TUBAL-CAIM E SEU SIGNIFICADO PARA A MAÇONARIA
pelo Ven.Irmão Fabio Codignoli
A.`.R.`.L.`.S.`. Guatimozin No 66
Grande Loja do Estado de Sao Paulo. |
1 Índice
Tubal Caim
*
1
Índice
*
2
Eu sou Tubal-Caim
*
3
Gênesis IV
*
4
Isaias 54
*
5
Livro de Jasher II
*
6
Brasil uma palavra muito curiosa
*
6.1
A antigüidade do conhecimento
do Brasil [8.] *
6.2
O ferro descoberto no oriente e
sua busca no ocidente *
6.3
História da raça
celta-irlandesa *
6.4
Os fomorianos invadem a Europa
*
6.5
Os Tuatha Daoine expulsam os
Fomorianos *
6.6
HY-BRASIL ou O. BRASIL: O último
reduto dos Fomorianos. *
6.7
AN DOMHAIN e HY-BRAZIL
*
6.8
O conhecimento mais moderno do
brasil *
7
Antiga canção Inglesa - O velho
Tubal-Caim *
8
Estória de Tubal-Caim
*
9
A Lenda de Tubal-Caim e Hiram
*
10
A Arte de Tubal Caim Arquitetura e
Metalurgia *
11
A Lenda de Hiram Abiff
*
11.1
Tradição maçônica
*
11.2
O Registro da Bíblia
*
11.3
A Conexão egípcia.
*
11.4
A lenda de Isis e Osíris
*
12
Analise das lendas
*
12.1
Comparação das Lendas de
Tubal-Caim, Hiram Abiff e Osiris
*
12.2
Conclusões das Autoridades maçônicas
*
13
Balcans
*
14
Vulcan na maçonaria
*
15
Ogun
*
15.1
Ogun dá aos homens o segredo do
ferro *
16
Govannon
*
17
Tyr, O Deus da Guerra.
*
18
A Fundação das Artes
*
18.1
Os dois Pilares
*
19
Tubal Caim na obra de Dante
aliguieri e o inferno *
20
Espada de São Jorge; Espada de
Ogum, Wootz *
20.1.1
A extinção dos dinossauros
*
21
Conclusões
*
22
Bibliografia
*
2 Eu sou
Tubal-Caim
Eu sou Tubal Caim, filho de Lamech e
Zillah, irmão de Jabal, Jubal, e Naamah. Nós fundamos o
começo de todas as ciências no mundo.
Jabal, meu irmão, a ciência da
geometria, e o primeiro a construir casas de pedra e
madeira.
Jubal, meu irmão, a ciência da música,
canções cantadas, música da harpa e órgão, e a composição.
Naamah, minha irmã, fundou a arte e a ciência
de tecer.
E eu fundei a arte e ciência da forjaria
do ouro, prata, cobre, ferro e do aço.
Eu excedi todos os homens na força e era
um guerreiro.
Eu também era conhecido como crisor
(NOTA 1) e trabalhador do fogo.
Meu nome significa maçons trabalhando em
busca da verdade.
NOTA 1
Crisor: Mitologia Chinesa - Uma das
divindades dos antigos povos orientais, identificada como Vulcano.
Vulcano: Mitologia Greco-Romana -
Hefasto dos gregos, deus dos vulcões, do fogo, das indústrias, das artes
metalúrgicas e de todas as matérias fusíveis, filho de Júpiter e de Juno.
Ogum: Mitologia africana - criador
das artes da forja pelos povos africanos, vivia na cidade de Irê (homofônico
de Irã), lugar não definido na África, mas, pode-se deduzir que pelas lendas
africanas também tem as suas origens na Suméria.
Nuada (Irlanda) / Goibniu
(Irlanda) / Gofannon / Govannon ou Gofannon (galês);
- Mitologia Celta - O nome é bretão; e significa "ferreiro". Este
deus é o Vulcano das tribos celtas insulares; fornece armas aos membros do clã
e aos aliados. Consideram-no, na Irlanda, arquitetos das altas torres redondas e
das primeiras igrejas cristãs. Tinha ainda o epíteto de «mão de prata».
Apocalipse XXI, 20, "o quinto, de
sardônica; o sexto, de sárdio; o sétimo, de crisólito; o
oitavo, de berilo; o nono, de topázio; o décimo, de crisópraso;
o undécimo, de jacinto; o duodécimo, de ametista".
Crisólito = (Fe, Mg)2SiO4;
- topázio.
Crisópraso = SiO2;
variedade de quartzo. O verdadeiro crisópraso às vezes é achado na antiga
joalheria egípcia fixado alternadamente com pedaços de lápis-lazúli.
Outro nome é plasma (mencionado em Kim
do Ir.’. Rudyard Kipling). Este nome vem do grego
"plasma" algo moldado.
Este cristal era laminado / fatiado em
placas através golpes de um machete semicircular o ‘crisor’
o que etnologicamente representa hoje, o cinzel ou cutelo
– (cutelaria) que é um pequeno machado utilizado pelos
antigos mestres maçons.
TUBAL CAIM, FORJADOR DE INSTRUMENTOS
METALICOS DE CORTE: Um símbolo do despertar do intelecto
com seus poderes incisivos de análise e discriminação.
FERRO COBRE e o BRONZE: Simbolismo da
mentalidade, o plano mental; comparáveis aquilo o que é
firme e duradouro. Cobre significa bondade natural; ferro, a
verdade natural.
Gênesis IV, 22. Zillah também teve um
filho, Tubal-Caim, fabricante de todo instrumento cortante
de cobre e de ferro; e a irmã de Tubal-Caim foi Naamah.
INSTRUMENTOS CORTANTES DE COBRE E FERRO:
- Simbolismo dos poderes incisivos intelectuais de análise
e discriminação.
Incisivo = penetrante, direto e decisivo.
Sinônimo = contundente.
METAIS: -Símbolos de qualidades
superiores e inferiores; tais como:
Ouro: sabedoria; Prata: intelecto
superior; Ferro: intelecto inferior; Bronze ou latão: o
intelecto.
A verdade figurativa dos metais; ouro e
prata representam aqueles que são mais preciosos e
espirituais; Bronze e ferro representam aqueles de uma
classe inferior ligada com o mundo material.
FORJADORES, FERREIROS, OU TRABALHADORES
NO METAL: Simbolismo de qualidades intelectuais
disciplinadas pelo Espírito, e dirigidas e energizadas pela
percepção espiritual. (Fogo) e (Ar).
3 Gênesis IV
1. Conheceu Adão a Eva, sua mulher;
ela concebeu e, tendo dado à luz a Caim, disse: consegui
do Senhor um varão.
2. Tornou a dar à luz a um filho-a seu
irmão Abel. Abel foi pastor de ovelhas, e Caim foi
lavrador da terra.
3. Ao cabo de dias trouxe Caim do fruto
da terra uma oferta ao Senhor.
4. Abel também trouxe dos primogênitos
das suas ovelhas, e da sua gordura. Ora, atentou o Senhor
para Abel e para a sua oferta,
5. Mas para Caim e para a sua oferta não
atentou. Pelo que se irou Caim fortemente, e descaiu-lhe o
semblante.
6. Então o Senhor perguntou a Caim:
Por que te iraste? E por que está descaído o teu
semblante?
7. Porventura se procederes bem, não
se há de levantar o teu semblante? E se não procederes
bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo;
mas sobre ele tu deves dominar.
8. Falou Caim com o seu irmão Abel. E,
estando eles no campo, Caim se levantou contra o seu irmão
Abel, e o matou.
9. Perguntou, pois, o Senhor a Caim:
Onde está Abel, teu irmão? Respondeu ele: Não sei; sou
eu o guarda do meu irmão?
10. E disse Deus: Que fizeste? A voz do
sangue de teu irmão está clamando a mim desde a terra.
11. Agora maldito és tu desde a terra,
que abriu a sua boca para da tua mão receber o sangue de
teu irmão.
12. Quando lavrares a terra, não te
dará mais a sua força; fugitivo e vagabundo serás na
terra.
13. Então disse Caim ao Senhor: É
maior a minha punição do que a que eu possa suportar.
14. Eis que hoje me lanças da face da
terra; também da tua presença ficarei escondido; serei
fugitivo e vagabundo na terra; e qualquer que me encontrar
matar-me-á.
15. O Senhor, porém, lhe disse:
Portanto quem matar a Caim, sete vezes sobre ele cairá à
vingança. E pôs o Senhor um sinal em Caim, para que não
o ferisse quem quer que o encontre.
16. Então saiu Caim da presença do
Senhor, e habitou na terra de Node, ao oriente do Éden.
17. Conheceu Caim a sua mulher, a qual
concebeu, e deu à luz a Enoque. Caim edificou uma cidade,
e lhe deu o nome do filho, Enoque.
18. A Enoque nasceu Irade, e Irade
gerou a Meujael, e Meujael gerou a Metusael, e Metusael
gerou a Lameque.
19. Lameque tomou para si duas
mulheres: o nome duma era Ada, e o nome da outra Zila.
20. E Ada deu à luz a Jabal; este foi
o pai dos que habitam em tendas e possuem gado.
21. O nome do seu irmão era Jubal;
este foi o pai de todos os que tocam harpa e flauta.
22. A Zila também nasceu um filho,
Tubal-Caim, fabricante de todo instrumento cortante de
cobre e de ferro; e a irmã de Tubal-Caim foi Naamá.
23. Disse Lameque a suas mulheres: Ada
e Zila ouviram a minha voz; escutai, mulheres de Lameque,
as minhas palavras; pois matei um homem por me ferir, e um
mancebo por me pisar.
24. Se Caim há de ser vingado sete
vezes, com certeza Lameque o será setenta e sete vezes.
25. Tornou Adão a conhecer sua mulher,
e ela deu à luz um filho, a quem pôs o nome de Sete;
porque, disse ela, Deus me deu outro filho em lugar de
Abel; porquanto Caim o matou.
26. A Sete também nasceu um filho, a
quem pôs o nome de Enos. Foi nesse tempo, que os homens
começaram a invocar o nome do Senhor.
NOTA 2
O texto bíblico, nos versículos 22 e
23, não fazem referencia ao fato ou ligação de Tubal-Caim
ou de Lameque com a morte de Caim, há um "salto"
e perde-se a historia da vida de Lameque e de Tubal-Caim.
Esta estória é relatada no livro de Jasher, o qual foi
expurgado da bíblia por conter vários relatos que não
interessavam a classe mandante na época e motivos outro.
Segue-se à tradução mais correta que pude fazer do texto
original.
4 Isaias 54
Eis que eu criei o ferreiro, que assopra
o fogo de brasas, e que produz a ferramenta para a sua obra;
também criei o assolador, para destruir.
Não prosperará nenhuma arma forjada
contra ti; e toda língua que se levantar contra ti em juízo,
tu a condenarás; esta é a herança dos servos do Senhor, e
a sua justificação que de mim procede, diz o Senhor.
NOTA 3
Na Bíblia, o ferreiro e forjador são
tratados como uma profissão criada e instruída por Deus,
podendo ser até considerada dádiva divina aos seres
humanos.
5 Livro de
Jasher II
[ver NOTA 4]
1. E estava no trigésimo centésimo
ano da vida de Adão na terra, quando soube que Eva a
sua esposa, ela concebera novamente e deu a luz a um
filho na sua semelhança e na sua imagem, assim, ela
chamou-o pelo nome de Seth, dizendo, Porque Deus me deu
outra semente no lugar de Abel, que foi morto por Caim.
2. E Seth viveu cento e cinco anos, e
ele teve um filho; e Seth chamou o nome do seu filho
Enosh, dizendo, Porque naquele tempo os filhos dos
homens começaram a multiplicar-se, e afligir as sua
almas e corações transgredindo e se rebelando contra
Deus.
3. E estava pelos dias de Enosh que
os filhos dos homens continuaram se rebelando e
transgredir contra Deus, aumentar a raiva do Deus contra
os filhos dos homens.
4. E os filhos dos homens foram e
serviram outros deuses, e eles esqueceram do Deus que os
tinha criado na terra: e por esses dias os filhos dos
homens fizeram imagens de metal e ferro, madeira e
pedra, e eles se abaixaram e curvaram e os serviram.
5. E todo homem fez o seu deus e eles
se curvaram diante deles, e os filhos dos homens
abandonaram o Deus em todos os dias de Enosh e as suas
crianças; e foi ateada a raiva do Deus por causa dos
seus trabalhos e abominações que fizeram na terra.
6. E o Deus fez as águas do rio
Gihon os subjugar, e ele destruiu e os consumiu, e ele
destruiu a terceira parte da terra, e assim, todavia, os
filhos dos homens não desviavam dos seus maléficos
modos, e as suas mãos ainda estendidas ao demônio às
vistas de Deus.
7. E por esses dias lá estavam
semeando, mas não estavam colhendo na terra; e não
havia nenhuma comida para os filhos dos homens e a
escassez era muito grande por esses dias.
8. E a semente que eles semearam por
esses dias no chão se tornou espinhos, cardos e
roseiras bravas; como nos dias de Adão era esta
resposta relativa a terra, da maldição de Deus, pois
ele amaldiçoou a terra, por causa do pecado que Adão
pecou antes do Deus.
9. E era quando os homens continuaram
se rebelando e transgredindo contra Deus, e corrompendo
os seus modos, a terra também ficou corrupta.
10. E Enosh viveu noventa anos e ele
teve Caiman;
11. E Caiman cresceu e ele tinha
quarenta anos, e ele ficou sábio e teve conhecimento e
habilidade em toda a sabedoria, e ele reinou em cima de
todos os filhos dos homens, e ele conduziu os filhos dos
homens a sabedoria e conhecimento; para Caiman era um
homem muito sábio e compreensão tida em toda a
sabedoria, e com a sabedoria dele ele regeu sobre os espíritos
e demônios;
12. E Caiman soube pela sabedoria
dele que Deus destruiria os filhos dos homens para ter
pecado em terra, e que o Deus irá aos dias posteriores
trazer para eles as águas da inundação.
13. E nesses dias que Caiman escreveu
em tabletes de pedra, o que ira acontecer futuramente, e
ele os pôs nos seus tesouros.
14. E Caiman reinou sobre a terra
inteira, e ele transformou alguns dos filhos dos homens
ao serviço de Deus.
15. E quando Caiman tinha setenta
anos, ele teve três filhos e duas filhas.
16. E estes são os nomes das crianças
de Caiman; o nome do primeiro nascido Mahlallel, o
segundo Enan, e o terceiro Mered, e as suas irmãs eram
Adah e Zillah; estas são as cinco crianças que
nasceram de Caiman.
17. E Lamech, o filho de Methusael,
foi aparentado a Caiman através do matrimônio, e ele
levou as suas duas filhas como suas esposas, e Adah
concebeu e da a luz a um filho a Lamech, e ele foi
chamado pelo nome de Jabal.
18. E ela concebeu novamente e da a
luz a um filho, e chamou o de Jubal; e Zillah, a sua irmã,
era estéril por esses dias não teve nenhuma descendência.
19. Por esses dias em que os filhos
dos homens começaram a infringir contra Deus, e
transgredir as ordens que ele tinha comandado a Adão,
ser frutífero e multiplicar na terra.
20. E alguns dos filhos dos homens
fizeram as suas esposas beberem uma bebida que as faria
estéril, para que eles pudessem reter as suas figuras e
por meio do qual permaneceriam com sua bela aparência
sem a desmaecer.
21. E quando os filhos dos homens
fizeram algumas das suas esposas beberem, Zillah bebeu
com eles.
22. E as mulheres grávidas se
apareceram abomináveis como viúvas à vista dos seus
maridos, e os seus maridos ainda viveram, no estéril
deserto onde somente eles sobreviviam.
23. E no fim dos seus dias e anos,
quando Zillah ficou velha, Deus abriu o seu útero.
24. E ela concebeu e deu a luz a um
filho, e ela chamou-o pelo nome de Tubal-Caim, dizendo,
Depois que fora eu murchada eu o obtive do Deus
Todo-poderoso.
25. E ela concebeu novamente e deu a
luz a uma filha, e ela chamou-a pelo nome de Naamah,
porque ela disse, Depois que fora eu murchada eu obtive
prazer e delícia.
26. E Lamech era velho e avançado em
anos, e os seus olhos eram escuros de forma que ele não
pudesse ver, e Tubal-Caim, o seu filho, o estava
conduzindo e era um dia que Lamech entrou no campo e
Tubal-Caim o seu filho estava com ele, e quando eles
estavam entrando no campo, Caim o filho de Adão
caminhou para eles; como Lamech era muito velho e não
podia ver muito, e Tubal-Caim o seu filho era muito
jovem.
27. E Tubal-Caim pediu ao o seu pai
que puxasse o seu arco, e com as setas ele golpeou Caim
que ainda estava distante e ele o matou, porque ele
apareceu ser a eles um animal.
28. E as setas entraram no corpo de
Caim embora ele estava distante deles, e ele caiu ao chão
e morreu.
29. E o Deus equiparou o mal de Caim
de acordo com a sua maldade o que ele tinha feito ao seu
irmão Abel, conforme Deus havia dito.
30. E foram ao passo onde Caim tinha
morrido, Lamech e Tubal foram ver o animal que eles
tinham abatido, e eles viram, Caim o seu avô que estava
morto sobre o chão.
31. E Lamech ficou muito afligido ao
ter feito isto, e unindo as suas mãos ele golpeou o seu
filho e o matou.
32. E as esposas de Lamech ouviram o
que Lamech tinha feito, e elas tentaram matá-lo.
33. E as esposas de Lamech o odiaram
daquele dia, porque ele matou Caim e Tubal-Caim, e as
esposas de Lamech distanciaram-se dele, e não o
animaram por esses dias.
34. E Lamech veio às sus esposas, e
ele as forçou a escutá-lo sobre este assunto.
35. E ele disse a suas esposas Adah e
Zillah, Ouçam minha voz Ó esposas de Lamech, prestem
atenção em minhas palavras, pois agora vocês imaginam
e dizem que eu matei um homem com minhas setas, e uma
criança com meu cajado por eles não terem feito
nenhuma violência, mas seguramente sabem que eu sou
velho e de cabelos brancos, e que meus olhos são
pesados pela idade, e eu fiz esta coisa
inconscientemente.
36. E as esposas de Lamech o
escutaram sobre este assunto, e elas voltaram para ele
com o conselho do seu pai Adão, mas elas não deram
mais nenhuma criança a ele naqueles tempos, sabendo que
a raiva de Deus estava aumentando por esses dias contra
os filhos dos homens, os destruirá com as águas da
inundação pelas suas más ações.
37. E Mahlallel o filho de Caiman
viveu sessenta cinco anos e ele teve Jared; e Jared
viveu sessenta e dois anos e ele teve Enoch.
NOTA 4
[Translated to Portuguese by Codignoli,
Fabio, from "Book of Jasher Referred to in Joshua and
Second Samuel". Faithfully translated (1840) from the
Original Hebrew into English. A Reprint of Photo
Lithographic Reprint of Exact Edition Published by J.H.
Parry & Co, Salt Lake City: 1887].
NOTA 5
O Livro de Adão (II. 13) diz que Lamech
estava armado com um arco e setas grandes, e uma funda e
pedras. Uma seta perfurou um lado de Caim, e uma pedra da
funda de Lamech batida entre seus olhos. Lamech golpeou o
jovem sobre que o conduzia acidentalmente, mas depois ele
esmagou a cabeça dele com uma pedra. Há muitas versões da
história em árabe, etiopino, e hebreu, mas todos eles
concordam em detalhes essenciais. De acordo com o Livro da
Abelha (XVIII), a bigorna, martelo, pinças, esquadro e o
compasso foram inventados por Tubal-Caim e Jubal que também
construíram instrumentos musicais, harpas e flautas; diziam
os povos que demônios viviam nas flautas e faziam soá-las.
6 Brasil uma
palavra muito curiosa
Não há nenhum país no mundo que é
mais associado com o ferro do que o Brasil. Brasil contém
alguns dos depósitos de ferro mais ricos e mais extensos do
mundo. A relação, estranha e misteriosa, entre as palavras
ferro e Brasil foram observadas em vários estudos, por
varias gerações.
Há a possibilidade de que a palavra
"Brasil" seja mais velha que a Suméria e que os
anciões conheciam esta Ilha de Ferro. Esta possibilidade é
ilustrada nos achados arqueológicos que podem ser escavados
nas palavras escritas.
A conexão entre a palavra ferro e a
palavra Brasil não é provada, mas permanece como uma
possibilidade intrigante.
6.1 A antigüidade
do conhecimento do Brasil [8.]
Diodoro de Sicília (90-21 a.C.), 45 anos
antes da era cristã, escreveu grande número de livros
sobre os diversos povos do mundo; em seus escritos, designa
claramente a América com o nome de ilha, porque ignorava a
sua extensão e configuração. Essa expressão de ilha é
muitas vezes empregada por escritores da antigüidade para
designarem um território qualquer. Assim vimos que Sileno
chama ilhas a Europa, Ásia e África. Na narração de
Diodoro, não é possível o engano quando descreve a ilha
de que falamos: ‘Está distante da Líbia (ou seja, da
África) muitos dias de navegação, e situada ao ocidente.
Seu solo é fértil, de grande beleza e regado de rios
navegáveis. Esta circunstância de rios navegáveis não se
pode aplicar senão a um continente, pois nenhuma ilha do
oceano tem rios navegáveis.
Diodoro continua dizendo: ‘Ali se vêem
casas suntuosamente construídas; ’ ora, sabemos que a
América possui belos edifícios em ruínas e da mais alta
antigüidade. ‘A região montanhosa é coberta de
arvoredos espessos e de árvores frutíferas de toda
espécie. A caça fornece aos habitantes números de vários
animais; enfim, o ar é de tal modo temperado que as frutas
das árvores e outros produtos ali brotam em abundância
durante quase todo o ano.’Esta pintura do país e do clima
por Diodoro se refere de todo o ponto à América
equatorial. Este historiador conta depois como os Fenícios
descobriram aquela região:
‘Os Fenícios tinham-se feito à vela
para explorarem o litoral situado além das Colunas de
Hércules; e, enquanto costeavam a margem da Líbia, foram
lançados por ventos violentos mui longe no oceano. Batidos
pela tempestade por muitos dias abordaram enfim na ilha de
que falamos. Tendo conhecimento da riqueza do solo,
comunicaram sua descoberta a todo o mundo. Portanto os
Tyrrhenios (outra tradução os chama de Tyrios, a mesma
origem que a da cidade de Tiro do rei Hiram ou das tribos
nômades Tiberenes), poderosos no mar, quiseram também
mandar uma colônia; porém foram impedidos pelos
Cartagineses, que receavam que um demasiado número de seus
concidadãos, atraídos pelas belezas desta ilha, desertasse
da praia. [8.]
Esta descrição, como vemos, coincide
com os relatos do que ocorreu com a frota de Cabral 2500
anos depois, desviada pelas mesmas correntes até o
continente do Brasil. Na descrição mais completa do texto
do historiador romano vemos com exatidão a descrição do
continente americano há dois mil anos atrás:
"No mais profundo da Líbia, há uma
ilha de considerável tamanho que, situada como está no
oceano, se acha há vários dias de viagem à oeste da
Líbia. Seu solo é fértil, pois, ainda que montanhosa
conta com uma grande planície. Percorrem-na rios
navegáveis que se utilizam para a irrigação, e possuem
muitas plantações de árvores de todos os tipos e jardins
em abundância, atravessados por correntes de água doce.
Também há mansões particulares de dispendiosa
construção, e nos jardins construíram-se refeitórios
entre as flores. Ali passam o tempo seus habitantes durante
o verão, já que a terra proporciona em abundância tudo
quanto contribui para a felicidade e o luxo. A parte
montanhosa da ilha está coberta de densos matagais de
grande extensão e de árvores frutíferas de todas as
classes, e para convidar os homens a viverem entre as
montanhas há grande número de acolhedores vales e fontes.
Em poucas palavras, esta ilha está bem provida de poços de
água doce que não só a convertem num deleite para quem
ali reside senão também para a saúde e vigor de seu
corpo. Há igualmente excelente caça de animais ferozes e
selvagens de todo o tipo e os habitantes, com toda essa
caça para as suas festas, não carecem de nenhum luxo nem
extravagância. Pois o mar que banha as costas da ilha
contém uma multidão de peixes, e o caráter do oceano é
tal que tem em toda sua extensão peixes em abundância, de
todas as classes. Falando em geral, o clima desta ilha é
tão benigno que produz grande quantidade de frutos nas
árvores e todos os demais frutos da estação durante a
maior parte do ano, de modo que parece que a ilha, dada sua
condição excepcional, é um lugar para uma raça divina,
não humana". (observação em alertar para os povos
‘GIGANTES’ citados na Bíblia e os povos Formorianos das
lendas célticas tem também uma conotação de similaridade
entre si)
Na antigüidade, esta ilha não estava
descoberta devido à sua distância do mundo habitado, mas
foi descoberta mais tarde pela seguinte razão: os fenícios
comerciaram desde muito tempo com toda a Líbia, e muitos o
fizeram também com a parte ocidental da Europa. E como suas
aventuras resultaram exatamente de acordo com suas esperanças,
acumularam uma grande fortuna e planejaram viajar além das
Colunas de Hércules, para o mar que os homens chamam
Oceano. E, em primeiro lugar, à saída do Estreito, junto
às Colunas, fundaram uma cidade nas costas da Europa, e
como a terra formava uma península chamaram à cidade
Gadeira (Cádiz). Nelas construíram muitas obras adequadas
à natureza da região, entre as quais se destacava um rico
templo de Hércules (Melkarth), e ofereceram magníficos
sacrifícios que eram conduzidos segundo o ritual fenício.
Quanto ao porte dos navios para
semelhantes viagens nesta época, as trirremes fenícias em
nada deviam às caravelas de 25 séculos mais tarde. Seu
comprimento podia atingir de 60 a 70 metros, comportando até
180 remadores e uma tripulação de 200 a 300 soldados.
Pouco se comenta do esplendor das naus gregas ou romanas,
mas não se pode negar que Erik, o Vermelho, e seu filho,
Leif Erikson, seguiram estes antigos passos até mesmo no
estilo de seus knerrir (transatlânticos) e knorr (navios
menores que comportavam as colônias), no século X d.C.,
vencendo mares tão perigosos como os do Atlântico Norte
para atingir a Vinland, na América.
Segundo Cândido Costa, em sua obra de
1900: "Num escrito de Aristóteles (De mirab. auscult,
cap. 84) diz-se que foi o receio de ver os colonos sacudirem
o jugo da metrópole cartaginesa e prejudicarem o comércio
da mãe pátria que levou o senado de Cartago a decretar
pena de morte contra quem tentasse navegar para esta ilha.
Aristóteles descreve também uma região fértil,
abundantemente regada e coberta de florestas, que fora
descoberta pelos Cartagineses além do Atlântico".
6.2 O ferro
descoberto no oriente e sua busca no ocidente
A palavra para ferro na maioria dos
idiomas Semitas é BRZL (barzil ou barzel), mas não é uma
palavra Semita. Um fato enigmático para o Sumeriologistas
é que a palavra para ferro naquele idioma é PARZILLU ou
BARZILLU.
Há muito tempo esta palavra foi levada
para regiões ocidentais Atlânticas.
Nos municípios do centro da Inglaterra,
"brazil" significa "pirita de ferro", e
no idioma inglês, "hard as brazil" (duro como
brasil), significa literalmente "duro como ferro".
É curioso que conhecimento do irlandês arcaico fala de
"Hy Brazil" (em várias ortografias), como uma
outra palavra para "ultramarino ao oeste". E esta
ligada às lendas de formação dos povos celtas e
irlandeses.
6.3 História
da raça celta-irlandesa
Nas lendas celtas acreditava-se que uma
ilha fantasma Brâzil existia na costa suldoeste de Connacht
na Irlanda ocidental. Foi assim chamada, por causa de Bres,
o filho de Ériu cujo pai era Elatha um deus do mar dos
Formorianos.
Por conseguinte, de acordo com Michael
Dames "Bresil" era um reino mágico próximo às
terras do norte, mas, também de acordo com M. Dames o
"Brasil, da América do Sul, foi nomeado por causa
disto". (Irlanda Mítica; Thames e Hudson; Londres;
REINO UNIDO; 1992).
Aparentemente no início do século XX,
as pessoas que falam o Gaelico nas Ilhas Aran da Baía de
Galway disseram que o eles sabiam sobre a lenda da terra mítica
do Brasil era que ela era visível à cada sete anos.
Para as gerações mais antigas das
pessoas que vivem em Connacht (a província da qual Galway
é o capital), o Brasil era conhecido como a Ilha do
Bem-Viver, a Ilha da Verdade, da Alegria, de Mulheres belas
e puras, e de Maçãs.
Outras antigas lendas Célticas também
dizem que a ilha só se aparecia ao pôr-do-sol nas névoas
do Atlântico e eles chamaram-na de: "A Santa Ilha sem
tormentas"; onde todos os homens são bons e todas as
mulheres puras e onde Deus se retira para uma recreação do
resto de nós. (Summer of the Red Wolf; Niorris West;
William Heinemann Ltd, REINO UNIDO, 1971).
Em um conto do século XVII recontado por
Dames, o capitão John Nisbet da Cia Lisneskay Fermanagh,
reivindicou ter atracado em uma ilha e achou gado, ovelhas,
cavalos, coelhos pretos, e um forte. Nisbet bateu em vão na
porta - mas não havia ninguém. Quando a noite veio ele se
acomodou na praia com seus oito companheiros e acenderam o
fogo.
Então um "estrondo
ensurdecedor" aconteceu e eles fugiram para o barco.
Quando eles voltaram no dia seguinte,
encontraram na costa uns velhos cavalheiros escoceses e seus
criados, vestindo roupas antiquadas e falavam o "escocês
arcaico". O velho homem declarou ter sido preso por lá
por um mago e confirmou que aquela ilha realmente era
"O Brazile".
Alguns também acreditam que o Brasil era
uma ilha disputada em Rockall no Oceano Atlântico (uma
pequena ilha com uns 30 metros de diâmetro e uns 20 metros
de altura acima do nível do mar), ela foi anexada pelo
REINO UNIDO em 1955 e é reivindicada como território
irlandês, é considerada a última parte remanescente da
terra perdida do Brasil.
Outra hipótese é que monge irlandês -
São Brendan, tinha ido para uma terra que ele chamou de
"Hy Brasil". A ilha de São Brendan ou Brasil de São
Brendan era um dos nomes que poderiam ser vistos em mapas
achados da idade média em torno do século IX. Esta ilha
era um lugar mitológico: "Onde sinos soaram sobre o
velho mar e a ilha parecia desaparecer toda vez no horizonte
quando os marinheiros tentavam alcança-la".
(esta lenda tem sua lógica quando
modelamos a teoria do deslocamento dos continentes e placas
tectônicas, o deslocamento toma forma acelerada pela queda
do grande meteorito)
De acordo com esta versão da lenda, Hy
Brasil foi descoberto por São Brendan que deixou a Irlanda
em 565 d.C. se São. Brendan visitou qualquer ilha, ele também
pode ter achado a ilha de Rockall e a considerou parte da
terra mítica do Brasil da qual ele teve conhecimento por
ter sido mencionada em lendas irlandesas de uns 3000 anos
atrás.
Bres, afinal de contas, era o filho de
Eriu, a Deusa mítica que deu o seu nome para Eire (a
Irlanda), o que indica que esta lenda era um das lendas
irlandesas mais antigas.
A ilha Brasil era certamente bem
conhecida durante os tempos medievais, quando os
exploradores vindos da Europa, tinham a intenção de
descobrir o que eles chamavam de "O Novo Mundo":
No período de 1351 até próximo ao ano de 1731, o nome de
Hy Brasil poderia ser achado na maioria dos mapas de navegação
europeus, sempre mostrando como uma ilha no Oceano Atlântico.
De acordo com A Russell-Wood: Mapas do século
XIV tinham a referência de Insule Sancti Brandani, como
homenagem as viagens legendárias do monge irlandês do século
VI à procura da "Santa Terra Prometida" que
seriam registrados em prosa latina no século IX Navigatio
Brendani.
Estas ilhas 'migraram' do norte da Europa
para o oeste. Desde o inicio do século XIV, havia referências
de uma ilha chamada Brasil não tão distante e a oeste da
Irlanda.
O nome e ilha moveram para o oeste, sendo
transformada em um continente e reconhecido como tal, por
Duarte Pacheco Pereira no seu "Esmeraldo de situ orbis".
Já em 1325, a ilha mítica de Hy Brasil
apareceu no Atlântico oeste distante da Irlanda em mapas,
como também no famoso Atlas Catalão datado de 1375 e,
subseqüentemente, em numerosos mapas durante os próximos
200 anos, inclusive o mapa de Waldseemuller das Ilhas britânicas,
emitido em Strassburgo em 1513 e suas edições posteriores.
Isto também foi mostrado no mapa de
Toscanelli datado em torno de 1457, era dito que este teria
sido usado por Cristóvão Colombo na sua primeira viagem em
1492. Isto é altamente significante indicando que se o
Brasil fosse conhecido por Colombo, então é quase certeza
que também Pedro Alvares Cabral (1460-1526) o conhecia.
Para aumetar a confusão feita pelos
primeiros exploradores alguns mapas dos primórdios, também
mostravam a terra mítica do Brasil no meio do oceano e
distante, no meio do caminho para Zipangu (Japão).
Aparentemente o Brasil teria sido 'Avistado' tão freqüentemente
pelos navegadores que aqueles primeiros cartógrafos eram
relutantes em abandonar a possibilidade de sua existência.
Na realidade, ele não foi finalmente removido dos mapas do
Almirantado britânicos até os anos de1865.
Mas, como o pais chamado hoje de Brasil,
foi assim chamado?
Uma teoria diz que o Brasil foi
colonizado inicialmente por pessoas que vinham de Viana do
Castelo (norte de Portugal), e que tiveram conhecimento das
lendas Celtas na Galicia, eles teriam estado atentos ao
continente perdido do Brasil.
E não só o Colombo, mas outros
primeiros exploradors da Inglaterra conheciam sobre a terra
perdida do Brasil. De acordo com A Ilha do Brasil, um conto
contemporâneo escrito por William of Worcester (e publicado
ao final do século XVIII) relebrou que, quando a notícia
sobre "nova terra ao oeste" chegou em Bristol nos
anos de 1470 foi presumido que era o Brasil.
Em 1480, um mercador de Bristol John Jay
equipou aos grandes custos um navio de 80 ton para velejar
para a ilha do Brasil, descrito freqüentemente como
"um nome dado por contos europeus medievais a terra
longinqua ao oeste da Irlanda". Levantando velas em
julho de 1480 partindo de Bristol, o navio de Jay navegou
para o oeste, pretendendo atravessar os mares "Mas a
viagem terminou em fracasso".
As tripulações inglesas ainda tiveram
que aprender os novos métodos de navegação astronômica
inventada em Portugal e Espanha: por mar aberto ao invés da
cabotagem que faziam para a Islandia e Groelandia
Nos mitos de Cornish e galêses, Bresal
era um grande Rei que fez a sua casa no Outro-Mundo "
que às vezes é chamado Hy - ou I-Breasal em sua
honra". Assim como no mito irlandês, o mundo dele é
visível somente uma noite a cada sete anos". Assim,
está claro que os Celtas da Galicia, Cornwall, Gales,
Irlanda e marinheiros da Inglaterra, todos eles conheciam a
lenda da terra perdida do Brasil.
Seria então aceitável assumir que,
quando os exploradors portugueses chegaram a América do
Sul, eles erradamente pensaram que eles tinham atracado no
mundo de Breasal e teriam nomeado a terra que eles
descobriram de "Brasil " em sua honra?
Claro que, nós não sabemos se em 1500,
Cabral soube sobre as lendas da terra perdida do Brasil dos
celtas da Galicia quando ele reivindicou a terra do Brasil
para a Coroa portuguesa. É interessante especular se o próprio
Cabral era de origem Céltica.
Alguns escritores acreditam que a família
de Cabral em Portugal era originalmente da Galicia, de uma
das duas cidades com aquele nome, e que eles chegaram em
Portugal, presume-se que antes da conquista islâmica da península
ibérica.
Outra ligação são os registros a lenda
irlandêsa de que o povo irlandes é descendente dos
Milesianos, os quais com o seu rei Heber, e o Bardo Amergen,
chegaram a Galícia ao redor de 1268 AC e conquistaram a
Irlanda, como descrito por Robert Graves no seu clássico
livro "A Deusa Branca" (1961, 1972 Farrar, Strauss
e Giroux Nova Iorque, E.U.A.).
6.4 Os
fomorianos invadem a Europa
A mitologia céltica nos relata que os
gigantes marítimos Fomorianos, "agentes da escuridão
e do mal", emergiram do oceano ocidental logo após o
Dilúvio do Mundo. Eles vieram da "ilha flutuante"
de An Domhain *e ocuparam o litoral das pequenas ilhas próximas
da Escócia e da Irlanda. Seu reduto mais antigo foi a Ilha
Torry (seguidores de Thor), distante no sentido noroeste da
Ilha Esmeralda. Eram fisicamente mutantes e devoradores de
carne humana. Dizem as lendas-se que eles atravessaram o
Grande Oceano como criaturas marítimas em seus
"rabos-de-peixe" (caiaques ou canoas?), quando
vieram à praia. Segundo alguns estudiosos, eles teriam
provavelmente partido das costas orientais da América do
Norte, uma vez que a Corrente do Golfo cruza desde o Novo
Mundo em direção nordeste até a Grã-Bretanha. Estas
correntes são muito familiares aos habitantes das Highlands,
na Escócia.
(* NOTA: foneticamente An Domhain tem
similaridade com Adon-Hiram)
Apesar da extrema latitude norte, em
torno de 57o, as Highlands experimentam as
aquecidas correntes tropicais do golfo em sua costa, fazendo
com que sua temperatura média seja significativamente
superior a regiões em latitudes semelhantes, como a vizinha
Edinburgh e a distante Moscou. Tiree, a ilha próxima da mística
Iona, a sudoeste da Highland escocesa, localiza-se na
latitude 57oN e apresenta temperatura média
anual de 9oC, com mínima de 5oC em
janeiro. Pouco mais para o ocidente e mais longe das
correntes litorâneas, em Edinburgh, a temperatura média
anual já cai para 8oC e a mínima para abaixo
dos 3oC. Já em Moscou, a 55o N, a
temperatura mínima anual ocorre em janeiro (-10oC),
com uma média anual de 4oC. Estas mesmas
correntes aquecidas poderiam, muito provavelmente, confirmar
as notícias mitológicas da chegada do povo de An Domhain
na Irlanda e Escócia. A penetração a partir de domínios
setentrionais como a Islândia ou Groenlândia teria sido
muito improvável uma vez que as correntes oceânicas e os
ventos prevalecentes seriam contra o movimento do ocidente
para o oriente no extremo norte.
6.5 Os Tuatha
Daoine expulsam os Fomorianos
Segundo outras lendas célticas, a região
atualmente conhecida como Irlanda, fora invadido pelos
guerreiros-mágicos e o primeiro povo "humano"
chamado de os Tuatha Daoine. Com suas armas de bronze
superiores e sua magia para controlar o tempo, eles por duas
vezes se opuseram aos Fomorianos e, sob seu deus-herói Lugh,
dirigiram esses bárbaros de volta ao Atlântico, forçando-os
a se retirarem para seus redutos ao norte, para os subterrâneos
Irlandeses e as "colinas do vale" da velha terra
natal. Infelizmente, os Tuatha Daoine foram forçados a essa
mesma retirada por novos invasores: os Milesianos. Esses,
apesar de não possuírem poderes mágicos, tinham a
vantagem de afiadas armas de ferro. Eram celtas puros,
ancestrais dos Gaélicos da Irlanda, Escócia, País de
Gales e Cornwall.
Há a semelhança vocal e fonetica do
nome Tu`Va-Kaoine em celta com TuVal-Kaim para o nosso
Tubal-Caim, outro ponto de encontro entre as lendas é que
também ocorre na era do bronze
Na última batalha, em Magh Mell, os exércitos
terrestres e marítimos dos Fomorianos foram liderados por
Breas, um raramente garboso fomoriano que havia sido eleito
para o trono de Tuathan. Avarento e com um apadrinhamento
endêmico na alta corte em Tara, acabou por desencadear a
guerra!
6.6 HY-BRASIL
ou O. BRASIL: O último reduto dos Fomorianos.
Como já esclarescido anteriormente,
Hy-Brasil é a forma anglicanizada do gaélico Ard
Bres-eilean, a alta ilha de Bres, o último retiro dos
fomorianos de Breas. Não pode nos passar desapercebida a
relação desta High Island de Bres (Hy-Brasil ou, como
geralmente é escrito na língua inglesa, Hy-Brazil) com as
Highlands na Escócia, estas últimas tendo seu clima
aquecido graças às correntes tropicais provenientes da América.
No período anglo-normando, o nome anglicanizado Hy-Brazil
era representado nos mapas como Haut (alto) Brazil, a
primeira palavra sendo pronunciada "ho"; daí
alguns estudiosos atribuem a variante do antigo nome desta
terra ocidental: O. Brazil.
Alguns atribuem a esta denominação uma
referência à forma da Ilha do Brasil, enquanto outros
imaginam o ‘O’ como uma abreviatura de "old"
(antigo) ou "overcast" (enevoado). Assim como O
precedeu Fu Sang (a Revelação do Regresso), servindo de
abrigo aos budistas expulsos do Tibete, também O precedeu a
palavra Brazil, último reduto de Breas e dos fomorianos.
Como veremos, este regresso a Hy Brazil pode ser deduzido a
partir das indicações que a pátria original dos
fomorianos de Breas – An Domhain – se identificaria com
Hy-Brazil. O Regresso, então, seria explicado.
6.7 AN DOMHAIN
e HY-BRAZIL
An Domhain pode ser sinônimo de
Hy-Brasil, uma vez que teve diversas denominações no gaélico:
|
Magh Muir,
|
"a Grande Planície do
Oceano"
|
|
Magh Mell,
|
"a Planície de Prazer"
|
|
Tir-n-og,
|
"a Terra de Juventude"
|
|
Tir Tairnigri,
|
"a Terra Prometida"
|
Talvez Hy-Brazil nunca tenha sido
verdadeiramente uma simples ilha. Suas características
variavam no mito da tenebrosa terra Fomoriana conhecida como
Dun Scaith, ("a Fortaleza de Sombras") para
denominações mais aprazíveis como Tir na tSamhraidh
("a Terra de Verão"), Tir na mBeo ("a Terra
de Vida Perpétua"), Hy-falga ("Alta Ilha Auk"),
Magh da Cheo ("a Planície das Duas Neblinas") e a
estranha denominação Tir fo Thuinn ("a Terra sob
Ondas" ou "Abaixo do Horizonte"). Cada nome
sugere características individuais dos domínios Fomorianos,
mas essa foi, acima de tudo, "uma terra em que não há
verdade segura, e onde não há nem idade nem decaimento,
pena ou tristeza, nem inveja nem ciúme, ódio ou insolência".
Infelizmente, era também um lugar de pouca ação, e homens
invariavelmente cansados dos prazeres sensuais que a terra
oferecia. Contava-se que nas terras mortas, que albergavam
espíritos de pessoas desvirtuadas, estavam as raizes de An
Domhain e este lugar de sombras não era procurado!
Os heróicos Milesianos teriam se
dirigido a An Domhain pelo oceano, seja por aventura ("echtra")
ou por uma expedição ("immrama"). A viagem
aventuresca, considerada de cunho espiritual, era realizada
por guerreiros procurando vingança ou por homens
apaixonados que viam uma desejável mulher do outro mundo em
seus sonhos. Expedições eram organizadas para ganhos
mercenários. Às vezes, as viagens marítimas ocidentais
tinham um duplo objetivo: quando Bres e seus seguidores
foram afugentados, eles tiraram a Harpa Irlandesa do Norte,
um símbolo da soberania irlandesa bem como um implemento mágico.
Os Tuathans, sob seu patriarca, um deus-herói denominado
Dagda (o pai adotivo de Lugh), seguiram-nos, invadiram Na
Domhain e, com a ajuda de uma mulher residente (Mhorrigan)
invadiram a ilha. Eles recuperaram a Harpa mas devastaram
"reino submarino", levando consigo os
"catorze Tesouros da Bretanha", todos objetos
possuidores de elevados poderes mágicos. Como resultado, os
Fomorianos foram opostos por suas próprias armas (incluindo
o formidável Caldeirão das Profundezas) e não puderam
mais invadir o mundo de homens.
Os mundos ocidentais foram a princípio
governados por um patriarca conhecido como o Oolaithir, ou
"Pai de Todos". Este deus imortal criou o mundo de
oceano da "Fenda Primordial", e então colocou o
controle sob os deuses mortais, os primeiros desta linha
sendo Ler ou Lear, literalmente, "O Mar". Sua
descendência e seus segundo regente foi Manann mac Ler, e
um de seus descendentes foi Bres. Acreditava-se que cada um
destes gigantes Fomorianos reencarnasse o espírito de todos
seus ancestrais.
É interessante notar que os nórdicos
também conheciam o Ginnugugap, ou o "Local do Início",
e colocaram-no em seus antigos mapas marítimos, mostrando-o
no longínqüo oceano ocidental, a oeste da Groenlândia.
Alguns aborígenes canadenses têm indicados que a Terra
Nova, no Canadá, foi o lugar de criação da palavra. Se
for o caso, aquela ilha pode conferir com Hy-Breasil.
Existem outras possibilidades: alguns dos
povos nativos dão à Ilha Grand Manan uma reputação
parecida. Ora, Manann mac Ler foi comprovadamente o guardião
e guardião para as Terras da Sombra. Além disso, os
Abenakis dizem que existe um portão invisível ao mundo
subterrâneo e para as Terras Mortas neste lugar. Há número
de "High Islands" no lado ocidental do Atlântico.
Existem duas ilhas chamadas "Isle Haute" na Baía
de Fundy. Uma destas está próxima da costa de Maine, e foi
lugar de primitivos assentamentos franceses; a outra está
nos limites superiores de Fundy, a certa distância de
Advocate Harbour, na Nova Scotia, na divisão da Baía nas
bacias do Chignecto e Minas. Este lugar tem uma grande tradição
ligada às trevas.
Os Romanos nomearam o oceano ao norte da
costa de Oceanus Diu Caledonius Da Grã-bretanha, "O
Oceano do Duplo Caledon", num reconhecimento à sua
proeza marítima. As Caledônias Escocesas, tal como os
marinheiros missionários irlandeses da antigüidade,
residiam no lado ocidental da Bretanha, e habitavam as ilhas
ao noroeste. Não há dúvida que alguns destes povos, que
historicamente tocaram a Islândia, Groenlândia e norte da
Rússia, poderiam ter alcançado o Novo Mundo, e seus mitos
sugerem que o tenham feito! Como os modernos japoneses, os
antigos nórdicos eram cuidadosos observadores da tecnologia
alheia, e seus grandes barcos poderiam ter sido padronizados
seguindo os modelos celtas. Quando sua terra tornou-se
populosa, eles construíram barcos e emergiram como piratas
do mar. Ao visitarem as Faeroes, Iceland e Greenland, esses
nórdicos encontraram o povo céltico já em residência.
Como seria de se esperar, esses sagrados eremitas reagiram,
movendo-se em direção ao ocidente. Já haviam rumores de
terras habitadas por homens brancos até mesmo entre os índios
encontrados pelos nórdicos. Seriam, talvez, os
remanescentes de Hy Breasil?
6.8 O
conhecimento mais moderno do brasil
Sobre a palavra Brazil: "A primeira
vez que esta palavra acha empregada, segundo Muratori, é no
anno de 1128 n’um tractado entre os povos de Bolonha e
Ferrara, no qual figura n’uma resenha de mercadorias a
grana de Brazile. Parece que esta madeira vinha então das
ilhas Malaias, e era um dos artigos do comércio do Mar
Vermelho. Os tupis chamão a arvore Araboutan, e com
lavadura da sua cinza sabem dar uma cor vermelha mui duravel".
"Segundo Muratori, em 1193 e 1316
apareceu notícia de uma droga que tingia os tecidos de
encarnado, dando-se-lhe na Itália o nome de Brezil,
Brecillis, Bracire, Brasilly, Brazilis e Brazili. O nome
Brazil já era conhecido muito antes do descobrimento da América
por Colombo, e as tarifas da alfândega de Ferrara
compreendiam esta mercadoria em um de seus artigos".
A participação ampla dos fenícios no
conhecimento das terras ocidentais explica a grande
participação dos judeus nas grandes navegações. Desde o
tempo de Salomão, as Casas de Hirã e do grande soberano
judeu se uniu de tal forma que a construção do templo de
Jerusalém foi feita por arquitetos e pedreiros fenícios, e
as misteriosas viagens para descobrir ouro e madeiras para a
construção do templo foram feitas conjuntamente. Este
vasto conhecimento dos judeus sobre a ciência da
navegação não passou desapercebido por alguns soberanos
à época da Diáspora, especialmente D. Manoel. Em 1412 foi
fundada a Escola de Sagres, primeira academia portuguesa de
navegação. Portugal, à época, tornara-se o último
reduto dos judeus na Europa. A proteção concedida pelos
soberanos portugueses aos judeus visava declaradamente
atrair os largos conhecimentos hebreus nas matemáticas, na
geografia e na astronomia, para calcar os grandes
desenvolvimentos levados a cabo nas pesquisas náuticas para
lançar Portugal como potência mundial. "Assim, para a
direção da Escola de Sagres, (...) foi escolhido um dos
mais famosos cartógrafos do século XV, o judeu Jehuda
Crescas, cuja missão especial era ensinar aos pilotos
portugueses os fundamentos da navegação bem como a
produção e o manejo de cartas e instrumentos náuticos.
Mais tarde, outros judeus de renome científico prestaram
sua colaboração à escola de Sagres, destacando-se os
sábios José Vizinho, Mestre Rodrigo e, sobretudo, Abraham
Zacuto, autor do ‘Almanaque Perpétuo de todos os
Movimentos Celestes."
Em 1418 "Bartholomeu Perestrello,
levado para o sudoeste por uma tempestade, descobre a terra
a que dá o nome de Porto Santo, trazendo depois a boa nova
desse acontecimento ao infante D. Henrique, que se exalta
ante tão memorável sucesso. Em seguida outras terras são
descobertas, e ao príncipe se deve o apoio dos
empreendimentos". (Cândido Costa, As Duas Américas,
p.69) Neste ano de 1418 o infante mudou sua residência para
Sagres, para melhor acompanhar os desenvolvimentos
referentes à navegação e a partida das expedições. Em
Sagres encontravam-se os maiores doutos da época, sendo
onde foi fundada a primeira escola náutica assim como o
primeiro observatório.
Em 1439, "Hervas (T.1, p.109) faz
menção d’um mappa da bibliotheca de S. Marcos em Veneza,
feito em 1439 por André Blanco, no qual se indica na
extremidade do Atlântico uma ilha com o nome de Ilha do
Brazil; outra, chamada Ilha da Antilha; e uma terceira, na
posição do Cabo de Sancto Agostinho, na Florida, com a
extranha cognomenação de Isla de la mano de Satanaxio."
1445-1448 - "Está averiguado por
uma carta de André Biancho, escrita em 1448, que a América
foi descoberta pelos Portugueses entre os anos de 1445 a
1448, tempo em que o famoso infante D. Henrique estava todo
entregue ao estudo da navegação e preocupado com os
descobrimentos já feitos na costa africana. O já citado
Sr. Yule Oldham assevera que na carta de Biancho estão
indicadas as descobertas feitas pelos Portugueses, além das
ilhas de Cabo Verde, havendo um tópico que diz: esta ilha
está a 1500 milhas ao leste, referindo-se à América,
sobre a qual em 1447 foi arrojado um navio português, como
se vê nos Descobrimentos do Mundo, obra publicada por
Galeano. Pelo que fica exposto, fácil é de explicar a
existência de João Ramalho, Português, natural de Vianna,
na capitania de S. Vicente (Brasil) desde 1490, dois anos
antes de ter Colombo descoberto a América!" (Cândido
Costa, As Duas Américas, pp.69-70, citado em A. Franco, op.cit.,
pp. 414-415)
O conhecimento das terras do Brasil por
Salomão e por Hiram, conforme a explanação feita por Cândido
Costa, é difícil de ser refutada. A manutenção desta
antiga tradição, milenar e sem pátria, pertencendo à própria
humanidade, fez com que se desse à América a antiga
denominação do mítico grego Merope, e ao Brasil a antiga
denominação nórdico/céltica de Hy-Brasil, referente às
terras do gigante roncador. Esta denominação de Brasil,
que supostamente deveu-se à madeira que deu origem à tinta
vermelha, já era utilizada para designar a tintura vermelha
comercializada em Ferrara no século XII (vide 1128 d.C.), e
era muito conhecida antes das Grandes Navegações. Embora
os verdadeiros autores destas antigas denominações sempre
tenham se mantido em segredo, sua intenção de creditar a
descoberta destas antigas e conhecidas terras à tradição
antiga e não à dominação católica foi muito clara. Não
foi por outro motivo que, tão logo foi possível, o nome
das terras descobertas por Cabral mudaram de Ilha de Vera
Cruz e Terra de Santa Cruz para o antigo nome de Brasil.
A palavra Brazil não é irlandesa, mas
está bastante ligada com os termos fenícios.
Antigamente como também nos dias atuais,
as regiões foram nomeadas de acordo com os depósitos de
metais lá encontrados. Assim Núbia é a palavra egípcia
para ouro; Hatus, a capital da Hittita, significa Cidade
Prateada; Chipre é a palavra antiga para cobre, e Brasil,
como nós mostramos, era a Terra do Ferro.
Há três relações com possível
significação.
A Primeira, a associação entre o Brasil
e ferro pode retornar ao Gênese 4:22: "Zillah (a
esposa de Lamech) teve o filho Tubal-Caim; ele era o
forjador de todos os instrumentos de bronze e ferro".
Em muitas sociedades a criança é filho
da mãe, não do pai. Assim Tubal-Caim também era conhecido
como BarZillah. A palavra para ferro em ambos, Hebreu e Sumério,
poderia ser uma relação ao filho de Zillah.
A seguinte observação confirma a
anterior.
Em 1882 um estudante pensou que aquele
Barzil que quer dizer ferro em hebreu tem sua origem de
"Bar", a palavra para filho no idioma Caldeu
antigo, no hebreu atual utiliza-se o termo "Ben".
Enquanto a segunda sílaba "zil" significa
despejar, e também contribui para uma palavra indicativa de
calor violento.
Segunda, os estudantes notaram as ligações
muito antigas entre as palavras derivadas de Tubal-Caim com
o ferreiro ou artífice do ferro.
Na antiguidade uma tribo associada com
trabalho em metal era conhecida como os "Tibareni"
(uma forma modificada da palavra Tubal). Em uma aldeia no
Oriente-Médio era notado que as faíscas que saíam do
ferro foram chamadas de "tubal".
Há também uma correlação entre tubal,
como as faíscas que saem do ferro, quando se passa o
esmeril, com o rastro de um cometa ou meteorito que cai do céu.
O deus romano do Tiber (que também pode
significar Tubal-Caim) era Vulcan cuja forja é o vulcão.
Vulcan está primeiramente associado com
fogo e com trabalhos no metal.
Curiosamente, era dito que o Vulcan era
um aleijado jogado fora de céu pelo seu pai Júpiter como
castigo por tomar o lado da sua mãe em uma disputa. {uma
estranha conexão com o livro de Gênese, porque lá há uma
razão para acreditar que Tubal-Caim é o jovem em quem o
pai dele, Lamech, se vingou, como contado em Gênese 4:23}
"Disse Lameque a suas mulheres: Ada
e Zillah ouvi a minha voz; escutai, mulheres de Lameque, as
minhas palavras; pois matei um homem por me ferir, e um
jovem por me pisar."
Terceira, há o fato interessante que a
última parte do nome, Tubal-Caim, é a palavra hebréia
para ferreiro.
Outro modo de soletrar o Caim é o Ken. O
Ken é uma forma da palavra hebréia para uma lança de
cobre, e os Kenitas eram umas tribos de ferreiros vagantes,
os quais faziam Instrumentos de metal.
Desta forma nós recuperamos três
caminhos lingüísticos relacionados a Tubal-Caim, o
primeiro ferreiro, ao país Brasil, um dos nomes mais
antigos de um lugar do mundo, o qual pode ter sido bem
conhecido por antigos navegantes. (fenícios talvez)
A estirpe de Caim e Tubal-Caim terminou
com o dilúvio, mas nós podemos deduzir que aquele Noé e
os seus filhos colecionaram a tecnologia do mundo Pré-Diluviano,
inclusive a metalurgia, e então ensinaram-na aos seus
descendentes na era Pós-Diluviana. (mesmo porque, para
construir a arca necessitavam de ferramentas, pregos,
parafusos, etc.).
O exemplo acima ilustra o tipo de
tentativas lingüísticas feitas procurando o que foi o
passado.
O fato, não documentado, de que os
cavaleiros templários, na época das cruzadas, tiveram
acesso ao conhecimento dos povos orientais, para uma época
de barbarismos europeus, tiveram o conhecimento de que em
uma "ilha além-mar" continha um grande meteorito
de ferro, suponho que talvez, através de mapas das rotas
fenícias, estivesse indicado o "Brasil" como
terra aonde retiravam as piritas de ferro para compor a liga
do aço de wootz, que foi perdido por volta dos anos 1200
E.V. também coincidindo com a retirada dos templários do
oriente.
Ao retornar a Europa iniciou-se a casada
aos templários, onde somente Portugal, Espanha e Inglaterra
deram hospedagem a estes guerreiros, na forma de divisão
eclesiástica. Como em Portugal, criou-se a ORDEM DE CRISTO
e a ORDEM DA SANTA CRUZ. (ver livro A ordem de cristo e o
Brasil de Tito Lívio Ferreira).
Estas ordens por sua vez, responsáveis
pela administração das primeiras escolas
"faculdades" tinham por sua responsabilidade a
Escola Naval de Sagres. Onde se supõe que os mapas dos fenícios
foram parar.
Assim patrocinados por Don Sebastião e
do cardeal Rei Don Henrique, e sabendo das descobertas das
índias ocidentais por Colombo, foi dado a Ordem de Santa
Cruz o direito e posse das terras "além-mar".
No inicio o Brasil chamou-se "terra
de Santa Cruz" como referencia ao direito de posse da
ordem.
A adequação do nome Brasil foi imposta
pelos próprios membros sucessores da ordem, pois eles
sabiam que o direito de conhecimento destas terras pertencia
aos extintos "fenícios" e "sumérios".
(de qualquer forma não mais reclamariam o direito de
posse). Mas foi a forma que estes descendentes dos
conhecimentos templários, encontraram para perpetuar o
sentido original do nome que foi dado a "ilha do
meteorito de ferro".
Não como dito no conto da carochinha que
nos foi dado nos estudos primários que a origem é do
pau-brasil...
Desta forma vos digo:
Sou Tubal-Caim, filho de Zillah,
BarZillah, BarZilleiro, Brasileiro, forjador (como o que
molda o aço da mesma forma que moldamos nossas esperanças
e ideais) com muito orgulho.
7 Antiga canção
Inglesa - O velho Tubal-Caim
Há uma canção que os ingleses cantam
para suas crianças e jovens dando um alerta ao que era
Tubal-Caim como força de trabalho e o que pode acontecer,
em um momento de distração, o fato de poder arruinar sua
vida. É uma alegoria a morte da "motivação á
vida" com relação figurativa a destruição de Tubal,
Lameque e suas esposas.
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OLD TUBAL CAIM
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VELHO TUBAL-CAIM
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Old Tubal Caim was a man of might,
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Velho Tubal-Caim era um homem
potente,
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In the days when the earth was
young,
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Nos dias quando jovem era a
terra,
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By the fierce red light, of the
forge so bright,
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Pela feroz luz vermelha, da forja
tão luzente,
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Heavy strokes on his anvil rung.
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Golpes pesados na sela da
bigorna.
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Chorus:
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Coro:
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Hurrah, hurrah for Tubal Caim,
that mighty man of old:
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Hurrah, hurrah para Tubal-Caim o
velho homem poderoso:
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Hurrah, hurrah for sword and
spear, he made for warriors bold.
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Hurrah, hurrah para espada e a
lança, por ele forjadas para bravos guerreiros
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(Repeat)
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(Refrão)
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Up-lifted high was his brawny
hand,
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Para o alto era erguida a sua mão
musculosa,
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And the glow of the flames was
clear,
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E o brilho das chamas era claro,
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And the sparks rushed out in a
scarlet glow,
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E as faíscas espirravam em um
brilho escarlate,
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As he worked on the sword and
spear.
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Era como ele forjava a espada e a
lança.
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Chorus:
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Coro:
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{Begin page}
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{inicio}
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And he sang hurrah for my handy
work,
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Eles cantavam hurrah para o meu
trabalho,
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Hurrah for the spear and sword;
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Hurrah para a lança e a espada;
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Hurrah for the hand that shall
wield them well,
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Hurrah para as mãos que podiam
as brandir bem,
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For be shall be king and lord.
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Para que o rei e senhor posa
imperar.
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Chorus:
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Coro:
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WHERE IS YOUR BOY TONIGHT?
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ONDE SEU MENINO ESTÁ HOJE À
NOITE?
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Life is teeming with evil snares,
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Vida abunda com as armadilhas do
mal,
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The gates of sin are wide
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Os portões de pecado são vastos
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The rosy fingers of pleasure wave
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Os dedos róseos das curvas do
prazer
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And beckon the young inside.
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E acena a jovem lá dentro.
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Man of the world with open purse,
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Ao Homem vulgar de bolso aberto,
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Seeking your own delight,
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Buscando seu próprio deleite,
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Pause [ere?] reason is wholly
gone, W.
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Pare [antes que?] perca a razão,
PORQUE.
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Where is your boy tonight?
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Onde seu menino está hoje à
noite?
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Chorus:
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Coro:
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Where, O where is your boy
tonight?
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Onde, O onde seu menino esta à
noite?
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Where is your boy tonight?
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Onde seu menino está à noite?
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Pause ere reason in wholly gone,
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Pare antes de perder o juízo,
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Where is your boy tonight?
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Onde seu menino está hoje à
noite?
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(Repeat)
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(Refrão)
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Sirens are singing on ev'ry hand
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Sirenes estão cantando em todo
lugar,
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Luring the ear of youth,
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Encantando o ouvido dos jovens,
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Gilded falsehood with silver
notes
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Ouro falso em moedas de prata
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Drowneth the voice of truth,
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Deturpando a voz da verdade,
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Dainty lady in costly robes,
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Senhora delicada em caros roupões,
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Your parlors gleam with lights
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Suas salas de estar resplandecem
em luzes
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Ease and beauty your senses steep,
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Facilidade e beleza seus sensos
excitam,
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Where in your boy tonight?
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Onde em seu menino à noite?
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Chorus:
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Coro:
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Tempting whispers of royal spoil,
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Sussurros tentadores de espólio
real,
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Flatter the youthful soul
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Lisonjeie a alma jovem
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{Begin page} WHERE IS YOUR BOY
TONIGHT?
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{inicio} ONDE SEU MENINO ÉSTA À
NOITE?
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Eagerly entering into life,
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Mergulhando na vida,
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Restive of all control,
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Atribulando todo o controle,
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Needs are many and duties | | | | |