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Adoçantes e bebidas diet ou light não respeitam padrões do Código de Defesa do Consumidor
O
resultado foi que fabricantes de produtos isentos de açúcar ou gordura
desrespeitam o cógido ao não divulgarem informações de possíveis
riscos à sáude provocados pela ingestão excessiva dos produtos. Foram analisados 24 tipos de adoçantes. Em todos, faltava a comunicação sobre o limite de consumo diário. O mesmo ocorreu com 25 bebidas dietéticas e 4 sucos em pó convencionais. O problema e o risco desse fato estão na possibilidade de o consumidor ultrapassar o limite de uso diário ou a IDA, Ingestão Diária Aceitável do principal componente desses produtos: o edulcorante.
No Brasil, ainda são permitidos. O composto tem sido analisado e há indícios de que seja responsável por alterações genéticas e atrofia testicular.
É
contra-indicado para pessoas hipertensas e portadoras de problemas
renais.
Até os anos 70, alimentos com adoçantes eram de uso quase exclusivo de pessoas com necessidades nutricionais especiais, como diabetes.
A partir de 1990, esse quadro mudou. Com o culto ao corpo e
a luta por uma vida saudável, esses produtos tornaram-se muito
populares.
É contra-indicado aos portadores de fenilcetonúria, doença em que o organismo é incapaz de metabolizar a fenilalanina, caso identificado pelo teste do pézinho. Algumas pesquisas científicas apontaram o aspartame como um elemento cancerígeno, mas a notícia não é conclusiva.
O produto é 50 vezes mais doce do que açúcar e também é contra-indicado para hipertensos e portadores de problemas renais, assim como o acessulfame-K.
Em sua propriedade, está a capacidade de adoçar 500 vezes mais do que açúcar. Com a mesma contra-indicação, faz parte da lista dos supeitos de provocar câncer.
Pode ser consumido por diabéticos, sob orientação médica, mas é desaconselhado para regimes de emagrecimento por ser calórico. O consumo em excesso pode elevar as taxas de triglicerídeos.
É desaconselhável para pessoas obesas e diabéticos e pode acarretar perda de cálcio pelo organismo,favorecendo a formação de cálculos.
Quanto à pacientes com doenças como
diabetes, problemas renais ou mulheres grávidas, o uso deverá ser,invariavelmente, acompanhado por um médico.
É importante também, dar preferência às marcas que informam as quantidades de edulcorantes utilizadas. Os fabricantes dos produtos devem atentar para as informações dos rótulos. Declarar as quantidades dos aditivos usados na formulação de seus produtos, e de seus respectivos índices de consumo saudável é lei.
9-Jul-2006 |