| CRÔNICAS & ROMANCES | ||||||||||||||||
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| CLAUDINHA E O MAR – 13/07/2001 -- Claudinha foi morar à beira mar. Me deixou Como também me deixou Joana, Patrícia, Rosinha, Florinda e Alencar. Alencar era um caro chato! Chato, mas amigo. Não sei o que essa trupe foi fazer no Ceará. Por Claudinha quase perdi a alegria. Daqueles bons tempos, só restou nostalgia. Seus olhos me olhando de soslaio faziam meu corpo vibrar e pernas tremer. Quando me olhava, olhava com desejo. Com o desejo de quem quer fruta com casca comer. Ontem, Claudinha me ligou. Ligou não, mandou um e-mail. Poetisa, daquelas de mão cheia, Sempre gostou de me provocar com o lirismo na veia. Às vezes penso que Claudinha deveria ser atriz. Se assim fosse, pelo cristal da telinha Poderia desnudar sua fogosa e generosa formosura. Mas Claudinha nunca quis. Diz que ser poetisa é o que a faz tesuda. Tesuda para quem tem um coração tão grande como Claudinha devo dizer que é pouco. Ela é um poço de alegria e candura. Quem saiu perdendo fui eu. Ela partiu. Perdi a inspiração e a musa. | "||||||||||||||||
| ANTONIO VIRGILIO DE ANDRADE (FRAGERE) | ||||||||||||||||
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| Nome: | ANTONIO VIRGILIO DE ANDRADE | |||||||||||||||
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