ESTUDOS BÍBLICOS
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AS ESCRITURAS SAGRADAS, A LEI DE DEUS E O SÁBADO
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Os Dois Concertos
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Sábado para o Domingo
Salvação

Um Estudo 100% Bíblico sobre: AS ESCRITURAS SAGRADAS, A LEI DE DEUS E O SÁBADO.

Não colocamos esta lição para ofender qualquer pessoa ou denominação religiosa. Nosso objetivo é mostrar o que Satanás fez com a Lei de Deus, especialmente o sábado, ao longo da História, usando para isso homens que se sujeitaram aos seus enganos. O sábado do sétimo dia é BÍBLICO, e isso ninguém poderá mudar.

 

"A terra pranteia e se murcha; o mundo enfraquece e se murcha; enfraquecem os mais altos do povo da terra. Na verdade, a terra está contaminada por causa dos seus moradores, porquanto transgridem as leis, mudam os estatutos e quebram a aliança eterna. Por isso, a maldição consome a terra, e os que habitam nela serão desolados; por isso, serão queimados os moradores da terra, e poucos homens restarão." (Isaías 24:4 a 6)

 

As Escrituras Sagradas. Nenhum livro foi jamais tão amado, tão odiado ou reverenciado quanto a Bíblia. A sua singularidade provém de sua fonte original e dos assuntos que trata. É a revelação divina do Deus-homem único: O Filho de Deus, Jesus Cristo – o Salvador do mundo.

 

Revelação Divina. A Bíblia expõe a humanidade e revela a Deus. Jesus Cristo é o ponto focal das Escrituras. No Antigo Testamento Ele é o Messias, o Redentor do mundo; em o Novo Testamento Ele é revelado como Jesus Cristo, o Salvador. A autoridade da Bíblia como regra de fé e prática decorre de sua origem. Ela situa-se numa categoria única e distinta; e é chamada de “Sagradas Escrituras” (Rom. 1:2), “Sagradas letras” (II Tim. 3:15) e os “oráculos de Deus” (Rom. 3:2; Heb. 5:12). O Espírito Santo é a fonte da revelação divina (Nee. 9:30; II Sam. 23:2; Ezeq. 2:2; Apoc. 1:10; Heb. 3:7; 9:8). “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino” (II Tim. 3:16). A palavra grega theopneustos, aqui traduzida como “inspirada”, significa literalmente “proveniente do fôlego de Deus”.

 

O Significado do Sábado. O Sábado possui amplo significado e está cheio de profunda e rica espiritualidade. Ele é um memorial perpétuo da criação (Êxo. 20:11 e 12); é símbolo de redenção, um memorial da libertação, (Deut. 5:15); é sinal de santificação (Êxo. 31:13; cf. Ezeq. 20:20); é sinal de lealdade (Apoc 14:9 e 12); ocasião de companheirismo (Gên. 1:24 e 25; Gên 2:18-25); é sinal de justificação pela fé (Rom. 2:14-16) e é símbolo de descanso em Cristo (Heb. 3:13; 4:7-10). “Guardarão pois o sábado os filhos de Israel, celebrando o sábado nas suas gerações por concerto perpétuo. Entre Mim e os filhos de Israel será um sinal PARA SEMPRE; porque em seis dias fez o Senhor os céus e a Terra, e ao sétimo dia descansou e restaurou-se” (Êxo. 31:16-17). “Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a fé de Jesus(Apoc 14:12). Muitas pessoas conseguem compreender a necessidade de um dia semanal de descanso, mas freqüentemente revelam muita dificuldade em compreender porque o trabalho que – efetuado em qualquer outro dia da semana – seria considerado digno e elogiável, se praticado no sábado, constitui pecado. A natureza não oferece qualquer justificativa para que se guarde o sábado. Os planetas movem-se em suas respectivas órbitas, a vegetação cresce, chuva e sol se alternam e os animais se comportam como em qualquer outro dia. Por que, então, deveria o ser humano guardar o sábado do sétimo dia? “Para o cristão existe apenas uma razão, e nenhuma outra; mas esta razão é suficiente: Deus ordenou.” A bíblia é clara, em mais de 130 citações sobre o sábado ou sétimo dia da semana. Em NENHUMA delas, Deus ou Cristo, que é o Senhor do Sábado, abolem tal mandamento. Pelo contrário, é sempre um sinal do Criador dos céus e terra. É como se fôssemos discutir porque a devolução do dízimo corresponde a exatos 10%, e se seria válido devolver qualquer valor, conforme as necessidades de cada pessoa. O sétimo dia da semana é o dia DO Senhor, não é nosso. Como no dízimo, não podemos escolher um dia que se adapte as nossas necessidades. Cristo é contra o legalismo, que, conseqüentemente favorece ao julgamento humano. Alguns utilizam as críticas recebidas por Cristo, nos sábados, como fonte para desmerecimento do mesmo, o que é um absurdo. Se assim o fosse, ao defender Maria Madalena dos julgamentos dos outros, Jesus estaria defendendo a prática do adultério e fornicação. Lembremo-nos que ele, ao se dirigir a prostitua falou que não a condenava, mas que ela saísse e NÃO PECASSE MAIS. E guardar o sábado como conseqüência do amor de Cristo por nós não é legalismo. Senão, se um cristão que experimentou o novo nascimento se restringe da adoração a falsos deuses e mantém reverência, segundo é ordenado pelo primeiro e terceiro mandamentos, está ele se opondo à salvação pela graça? De modo nenhum. Devemos ter bom senso sobre o assunto.    

 

Lei Dominical. A mais antiga lei dominical conhecida pela História é a de Constantino, promulgada em 321 d.C. Assim reza ela: "Devem os magistrados e as pessoas residentes nas cidades repousar, e todas as oficinas ser fechadas no venerável dia do Sol. No campo, entretanto, as pessoas ocupadas na agricultura podem livre e licitamente continuar suas ocupações; porque acontece muitas vezes que nenhum outro dia se lhe assemelha para a semeadura de sementes ou para a plantação de vinhas; tememos que, pela negligência do momento apropriado para tais operações, as bênçãos celestiais sejam perdidas." (Promulgada aos 7 dias de março, sendo Crispo e Constantino cônsules pela segunda vez cada um). - Codex Justinianus, liv. 3, tit. 12 e 13; traduzido em Philip Schaff, D.D., History of the Christian Church (volume sete da edição, 1902), vol. III, pág.380. Em seqüência a esse decreto inicial, imperadores e papas em sucessivos séculos acrescentaram outras leis ao fortalecimento da observância do domingo. "Aquilo que começou, entretanto, como ordenança pagã, terminou como regulamentação cristã; e uma longa série de decretos imperiais, durante o quarto, quinto e sexto séculos, impôs com crescente rigor a abstinência do trabalho no domingo." - Idem, pág. 270. Que estes passos foram dados tanto pela igreja como pelo Estado para tornar decisivo que o domingo substituísse o sábado, foi escrito por um notável advogado de Baltimore, Maryland - James T. Ringgold:"Em 386, durante o tempo de Graciano, Valentiniano e Teodósio, foi decretado que todos os litígios e negócios cessassem [no domingo]... Entre as doutrinas estabelecidas em uma carta do papa Inocêncio I, escrita no último ano de seu pontificado (416), encontra-se aquela segundo a qual o domingo deveria ser observado como dia de jejum... Em 425, no tempo de Teodósio, o mais moço, foi imposta a abstinência de espetáculos teatrais e de circo [no domingo]... Em 538, no concílio de Orleans... foi ordenado que todas as coisas anteriormente permitidas no domingo continuassem em vigor; mas que se abstivessem do trabalho com arado, ou em vinhas, sega, ceifa, debulha, cultivo, cercagem a fim de que as pessoas pudessem freqüentar a igreja convenientemente... Por volta de 590 o papa Gregório, em carta dirigida ao povo romano, qualificou como profetas do anticristo aqueles que ensinassem que o trabalho não devesse ser feito no sétimo dia." - The Law of Sunday, págs. 265-267.

 

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