HISTÓRICO NA MARINHA DA FRANÇA 1963 - 2000
"Honneur, Valeur, Discipline"
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O Navio Aeródromo Foch - R 99, ex-Richelieu, foi o segundo navio da Marinha Francesa a ostentar esse esse nome em homenagem ao Marechal Ferdinand Foch. O primeiro Foch, foi um Cruzador de 10.000 ton construído em Brest em 1931. Foi construído pelo Chantier de l'Atlantique, em St. Nazaire, França. Teve sua quilha batida em 15 de fevereiro de 1957, foi lançado ao mar em 28 de julho de 1960 e foi incorporado em 15 de julho de 1963. Naquela ocasião, assumiu o comando o Capitão-de-Mar-e-Guerra (Capitaine de Vaisseau) Jean Bied-Charreton.
1962
Em 28 de abril, iniciou seus testes de mar.
Em 6 de setembro, foi realizado o primeiro pouso a bordo pelo Capitão-Tenente (Lieutenant de Vaisseau) Rochard, com um Breguet Alizé do Esquadrão 9F.
1963
Em 1º de maio, o Grupo Aéreo foi oficialmente designado para o Foch, e participou do cruzeiro de aceitação que teve escalas em Quebec (Canadá), Boston (Massachussetts-EUA) e Ilha da Madeira.
Em 15 de julho, foi incorporado a Marine Nationale.
Em setembro, o Esquadrão 11F embarcou pela primeira vez no Foch com seus Etendard IVM. Esse embarque teve o seu período encurtado por um acidente fatal em 17 de setembro, ficando as operações de pouso e decolagem suspensas até maio de 1964.
Entre 16 de outubro e 25 de dezembro, participou da Operação MOUSSON no Oceano Indico, partindo de Toulon como capitania de uma Força-Tarefa composta pelo C De Grasse – C 610, pela 4º Esquadrão de Escoltas (Contratorpedeiros Cassard, Kersaint – D 622, Vauquelin – D 628, La Bourdonnais), pelo 3º Esquadrão de Escoltas Rápidas (Fragatas Le Gascon, Le Provençal – F 777, Le Picard e o Navio Tanque La Seine – A 627). Foram feitas escalas em Djibouti, Nossi-Be, Diego-Suarez, Point-des-Galets (Ilhas Reunion, onde ficou fundeado ao largo), Diego-Suarez, Djibouti, Aden, Assab e depois retornou a Toulon.
Em 24 de novembro, um ferido é evacuado do Foch por um helicóptero do Esquadrão 23S para Diego Suarez.
Em 12 de dezembro, um enfermo é evacuado por um Helicóptero do 23S do Contratorpedeiro Kersaint – D 622 para o Navio Aeródromo Foch.
1964
O destacamento precursor de criação do Esquadrão 22S, partiu do Foch para Lanvéoc-Poulmic.
1966
Em 23 de março, zarpou de Toulon como capitania da Força Alfa (Grupo Aeronaval do Pacifico), comandada pelo CA Storelli e composta pelos EE Forbin – D 635, La Bourdonnais e Jauréguiberry da 51ª Divisão de Escoltas, pelos Navios Tanque La Seine - A 627 e Aber Wrach – A 619, e o NA Rhin – A 621, alem do Navio de Apoio Logístico Rance – A 618 e Navio de Desembarque-Doca Ouragan – L 9021. Depois de escalar em Diego-Suarez e Nouméa, chegou ao Tahiti em 22 de maio. Entre as missões designadas para a Força Alfa estava a de vigilância meteorológica, apoio logístico e segurança na região do Polígono de Ensaios Nucleares do Pacifico. Nessa ocasião o Grupo Aéreo do Foch estava composto por 8 caça-bombardeiros Etendard IV-M e 4 caça-bombardeiros de reconhecimento Etendard IV-P do Esquadrão 15F, 12 aeronaves de patrulha Alizé do Esquadrão 9F, 10 helicópteros HSS Sikorsky do Esquadrão 31F e 6 helicópteros Alouette II e 6 Alouete III do Esquadrão 23S.
Em 7 de junho, ao largo do Tahiti enquanto o navio recebia a bordo cerca de 200 visitantes, um Etendard caiu no mar, desaparecendo o piloto, que era o imediato do Esquadrão 15F.
Em 10 de junho, a Força Alfa já se encontrava ao largo de Mururoa, sendo iniciada a operação de segurança conhecida como “PHOEBUS“.
Em 12 de junho, os navios da força localizaram o Navio de Pesquisas USS Belmont cruzando a área de testes, e duas semanas depois o Navio de Controle de Mísseis e Foguetes USS Richfield, além de um contato submarino que não foi possível identificar como americano ou soviético.
Em julho uma Divisão de Escoltas, composta pelos AE Cdt Rivière – F 733 (capitânia), Doudart de Lagrée – F 728, Protet – F 748, Amiral Charner – F 727 e EV Henry – F 749, integrou-se ao Grupo Alpha.
Em 1º de julho, véspera do primeiro teste Aldébaran, um avião-tanque da USAF foi localizado, fazendo observações na área.
Em 19 de julho, foi realizado o segundo teste, denominado “Tamouré” , que consistia no primeiro lançamento de uma bomba de gravidade por um Mirage IV da Armée d´L´Air sobre Mururoa, originalmente programado para o dia 13, mas adiado devido as condições meteorológicas. Uma hora após o teste realizado as 05:05h, foi visto novamente na área o USS Richfield e interceptado pelos aviões do Foch o KC-135 da USAF.
A segunda parte da campanha de ensaios iniciou-se com o teste “Betelgeuse”, realizado no dia 11 de setembro, assistido pelo Presidente da Republica General Charles De Gaulle a bordo do Cruzador De Grasse – C 610. A explosão de 200 kt foi realizada as 07:30 h.
Os dois últimos testes foram realizados nos dias 24 de setembro e 4 de outubro.
Em 29 de outubro, o Grupo Aéreo do Foch realizou exercício de bombardeio contra o casco alvo do ex-Aviso Colonial Francis Garnier – Q 416, que foi afundado sobre uma lamina d´agua de 1300 metros.
Em 2 de novembro, o Grupo Aeronaval, partiu da Polinésia, retornando a França via o Cabo Horn.
1968
Participou da Operação ALPHA, que visava assegurar a segurança no desenrolar dos testes nucleares franceses no Pacífico.
Entre 4 e 8 de novembro, participou de um exercício interaliado no Mediterrâneo Ocidental, junto com o Cruzador Colbert - C 611, o Contratorpedeiro D' Estrées - D 629 e as Fragatas L'Alsacien - F 776 e Le Vendéen - F 778.
1969
Participou do cruzeiro de inverno da Esquadra do Atlântico, com escala em Hamburgo (Alemanha), e no final do ano de uma série de exercícios no Mediterrâneo.
1971
Em 29 de março, o Foch trouxe de volta a BAN de Saint Mandrier (França) as aeronaves do Esquadrão 33F, que haviam operado na cadeia de montanhas Tibesti, fronteira do Chade com a Líbia.
1972
Entre 23 de maio e 2 de junho, teve o seu último contato com o Esquadrão 9F antes de sua dissolução.
Em 10 de junho, ao largo das Ilhas Orcadas, recebe quase a totalidade das aeronaves do Grupo Aéreo no Navio Aeródromo Clemenceau – R 98 e através dos Helicópteros Super Frelon a maior parte do pessoal do Grupo Aéreo. O Clemenceau ficou com o efetivo reduzido a metade e com 4 aeronaves ASW Alizé e 4 Helicópteros Super Frelon, configurado como Porta-Helicópteros.
Em 11 e 12 de junho, escalou em Scapa Flow junto com o Navio Aeródromo Clemenceau – R 98.
Em setembro, foram realizados a bordo do Foch testes com um A-4 Skyhawk, visando a possível substituição do Etendard IV por esse modelo.
Entre 22 de novembro e 13 de dezembro, participou do exercício de intervenção Pré-STERNE e depois STERNE 72, com o Navio Aeródromo Clemenceau – R 98 e outros navios da Esquadra.
1973
Em 26 de maio, acompanhado dos Contratorpedeiros Duquesne - D 603, Bouvet - D 624 e Maillé-Brézé - D 627, da Fragata Le Bourguignon e o Navio Tanque La Seine, chegou a Norfolk (Virginia-EUA) onde já se encontrava o Cruzador Colbert - C 611. Em 29 de maio, o Grupo-Tarefa partiu de Norfolk.
Entre 1º e 6 de junho escalou em New York, junto com o Cruzador Colbert e o Contratorpedeiro Bouvet.
Em 18 de junho, retornou a Brest com o Grupo-Tarefa, tendo escalado nos Açores, Fort-de-France, Jacksonville, Norfolk e New York.
Entre 18 e 24 de novembro, participou do exercício CAPRICORNE com o Cruzador Colbert - C 611, o Contratorpedeiro Bouvet - D 624 e o Navio Tanque La Saône.
Em dezembro, foi realizado o pouso de n.º 20.000 a bordo.
1974
Em 5 de fevereiro, zarpou como capitania de um Grupo-Tarefa composto pelo Cruzador Colbert - C 611 (com o Comando Anfíbio Trepel embarcado), pela Fragata Suffren - D 602, Contratorpedeiro Kersaint - D 622 e pelo Navio Tanque La Saône - A???, juntando-se com cinco Contratorpedeiros, uma Fragata e dois Submarinos da Esquadra do Atlântico ao largo das Ilhas Canárias. Depois de se reunir com um Grupo-Tarefa espanhol que incluía o Porta-Helicopteros SMS Dédalo - R 1, participou da Operação ESCUADRAS 74.
Entre 11 e 15 de fevereiro, escalou em Las Palmas (Ilhas Canárias), junto com o Cruzador Colbert - C 611, Contratorpedeiros Kersaint - D 622 e La Galissonnière - D 638, Navio Oficina Rhin - A 621.
Entre 15 e 21 de fevereiro, participou do exercício INES II, durante o qual ocorreu a substituição do Vice-Amiral d'Escadre Guillou, pelo Vice-Amiral Pétrochilo no comando da Esquadra do Atlântico.
Entre 21 e 27 de fevereiro, escalou em Lisboa com o Cruzador Colbert e o Navio Tanque La Saône.
Em 2 de março, retornou a Brest com o Grupo-Tarefa.
Entre 17 e 21 de junho, participou do exercício de intervenção STERNE 74, junto com o Navio Aeródromo Clemenceau – R 98 e outros navios da Esquadra, realizado no Atlântico.
Em 12 de novembro, iniciou exercícios com o Cruzador Colbert - C 611, Fragata Suffren - D 602 e os Fragatas-Aviso Le Corse - F??? e Le Gascon - F ???.
Em 29 de novembro, partiu de Brest configurado como Porta-Helicópteros junto com o Cruzador Colbert, com destino as Antilhas para prestar apoio ao encontro entre o Presidente francês Giscard d'Estaing e o Presidente norte-americano Gerald Ford previsto para 16 de dezembro.
Em 9 de dezembro, chegou a Fort-de-France e em 17 de dezembro partiu de retorno a Brest onde chegou no dia 24.
1975
No final de 1975, foi definitivamente transferido para Toulon, no Mediterrâneo junto com o Navio Aeródromo Clemenceau - R 98.
1976
Em 14 de junho, no Mar Vermelho, substitui o Navio Aeródromo Clemenceau – R 98 na Operação SAPHIR II. O pessoal e o material foram transferidos por helicópteros.
Em 21 de junho, é encerrada a Operação SAPHIR II.
1977
Em 18 de maio, 8 náufragos do M/V Sylvie são resgatados por um Alouette do Esquadrão 23S operando a partir do Foch.
Em 14 de junho, recebe no Mar Vermelho o Grupo Aéreo do Navio Aeródromo Clemenceau – R 98, capitania do CA Ménettrier na Operação SAPHIR II, realizada no Oceano Indico, para garantir a tranqüilidade do processo de independência do Djibouti, ameaçado pelos seus vizinhos Etiópia e Somália. O Grupo Aéreo era composto pelos Esquadrões 4F, 17F, 11F, 16F,12F, 32F e 23S, e todo o seu pessoal de apoio foi transferido de helicóptero de um navio para o outro.
Em 21 de junho, assume do Navio Aeródromo Clemenceau – R 98 o comando da Força-Tarefa dando prosseguimento a Operação SAPHIR II. Foram realizadas escalas nas Ilhas Mauricio e em Colombo.
Em 10 de dezembro, encerra a patrulha de seis meses pelo Oceano Indico.
1978
Em abril, visita Lisboa (Portugal).
Entre 15 e 31 de maio, participou do exercício DAWN PATROL no Mediterrâneo Ocidental junto com o Cruzador Colbert - C 611, Fragata Suffren - D 602, Contratorpedeiro Guépratte - D 632 e o Navio Tanque Isère - A 675, além de navios de outras nacionalidades.
Em junho, visita Atenas (Grécia).
Em setembro, visitou Tunis (Tunísia).
Entre 12 e 15 de setembro, participou de exercícios com o Cruzador Colbert - C 611, Contratorpedeiros Guépratte - D 632 e Tartu - D???, Fragatas l'Agenais - F 774 e Béarnais - F ??? e o Navio Tanque La Saône. Em 12 de setembro, o Alouette III n.º 1029, do Esquadrão 23S embarcado no Foch, sofre um acidente, sem perda de vidas. A aeronave foi novamente colocada em condição de vôo, meses mais tarde na BAN de Saint-Mandrier.
A partir de 24 de novembro, os primeiros Super Etendard de serie iniciaram uma bem sucedida campanha testes a bordo do Foch.
1979
Entre 15 e 19 de janeiro, os três primeiros WG-13 Lynx recebidos pelo Esquadrão 31F embarcaram no Foch para um período de adaptação inicial no mar.
No inicio do ano, realizou operação junto com unidades da Legião Estrangeira na Bretanha e na Córsega, acompanhado pelo Contratorpedeiro La Galissonnière – D 638, e as Fragatas Georges Leygues – D 640 e De Grasse – D 612.
Entre 18 de abril e 2 de maio, participou junto com o Clemenceau – R 98 do exercício EXENTIA.
Entre 9 e 27 de maio, participou junto com o Navio Aeródromo Clemenceau – R 98 do exercício interaliado DAWN PATROL.
Em 9 de julho, o Alouette n.º 1221, do Esquadrão 23S embarcado no Foch, caiu no mar após perder o rotor durante um vôo de treinamento. A tripulação foi resgatada por um Alouette II da Gendermerie que transitava pelas proximidades.
De 28 a 30 de setembro, participou junto com o Navio Aeródromo Clemanceau – R 98, das comemorações do Dia da Marinha em Cannes.
Em outubro e novembro, participou do exercício N´DIAMBOUR II. Foi visitado o porto de Dakar (Senegal).
1980
Entre 15 de julho e 15 de agosto de 1981, foi submetido a modernização no Arsenal de Toulon. Entre os serviços executados estavam a revisão geral das instalações do navio; reforma das áreas habitáveis; revisão do convés de vôo; revisão do aparelho propulsor e a instalação de duas caldeiras adicionais; instalação do SENIT 2 (Système Automatisé d´Exploitation Navale des Informations Tactiques); instalação de circuito interno de TV; instalação de uma unidade de navegação inercial para operar com os Super Etendard; e instalação de um paiol para a arma nuclear tática AN-52.
1981
Entre 1º e 7 de novembro, participou do Exercício de operações com armas nucleares TAROT 2, junto com o Navio Aeródromo Clemenceau - R 98.
1982
Em 26 de maio, um Alizé, caiu ao mar logo apos a catapultagem, sendo resgatado por um Alouette do Esquadrão 23S.
Em 14 de julho, participou da Revista Naval de Toulon, assistida pelo Presidente da Republica François Mitterrand, acompanhado do Primeiro Ministro Pierre Mauroy, do Ministro da Defesa Charles Hernu, do Chefe do Estado Maior das Forças Armadas, General-de-Exercito Lacaze, do Chefe-do-Estado-Maior da Marinha, Almirante Lannuzel, do Chefe-do-Estado-Maior particular da Presidência, General Saulnier e do Comandante Naval da Área do Mediterrâneo e Prefeito Marítimo da 2ª Região, VA (vice-amiral d'escadre - MN) Orosco, que embarcaram na Fragata Georges Leygues – D 640. A Parada Naval contou também com a participação do Navio Aeródromo Clemenceau – R 98, Suffren – D 602, Dusquesne – D 603, Montcalm – D 642, Dupleix – D 641, La Galissonnière – D 638, Guépratte – D 632, D'Estrées – D 629, l'Argens – F 774, Drogou – F 783, Quartier-Maître Anquetil – F 786, Premier Maître l'Her – F 792, Commandant de Pimodan – F 787, Rance – A 618, Rhin – A 621, Dives – L 9008, Meuse - 607, Buffle – VSD 2, Bison, Poséidon – A 722, Ajonc – A 701, Gardénia, Chevreuil – A 744, Gazelle – A 755, Rubis, La Praya – S 622, Daphné – S 641, Doris – S 643, Galatée – S 646 e Argonaut – S 636.
Após o desfile dos navios, o Presidente e comitiva são transferidos de helicóptero do Georges Leygues para o Foch, onde foi realizada cerimônia militar e recepção, estando a sua espera o Comandante do Grupo de Porta-Aviões e da Aviação Embarcada, CA Klotz e pelo Comandante do Foch, CMG Debray. Ao partir para Base Aeronaval de Hyères, foi saudado por honras militares pelos homens do Commando Anfíbio Trépel.
Entre 9 e 18 de setembro, participou da Operação OLIFANT 82, com o Navio de Desembarque-Doca Orage – L 9022, o Navio Tanque Meuse – A 607 e outros navios prestando apoio as tropas francesas da Força Multinacional de Intervenção no Líbano.
Entre 21 de novembro e 6 de dezembro, sob o comando do Grupo de Porta-Aviões, e acompanhado pelo Clemenceau, participou da Operação THIOF, realizada no Atlântico. Entre 27 de novembro e 2 de dezembro, foi visitado o porto de Casablanca (Marrocos).
1983
Entre 14 e 18 de março, participou do exercício de defesa aérea ESPAGNOLETTE acompanhado pelo Cruzador Colbert.
Entre 2 e 12 de maio, acompanhado do Clemenceau - R 98, realizou exercícios com helicópteros da ALAT – Aviation Lègere d´l´Arme de Térre (Aviação Leve do Exercito Francês). Entre 6 e 11 de maio fizeram escala em Gênova (Itália).
No dia 2 de setembro, partiu de Toulon para a costa do Líbano, para realizar a Operação OLIFANT XVII, como capitania da Força-Tarefa-452, que incluía entre outros navios a Fragata Montcalm – D 642.
Em 4 de outubro, o Clemenceau – R 98 chega ao largo de Beirute (Líbano) para substituir o Foch. Em 5 de outubro, o CA Klotz, comandante do Grupo Aeronaval, transfere-se do Foch para o Clemenceau e no dia 6, ao largo de Larnaka é a vez do Grupo Aéreo composto pelos Esquadrões 12F, 11F, 14F, 17F, 16F,6F,32F e 33F.
1984
Entre setembro e 13 de novembro, participou junto com o Navio Tanque Meuse – A 607, além de outros navios da Operação MIRMILLON, montada junto com a Operação Aeroterrestre MANTA, a fim de dissuadir a Líbia de invadir o Chade.
1985
Entre 9 e 28 de outubro, realizou exercícios junto com o Cruzador Colbert, escalando Nápoles (Itália) entre 18 e 23 de outubro.
1986
Entre 11 de fevereiro e 13 de março, participou do exercício CENTURION no Atlântico, junto com o Cruzador Colbert - C 611 e a Fragata Dupleix - F 641, além de outros navios. Foram realizadas escalas em Dakar (Senegal) e Santa Cruz de Tenerife (Ilhas Canárias). Retornou a Toulon em 13 de março.
Participou da Operação DISPLAY DETERMINATION.
1987
Entre fevereiro e junho de 1988, foi submetido a nova modernização, recebendo os seguintes armamentos e equipamentos: 2 lançadores óctuplos de mísseis antiaéreos Crotale-EDIR em substituição a quatro de suas oito torretas de canhão de 100 mm originais; 1 radar de vigilância combinada DRBV-15 em substituição ao DRBV-20; instalação de dois sistemas de lançamento de chaffs/flares SAGAIE; instalação do sistema de comunicações por satélite SYRACUSE e INMARSAT; modernização do SENIT com a integração aos sistemas de enlaces de dados Link 11 e Link 14; instalação do sistema de aproximação para pouso CSEE DALLAS (Deck Approach and Landing Laser System) que usa uma câmera laser/infravermelho; instalação do sistema de comunicações interiores SNTI; instalação da central de navegação inercial MINICIN; modificação do paiol de armas nucleares para receber o míssil ASMP e foi retirada do sonar de casco SQS-503.
1988
Em junho, após sair de um IPER, realizou comissão de testes de maquinas.
Em 18 de outubro, um Super Etandard lançado do Foch, afundou o casco do ex-CTE L'Agenais - F 774, com um míssil AM-39 Exocet.
1989
Em 21 de janeiro, passou a ser afiliado da cidade de Tarbes, local de nascimento do Marechal Ferdiand Foch e associado ao 35º Regimento de Artilharia Pára-quedista, herdeiro das tradições do 35º Regimento de Artilharia onde Foch foi chefe de corpo.
Entre 4 e 14 de fevereiro, participou no Mediterrâneo do Exercício Interaliado PHINIA, realizado junto com os Navio Aeródromo Clemenceau - R 98, Navio Aeródromo Nuclear USS Theodore Roosevelt - CVN 71 e o Porta-Helicópteros de Assalto Anfíbio USS Guadalcanal - LPH 7 e diversas escoltas, navios de apoio e de assalto anfíbio.
Em maio, realizou exercícios em Grupo-Tarefa com o Cruzador Colbert - C 611, Fragata Cassard - D 614 e o Navio Tanque Var - A ???. O Grupo-Tarefa escalou em Napoles (Italia) entre 4 e 9 de maio, retornando a Toulon em 26 de maio.
Em 16 e 17 de junho, realizou comissão com o Cruzador Colbert, escalando em Ajaccio (Córsega).
Entre agosto e setembro, participou da Operação CAPSELLE, como capitânia da Força-Tarefa-470 composta entre outros pela Fragata Montcalm – D 642 e o Navio de Desembarque-Doca Orage – L 9022. A Força-Tarefa-473 operou ao largo do Líbano para dar proteção a evacuação de não-combatentes e cidadãos franceses.
1990
Entre 29 de janeiro e 7 de fevereiro, realizou comissão com o Cruzador Colbert, escalando em Valencia (Espanha) entre 2 e 6 de fevereiro.