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On Saturday December 6th 2003 Cape Verdean 'Pop Diva' Suzanna Lubrano became the Queen of the 2003 Kora All African Music Awards in Johannesburg South Africa. She took the African continent and beyond by storm by winning Best West African Female Artist as well as the most prestigious of all Best African Female Artist an award decided through the votes of television viewers. At this televised live event watched by over 600 million tv viewers in 76 countries Suzanna gave an impressive live performance of her song Nha Sonho (My Dream). The Kora Awards was founded in 1994 as the African equivalent of the Grammy Awards by Benin's legendary diplomat Ernest Adjovi who saw Kora as an excellent opportunity to promote the rich variety of African music both within the African continent and the Diaspora.Suzanna was the most nominated artist at the event. She was nominated for the song "Nha Sonho" (My Dream) the leading track of her latest album "Tudo Pa Bo" (All For You) on Kings Records. The song is produced by Jorge do Rosário Suzanna Lubrano and Beto Dias with lyrics by Suzanna Lubrano and Beto Dias. Executive producer is Manuel Joaquim Roque da Silva. Suzanna was also nominated for "Best African Video" for the video of the song "Nha Sonho" produced and directed by Ebru Baskan as well as for 'Best African Arrangement' by producer Jorge do Rosário.
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Se você já pensou num mundo melhor você pensa como
a gente. Você pensa num mundo com transgênicos". Com slogans deste tipo a
multinacional de biotecnologia Monsanto está veiculando nos grandes meios
de comunicação uma campanha publicitária de R$6 milhões para convencer o
público que existe um compromisso entre sua engenharia genética a
conservação do meio ambiente a erradicação da fome e a saúde dos
consumidores. A prática da empresa no entanto revela o
oposto: sua soja geneticamente modificada foi desenvolvida especialmente
para resistir à ação de herbicidas. Se antes o agricultor utilizava o
agrotóxico com cuidado sob risco de prejudicar a própria lavoura com
esses cultivos ele pode pulverizar o produto à vontade que todas as
plantas morrerão salvo as transgênicas aumentando com isso a
contaminação das águas e dos solos com substâncias tóxicas. Além disso pesquisas demonstram que a soja transgênica resistente a herbicida tem
produtividade entre 5 e 10% menor do que a soja convencional e não existe
nenhum estudo conclusivo sobre o efeito desse tipo de alimento em seres
humanos. Apesar do alto gasto com sua propaganda que é
enganosa e fere dois artigos do Código de Defesa do Consumidor a Monsanto
não investe em estudos de impacto e avaliações de risco dos seus produtos
à saúde e ao ambiente. Muito pelo contrário a empresa tem pressionado o
governo brasileiro contra a implementação de regras de rotulagem plena dos
alimentos transgênicos o que permitiria aos consumidores exercer o
direito à informação e o direito à escolha.
Leia a matéria completa Ação direta contra transgênicos no Fórum
Social Brasileiro:Áudios da Campanha Por um Brasil Sem
Transgênicos:
[ Agroeconomia | Sementes | Meio Ambiente ] |
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| 3 | Dec 23 |
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o dia 23 de
dezembro o site do Centro de Mídia Independente (CMI) completou três
anos. O CMI ou Indymedia nasceu em Seattle para cobrir os protestos contra
a Organização Mundial do Comércio (OMC) em 1999. A idéia original do CMI
era estabelecer um site que funcionasse como um banco de dados multimídia
onde veículos alternativos poderiam intercambiar artigos entrevistas em
áudio fotos e vídeos sem recurso a direitos autorais. O site no entanto permitia que qualquer pessoa e não apenas os jornalistas publicassem suas
notícias e análises. Assim as próprias pessoas que estavam nas ruas
protestando contra a OMC se apropriaram no site e publicaram seus relatos suas análises suas fotos. Mais de um milhão de acessos congestionaram o site durante os protestos.Os organizadores do CMI logo perceberam o
potencial deste princípio de publicação livre e o CMI tornou-se justamente
isso: um projeto onde os leitores saem da posição passiva e passam a fazer
a própria mídia. Depois de Seattle sites do CMI começaram a se espalhar
pelo mundo estando hoje em mais de 150 cidades. Os coletivos locais do CMI começaram também projetos fora da internet produzindo programas e
estabelecendo estações de rádio imprimindo boletins e jornais produzindo
e exibindo dezenas de documentários e montando centros de internet de
acesso público ao redor do mundo.No Brasil o CMI começou em meados do ano 2000 e
desde então foi incorporando coletivos por todo o país estando hoje
presente em Belo Horizonte Brasília Caxias do Sul Fortaleza Goiânia Porto Alegre Rio de Janeiro Salvador e São Paulo além de ter novos
coletivos sendo estabelecidos no ABC Belém Campinas Cuiabá Presidente
Prudente Recife São Luiz Rio Grande e Vitória. Os coletivos são
formados por voluntários que se encarregam de cuidar da administração do site e realizar os projetos fora da internet. Apesar do esforço dessas
centenas de voluntários o CMI é feito antes de tudo pelos leitores que
alimentam o site com suas notícias reflexões e análises. Participe publique aqui o seu texto vídeo foto ou áudio. Se quiser participar mais
ativamente torne-se um voluntário. Odeia a mídia? Seja a mídia! Participe! Saiba como:[
Seja voluntári@ |
Sobre o cmi |
política editorial
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Dúvidas mais frequentes sobre o CMI
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Seja a Mídia! Publique sua matéria.
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Processo de aprovação de novos coletivos na rede
CMI-Brasil |
Por que esconder matérias?
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Principais listas do Cmi-global
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Principais listas do Cmi-Brasil
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A rede Cmi-Brasil - Teoria e Prática
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O que é o CMI-Tech?
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Você também pode propor um editorial
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Imparcialidade e neutralidade da mídia
] História da rede CMI[
Editorial de 1 ano
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Editorial de 2 anos
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Um pouco da história do CMI-brasil
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História do CMI-Global] Copyleft[
Porque somos contra a propriedade intelectual
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Para onde vai o direito autoral?
] Pensar globalmente agir localmente:
entrevistas com os coletivos locais[
CMI-Belo Horizonte
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CMI-Brasília |
CMI-Goiânia |
CMI-Pontal/Presidente Prudente
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CMI-Rio |
CMI-Salvador ] Entrevistas com o CMI-Brasil[
Matéria completa da revista Play sobre o cmi-brasil
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Entrevista para a revista Capricho
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Entrevista do Cmi-Brasil para a Conrad
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Entrevista do Cmi-Brasil para um mestrando
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Entrevista do Cmi-Brasil sobre cyber democracia
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Entrevista do Cmi-Brasil para a Folha de SP
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Entrevista do Cmi-Brasil para a Gazeta de Vitória -
Es |
Entrevista do Cmi-Brasil para a TV jornal Revista
Comunitários ] Retrospectiva 2003 - Algumas matérias
importantes publicadas este ano no CMI Brasil[
Dia pela democratização da mídia
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Ativistas ocupam escritórios da ANATEL em protesto
contra fechamento de rádios |
Homologacao de area indigena em Roraima
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Tudo sobre a revolta do Buzú em Salvador
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Morreu Roberto "Cidadão Kane" Marinho
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Mais de mil vítimas civis no Iraque
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Aécio Neves censura imprensa em Minas Gerais
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Presidente da Bolívia renuncia
] |
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| MOVIMENTOS SOCIAIS | Dec 19 |
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Manifestação de catadores e carroceiros em Porto
Alegre
Cerca de 650 catadores e carroceiros organizados no Movimento Nacional de Catadores de Material Recicláveis realizaram uma marcha em direção à Prefeitura de Porto Alegre na manhã do
dia 16 de dezembro. A marcha saiu da Avenida Voluntários da Pátria às
8:40hs. Cerca de 20 minutos depois ao entrarem na Av. Mauá os
manifestantes demonstraram sua força quando ocuparam toda a pista deixando frustrada a Brigada Militar. Não houve confronto. Ao chegarem na Prefeitura uma comissão do MNCR
se reuniu com o Prefeito João Verle para entregar as reivindicações. Foram
acertadas a liberação de alguns pontos para catadores de rua e de um
caminhão à disposição dos entrepostos. Foi dado parecer favorável para
execução das frentes emergenciais de trabalho junto aos catadores
organizados no MNCR (luta travada desde junho deste ano pelo movimento
através da Marcha por Trabalho Terra e Teto organizada em conjunto com o
Movimento dos Trabalhadores Desempregados e os Comitês de Resistência
Popular). A transferência de recursos municipais para os catadores é um
ponto que será avaliado ao longo das negociações. O protesto reuniu catadores de Porto Alegre Cachoeirinha Gravataí Rio Pardo e Caxias. Em solidariedade estavam
também presentes os Comitês de Resistência Popular da Zona Leste Restinga Viamão e Gravataí.
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| ENEB 2003 | Dec 19 |
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Movimento estudantil de biologia quer formar rede
stá acontecendo em Salvador no campus de Ondina
da UFBA o ENEB - Encontro Nacional dos Estudantes de Biologia. O
encontro começou no último sábado e acontece até o próximo domingo 21/12. O tema do encontro deste ano é Ecopolis (o ideal de uma cidade
democrática social e ecologicamente sustentável). Estão sendo
discutidos temas que vão desde problemas sócio-ambientais até software
livre e várias formas de expressão artística. Um dos momentos mais fortes foram as
"vivências" dois dias em que os participantes saíram da UFBA
para conhecer movimentos ONGs e projetos de extensão nas comunidades da
capital e do interior do estado. O encontro é autogestionário e temas
como coletivos locais autônomos e organização em rede são propostos como
alternativas para o movimento estudantil de Biologia. A rádio Muda (Campinas/SP) e o CMI-Salvador
transmitem o encontro ao vivo através da rádio livre Ecopolis 105,7 FM que foi montada especialmente para o encontro transmitida também
via internet.
A programação e o coletivo da rádio são abertos e todos estão convidados
a participar inclusive pessoas não inscritas no encontro.
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| SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO | Dec 15 |
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WSIS? Nos apropriamos!
Entre os dias 10 e 12 de dezembro ocorreu em
Genebra (Suíça o
Fórum Mundial da Sociedade da Informação
(WSIS) o primeiro de dois encontros globais tratando da informação e
comunicação organizado pelas Nações Unidas. Enquanto trata sobre inclusão digital disseminação do conhecimento interação social engajamento político mídia educação e saúde utiliza essa linguagem para mistificar o contínuo
uso da informação com o propósito de proteger o avanço dos interesses do
Capital Global. A legitimidade deste Fórum foi contestada pela
composição dos representantes e pela pouca transparência das pautas
tratadas. Como resposta a este fórum houveram muitas iniciativas chamando
a atenção para os impactos sociais negativos da mercantilização da
produção difusão e acesso ao conhecimento e à cultura. Entre essas iniciativas destacaram-se o protesto
audiovisual
HighNoon e o
Polimedia Lab que numa de suas ações exibiu um
curta-metragem
satirizando o copyright com a Pequena Sereia falando da
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| MANIFESTAÇÃO POPULAR - GOIÂNIA | Dec 14 |
Aconteceu em Goiânia neste sábado o primeiro
Festival de Cultura da Região Sul. O evento foi realizado em frente ao
Centro Comunitário do Parque Atheneu conjunto habitacional que fica na
periferia da cidade. O festival teve como intenção o fortalecimento e
a união das várias formas de resistência presentes em variadas expressões
artísticas culturais como o Hip Hop o Punk Rock e o teatro. Participaram
da organização deste encontro o movimento Culturart e o Centro de Mídia
Independente de Goiânia. Durante o festival foi colocada no ar uma rádio
livre a Rádio Grilo que pôde ser captada em quase toda a região sul na
sintonia 107,1 FM.
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| HABITAÇÃO | Dec 13 |
A ocupação 17 de Maio em Nova Iguaçu ganhou no dia
25 de novembro a batalha judicial contra a imobiliária Brasil Central. Os
donos da imobiliária se diziam proprietários do terreno ocupado no
entanto a 7ª Vara Cível de Nova Iguaçu indeferiu a liminar de
reintegração de posse. Com isso a ameaça de despejo violento foi afastada e a imobiliária se encontra enfraquecida no processo.A ocupação que dura pouco mais de 6 meses agora
pode começar a trabalhar em sua infraestrutura e sua organização. O
terreno já está quase todo habitado e uma carta de princípios já foi
elaborada.
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| CENSURA | Dec 12 |
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cardeal do Rio de Janeiro Dom Eusébio Scheid conseguiu dia 28 de novembro uma liminar proibindo a exibição pública do vídeo "Pecado É Não Usar" do Grupo Gay da Bahia que critica a posição contrária da igreja católica em relação ao uso de preservativos e o seu entendimento preconceituoso em relação à AIDS. A liminar concedida com mandato de busca e apreensão proíbe a exibição do vídeo até o julgamento do mérito. No dia da exibição pública 01 de dezembro o oficial de Justiça foi à praça central do Rio mas chegou tarde. O vídeo já havia sido apresentado. A Arquidiocese havia ingressado na Justiça duas vezes com a mesma ação no dia 28 e depois no dia 1º de dezembro. O procedimento foi detectado e a segunda ação foi cancelada. Especialistas afirmam que a manobra é antiética e visa criar a possibilidade de uma segunda decisão se a primeira não for favorável. Segundo Otávio Valente presidente do Grupo Pela Vida-Rio "O vídeo não é de prevenção. É um alerta sobre o desserviço da igreja" ele ainda afirma que "Até a distribuição de camisinhas nas escolas a igreja tenta impedir. No ano passado 19 mil estudantes do Rio engravidaram". |
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| IRAQUE | Dec 12 |
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Soldados dos EUA assassinam iraquiano e acham graça
Desmascarando os "libertadores" do Iraque - Vídeo
chocante mostra soldados dos EUA assassinando iraquiano ferido e fazendo
graça depois.
Assista ao vídeo Leia também:
Guerra Suja: Soldados Americanos Acusados de
Tortura Roubo e Mortes no Iraque
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| SEM-TETO | Dec 12 |
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esde o sábado 6 de dezembro cerca de vinte
famílias ocuparam o prédio da rua Pedro Alves nº 29 zona portuária do
Rio de Janeiro.O prédio propriedade da
Irmandade da Igreja da Candelária estava abandonado há mais de 5 anos e
pretende agora servir de moradia para famílias e um centro popular onde se
realizarão atividades educativas e de apoio-mútuo para comunidades pobres
do centro do Rio de Janeiro.O proprietário está para entrar com um processo
de reintegração de posse nesta tarde e a ordem de despejo pode aparecer a
qualquer momento. O juiz pode assinar a reintegração de posse até as 17h.
As famílias podem ser despejadas pela polícia militar que já apareceu uma
vez no local para aterrorizar os moradores.
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Happy New
Year!
Suzanna Lubrano wishes all
of her fans lots of happiness and success in 2004: "Don't copy others be
yourself and make maximum use of your own and unique talents. Have a wonderful
2004! Suzanna."
UpdatesSuzanna Lubrano's website
was launched mid December and is still under construction. We appoligize for
that. Early January we will add a guestbook and will have more updates including new pictures. In future we will also launch a Portuguese version of
the site. For any comments please don't hesitate to mail us. For details see
the Contact page of this site.
erformances
At the 10th of January 2004 Suzanna with her new band will give a showcase of half an hour at the
Noorderslag Festival in the Dutch city of Groningen starting at 8.30 PM. At the
11th of January Suzanna will perform two songs live on the national Radio 1
Channel in the Netherlands between 2 and 3 PM. In the course of January more information will come available on the dates and locations of Suzanna's
performances in the first part of 2004 in various countries. Continue to check
this website for the latest info. (If you are interested in booking Suzanna for
a 90 minutes show get more info through the Contact page of this website.)
Madrinha of Cidadela On Tuesday December 23rd Cape Verdean Prime Minister
Jose Maria Neves honored Suzanna Lubrano. She was
named Madrinha (Godmother) of Cidadela the new fancy city of Praia and
received a parcel of land as a special gift from Tecnicil's President Mr.
Alfredo Carvalho. This tribute gave Cape Verdean officials the opportunity to
express gratitude to Suzanna for further exposing Capeverdean culture to the
world as well as giving her a diplomatic passport. She was named an ambassador
for the Cape Verdean community in the diaspora. The President of Cape Verde His
Excellency Pedro Vernona Pires has sent Suzanna a formal letter of
congratulations.
uzanna in PraiaOn sunday the 21st of
December Suzanna will arrive in Praia. In Cape Verdean's capital city a ceremony will be organised by the local authorities to congratulate Suzanna with
her success at Kora.
uzanna's new band for EuropeIn
2004 Suzanna will
perform in Europe with a new band. The band members are: Carlos Matos keyboards;
Jorge do Rosario keyboards; Walter Matos drums; Rignald Kastaneer bass; Kiki
Gomes guitar; Akos Laki saxophone; Eunice Vieira vocals; Lili Spencer Salomao vocals. On the 10th of January
2003 the debut of Suzanna with her new band - a
showcase of half an hour - will take place at the Noorderslag Festival in
Groningen the Netherlands. For bookings see the details on the Contact page of
this site.
Christmas and New Year in Cabo Verde
From the 18th of December
2003 until the 3rd of January 2004 Suzanna will be on the Cape Verdean Islands not only celebrating Christmas and New Year but also using the opportunity to
talk with both the Cape Verdean press and her fans about her success at the Kora
All African Music Awards.
Improved distribution Kings Records and Coast to
Coast are now working on an improved and worldwide distribution for Suzanna's
cd's. The latest details on distribution can be found under the Discography
section of this site. For more information on distribution in your country you
can get in touch with coasttocoast@cddirect.nl.
Suzanna on Dutch TV On friday the 19th of
December Suzanna will appear in the Dutch TV Show Pulse on the national RTL4
channel. Presenter Reinout Oerlemans has an interview with Suzanna will show
some highlights of her career while Suzanna will perform the song Nha Sonho (My
Dreams) at the end of the show. It will also be the first time highlights of
Suzanna's performance at the Kora Awards in Johannesburg will be shown on Dutch
television.
Phone call from the President of Cape VerdeOn tuesday the 16th of
December Suzanna received a phone call from the President of the Cape Verdean
Islands his excellency Mr. Pedro Vernona Pires congratulating her with her two
Kora Awards.
Letter of congratulations from Dutch Minister
On friday the 12th of
December Suzanna received a letter of congratulations from the Dutch Minister
of Development Cooperation Mrs. Agnes van Ardenne. Minister Van Ardenne wrote
about her relations with the Cape Verdean community in the Netherlands as well
as her cooperation with the Cape Verdean Islands.
Suzanna meets mayor of the city of RotterdamOn friday the 12th of
December Suzanna was received by mayor Ivo Opstelten of the city of Rotterdam.
The mayor congratulated Suzanna with her two Kora Awards expressed his pride in
having Suzanna as a Rotterdam citizen and handed her the symbol of friendship.
Suzanna's daughter Dancelina her parents her four brothers and sister were
present at the official reception.
Dutch media about SuzannaIn the Netherlands the news
about Suzanna's two Kora Awards was picked u by all major media; national and
regional newspapers national radio and television. Suzanna appeared in both the
Barend & van Dorp TV Show on RTL 4 as well as in SBS Show Nieuws on the SBS6
channel.
Best African Female 2003!On Saturday December 6th
2003 Cape Verdean 'Pop Diva' Suzanna Lubrano became the Queen of the 2003 Kora
All African Music Awards in Johannesburg South Africa. She took the African
continent and beyond by storm by winning Best West African Female Artist as well
as the most prestigious of all Best African Female Artist an award decided
through the votes of television viewers. At this televised live event watched
by over 600 million tv viewers in 76 countries Suzanna gave an impressive live
performance of her song Nha Sonho (My Dream). The Kora Awards was founded in 1994 as the African equivalent of the Grammy
Awards by Benin's legendary diplomat Ernest Adjovi who saw Kora as an
excellent opportunity to promote the rich variety of African music both within
the African continent and the Diaspora. Suzanna was the most nominated artist at the event. She was nominated for the
song "Nha Sonho" (My Dream) the leading track of her latest album "Tudo Pa Bo"
(All For You) on Kings Records. The song is produced by Jorge do Rosário Suzanna Lubrano and
Beto Dias with lyrics by Suzanna Lubrano and Beto Dias.
Executive producer is Manuel Joaquim Roque da Silva. Suzanna was also nominated
for "Best African Video" for the video of the song "Nha Sonho" produced and
directed by Ebru Baskan as well as for 'Best African Arrangement' by producer
Jorge do Rosário.
Leia a íntegra da Convenção.Leia pronunciamento de Peter Rooke em nome da Transparency
International.Leia a nota da Transparência Brasil à delegação
brasileira.A Convenção Anticorrupção da Organização das
Nações Unidas é o primeiro tratado global de combate à corrupção. Foi assinada
por 95 países já na Conferência de Alto Nível convocada para essa finalidade realizada entre 9 e 11 de dezembro de 2003 em Mérida no México. A delegação
brasileira foi chefiada pelo ministro Waldir Pires do Controle e da
Transparência. O instrumento só entrará em vigor após ter
sido referendado pelos Parlamentos de ao menos trinta países signatários. Isso
pode demorar algum tempo. Após a ratificação os países-membros serão objeto de
um processo de monitoramento de sua conformidade aos termos da Convenção –
legislação e práticas. O próprio planejamento do mecanismo de monitoramento só
se iniciará após essa cota mínima de trinta países ter sido atingida. Além
disso a participação da sociedade civil no monitoramento ainda não é certa. Por considerar que de um lado não faz
sentido aguardar a ratificação por trinta países para iniciar as discussões
sobre o monitoramento e por outro para garantir que organizações da sociedade
civil sejam ouvidas a Transparency International levou aos participantes da
Conferência de Mérida a mensagem de que o processo deve ser acelerado e que deve
ser assegurada a participação de OSCs. A TBrasil levou à delegação brasileira posição
idêntica adicionada de algumas outras sugestões. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CASA CIVIL CONTROLADORIA GERAL DA UNIÃO Aviso Conjunto n.º 1418 /CCivil/CGU Brasília 12 de dezembro de 2003. Ilmo. Sr. Eduardo Ribeiro Capobianco Presidente do Conselho Deliberativo da
Transparência Brasil Em atenção ao apelo da Transparência Brasil
por ocasião do lançamento do relatório do Índice de Percepções de Corrupção de
2003 da Transparência Internacional quando foi dito que “será importante vigiar
o comportamento do índice nos próximos anos” o governo do presidente Luiz
Inácio Lula da Silva no seu dever de informar toma a liberdade de expor que: O governo Lula não rouba não deixa roubar e combate
a corrupção. Desde os primeiros meses o governo federal tomou medidas
administrativas e institucionais para ampliar as ações neste sentido como a
reorganização por exemplo da Controladoria Geral da União da Polícia
Federal e do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) responsável pela apuração de casos de lavagem de dinheiro e crimes
financeiros. Há na atual administração o entendimento de que o combate à
lavagem de dinheiro é fundamental para reduzir a corrupção. Vale ressaltar
que só nos primeiros nove meses de 2003 o Coaf investigou 94 denúncias contra 24 casos verificados durante todo o ano de 2002; este sentido o
governo Lula tem o prazer de relatar que o Brasil entre os dias 9 e 11 de
dezembro participou de reunião no México na qual foi assinada a Convenção das
Nações Unidas contra a Corrupção. Com 47 páginas e 71 artigos a convenção
trata entre outros assuntos do fortalecimento da cooperação internacional no
combate à corrupção; da prevenção e do combate à transferência de recursos
ilícitos derivados de atos de corrupção incluindo a lavagem de dinheiro e a
repatriação de ativos; da proteção de testemunhas e de vítimas; de sanções e
compensações; e do intercâmbio e análise de informações. Nos casos em que houver
incompatibilidade com o atual ordenamento jurídico brasileiro o governo Lula
pretende apresentar projetos de lei ao Congresso a fim de solucionar o impasse —
é o caso dos crimes de enriquecimento ilícito sobre os quais já há análise
jurídica em andamento; Ainda no combate à lavagem de dinheiro outra
iniciativa recente foi a realização de um inédito encontro com 60
representantes de 22 órgãos que atuam na área realizado entre 5 e 7 de
dezembro em Pirenópolis (GO). De imediato o encontro resultou na criação do
Gabinete de Gestão Integrada de Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro secretariado pelo Departamento de Recuperação de Ativos Financeiros e
Cooperação Jurídica Internacional. Cabe ressaltar ainda que o referido
departamento ligado ao Ministério da Justiça foi criado pela atual gestão
para atuar em parceria com o Coaf ligado ao Ministério da Fazenda e também
para formalizar acordos internacionais com outros países como o que será
firmado com a Suíça; Entre outras inovações no combate à corrupção
adotadas pelo governo Lula está o acompanhamento por meio de sorteio da
lisura no uso de verbas federais repassadas aos municípios brasileiros — já
foram visitadas mais de 181 cidades com mais de 300 mil habitantes (até o
final do ano serão 231) sendo que as investigações já resultaram em mais de
2.500 relatórios encaminhados ao Ministério Público e aos órgãos competentes.
Destaque-se que somente até setembro deste ano a Controladoria Geral da
União havia recebido mais de 1.700 denúncias — e ninguém denuncia se não
confia na ação do governo; O governo federal autorizou a contratação de novos
servidores na Controladoria Geral da União (300 analistas) e na Receita
Federal (450 auditores e 550 técnicos). Além de atuar em seus órgãos de
origem esses servidores contribuirão na investigação de indícios de corrupção
no poder público ou em ações específicas como nas 17 forças-tarefa que
combatem irregularidades no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e que
já resultaram neste ano em uma economia para os cofres públicos superior a
R$ 100 milhões. Na Polícia Federal serão contratados 3.000 novos funcionários entre delegados peritos e agentes. Ressalte-se que mesmo com um quadro
insuficiente de funcionários a PF tem realizado operações decisivas no
combate à corrupção como a Anaconda (ilícitos envolvendo juízes e agentes em
São Paulo) Praga do Egito (desvio de recursos públicos em Roraima) e Trânsito
Livre (contrabando envolvendo policiais rodoviários federais no Paraná) para
citar algumas das mais recentes; Em junho passado o governo federal editou o decreto
nº 4.748 para regulamentar a contratação de técnicos para projetos
desenvolvidos com cooperação internacional — que há anos ocorria por critérios
subjetivos permitindo nepotismo e empreguismo. No âmbito da administração
federal vale destacar ainda que nenhuma das licitações realizadas pelo
governo Lula foi alvo de questionamentos no Tribunal de Contas da União. Diante do exposto o governo Lula aproveita a
oportunidade para lamentar as interpretações equivocadas de representantes da
Transparência Brasil no lançamento no país do referido relatório na certeza
de que avaliações apressadas e feitas em caráter individual não têm força para
abalar o trabalho de uma organização com presença internacional. Foi com pesar
que a administração federal assistiu em parte da mídia nacional às
manifestações de que “teria havido uma piora” na percepção da corrupção no país
de 2002 para 2003 sendo que documentos da Transparência Brasil afirmavam ser
descabido esse tipo de comparação já que o total de países oscilou de um ano
para outro. Mais do que isso por se tratar de um índice
de percepção (o que se acha) e não uma mensuração de casos concretos de
corrupção o governo federal entende ser natural a ocorrência de eventuais
interpretações distorcidas. É sabido que a população em geral costuma associar à
administração federal que tem visibilidade em todo o país todas as ações do
poder público que no caso do Brasil é o somatório dos atos de mais de 5.000
prefeituras e respectivas Câmaras Municipais 27 governos estaduais e
respectivas Assembléias Legislativas o Congresso Nacional e todos os órgãos e
instâncias do Poder Judiciário. Mas infelizmente o governo Lula não pode
aceitar que tal raciocínio porque simplista norteie — como norteou — a
divulgação de estudos da Transparência Brasil. O governo Lula não pode concordar por falta
de fatos que comprovem as conclusões no mínimo precipitadas apresentadas na
divulgação do Índice de Percepções de Corrupção de 2003 da Transparência
Internacional em outubro passado em especial as ilações feitas ao eventual
“descumprimento” do Programa de Governo da Coligação Lula Presidente dada à
inconsistência temporal e à ausência de base real para tal consideração. Como é
de conhecimento da Transparência Brasil das 12 pesquisas feitas no país e
utilizadas no relatório 9 referem-se aos anos de 2001 e 2002 não alcançando a
atual administração federal iniciada em 1º de janeiro de 2003. As 3 restantes
provavelmente também não alcancem pois:Também por uma questão temporal o governo
Lula lembra que não se poderia afirmar como fez um dos representantes da
Transparência Brasil em 6 de outubro ao divulgar o relatório da Transparência
Internacional que “houve retrocesso” no preenchimento de cargos de confiança na
administração federal se em 10 de setembro foi tornado público um estudo feito
pela Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento demonstrando
que na comparação entre junho de 2003 e junho de 2002 houve por exemplo uma
redução de 6,3% no total de servidores investidos nestes cargos. Este mesmo
documento apontava ainda a valorização da capacidade técnica desses servidores além de reiterar a preocupação com uma distribuição mais eqüitativa dos cargos
entre homens e mulheres. Com a certeza de que o rigor da administração
federal no combate à corrupção e na gestão pública será exemplo para o rigor na
apuração e na divulgação do relatório do ano que vem o governo Lula manifesta
confiança na seriedade na Transparência Brasil e coloca-se à disposição para
colaborar com seu Índice de Percepções de Corrupção de 2004. Sem mais para o momento Atenciosamente JOSÉ DIRCEU DE OLIVEIRA E SILVA Ministro de Estado Chefe da Casa Civil da
Presidência da República WALDIR PIRES Ministro de Estado do Controle e da
Transparência
24 de maio de 2002
|
"Nós enfrentamos e vencemos a crise. Vencemos.
Mas vencemos porque o povo ajudou em primeiro lugar e principalmente porque o
povo entendeu o que era preciso fazer."
|Discurso na cerimônia de inauguração da Usina Hidrelétrica Cana Brava em Minaçu Goiás.
23 de abril de 2002
|
"É preciso atender melhor os reclames das
populações locais - elas têm que ser atendidas. Que nos obriguem a cumprir à
risca a legislação ambiental. Mas não paralisem o País. O País tem fome de
energia e tem fome de crescimento."
|Pronunciamento por ocasião da solenidade de assinatura no Palácio do Planalto de contratos de concessões para a construção e exploração de nove novas usinas
hidrelétricas.
19 de fevereiro de 2002
|
"É sempre conveniente ressaltar a qualidade e
dedicação dos funcionários públicos brasileiros que foram capazes de ajudar a
população nesse momento de emergência e o Governo a tomar decisões embasadas.
Governo que não presta atenção à capacidade técnica dos seus funcionários governo que imagina que só com a vontade política resolve é governo fadado ao
insucesso fadado a desastres."
|Íntegra da reunião plenária presidida pelo Presidente Fernando Henrique
Cardoso em que a Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica (GCE) aprovou a
suspensão do programa de racionamento a partir de 1º de março.
|
"A superação da crise de energia é mais um
capítulo da nova era que vivemos hoje no Brasil."
|Pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão sobre o fim do programa
de racionamento.
9 de janeiro de 2002
|
"No período de 88 a 95 não havia o que fazer nem uma licitação. O Estado estava paralisado e o novo modelo proposto pela
Constituição não estava regulamentado e não tinha como ser implementado. A
partir de 95 é que começamos a implementar."
|
Íntegra do pronunciamento do Presidente Fernando Henrique Cardoso e das
apresentações feitas durante a Reunião Plenária da Câmara de Gestão da Crise de
Energia Elétrica. Na qualidade de convidados especiais compareceram Antônio
Ermírio de Morais João Camilo Penna e Jorge Gerdau Johanpetter.
17 de outubro de 2001
|
"A experiência que tivemos nesses últimos meses por dolorosa que tenha sido - e foi - também teve uma lição positiva. Nós todos
percebemos que havia desperdício."
|
Discurso na cerimônia de sanção do projeto de lei que dispõe sobre a Política
Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia no Palácio do Planalto.
16 de outubro de 2001
|
"Agora é lei. Todo produto que consome energia
vai ter que passar por testes que comprovem o menor consumo possível de
eletricidade ou de combustíveis."
|Palavra do Presidente - Programa de rádio reproduzido facultativamente por
emissoras de rádio de todo o País.Lei de Eficiência Energética
5 de outubro de 2001
|
"O Brasil vai vencer essa crise como vencerá
quaisquer crises que se abatam sobre nós à condição de nós mantermos como
manteremos a crença no País a crença no povo a nossa coesão a nossa
determinação e a capacidade de sonhar."
|Discurso na solenidade de inauguração da Usina Hidrelétrica Luiz Eduardo
Magalhães em Lajeado Tocantins.
1º de setembro de 2001
|
"Todos lutamos pelo mesmo objetivo: apagar a
palavra "apagão" de nossas vidas e substituí-la pelo uso racional de energia."
|Anúncio da concessão de bônus para metas até 225 kWh em rede nacional de rádio e
televisão.
5 de julho de 2001
|
"Vamos vencer já estamos começando a vencer
mais essa
crise."
|Apresentação do Programa Estruturado de Aumento da Oferta de Energia Elétrica
(2001-2003).
28 de junho de 2001
|
"O que nós vimos recentemente nos índices de
redução de consumo deixou claro que há um esforço solidário e consciente do
povo para evitar medidas mais drásticas."
|Discurso na cerimônia de inauguração da Usina Termelétrica William Arjona em
Campo Grande Mato Grosso do ul.
24 de maio de 2002
|
"O modelo que está aí pressupõe competição em geração e
comercialização portanto nas pontas da cadeia. O meio da cadeia são monopólios
naturais a transmissão e a distribuição onde é impossível ter competição.
Pedir competição nesses setores seria alguma coisa completamente fora de
sentido."
|Íntegra da palestra "Oito anos de reformas e estabilidade sob o Real" na
Associação Comercial do Rio de Janeiro durante o Almoço Mensal do Empresário.
8 de abril de 2002
|
"Acho muito importante que se tirem lições dessa crise fazer como recomendam os chineses: olhar as oportunidades em primeiro lugar. A
percepção geral que passou a existir em nosso país sobre a importância da
conservação e racionalização energética é de que tivemos um choque de
racionalização."
|Íntegra da palestra proferida pelo Ministro Pedro Parente no Clube de Engenharia
do Rio de Janeiro.
19 de março de 2002
|
"O novo modelo do setor elétrico mantém quatro pilares:
investimento privado para a expansão da oferta de energia elétrica competição
na geração e comercialização regulação na distribuição e transmissão e a
criação de uma agência regulatória independente para assegurar a qualidade dos
serviços e o equilíbrio entre consumidores e fornecedores."
Palestra proferida na Conferência sobre Energia na América do Sul organizada
pelo Centro de Estudos Latino Americanos da Universidade George Washington em
Washington nos Estados Unidos. (Texto em inglês)
22 de fevereiro de 2002
|
"Até julho de 2002 estarão garantidas as condições
para assegurar atratividade e rentabilidade aos investidores no setor elétrico de um lado e serviço de boa qualidade e a um justo preço para o consumidor de
outro."
|Discurso por ocasião da posse do novo Conselho da Câmara Americana de Comércio -
São Paulo
19 de fevereiro de 2002 |
"A mais espinhosa das missões durante meus já mais de
trinta anos de serviço público."
|ncaminhamento de proposta sobre o racionamento. Discurso do Ministro Pedro
Parente na reunião plenária da Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica.
14 de janeiro de 2002 |
"O Governo está trabalhando para eliminar a palavra
racionamento do nosso
futuro."
|Íntegra do pronunciamento em cadeia regional (Nordeste) de rádio e televisão.
5 de outubro de 2001 |
"Vamos trabalhar para estabelecer níveis máximos de
consumo específico e níveis mínimos de eficiência energética de máquinas e
equipamentos."|Palestra na ExpoLight no Rio de Janeiro.
Íntegra do anúncio da realização de estudos de viabilidade para a
implantação do Gasoduto da Integração (Gasin) na presença dos governadores
Joaquim Roriz (Distrito Federal) Marconi Perillo (Goiás) e Paulo Roberto Bauer
(Santa Catarina - interino). Martus Tavares - Boa dia a todos. Agradecemos a presença e gostaríamos
de fazer o anúncio do que ocorreu agora há pouco na Câmara de Gestão da Crise de
Energia Elétrica. Foi anunciado a realização de um estudo de viabilidade da
segunda etapa do gasoduto Brasil-Bolívia. Será chamado Gasoduto da Integração. A
Petrobras juntamente com o grupo Eni italiano estará desenvolvendo a partir
de 2002 um estudo de viabilidade para a construção desse novo gasoduto que
permitirá o uso de importantes fontes de gás natural da Bolívia que será
explorado aqui como uma das fontes de energia. Gostaria de contextualizar esse projeto que é importante no âmbito da nossa
situação energética mas é importante também no âmbito de nosso grande projeto
de integração da região da América do Sul. O Presidente Fernando Henrique há
pouco mais de um ano fez uma reunião de chefes de Estado aqui em Brasília com
12 países da América do Sul onde ficou definida uma pauta um programa de
trabalho. Um dos itens era a integração física dos países da região procurando
explorar e desenvolver projetos que permitam essa integração física e resultem
depois numa integração econômica de fato. Isso está sendo desenvolvido. O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID)
a Caf (Cooperação Andina de
Fomento) e o Fundo de Financiamento da Bacia do Prata o Fonplata financiam
esse empreendimento que está aliás adotando a mesma metodologia do Avança
Brasil ou seja: dividiu a América do Sul em eixos em 12 eixos e está agora
identificando quais são os projetos importantes estruturantes para a integração
da região. Nós tivemos recentemente uma reunião em Buenos Aires dando conta de
mais uma etapa desse processo onde já foram identificados mais de 100 projetos com um total de investimentos de mais de US$ 40 bilhões. Mais de 80% poderá ser
executado pela iniciativa privada. Então é nesse contexto nesse âmbito que se
insere a segunda etapa do gasoduto Brasil-Bolívia o Gasoduto da Integração. Nessa nova etapa ele tem um traçado diferente e complementar ao primeiro. Ele
vai passar pelo oeste de Santa Catarina (veja
mapa) pelos estados do Rio Grande do Sul Paraná São Paulo Goiás e chega até o
Distrito Federal. Eu gostaria de chamar a atenção para alguns pontos que atendem a todos os
princípios estabelecidos pela Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica.
Primeiro é o interesse nosso de aumentar a oferta de energia. Trata-se portanto da exploração de uma fonte importante que é o gás natural no caso
importado da Bolívia e que cria condições de ampliar a oferta de energia
elétrica. O segundo é a diversificação da matriz energética pois também é de
interesse da Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica diminuir a
dependência da hidreletricidade. E um terceiro requisito é que dependa o menos
possível de recursos fiscais de recursos de fonte pública do Orçamento. Esse
projeto atende também a esse objetivo pois deverá ser empreendido pela
iniciativa privada. A Petrobras já se associa ao grupo Eni para o estudo de
viabilidade e isso evidentemente é um primeiro passo para estarem juntos na
construção do gasoduto abertos a outras parcerias a outras participações. Então esses três requisitos - aumento da oferta de energia diversificação da
matriz energética e a participação do setor privado reduzindo a contribuição de
recursos fiscais - estão plenamente atendidos. Trata-se portanto de um projeto
de parceria pública-privada com ênfase com lógica totalmente privada. O gasoduto está pensado para ter uma extensão superior a cinco mil
quilômetros. Inicialmente está-se falando em 5.250 km. Ele deve custar - com os
estudos de vialibilidade esses números podem ser alterados - cerca de US$ 5
bilhões. É esse o total de investimentos.É isso que gostaríamos de comunicar. Se os governadores quiserem podem falar
sobre a importância econômica e social para o desenvolvimento dos diversos
Estados como foi mencionado na reunião da Câmara de Gestão da Crise de Energia
Elétrica. Mas independentemente disso a presença deles aqui já demonstra a
importância que tem o projeto para seus respectivos Estados. Há outro aspecto positivo da notícia: é que esse estudo deve ser concluído
mais ou menos no primeiro semestre de 2002 e ao longo do segundo semestre vai
ser ampliado no sentido da estruturação financeira do projeto. A execução será
a partir de 2003 e o início da operação em 2005. Também é uma notícia boa e que
demonstra a preocupação do governo com o aspecto do fornecimento de energia de
longo prazo. Eu gostaria também de agradecer publicamente a participação e o apoio de
todos que colaboraram para o que foi feito até o momento. Tem muito trabalho já
empreendido. Agradecemos à ADTP (Agência de Desenvolvimento Tietê Paraná) a Petrobras o BNDES que tem sido parceiro permanente nosso nessa empreitada de
mudança do planejamento no Brasil em cooperação com a Secretaria de
Planejamento e Investimentos Estratégicos do Ministério. O Comitê de Revitalização do Modelo do Setor Elétrico foi criado em junho de
2001 pela Resolução 18 da Câmara de Gestão da Crise de Energia com a missão de
corrigir disfuncionalidades e propor aperfeiçoamentos que favoreçam a expansão
da oferta de energia elétrica. A instalação do Comitê ocorreu em 27/6/2001. O trabalho de revitalização vem sendo realizado com base no princípio que
determina a preservação dos pilares do novo modelo brasileiro do setor
energético: competição nos segmentos de geração e comercialização de energia
elétrica expansão dos investimentos necessários com base em aportes do setor
privado e regulação dos segmentos que são monopólios naturais - transmissão e
distribuição de energia elétrica - para garantir a qualidade dos serviços e o
suprimento de energia elétrica de forma compatível com as necessidades de
desenvolvimento do país. A composição inicial do Comitê incluiu o então Presidente do Banco Nacional
de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) Francisco Gros (hoje presidente
da Petrobras) como coordenador; o Presidente da Eletrobrás Cláudio Ávila da
Silva; o Secretário de Energia do Ministério de Minas e Energia (MME) Afonso
Henriques Moreira Santos; o Diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) Eduardo Henrique Ellery Filho; o Secretário de Política Econômica do Ministério
da Fazenda José Guilherme Almeida Reis; e o representante da Advocacia Geral da
União (AGU) André Serrão Borges Sampaio. Após as reuniões iniciais a representação do MME passou a ser exercida pelo
Secretário-Executivo Luiz Gonzaga Leite Perazzo. Foram incorporados
posteriormente às atividades do Comitê o Diretor de Infra-Estrutura do BNDES Octávio Castello Branco - que assumiu a sua coordenação a partir de 9/1/2002 - e
o Economista Chefe do Ministério do Planejamento Joaquim Levy. A partir da emissão da Resolução GCE n.º 108 de 24/1/2002 o Comitê de
Revitalização passou a ter a seguinte composição: Octávio Castello Branco Diretor de Infra-estrutura do BNDES coordenador; Ivone Maria de Oliveira do MME; Eduardo Henrique Ellery Filho Diretor da Aneel; José Guilherme Almeida Dos
Reis Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda; Ana Cláudia
Manso Sequeira Ovídio Rodrigues e Rosa Maria Santos Meguerian ambas da AGU; e Reni Antônio da Silva. Ao longo de mais de cinco meses de atuação foram realizadas 25 reuniões
plenárias do Comitê além de reuniões com os agentes públicos e privados do
setor - Abrage (12) Abradee (17) Abraceel (2) ABCE (1) Comae (1) empresas
do setor (8) empresas de consultoria (4) e com técnicos do Banco Mundial para
melhor identificação dos problemas existentes (4). Não estão computadas nesse
total as reuniões de trabalho dos subgrupos os seminários e as reuniões com o
núcleo executivo da GCE. Uma das principais atividades do Comitê foi a realização do acordo geral do
setor concretizado em dezembro. Esse acordo permitiu a solução definitiva das
controvérsias regulatórias e contratuais entre os agentes estabeleceu as regras
para o futuro a recomposição tarifária extraordinária e o financiamento do
BNDES ao setor de modo a evitar um choque tarifário.
O
Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou resolução na
4a Reunião Extraordinária realizada em 22 de novembro de 2002 criando o Centro de Estudos e Planejamento
Energético (Cepen). De natureza estratégica o órgão terá por missão realizar
planejamento global para as décadas seguintes com um olhar amplo sobre a matriz
energética em toda a sua complexidade.Na
mesma reunião o Conselho aprovou mais quatro resoluções a serem editadas nos
próximos dias. Uma delas altera a metodologia de cálculo da tarifa de
transmissão para garantir maior eficiência e transparência de custos.
Outra resolução trata da regulamentação dos leilões de compra de energia
previstos no Artigo 4o da Medida Provisória 64 aprovada em 20 de novembro de
2002 pelo Congresso Nacional. Além de garantir a expansão da oferta essa medida
tem por objetivo aperfeiçoar a forma de compra de energia e assegurar mecanismos
de defesa do consumidor e da livre concorrência.Uma
terceira resolução torna obrigatória a licença prévia ambiental em qualquer
licitação ou autorização de empreendimento energético. Portanto só vai a leilão
doravante o projeto que tiver licenciamento ambiental prévio. O
Conselho decidiu também estender para todo o setor energético a experiência
vitoriosa da Câmara de Gestão do Setor Elétrico (CGSE) criado como órgão
executivo de enfrentamento da crise de energia que se abateu no país em 2001.
Uma resolução do CNPE transformará o órgão em Câmara de Gestão do Setor
Energético.|
Lei nº 10.438 de 26.4.2002
|
Dispõe sobre a expansão da oferta de energia elétrica emergencial recomposição
tarifária extraordinária cria o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de
Energia Elétrica (Proinfa) a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) dispõe
sobre a universalização do serviço público de energia elétrica dá nova redação
às Leis nº 9.427 de 26 de dezembro de 1996 nº 9.648 de 27 de maio de 1998 nº
3.890-A de 25 de abril de 1961 nº 5.655 de 20 de maio de 1971 nº 5.899 de 5
de julho de 1973 nº 9.991 de 24 de julho de 2000 e dá outras providências.Mensagem de veto
Publicada no Diário Oficial da União de 29.4.2002
(Edição extra) |
Lei nº 10.433 de 24.04.2002
| Dispõe sobre a autorização
para a criação do Mercado Atacadista de Energia Elétrica - MAE pessoa jurídica
de direito privado e dá outras providências.
Publicada no Diário Oficial da União de 25.04.2002
|
Lei nº 10.295 de 17.10.2001
|
Dispõe sobre a Política Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia e dá
outras providências. Publicada no Diário Oficial da União de 18.10.2001
Estabelece exceção ao alcance do art. 2o da Lei no 10.192 de 14 de fevereiro de
2001 que dispõe sobre medidas complementares ao Plano Real e dá outras
providências.Publicada no Diário Oficial da União de 27.08.2002 |
Medida Provisória nº 60 de 15.8.2002
|
Abre em favor de Encargos Financeiros da União crédito extraordinário no valor
de R$ 7.000.000.000,00 para os fins que especifica Publicada no Diário Oficial da União de 16.8.2002|
Medida Provisória nº 59 de 15.8.2002
|
Dispõe sobre a utilização das fontes de recursos existentes no Tesouro Nacional
no encerramento do exercício financeiro de 2001 e dá outras providências.Publicada no Diário Oficial da União de 16.8.2002 |
Medida Provisória nº 29 de 7.2.2002
|
Dispõe sobre a autorização para a criação do Mercado Atacadista de Energia
Elétrica - MAE pessoa jurídica de direito privado e dá outras providências. Publicada no Diário Oficial da União de 8.2.2002
|
Medida Provisória nº 14 de 21.12.2001
|
Dispõe sobre a expansão da oferta de energia emergencial e dá outras
providências. Publicada no Diário Oficial da União de 21.12.2001
|
Medida Provisória nº 5 de 17.10.2001
|
Institui feriados civis nos Estados que especifica e dá outras
providências. Publicada no Diário Oficial da União de 18.10.2001
|
Medida Provisória nº 4 de 17.10.2001
|
Dispõe sobre a complementação pela União dos recursos necessários ao pagamento
de bônus aos consumidores residenciais de energia elétrica e dá outras
providências. Publicada no Diário Oficial da União de 18.10.2001
|
Medida Provisória nº 2.227 de 4.9.2001
|
Estabelece exceção ao alcance do art. 2o da Lei no 10.192 de
14 de fevereiro de
2001. Publicada no Diário Oficial da União de 5.9.2001
|
Medida Provisória nº 2.210 de 29.8.2001
|
Abre crédito extraordinário em favor do Ministério de Minas e Energia no valor
de R$ 50.000.000,00 para os fins que especifica. Publicada no Diário Oficial da União de 30.8.2001
|
Medida Provisória nº 2.209 de 29.8.2001
|
Autoriza a União a criar a Comercializadora Brasileira de Energia Emergencial (CBEE). Publicada no Diário Oficial da União de 30.8.2001
|
Medida Provisória nº 2.204 de 8.8.2001
|
Abre crédito extraordinário ao Orçamento de Investimento para 2001 em favor de
diversas empresas do Grupo ELETROBRÁS no valor total de R$ 1.145.202.481,00 para os fins que especifica.
Publicada no Diário Oficial da União de 9.8.2001
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Medida Provisória nº 2.198-5 de 24.8.2001
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Cria e instala a Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica do Conselho de
Governo estabelece diretrizes para programas de enfrentamento da crise de
energia elétrica e dá outras providências. Publicada no Diário Oficial da União de 27.8.2001
da entrevista do presidente da CBEE Ricardo Vidinich à Jornalista Mara Kenupp da TV Educativa após o Encontro com a Imprensa realizado hoje pela
manhã no Centro de Treinamento da Eletronorte em Brasília. Jornalista - Desde o Centro de Treinamento da Eletronorte em
Brasília vamos conversar agora com o presidente Ricardo Vidinich da Comercializadora Brasileira de Energia Emergencial (CBEE). Ele inclusive acabou
de fazer um balanço sobre a atividade do órgão para os Jornalistas que cobrem o
setor de energia elétrica. Presidente contra a CBEE existem varias ações na
Justiça. Eu gostaria de saber quantas são e por quê? Ricardo Vidinich - As ações estão concentradas na Região Sul onde
temos 90% delas. Essas ações são questionadas mais pelos consumidores dessa
região porque eles não tiveram a necessidade de participar da redução do consumo
de energia. Jornalista - Por que essa guerra judicial? O senhor poderia
explicar como os consumidores estão vendo essa questão do seguro e como o
Governo encara essa necessidade? Ricardo Vidinich - A necessidade do seguro-apagão foi fruto do
racionamento que tivemos de fazer o ano passado. O racionamento obrigou a que a
população brasileira fizesse uma economia de energia. Muitas indústrias
reduziram a produção. Os próprios consumidores residenciais tiveram de reduzir
seus gastos de energia. Esses valores que estamos aplicando nas térmicas
emergenciais são para evitar que isso aconteça novamente. Só para exemplificar no ano passado o que tivemos de perda econômica foi dez vezes maior do que
estamos gastando com a manutenção dessas usinas térmicas emergenciais. Das 58
térmicas emergenciais 37 já estão prontas para operar a qualquer instante.
Precisando da energia elas estão disponíveis. Jornalista - Presidente todo o consumidor que gasta acima de 80
kwh/mês tem na sua conta de energia o encargo de energia emergencial. Ele
gostaria de saber como esse dinheiro está sendo aplicado? Ricardo Vidinich - O dinheiro está aplicado nessas usinas... Jornalista - De que maneira?
Ricardo Vidinich - Elas foram construídas em vários Estados do Brasil principalmente na Região Nordeste que é a mais carente de energia. Temos ao
longo do Brasil em praticamente todos os Estados usinas concluídas e prontas
para entrar em operação. A maior parte delas são grandes motores diesel em
grupos de emergência ligados em série diretamente às subestações de energia
elétrica muito próximos do mercado consumidor. Jornalista - Quanto foi arrecadado até agora e o que foi gasto?
Ricardo Vidinich - Até agora gastamos relativamente pouco porque as
usinas estão entrando em operação a partir deste mês e temos um valor por cada megawatt que é disponibilizado para geração. Esses megawatts tem um custo de
investimento que é dividido para o consumidor em vários meses. Temos esse
investimento dividido em 42 meses. Então essa prestação que cada consumidor
paga em sua conta de energia se prolongará ao longo de 42 meses. Jornalista - É um encargo permanente?
Ricardo Vidinich - É um valor para termos essa energia emergência
disponível até o dia 31 de dezembro de 2005. Jornalista - Quando ele acaba? BATE-PAPO Escolha uma sala10 a 15 anos15 a 20 anos20 a 30 anos30 a 40 anosAcima
de 40AmizadeAtlet. de CristoEvangelismoMiss. no ExteriorMiss. no
BrasilMúsicaNamoroRelig. e SeitasTeologia CANAIS Escolha aquiCompras===========REVISTAS
E JORNAIS===========Entre NósJornal LiderançaJornal PalavraPrazer de LerRevista
MPCVidamix===========Cruzada EstudantilBíblia NVISoc. Bíblica Intern.===========Abrindo
a VisãoAss. Músicos CristãosBaixo e VozCinemaPonto JovemEscolha
ProfissionalJasiel BotelhoSala de RedaçãoSérgio e Magali LeotoAtores de
CristoGrupo GenêseTio JajáTiago ViannaWeb Evangelismo
HolofoteO que muda para as igrejas com a alteração no Código Civil
Com a aprovação do Projeto de Lei n.º 634/2003 na Câmara dos Deputados e no
Senado Federal e agora com a sanção do mesmo pelo presidente da República podemos dizer que o respeito do Estado às Igrejas foi restaurado. MundoTotal de mortos no terremoto no Irã
MISSÕES
Fontes confiáveis confirmaram a morte de uma cristã da igreja doméstica sob
custódia policial no dia 30 de outubro ESBOÇOS DE SERMÕESDevemos colocar nossas vidas e famílias no altar para que sejamos transformados
por Deus em instrumentos de bênçãos
QUADRINHOS
As mensagens subliminares dependem de uma estrutura maior que desenhos e frases
escondidas para funcionar COLUNASO relacionamento sexual
sadio do casal casado ajuda
a manter o foco no Reino de Deus
PONTO JOVEMVocê tem planos para este ano? Lembre-se que eles devem ser para a glória de
Deus e segundo a sua vontade CRÔNICAS DA VIDAUm fazendeiro colecionava cavalos e só faltava um determinado especime...
CINEMASeabiscuit e o Futebol nosso de cada dia um filme baseado no livro de Laura Hillenbrand OPINIÃONão fomos chamados para ser iguais aos outros dentro ou fora da vida pública.
Fomos chamados para fazer diferença
por Odilon Pereira* Com a aprovação do Projeto
de Lei n.º 634/2003 na Câmara dos Deputados e no Senado Federal e
agora com a sanção do mesmo pelo presidente da República podemos
dizer que o respeito do Estado às Igrejas foi restaurado – contudo e em conta até mesmo da “disciplina divina” que vivenciamos este
ano que certamente não nos pareceu mtivo de alegria mas sim de
tristeza (Hb. 12.11).É importante frisar porém que tal aprovação do Projeto de Lei n.º 634/2003 não significa que
“voltamos” à realidade do antigo Código Civil de 1916: absolutamente
“não voltamos ao que era antes”. O texto do novo Código Civil
que enfoca apenas questões sociais (‘aparência de piedade’ - 2Tm.
3.5) em detrimento à essência das “sociedades religiosas” então
previstas no antigo Código Civil (‘mas negando o poder de Deus...’ -
2Tm. 3.5) fica alterado após a sanção do presidente ao Projeto de
Lei n.º 634/2003 no que seu art. 44 passa a prever e definir
“organizações religiosas” e “partidos políticos” como pessoas
jurídicas de direito privado sujeitando-os subsidiariamente às
normas pertinentes às associações e desobrigando-os de alterar seus
Estatutos no prazo de 1 (um) ano previsto no art. 2.031 do próprio
Código Civil ou seja até a data limite de 10 de janeiro de 2.004.Lembramos que o texto
original do novo Código Civil fazia previsão apenas de três tipos de
pessoas jurídicas de direito privado: associações sociedades e
fundações. A alteração inclui uma quarta pessoa jurídica: “as
organizações religiosas e os partidos políticos”. Assim sendo temos que esta
nova previsão acrescida ao texto original do Código Civil é que
regerá as Igrejas: não tornaremos ao antigo regime previsto no
Código Civil de 1916. O novo texto do Código Civil
não apenas declara nossa condição de “organizações religiosas” como
expressa agora em suas linhas que nossa liberdade religiosa
contemplada no art. 19 inciso I da Constituição Federal deve ser
“observada”. Voltamos a ser regidos por
nossos próprios Estatutos nos sendo garantida a plena e
incondicional liberdade de crença e culto. Não bastasse não teremos
mais o prazo de 1 (um) ano para nos adequarmos às novas disposições
do Código Civil – esse prazo restou afastado para as Igrejas. Todavia ao lado destas
ansiadas alterações e conquistas não podemos deixar de ressaltar
que o novo texto do Código Civil impõe aplicação “subsidiária” às
Igrejas das “disposições concernentes às associações” previstas do
art. 53 ao art. 61 do novo Código Civil. SEM
EMBARAÇOOu seja estas “disposições concernentes às associações” que tanto
nos incomodaram este ano continuarão sendo aplicáveis às Igrejas porém sob uma condição: desde que não “embaracem” o funcionamento
das Igrejas e dos cultos religiosos – observância aos termos do art.
19 inciso I da Constituição Federal.As igrejas estão sujeitas às
normas das associações porém poderão escusar-se do cumprimento
daquelas que absoluta e notoriamente contrariem princípios de fé –
fundamentadas questões de crença e culto explicitadas em Estatuto. O QUE
DEVE SER ACATADO PELAS IGREJASAssim os princípios
moralizadores e de transparência contemplados no novo Código Civil
certamente deverão ser acatados pelas Igrejas desde que não
contrariarem preceitos de fé: a nova exigência do Estado impõe maior
zelo na confecção dos Estatutos que as Igrejas sejam expressas
quanto à finalidade administração funcionamento direitos deveres prestação de contas recepção de membros punição; enfim a lei exige que os
membros saibam de antemão a forma de “funcionamento” da Igreja e que
efetivamente acompanhem a aplicação dos recursos e a consecução das
finalidades. Lembro que as igrejas
“atuais” estão dispensadas da reforma/adequação de seus Estatutos (o
que não significa ser este o caminho mais prudente) porém as novas
Igrejas a serem constituídas certamente deverão contemplar em seus
Estatutos todas as disposições do novo Código Civil inclusive
aquelas concernentes às associações e que não impliquem em óbice a
questões de crença e culto. A interpretação das novas
disposições certamente virá apenas com o tempo: v.g. exigência de
previsão estatutária aduzindo prestação de contas anualmente à
Assembléia Geral constitui “embaraço” ao funcionamento das Igrejas?
DECLARAÇÃO DE FÉDoravante o que com certeza
podemos dizer é que a nova realidade exige das Igrejas maior atenção
na explicitação de suas finalidades nos Estatutos. Melhor expondo que as
Igrejas insiram em seus Estatutos suas respectivas “declarações de
fé” que certamente constituirão suporte para defesa de nossa
liberdade religiosa e afastamento de regras que denotam “ingerência”
em questões de crença e culto. Por mais feitas estas
considerações ao já aprovado e sancionado Projeto de Lei n.º
634/2003 noticiamos que a Comissão de Legislação Participativa
aprovou no dia 10 deste mês o parecer favorável do relator
Deputado Vilmar Rocha (PFL-GO) à sugestão da Associação Cearense de
Magistrados sobre a revogação dos artigos 54 a 61 do novo Código
Civil brasileiro que disciplinam as associações e que subsidiariamente aplicam-se às Igrejas. Notemos que os magistrados
argumentaram que esses dispositivos são inconstitucionais porque
“embaraçam o funcionamento das associações” que os artigos
contrariariam o art. 5º inciso XVIII da Constituição Federal que
estipula que a “criação de associações... independe de autorização sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento” –
pensamos que diriam tais magistrados quanto à interferência de tais
normas se aplicadas diretamente às Igrejas sem as ressalvas do
Projeto de Lei n.º 634/2003 sancionado pelo presidente Lula? Vendo mais esta
possibilidade quem sabe num futuro próximo possamos louvar a Deus
também pelo afastamento desta aplicação subsidiária das normas das
associações às Igrejas? Nossa disciplina organizacional resultará
apenas de nosso compromisso com Deus e de “uns com os outros”. Assim neste final de ano vendo tais conquistas do povo evangélico e as novas perspectivas que
se firmam para 2004 nos lembramos de “voltarmos para dar glória a
Deus...” (Lc. 17.18) – “... o Senhor nas alturas é mais poderoso do
que o ruído das grandes águas mais poderoso do que as ondas do
mar...’ (Sl. 93.4): ‘...ao único Deus nosso Salvador por Jesus
Cristo nosso Senhor glória majestade domínio e poder antes de
todos os séculos agora e para todo o sempre. Amém.’ (Jd. 25)* Odilon
Alexandre Silveira Marques Pereira é advogado militante em
Londrina/PR bacharel em Teologia pela FTSA presbítero da 1ª Igreja
Presbiteriana Independente de Londrina consultor do Instituto Jetro
e autor do livro “O Novo Código Civil e a Igreja – Impactos e ImplicaçõesREVELAÇÃO de Jesus Cristo a
qual Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem
acontecer; e pelo seu anjo as enviou e as notificou a João seu servo; 2 O qual
testificou da palavra de Deus e do testemunho de Jesus Cristo e de tudo o que
tem visto. 3 Bem-aventurado aquele que lê e os que ouvem as palavras desta
profecia e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está
próximo. 4 João às sete igrejas que estão na Ásia: Graça e paz seja convosco da
parte daquele que é e que era e que há de vir e da dos sete espíritos que
estão diante do seu trono; 5 E da parte de Jesus Cristo que é a fiel
testemunha o primogênito dentre os mortos e o príncipe dos reis da terra.
Àquele que nos amou e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados 6 E nos fez
reis e sacerdotes para Deus e seu Pai; a ele glória e poder para todo o sempre.
Amém. 7 Eis que vem com as nuvens e todo o olho o verá até os mesmos que o
traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim. Amém. 8
Eu sou o Alfa e o Ômega o princípio e o fim diz o Senhor que é e que era e
que há de vir o Todo-Poderoso. 9 Eu João que também sou vosso irmão e
companheiro na aflição e no reino e paciência de Jesus Cristo estava na ilha
chamada Patmos por causa da palavra de Deus e pelo testemunho de Jesus Cristo.
10 Eu fui arrebatado no Espírito no dia do Senhor e ouvi detrás de mim uma
grande voz como de trombeta 11 Que dizia: Eu sou o Alfa e o Ômega o primeiro
e o derradeiro; e o que vês escreve-o num livro e envia-o às sete igrejas que
estão na Ásia: a Éfeso e a Esmirna e a Pérgamo e a Tiatira e a Sardes e a
Filadélfia e a Laodicéia. 12 E virei-me para ver quem falava comigo. E virando-me vi sete castiçais de ouro; 13 E no meio dos sete castiçais um
semelhante ao Filho do homem vestido até aos pés de uma roupa comprida e
cingido pelos peitos com um cinto de ouro. 14 E a sua cabeça e cabelos eram
brancos como lã branca como a neve e os seus olhos como chama de fogo; 15 E os
seus pés semelhantes a latão reluzente como se tivessem sido refinados numa
fornalha e a sua voz como a voz de muitas águas. 16 E ele tinha na sua destra
sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois fios; e o seu rosto
era como o sol quando na sua força resplandece. 17 E eu quando vi caí a seus
pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra dizendo-me: Não temas; Eu sou
o primeiro e o último; 18 E o que vivo e fui morto mas eis aqui estou vivo para
todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno. 19 Escreve as
coisas que tens visto e as que são e as que depois destas hão de acontecer; 20
O mistério das sete estrelas que viste na minha destra e dos sete castiçais de
ouro. As sete estrelas são os anjos das sete igrejas e os sete castiçais que
viste são as sete igrejas. 1 ESCREVE ao anjo da igreja que está em Éfeso: Isto
diz aquele que tem na sua destra as sete estrelas que anda no meio dos sete
castiçais de ouro: 2 Conheço as tuas obras e o teu trabalho e a tua paciência e que não podes sofrer os maus; e puseste à prova os que dizem ser apóstolos e
o não são e tu os achaste mentirosos. 3 E sofreste e tens paciência; e
trabalhaste pelo meu nome e não te cansaste. 4 Tenho porém contra ti que
deixaste o teu primeiro amor. 5 Lembra-te pois de onde caíste e arrepende-te e pratica as primeiras obras; quando não brevemente a ti virei e tirarei do
seu lugar o teu castiçal se não te arrependeres. 6 Tens porém isto: que
odeias as obras dos nicolaítas as quais eu também odeio. 7 Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer dar-lhe-ei a comer da
árvore da vida que está no meio do paraíso de Deus. 8 E ao anjo da igreja que
está em Esmirna escreve: Isto diz o primeiro e o último que foi morto e
reviveu: 9 Conheço as tuas obras e tribulação e pobreza (mas tu és rico) e a
blasfêmia dos que se dizem judeus e não o são mas são a sinagoga de Satanás.
10 Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabo lançará alguns de
vós na prisão para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê
fiel até à morte e dar-te-ei a coroa da vida. 11 Quem tem ouvidos ouça o que o
Espírito diz às igrejas: O que vencer não receberá o dano da segunda morte. 12 E
ao anjo da igreja que está em Pérgamo escreve: Isto diz aquele que tem a espada
aguda de dois fios: 13 Conheço as tuas obras e onde habitas que é onde está o
trono de Satanás; e reténs o meu nome e não negaste a minha fé ainda nos dias
de Antipas minha fiel testemunha o qual foi morto entre vós onde Satanás
habita. 14 Mas algumas poucas coisas tenho contra ti porque tens lá os que
seguem a doutrina de Balaão o qual ensinava Balaque a lançar tropeços diante
dos filhos de Israel para que comessem dos sacrifícios da idolatria e se
prostituíssem. 15 Assim tens também os que seguem a doutrina dos nicolaítas o
que eu odeio. 16 Arrepende-te pois quando não em breve virei a ti e contra
eles batalharei com a espada da minha boca. 17 Quem tem ouvidos ouça o que o
Espírito diz às igrejas: Ao que vencer darei eu a comer do maná escondido e
dar-lhe-ei uma pedra branca e na pedra um novo nome escrito o qual ninguém
conhece senão aquele que o recebe. 18 E ao anjo da igreja de Tiatira escreve:
Isto diz o Filho de Deus que tem seus olhos como chama de fogo e os pés
semelhantes ao latão reluzente: 19 Eu conheço as tuas obras e o teu amor e o
teu serviço e a tua fé e a tua paciência e que as tuas últimas obras são mais
do que as primeiras. 20 Mas tenho contra ti que toleras Jezabel mulher que se
diz profetisa ensinar e enganar os meus servos para que se prostituam e comam
dos sacrifícios da idolatria. 21 E dei-lhe tempo para que se arrependesse da sua
prostituição; e não se arrependeu. 22 Eis que a porei numa cama e sobre os que
adulteram com ela virá grande tribulação se não se arrependerem das suas obras.
23 E ferirei de morte a seus filhos e todas as igrejas saberão que eu sou
aquele que sonda os rins e os corações. E darei a cada um de vós segundo as
vossas obras. 24 Mas eu vos digo a vós e aos restantes que estão em Tiatira a
todos quantos não têm esta doutrina e não conheceram como dizem as
profundezas de Satanás que outra carga vos não porei. 25 Mas o que tendes retende-o até que eu venha. 26 E ao que vencer e guardar até ao fim as minhas
obras eu lhe darei poder sobre as nações 27 E com vara de ferro as regerá; e
serão quebradas como vasos de oleiro; como também recebi de meu Pai. 28 E
dar-lhe-ei a estrela da manhã. 29 Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às
igrejas. 1 DEPOIS destas coisas olhei e eis que estava uma porta aberta no
céu; e a primeira voz que como de trombeta ouvira falar comigo disse: Sobe
aqui e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer. 2 E logo fui
arrebatado em espírito e eis que um trono estava posto no céu e um assentado
sobre o trono. 3 E o que estava assentado era na aparência semelhante à pedra
jaspe e sardônica; e o arco celeste estava ao redor do trono e parecia
semelhante à esmeralda. 4 E ao redor do trono havia vinte e quatro tronos; e vi
assentados sobre os tronos vinte e quatro anciãos vestidos de vestes brancas; e
tinham sobre suas cabeças coroas de ouro. 5 E do trono saíam relâmpagos e
trovões e vozes; e diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo as quais são
os sete espíritos de Deus. 6 E havia diante do trono um como mar de vidro semelhante ao cristal. E no meio do trono e ao redor do trono quatro animais
cheios de olhos por diante e por detrás. 7 E o primeiro animal era semelhante a
um leão e o segundo animal semelhante a um bezerro e tinha o terceiro animal o
rosto como de homem e o quarto animal era semelhante a uma águia voando. 8 E os
quatro animais tinham cada um de per si seis asas e ao redor e por dentro estavam cheios de olhos; e não descansam nem de dia nem de noite dizendo:
Santo Santo Santo é o Senhor Deus o Todo-Poderoso que era e que é e que
há de vir. 9 E quando os animais davam glória e honra e ações de graças ao
que estava assentado sobre o trono ao que vive para todo o sempre 10 Os vinte
e quatro anciãos prostravam-se diante do que estava assentado sobre o trono e
adoravam o que vive para todo o sempre; e lançavam as suas coroas diante do
trono dizendo: 11 Digno és Senhor de receber glória e honra e poder; porque
tu criaste todas as coisas e por tua vontade são e foram criadas. 1 E EU pus-me
sobre a areia do mar e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez
chifres e sobre os seus chifres dez diademas e sobre as suas cabeças um nome
de blasfêmia. 2 E a besta que vi era semelhante ao leopardo e os seus pés como
os de urso e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder e o seu
trono e grande poderio. 3 E vi uma das suas cabeças como ferida de morte e a
sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta. 4 E
adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta dizendo: Quem
é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela? 5 E foi-lhe dada uma
boca para proferir grandes coisas e blasfêmias; e deu-se-lhe poder para agir
por quarenta e dois meses. 6 E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus para
blasfemar do seu nome e do seu tabernáculo e dos que habitam no céu. 7 E
foi-lhe permitido fazer guerra aos santos e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre
toda a tribo e língua e nação. 8 E adoraram-na todos os que habitam sobre a
terra esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi
morto desde a fundação do mundo. 9 Se alguém tem ouvidos ouça. 10 Se alguém
leva em cativeiro em cativeiro irá; se alguém matar à espada necessário é que
à espada seja morto. Aqui está a paciência e a fé dos santos. 11 E vi subir da
terra outra besta e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava
como o dragão. 12 E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença e faz
que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta cuja chaga mortal
fora curada. 13 E faz grandes sinais de maneira que até fogo faz descer do céu
à terra à vista dos homens. 14 E engana os que habitam na terra com sinais que
lhe foi permitido que fizesse em presença da besta dizendo aos que habitam na
terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia.
15 E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta para que também a
imagem da besta falasse e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem
a imagem da besta. 16 E faz que a todos pequenos e grandes ricos e pobres livres e servos lhes seja posto um sinal na sua mão direita ou nas suas
testas 17 Para que ninguém possa comprar ou vender senão aquele que tiver o
sinal ou o nome da besta ou o número do seu nome. 18 Aqui há sabedoria. Aquele
que tem entendimento calcule o número da besta; porque é o número de um homem e o seu número é seiscentos e sessenta e seis. E VI um novo céu e uma nova
terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram e o mar já não
existe. 2 E eu João vi a santa cidade a nova Jerusalém que de Deus descia do
céu adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido. 3 E ouvi uma grande
voz do céu que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens pois com
eles habitará e eles serão o seu povo e o mesmo Deus estará com eles e será o
seu Deus. 4 E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais
morte nem pranto nem clamor nem dor; porque já as primeiras coisas são
passadas. 5 E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas
todas as coisas. E disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e
fiéis. 6 E disse-me mais: Está cumprido. Eu sou o Alfa e o Ômega o princípio e
o fim. A quem quer que tiver sede de graça lhe darei da fonte da água da vida.
7 Quem vencer herdará todas as coisas; e eu serei seu Deus e ele será meu
filho. 8 Mas quanto aos tímidos e aos incrédulos e aos abomináveis e aos
homicidas e aos fornicários e aos feiticeiros e aos idólatras e a todos os
mentirosos a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a
segunda morte. 9 E veio a mim um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias
das últimas sete pragas e falou comigo dizendo: Vem mostrar-te-ei a esposa a
mulher do Cordeiro. 10 E levou-me em espírito a um grande e alto monte e
mostrou-me a grande cidade a santa Jerusalém que de Deus descia do céu. 11 E
tinha a glória de Deus; e a sua luz era semelhante a uma pedra preciosíssima como a pedra de jaspe como o cristal resplandecente. 12 E tinha um grande e
alto muro com doze portas e nas portas doze anjos e nomes escritos sobre elas que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel. 13 Do lado do levante
tinha três portas do lado do norte três portas do lado do sul três portas do lado do poente três portas. 14 E o muro da cidade tinha doze fundamentos e
neles os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro. 15 E aquele que falava comigo
tinha uma cana de ouro para medir a cidade e as suas portas e o seu muro. 16
E a cidade estava situada em quadrado; e o seu comprimento era tanto como a sua
largura. E mediu a cidade com a cana até doze mil estádios; e o seu comprimento largura e altura eram iguais. 17 E mediu o seu muro de cento e quarenta e
quatro côvados conforme à medida de homem que é a de um anjo. 18 E a
construção do seu muro era de jaspe e a cidade de ouro puro semelhante a vidro
puro. 19 E os fundamentos do muro da cidade estavam adornados de toda a pedra
preciosa. O primeiro fundamento era jaspe; o segundo safira; o terceiro calcedônia; o quarto esmeralda; 20 O quinto
sardônica; o sexto sárdio; o
sétimo crisólito; o oitavo berilo; o nono topázio; o décimo crisópraso; o
undécimo jacinto; o duodécimo ametista. 21 E as doze portas eram doze pérolas;
cada uma das portas era uma pérola; e a praça da cidade de ouro puro como vidro
transparente. 22 E nela não vi templo porque o seu templo é o Senhor Deus
Todo-Poderoso e o Cordeiro. 23 E a cidade não necessita de sol nem de lua para
que nela resplandeçam porque a glória de Deus a tem iluminado e o Cordeiro é a
sua lâmpada. 24 E as nações dos salvos andarão à sua luz; e os reis da terra
trarão para ela a sua glória e honra. 25 E as suas portas não se fecharão de
dia porque ali não haverá noite. 26 E a ela trarão a glória e honra das nações.
27 E não entrará nela coisa alguma que contamine e cometa abominação e mentira;
mas só os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro.1 NO princípio criou
Deus os céus e a terra. 2 E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre
a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas. 3 E
disse Deus: Haja luz; e houve luz. 4 E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus
separação entre a luz e as trevas. 5 E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou
Noite. E foi a tarde e a manhã o dia primeiro. 6 E disse Deus: Haja uma
expansão no meio das águas e haja separação entre águas e águas. 7 E fez Deus a
expansão e fez separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as
águas que estavam sobre a expansão; e assim foi. 8 E chamou Deus à expansão
Céus e foi a tarde e a manhã o dia segundo. 9 E disse Deus: Ajuntem-se as
águas debaixo dos céus num lugar; e apareça a porção seca; e assim foi. 10 E
chamou Deus à porção seca Terra; e ao ajuntamento das águas chamou Mares; e viu
Deus que era bom. 11 E disse Deus: Produza a terra erva verde erva que dê
semente árvore frutífera que dê fruto segundo a sua espécie cuja semente está
nela sobre a terra; e assim foi. 12 E a terra produziu erva erva dando semente
conforme a sua espécie e a árvore frutífera cuja semente está nela conforme a
sua espécie; e viu Deus que era bom. 13 E foi a tarde e a manhã o dia terceiro.
14 E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus para haver separação entre
o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias
e anos. 15 E sejam para luminares na expansão dos céus para iluminar a terra; e
assim foi. 16 E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para
governar o dia e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas. 17 E
Deus os pôs na expansão dos céus para iluminar a terra 18 E para governar o dia
e a noite e para fazer separação entre a luz e as trevas; e viu Deus que era
bom. 19 E foi a tarde e a manhã o dia quarto. 20 E disse Deus: Produzam as
águas abundantemente répteis de alma vivente; e voem as aves sobre a face da
expansão dos céus. 21 E Deus criou as grandes baleias e todo o réptil de alma
vivente que as águas abundantemente produziram conforme as suas espécies; e toda
a ave de asas conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom. 22 E Deus os
abençoou dizendo: Frutificai e multiplicai-vos e enchei as águas nos mares; e
as aves se multipliquem na terra. 23 E foi a tarde e a manhã o dia quinto. 24 E
disse Deus: Produza a terra alma vivente conforme a sua espécie; gado e répteis
e feras da terra conforme a sua espécie; e assim foi. 25 E fez Deus as feras da
terra conforme a sua espécie e o gado conforme a sua espécie e todo o réptil
da terra conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom. 26 E disse Deus:
Façamos o homem à nossa imagem conforme a nossa semelhança; e domine sobre os
peixes do mar e sobre as aves dos céus e sobre o gado e sobre toda a terra e
sobre todo o réptil que se move sobre a terra. 27 E criou Deus o homem à sua
imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. 28 E Deus os
abençoou e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos e enchei a terra e
sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus e sobre
todo o animal que se move sobre a terra. 29 E disse Deus: Eis que vos tenho dado
toda a erva que dê semente que está sobre a face de toda a terra; e toda a
árvore em que há fruto que dê semente ser-vos-á para mantimento. 30 E a todo o
animal da terra e a toda a ave dos céus e a todo o réptil da terra em que há
alma vivente toda a erva verde será para mantimento; e assim foi. 31 E viu Deus
tudo quanto tinha feito e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã o dia
sexto. 1 DEPOIS disse o Senhor a Noé: Entra tu e toda a tua casa na arca porque
tenho visto que és justo diante de mim nesta geração. 2 De todos os animais
limpos tomarás para ti sete e sete o macho e sua fêmea; mas dos animais que não
são limpos dois o macho e sua fêmea. 3 Também das aves dos céus sete e sete macho e fêmea para conservar em vida sua espécie sobre a face de toda a terra.
4 Porque passados ainda sete dias farei chover sobre a terra quarenta dias e
quarenta noites; e desfarei de sobre a face da terra toda a substância que fiz.
5 E fez Noé conforme a tudo o que o Senhor lhe ordenara. 6 E era Noé da idade de
seiscentos anos quando o dilúvio das águas veio sobre a terra. 7 Noé entrou na
arca e com ele seus filhos sua mulher e as mulheres de seus filhos por causa
das águas do dilúvio. 8 Dos animais limpos e dos animais que não são limpos e
das aves e de todo o réptil sobre a terra 9 Entraram de dois em dois para
junto de Noé na arca macho e fêmea como Deus ordenara a Noé. 10 E aconteceu
que passados sete dias vieram sobre a terra as águas do dilúvio. 11 No ano
seiscentos da vida de Noé no mês segundo aos dezessete dias do mês naquele
mesmo dia se romperam todas as fontes do grande abismo e as janelas dos céus se
abriram 12 E houve chuva sobre a terra quarenta dias e quarenta noites. 13 E no
mesmo dia entraram na arca Noé seus filhos Sem Cão e Jafé sua mulher e as
mulheres de seus filhos. 14 Eles e todo o animal conforme a sua espécie e todo
o gado conforme a sua espécie e todo o réptil que se arrasta sobre a terra
conforme a sua espécie e toda a ave conforme a sua espécie pássaros de toda
qualidade. 15 E de toda a carne em que havia espírito de vida entraram de dois
em dois para junto de Noé na arca. 16 E os que entraram eram macho e fêmea de
toda a carne como Deus lhe tinha ordenado; e o Senhor o fechou dentro. 17 E
durou o dilúvio quarenta dias sobre a terra e cresceram as águas e levantaram a
arca e ela se elevou sobre a terra. 18 E prevaleceram as águas e cresceram
grandemente sobre a terra; e a arca andava sobre as águas. 19 E as águas
prevaleceram excessivamente sobre a terra; e todos os altos montes que havia
debaixo de todo o céu foram cobertos. 20 Quinze côvados acima prevaleceram as
águas; e os montes foram cobertos. 21 E expirou toda a carne que se movia sobre
a terra tanto de ave como de gado e de feras e de todo o réptil que se arrasta
sobre a terra e todo o homem. 22 Tudo o que tinha fôlego de espírito de vida em
suas narinas tudo o que havia em terra seca morreu. 23 Assim foi destruido
todo o ser vivente que havia sobre a face da terra desde o homem até ao animal até ao réptil e até à ave dos céus; e foram extintos da terra; e ficou somente Noé e os que com ele estavam na arca. 24 E prevaleceram as águas sobre a terra
cento e cinqüenta dias. 1 E ACONTECEU depois destas coisas que provou Deus a
Abraão e disse-lhe: Abraão! E ele disse: Eis-me aqui. 2 E disse: Toma agora o
teu filho o teu único filho Isaque a quem amas e vai-te à terra de Moriá e
oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas que eu te direi. 3 Então se
levantou Abraão pela manhã de madrugada e albardou o seu jumento e tomou
consigo dois de seus moços e Isaque seu filho; e cortou lenha para o holocausto e levantou-se e foi ao lugar que Deus lhe dissera. 4 Ao terceiro dia levantou
Abraão os seus olhos e viu o lugar de longe. 5 E disse Abraão a seus moços:
Ficai-vos aqui com o jumento e eu e o moço iremos até ali; e havendo adorado tornaremos a vós. 6 E tomou Abraão a lenha do holocausto e pô-la sobre Isaque
seu filho; e ele tomou o fogo e o cutelo na sua mão e foram ambos juntos. 7
Então falou Isaque a Abraão seu pai e disse: Meu pai! E ele disse: Eis-me aqui meu filho! E ele disse: Eis aqui o fogo e a lenha mas onde está o cordeiro para
o holocausto? 8 E disse Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o
holocausto meu filho. Assim caminharam ambos juntos. 9 E chegaram ao lugar que
Deus lhe dissera e edificou Abraão ali um altar e pôs em ordem a lenha e
amarrou a Isaque seu filho e deitou-o sobre o altar em cima da lenha. 10 E
estendeu Abraão a sua mão e tomou o cutelo para imolar o seu filho; 11 Mas o
anjo do Senhor lhe bradou desde os céus e disse: Abraão Abraão! E ele disse: Eis-me aqui. 12 Então disse: Não estendas a tua mão sobre o moço e não lhe
faças nada; porquanto agora sei que temes a Deus e não me negaste o teu filho o teu único filho. 13 Então levantou Abraão os seus olhos e olhou; e eis um
carneiro detrás dele travado pelos seus chifres num mato; e foi Abraão e
tomou o carneiro e ofereceu-o em holocausto em lugar de seu filho. 14 E chamou
Abraão o nome daquele lugar: o Senhor proverá; donde se diz até ao dia de hoje:
No monte do Senhor se proverá. 15 Então o anjo do Senhor bradou a Abraão pela
segunda vez desde os céus 16 E disse: Por mim mesmo jurei diz o Senhor:
Porquanto fizeste esta ação e não me negaste o teu filho o teu único filho 17
Que deveras te abençoarei e grandissimamente multiplicarei a tua descendência
como as estrelas dos céus e como a areia que está na praia do mar; e a tua
descendência possuirá a porta dos seus inimigos; 18 E em tua descendência serão
benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à minha voz. 19 Então
Abraão tornou aos seus moços e levantaram-se e foram juntos para Berseba; e
Abraão habitou em Berseba. 20 E sucedeu depois destas coisas que anunciaram a
Abraão dizendo: Eis que também Milca deu filhos a Naor teu irmão. 21 Uz o seu
primogênito e Buz seu irmão e Quemuel pai de Arã 22 E Quésede e Hazo e Pildas e Jidlafe
e Betuel. 23 E Betuel gerou Rebeca. Estes oito deu à luz
Milca a Naor irmão de Abraão. 24 E a sua concubina cujo nome era Reumá ela
lhe deu também a Tebá Gaã Taás e Maaca. FALOU mais o Senhor a Moisés no
deserto de Sinai na tenda da congregação no primeiro dia do segundo mês no
segundo ano da sua saída da terra do Egito dizendo: 2 Tomai a soma de toda a
congregação dos filhos de Israel segundo as suas famílias segundo a casa de
seus pais conforme o número dos nomes de todo o homem cabeça por cabeça; 3 Da
idade de vinte anos para cima todos os que em Israel podem sair à guerra a
estes contareis segundo os seus exércitos tu e Arão. 4 Estará convosco de cada
tribo um homem que seja cabeça da casa de seus pais. 5 Estes pois são os
nomes dos homens que estarão convosco: De Rúben Elizur filho de Sedeur; 6 De
Simeão Selumiel filho de Zurisadai; 7 De Judá Naasson filho de Aminadabe; 8
De Issacar Natanael filho de Zuar; 9 De Zebulom Eliabe filho de Helom; 10
Dos filhos de José: De Efraim Elisama filho de Amiúde; de Manassés Gamaliel filho de Pedazur;
11 De Benjamim Abidã filho de Gideoni; 12 De Dã Aieser filho de Amisadai; 13 De Aser Pagiel filho de Ocrã; 14 De Gade Eliasafe filho de Deuel; 15 De Naftali Aira filho de Enã. 16 Estes foram os chamados da
congregação os príncipes das tribos de seus pais os cabeças dos milhares de
Israel. 17 Então tomaram Moisés e Arão a estes homens que foram declarados
pelos seus nomes 18 E reuniram toda a congregação no primeiro dia do mês
segundo e declararam a sua descendência segundo as suas famílias segundo a
casa de seus pais pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima cabeça por
cabeça; 19 Como o Senhor ordenara a Moisés assim os contou no deserto de Sinai.
20 Foram pois os filhos de Rúben o primogênito de Israel as suas gerações pelas suas famílias segundo a casa de seus pais pelo número dos nomes cabeça
por cabeça todo o homem de vinte anos para cima todos os que podiam sair à
guerra 21 Foram contados deles da tribo de Rúben quarenta e seis mil e
quinhentos. 22 Dos filhos de Simeão as suas gerações pelas suas famílias segundo a casa dos seus pais; os seus contados pelo número dos nomes cabeça
por cabeça todo o homem de vinte anos para cima todos os que podiam sair à
guerra 23Foram contados deles da tribo de Simeão cinqüenta e nove mil e
trezentos. 24 Dos filhos de Gade as suas gerações pelas suas famílias segundo
a casa de seus pais pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima todos os
que podiam sair à guerra 25 Foram contados deles da tribo de Gade quarenta e
cinco mil e seiscentos e cinqüenta. 26 Dos filhos de Judá as suas gerações pelas suas famílias segundo a casa de seus pais; pelo número dos nomes dos de
vinte anos para cima todos os que podiam sair à guerra 27 Foram contados
deles da tribo de Judá setenta e quatro mil e seiscentos. 28 Dos filhos de Issacar as suas gerações pelas suas famílias segundo a casa de seus pais pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima todos os que podiam sair à
guerra 29 Foram contados deles da tribo de Issacar cinqüenta e quatro mil e
quatrocentos. 30 Dos filhos de Zebulom as suas gerações pelas suas famílias segundo a casa de seus pais pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima todos os que podiam sair à guerra 31 Foram contados deles da tribo de Zebulom cinqüenta e sete mil e quatrocentos. 32 Dos filhos de José dos filhos de Efraim as suas gerações pelas suas famílias segundo a casa de seus pais pelo número
dos nomes dos de vinte anos para cima todos os que podiam sair à guerra 33
Foram contados deles da tribo de Efraim quarenta mil e quinhentos. 34 Dos
filhos de Manassés as suas gerações pelas suas famílias segundo a casa de
seus pais pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima todos os que
podiam sair à guerra 35 Foram contados deles da tribo de Manassés trinta e
dois mil e duzentos. 36 Dos filhos de Benjamim as suas gerações pelas suas
famílias segundo a casa de seus pais pelo número dos nomes dos de vinte anos
para cima todos os que podiam sair à guerra 37 Foram contados deles da tribo
de Benjamim trinta e cinco mil e quatrocentos. 38 Dos filhos de Dã as suas
gerações pelas suas famílias segundo a casa de seus pais pelo número dos
nomes dos de vinte anos para cima todos os que podiam sair à guerra 39 Foram
contados deles da tribo de Dã sessenta e dois mil e setecentos. 40 Dos filhos
de Aser as suas gerações pelas suas famílias segundo a casa de seus pais pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima todos os que podiam sair à
guerra 41 Foram contados deles da tribo de Aser quarenta e um mil e
quinhentos. 42 Dos filhos de Naftali as suas gerações pelas suas famílias segundo a casa de seus pais pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima todos os que podiam sair à guerra 43 Foram contados deles da tribo de Naftali cinqüenta e três mil e quatrocentos. 44 Estes foram os contados que contaram
Moisés e Arão e os príncipes de Israel doze homens cada um era pela casa de
seus pais. 45 Assim foram todos os contados dos filhos de Israel segundo a casa
de seus pais de vinte anos para cima todos os que podiam sair à guerra em
Israel; 46 Todos os contados eram seiscentos e três mil e quinhentos e
cinqüenta. 47 Mas os levitas segundo a tribo de seus pais não foram contados
entre eles 48 Porquanto o Senhor tinha falado a Moisés dizendo: 49 Porém não
contarás a tribo de Levi nem tomarás a soma deles entre os filhos de Israel; 50
Mas tu põe os levitas sobre o tabernáculo do testemunho e sobre todos os seus
utensílios e sobre tudo o que pertence a ele; eles levarão o tabernáculo e
todos os seus utensílios; e eles o administrarão e acampar-se-ão ao redor do tabernáculo. 51 E quando o tabernáculo partir os levitas o desarmarão; e quando o tabernáculo se houver de assentar no arraial os levitas o armarão; e o
estranho que se chegar morrerá. 52 E os filhos de Israel armarão as suas tendas cada um no seu esquadrão e cada um junto à sua bandeira segundo os seus
exércitos. 53 Mas os levitas armarão as suas tendas ao redor do tabernáculo do
testemunho para que não haja indignação sobre a congregação dos filhos de
Israel pelo que os levitas terão o cuidado da guarda do tabernáculo do
testemunho. 54 Assim fizeram os filhos de Israel; conforme a tudo o que o Senhor
ordenara a Moisés assim o fizeram.1 E FALOU o Senhor a Moisés dizendo: 2
Ordena aos filhos de Israel que lancem fora do arraial a todo o leproso e a
todo o que padece fluxo e a todos os imundos por causa de contato com algum
morto. 3 Desde o homem até a mulher os lançareis; fora do arraial os lançareis;
para que não contaminem os seus arraiais no meio dos quais eu habito. 4 E os
filhos de Israel fizeram assim e os lançaram fora do arraial; como o Senhor
falara a Moisés assim fizeram os filhos de Israel. 5 Falou mais o Senhor a
Moisés dizendo: 6 Dize aos filhos de Israel: Quando homem ou mulher fizer algum
de todos os pecados humanos transgredindo contra o Senhor tal alma culpada é.
7 E confessará o seu pecado que cometeu; pela sua culpa fará plena restituição segundo a soma total e lhe acrescentará a sua quinta parte e a dará àquele
contra quem se fez culpado. 8 Mas se aquele homem não tiver resgatador a quem
se restitua a culpa então a culpa que se restituir ao Senhor será do sacerdote além do carneiro da expiação pelo qual por ele se fará expiação. 9
Semelhantemente toda a oferta de todas as coisas santificadas dos filhos de
Israel que trouxerem ao sacerdote será sua. 10 E as coisas santificadas de
cada um serão suas; o que alguém der ao sacerdote será seu. 11 Falou mais o
Senhor a Moisés dizendo: 12 Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando a
mulher de alguém se desviar e transgredir contra ele 13 De maneira que algum
homem se tenha deitado com ela e for oculto aos olhos de seu marido e ela o
tiver ocultado havendo-se ela contaminado e contra ela não houver testemunha e no feito não for apanhada 14 E o espírito de ciúmes vier sobre ele e de sua
mulher tiver ciúmes por ela se haver contaminado ou sobre ele vier o espírito
de ciúmes e de sua mulher tiver ciúmes não se havendo ela contaminado 15
Então aquele homem trará a sua mulher perante o sacerdote e juntamente trará a
sua oferta por ela; uma décima de efa de farinha de cevada sobre a qual não
deitará azeite nem sobre ela porá incenso porquanto é oferta de alimentos por
ciúmes oferta memorativa que traz a iniqüidade em memória. 16 E o sacerdote a
fará chegar e a porá perante a face do Senhor. 17 E o sacerdote tomará água
santa num vaso de barro; também tomará o sacerdote do pó que houver no chão do tabernáculo e o deitará na água. 18 Então o sacerdote apresentará a mulher
perante o Senhor e descobrirá a cabeça da mulher; e a oferta memorativa que é
a oferta por ciúmes porá sobre as suas mãos e a água amarga que traz consigo
a maldição estará na mão do sacerdote. 19 E o sacerdote a fará jurar e dirá
àquela mulher: Se ninguém contigo se deitou e se não te apartaste de teu marido
pela imundícia destas águas amargas amaldiçoantes serás livre. 20 Mas se te
apartaste de teu marido e te contaminaste e algum homem fora de teu marido se deitou contigo 21 Então o sacerdote fará jurar à mulher com o juramento da
maldição; e o sacerdote dirá à mulher: O Senhor te ponha por maldição e por
praga no meio do teu povo fazendo-te o Senhor consumir a tua coxa e inchar o
teu ventre. 22 E esta água amaldiçoante entre nas tuas entranhas para te fazer
inchar o ventre e te fazer consumir a coxa. Então a mulher dirá: Amém Amém. 23
Depois o sacerdote escreverá estas mesmas maldições num livro e com a água
amarga as apagará. 24 E a água amarga amaldiçoante dará a beber à mulher e a
água amaldiçoante entrará nela para amargurar. 25 E o sacerdote tomará a oferta
por ciúmes da mão da mulher e moverá a oferta perante o Senhor; e a oferecerá
sobre o altar. 26 Também o sacerdote tomará um punhado da oferta memorativa e
sobre o altar a queimará; e depois dará a beber a água à mulher. 27 E havendo-lhe dado a beber aquela água será que se ela se tiver contaminado e
contra seu marido tiver transgredido a água amaldiçoante entrará nela para
amargura e o seu ventre se inchará e consumirá a sua coxa; e aquela mulher
será por maldição no meio do seu povo. 28 E se a mulher se não tiver
contaminado mas estiver limpa então será livre e conceberá filhos. 29 Esta é
a lei dos ciúmes quando a mulher em poder de seu marido se desviar e for
contaminada; 30 Ou quando sobre o homem vier o espírito de ciúmes e tiver
ciúmes de sua mulher apresente a mulher perante o Senhor e o sacerdote nela
execute toda esta lei. 31 E o homem será livre da iniqüidade porém a mulher
levará a sua iniqüidade. 1 E FALOU o Senhor a Moisés dizendo: 2 Envia homens
que espiem a terra de Canaã que eu hei de dar aos filhos de Israel; de cada
tribo de seus pais enviareis um homem sendo cada um príncipe entre eles. 3 E
enviou-os Moisés do deserto de Parã segundo a ordem do Senhor; todos aqueles
homens eram cabeças dos filhos de Israel. 4 E estes são os seus nomes: Da tribo
de Rúben Samua filho de Zacur; 5 Da tribo de Simeão Safate filho de Hori; 6 Da
tribo de Judá Calebe filho de Jefoné; 7 Da tribo de Issacar Jigeal filho
de José; 8 Da tribo de Efraim Oséias filho de Num; 9 Da tribo de Benjamim Palti filho de Rafu; 10 Da tribo de Zebulom Gadiel filho de Sodi; 11 Da tribo
de José pela tribo de Manassés Gadi filho de Susi; 12 Da tribo de Dã Amiel filho de Gemali; 13 Da tribo de Aser Setur filho de Micael; 14 Da tribo de
Naftali Nabi filho de Vofsi; 15 Da tribo de Gade Geuel filho de Maqui. 16
Estes são os nomes dos homens que Moisés enviou a espiar aquela terra; e a
Oséias filho de Num Moisés chamou Josué. 17 Enviou-os pois Moisés a espiar a
terra de Canaã; e disse-lhes: Subi por aqui para o lado do sul e subi à
montanha: 18 E vede que terra é e o povo que nela habita; se é forte ou fraco;
se pouco ou muito. 19 E como é a terra em que habita se boa ou má; e quais são
as cidades em que eles habitam; se em arraiais ou em fortalezas. 20 Também como
é a terra se fértil ou estéril; se nela há árvores ou não; e esforçai-vos e
tomai do fruto da terra. E eram aqueles dias os dias das primícias das uvas. 21
Assim subiram e espiaram a terra desde o deserto de Zim até Reobe à entrada de Hamate. 22 E subiram para o lado do sul e vieram até Hebrom; e estavam ali Aimã Sesai e Talmai filhos de Enaque (Hebrom foi edificada sete anos antes de Zoã no
Egito). 23 Depois foram até ao vale de Escol e dali cortaram um ramo de vide
com um cacho de uvas o qual trouxeram dois homens sobre uma vara; como também
das romãs e dos figos. 24 Chamaram àquele lugar o vale de Escol por causa do
cacho que dali cortaram os filhos de Israel. 25 E eles voltaram de espiar a
terra ao fim de quarenta dias. 26 E caminharam e vieram a Moisés e a Arão e a
toda a congregação dos filhos de Israel no deserto de Parã em Cades; e
deram-lhes notícias a eles e a toda a congregação e mostraram-lhes o fruto da
terra. 27 E contaram-lhe e disseram: Fomos à terra a que nos enviaste; e
verdadeiramente mana leite e mel e este é o seu fruto. 28 O povo porém que
habita nessa terra é poderoso e as cidades fortificadas e mui grandes; e também
ali vimos os filhos de Enaque. 29 Os amalequitas habitam na terra do sul; e os
heteus e os jebuseus e os amorreus habitam na montanha; e os cananeus habitam
junto do mar e pela margem do Jordão. 30 Então Calebe fez calar o povo perante
Moisés e disse: Certamente subiremos e a possuiremos em herança; porque
seguramente prevaleceremos contra ela. 31 Porém os homens que com ele subiram
disseram: Não poderemos subir contra aquele povo porque é mais forte do que
nós. 32 E infamaram a terra que tinham espiado dizendo aos filhos de Israel: A
terra pela qual passamos a espiá-la é terra que consome os seus moradores; e
todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura. 33 Também vimos ali
gigantes filhos de Enaque descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos
como gafanhotos e assim também éramos aos seus olhos. 1 HAVIA um homem na terra
de Uz cujo nome era Jó; e era este homem íntegro reto e temente a Deus e
desviava-se do mal. 2 E nasceram-lhe sete filhos e três filhas. 3 E o seu gado
era de sete mil ovelhas três mil camelos quinhentas juntas de bois e
quinhentas jumentas; eram também muitíssimos os servos a seu serviço de maneira
que este homem era maior do que todos os do oriente. 4 E iam seus filhos à casa
uns dos outros e faziam banquetes cada um por sua vez; e mandavam convidar as
suas três irmãs a comerem e beberem com eles. 5 Sucedia pois que decorrido o
turno de dias de seus banquetes enviava Jó e os santificava e se levantava de
madrugada e oferecia holocaustos segundo o número de todos eles; porque dizia Jó: Talvez pecaram meus filhos e amaldiçoaram a Deus no seu coração. Assim
fazia Jó continuamente. 6 E num dia em que os filhos de Deus vieram
apresentar-se perante o Senhor veio também Satanás entre eles. 7 Então o Senhor
disse a Satanás: Donde vens? E Satanás respondeu ao Senhor e disse: De rodear a
terra e passear por ela. 8 E disse o Senhor a Satanás: Observaste tu a meu
servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele homem íntegro e reto temente a Deus e que se desvia do mal. 9 Então respondeu Satanás ao Senhor e
disse: Porventura teme Jó a Deus debalde? 10 Porventura tu não cercaste de sebe a ele e a sua casa e a tudo quanto tem? A obra de suas mãos abençoaste e o seu
gado se tem aumentado na terra. 11 Mas estende a tua mão e toca-lhe em tudo
quanto tem e verás se não blasfema contra ti na tua face. 12 E disse o Senhor a
Satanás: Eis que tudo quanto ele tem está na tua mão; somente contra ele não
estendas a tua mão. E Satanás saiu da presença do Senhor. 13 E sucedeu um dia em que seus filhos e suas filhas comiam e bebiam vinho na casa de seu irmão
primogênito 14 Que veio um mensageiro a Jó e lhe disse: Os bois lavravam e as
jumentas pastavam junto a eles; 15 E deram sobre eles os sabeus e os tomaram e
aos servos feriram ao fio da espada; e só eu escapei para trazer-te a nova. 16
Estando este ainda falando veio outro e disse: Fogo de Deus caiu do céu e
queimou as ovelhas e os servos e os consumiu e só eu escapei para trazer-te a
nova. 17 Estando ainda este falando veio outro e disse: Ordenando os caldeus
três tropas deram sobre os camelos e os tomaram e aos servos feriram ao fio
da espada; e só eu escapei para trazer-te a nova. 18 Estando ainda este falando veio outro e disse: Estando teus filhos e tuas filhas comendo e bebendo vinho em casa de seu irmão primogênito 19 Eis que um grande vento sobreveio dalém do
deserto e deu nos quatro cantos da casa que caiu sobre os jovens e morreram;
e só eu escapei para trazer-te a nova. 20 Então Jó se levantou e rasgou o seu
manto e rapou a sua cabeça e se lançou em terra e adorou. 21 E disse: Nu saí
do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o Senhor o deu e o Senhor o
tomou: bendito seja o nome do Senhor. 22 Em tudo isto Jó não pecou nem atribuiu
a Deus falta alguma. 1 ENTÃO respondeu Jó ao Senhor dizendo: 2 Bem sei eu que
tudo podes e que nenhum dos teus propósitos pode ser impedido. 3 Quem é este que sem conhecimento encobre o conselho? Por isso relatei o que não entendia;
coisas que para mim eram inescrutáveis e que eu não entendia. 4 Escuta-me pois e eu falarei; eu te perguntarei e tu me ensinarás. 5 Com o ouvir dos meus
ouvidos ouvi mas agora te vêem os meus olhos. 6 Por isso me abomino e me
arrependo no pó e na cinza. 7 Sucedeu que acabando o Senhor de falar a Jó
aquelas palavras o Senhor disse a Elifaz o temanita: A minha ira se acendeu
contra ti e contra os teus dois amigos porque não falastes de mim o que era
reto como o meu servo Jó. 8 Tomai pois sete bezerros e sete carneiros e ide
ao meu servo Jó e oferecei holocaustos por vós e o meu servo Jó orará por vós;
porque deveras a ele aceitarei para que eu não vos trate conforme a vossa
loucura; porque vós não falastes de mim o que era reto como o meu servo Jó. 9
Então foram Elifaz o temanita e Bildade o suíta e Zofar o naamatita e
fizeram como o Senhor lhes dissera; e o Senhor aceitou a face de Jó. 10 E o
Senhor virou o cativeiro de Jó quando orava pelos seus amigos; e o Senhor
acrescentou em dobro a tudo quanto Jó antes possuía. 11 Então vieram a ele
todos os seus irmãos e todas as suas irmãs e todos quantos dantes o
conheceram e comeram com ele pão em sua casa e se condoeram dele e o
consolaram acerca de todo o mal que o Senhor lhe havia enviado; e cada um deles
lhe deu uma peça de dinheiro e um pendente de ouro. 12 E assim abençoou o
Senhor o último estado de Jó mais do que o primeiro; pois teve catorze mil
ovelhas e seis mil camelos e mil juntas de bois e mil jumentas. 13 Também
teve sete filhos e três filhas. 14 E chamou o nome da primeira Jemima e o nome
da segunda Quezia e o nome da terceira Quéren-Hapuque. 15 E em toda a terra não
se acharam mulheres tão formosas como as filhas de Jó; e seu pai lhes deu
herança entre seus irmãos. 16 E depois disto viveu Jó cento e quarenta anos; e
viu a seus filhos e aos filhos de seus filhos até à quarta geração. 17 Então
morreu Jó velho e farto de dias.