Entrevista publicada no site Bem
na Foto
Ela
é uma das revelações da novela "O Clone", recordista de audiência
no Brasil e nos Estados Unidos. A frente da muçulmana "Samira",
Stephany Brito tem aprendido a valorizar a sua liberdade fora
da trama criada pela autora Glória Perez
Em
uma breve passagem por Florianópolis, onde desfilou para a grife Colcci no
Santa Catarina Fashion Week, a atriz esbanjou simpatia e inteligência na
entrevista concedida ao site Bem na Foto. Acompanhada de sua mãe, Stephany -
com apenas 14 anos - demonstrou intimidade com a imprensa presente.
Como
que é interpretar a "Samira" na novela O Clone?
Sthefany - Está sendo maravilhoso. Eu já tive a oportunidade de fazer três
papéis super diferentes e a Samira é maravilhosa, estou aprendendo muito com
ela. Com ela eu aprendi à dar valor a liberdade que eu tenho. Na novela, a
Samira está tentando conquistar a sua liberdade, porém está difícil por
causa do seu pai, mas ela continua lutando por isso. Nós duas temos
personalidades muito fortes.
Para
quem não lembra, quais foram os teus personagens anteriores?
Sthefany - Eu comecei em "Chiquititas", onde eu fui a Hannelore.
Depois eu fui a Dorinha em "Um Anjo Caiu do Céu" e agora sou a
Samira em "O Clone".
Você chegou a fazer algum curso de interpretação?
Sthefany - Quando comecei a minha carreira, com sete anos, fiz três anos de
teatro com Beto Silveira, em São Paulo.
Sete
anos... não é muito cedo?
Sthefany - Foi uma coisa que eu sempre quis muito. Até achei um pouco tarde,
pois desde os três anos eu ficava pedindo pra minha mãe. Aos poucos eu fui
convencendo-a. Então, com sete anos eu entrei no teatro, com nove entrei em uma
agência e com dez já consegui o meu primeiro papel em "Chiquititas".
Como você concilia os horários das gravações aos horários da escola?
Sthefany - De manhã eu estudo e de tarde eu gravo. Sempre que tenho prova ou
trabalhos, eu levo o material para as gravações e estudo lá. A gente tem que
dar um jeito.
O
que você acha dessa exposição na mídia?
Sthefany - Acho que faz parte. Fui eu quem escolhi, e a gente tem que saber
conciliar. Não adianta não querer tirar fotos, não dar autógrafos, porque já
é uma estrela. Mesmo porque eu ainda tenho muito o que aprender. Ainda faltam
muitos degraus para subir. Nós temos que saber lidar com os fãs e com a
imprensa. São os fãs que assistem a novela e é a imprensa que divulga nosso
trabalho.
Cada peça se encaixa, a gente tem que saber lidar com isso.
Você
já tinha desfilado antes? Gosta de fazer esses trabalhos quem fogem do teu
cotidiano?
Sthefany -É muito raro eu desfilar, mas já havia desfilado antes. Não sou
modelo, prefiro atuar. Mas um ator precisa saber fazer tudo... cantar, desfilar.
Eu posso pegar uma personagem que seja modelo futuramente. Eu gosto sim, mas
rola uma ansiedade maior do que quando eu vou gravar uma cena.
Davi - Quais os teus planos depois de "O Clone"?
Sthefany - O que vou fazer depois eu ainda não sei. Se tiver outra novela, ótimo.
Mas se não tiver vou poder descansar um pouco e me dedicar aos estudos.
Davi - Além da TV e da passarela, você já fez cinema ou alguma peça de
teatro?
Sthefany - Quando eu fiz os três anos de teatro, todo o fim de ano nós fazíamos
uma apresentação, que na verdade era um teste final. E no cinema já
participei do filme "As filhas de Maria", um longa-metragem de Renato
Babieva.