= que estuda os processos lógicos de aquisição do conhecimento cientifico.
A filosofia , dita conhecimento, é função do pensamento objetivo, é conhecimento "que nos faz
ultrapassar as aparências e alcançar a realidade". Racional não é só função de conhecimento,
aplica-se também à pratica, reporta-se à ação. A reflexão e a razão criticaram e destruíram um
mundo mítico e elaboraram um outro tipo de explicação": a filosofia, onde diferente da visão
mítica, há discussão, possibilidade de critica. ( ANDRADE FILHO, 2000.)
"Tudo era um caos ate se erguer a Mente para por ordem nas coisas"( ANAXÁGORAS ).
A filosofia brota do chão da vida e da historia concreta de um povo. ( ANDRADE FILHO, 2000.)
Esta mudança do homem em relação ao seu modo de pensar, do mítico para o racional, ocorreu por
dois motivos: ( ANDRADE FILHO, 2000.)
1 ) contradições do pensamento mítico
2 ) fortalecimento da razão
Assim, também surgiram os filósofos, como Tales ( 625 - 548 a.C. ); Anaxágoras ( 585 - 528 a.C. )
; Heráclito ( 540 - >470 a.C. ) ; Pitágoras ( 580 - 497 a.C. ) ; Platão ( 348 - 322 a.C. ), que
tinham como trabalho refletir 5 sobre as realidades
quaisquer que sejam elas e descobrir seu significados.
Os filósofos passaram a criar confiadamente explicações, não mais baseada nas tradições míticas
das coisas, mas às forcas racionais de suas mentes. ( ANDRADE FILHO, 2000.)
Para Jolivet, a ciência é como o conjunto de proposições com objetivo limitado, logicamente
encadeadas entre si, de modo a forma um sistema coerente e que se demonstra por redução à
evidência ou por via de experimentação, ou seja, conhecimento das coisas ( tudo o que
pode ser apreendido, imaginado, pensado, afirmado ou negado. Sinônimo de substância. Do ponto
de vista moral, coisa é tudo o que não é uma pessoa; ou seja, os animais e os abjetos inanimados.
Metafisicamente, coisa é o ser enquanto essência.
A representação matemática é uma ferramenta simbólica que serve de suporte ao pensamento humano,
explicitando tanto intensidade como quanto relações lógicas, sendo por este motivo a linguagem da
ciência.
Já a filosofia da ciência pode ser dividida em duas grandes áreas: ( DAVID PAPINEAU )