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PRIMEIRO
PASSEIO
SEGUNDO
PASSEIO
TERCEIRO
PASSEIO
QUARTO
PASSEIO
SEGUNDO PASSEIO - PRAÇA DA ALFÂNDEGA
Praça da Alfandega
MARGS
Memorial
Santander Cultural
       Dizem que é a mais antiga da cidade. Em 1752 tinha o nome de Praça da Quitanda, porque o espaço, que  mais tarde   ela viria  a  ocupar ficava   defronte ao   trapiche onde as  embarcações atracavam e onde os pequenos negociantes, colocavam os seus balaios e vendiam tomates, ovos, verduras, etc.

        Alguns anos mais tarde foi denominada Praça da Alfândega pela proximidade com o prédio da Alfândega. Em 1883 foi chamada de Praça Senador Floriano, em homenagem a Floriano Peixoto.
      Em 1979 voltou a ser novamente Praça da Alfândega, nome pelo quai é conhecida até hoje.
      Em 1987 foi tombada pelo Patrimônio Histórico.
Clube do Comercio
       Enquanto passeamos,  presta atenção nas raizes das velhas árvores. Com o passar dos anos elas se transformaram em extraordinárias esculturas de rara beleza, competindo com as estátuas e monumentos que foram colocados ao redor.

        Quanto  a  esses, ao  procurar  identificá-los, porque  são  marcos  importantes da  nossa  história, verifiquei, com  tristeza  que   alguns  estão  muito maltratados. Que pena! Mesmo assim, quero que os conheças no que restou de sua beleza.
Banco Safra
Shopping
Rua da Praia
       Penso que o ano em que vieram para a praça e o nome dos seus autores são dados interessantes, para a apreciaçao dessas obras, por isso os inclui na relação que vamos encontrar.

        No centro da praça, vemos o monumento ao
General Luiz Osorio, de autoria do escultor Hildegardo Leão Veloso - colocado na praça no ano de 1933.

        A
Samaritana, obra do  alemão Alfred Aloff está num recanto da praça, quase coberta pelas árvores, é a estátua de uma jovem com uma jarra na mão  á beira de uma fonte. Esse trabalho em 1925 foi colocado defronte a Prefeitura Municipal  onde permaneceu até 1935,  quando  o transferiram  para a Praça da Alfândega,  dando lugar a Fonte de Talavera de la Reina, que conheceste durante o nosso primeiro passeio.

        Distribuidos em vários pontos da Praça encontramos os bustos de :
             -
Caldas Junior, jornalista, fundador do jornal  O Correio do Povo (autor Luis Sanguin - 1913);
             -
Barão de Santo Angelo (autor Eduardo de Sá, -1918);
             - Antonio Carlos Lopes (autor Walter Drechsler - 1936);
             - Leonardo Truda (autor Leone Lonardi - 1956);
             -
Arnaldo Balvé (autor Paulo Ruschel - 1962).

        As estátuas:
             - A
Fuga ( autor Miriam Obino - 1980);
             - Pássaro ( autor Karoly Pichler - 1980);
             -
Teorema (autor Bruno Giorgi - 1967 / 1968 )
             -
Mario Quintana e Carlos Drummond de Andrade sentados num banco da praça ( autores Francisco Stockinger e Eloisa Treguajo - 2001 ), há  pequena distância, está a Carta Testamento do Presidente Getulio Vargas   ( 1955 ).
       Em  frente   ao prédio do   Memorial   do   RS encontramos o Monumento ao Barão do Rio Branco,(José Maria da Silva Paranhos Júniur-1845 - 1912 )
que foi encomendado pelo Clube Militar dos Oficiais da Guarda Nacional em 1913,  mas só   foi possível ser inaugurado em 1916.

        A parte   do monumento que  corresponde  a figura  do Barão  do   Rio Brando , foi  esculpida em gesso, pelo escultor Alfred Adloff, em Porto Alegre e enviada  para a  Alemanha   para ser   fundida em bronze. A segunda  parte  que representa a Republica, não chegou  a embarcar, ficou retida no porto de Santos, porque desencadeia a primeira grande guerra na Europa.

        Somente três anos depois e apos a interferência de muitos políticos foi possível trazer as duas partes para Porto alegre onde o monumento pôde ser montado. 

         A coroa de louros e o braço direito da figura da Republica foram roubados em 2003, assim como duas placas colocadas pelos uruguaios na base do monumento.

        O estudioso de estatuária, Walter Doberstein, acredita que nenhum outro estadista brasileiro têm tantos bustos e monumentos espalhados pelo Brasil, e mesmo no exterior, como o Barão do Rio Branco.
       Existem mais obras na praça e ainda uma banca de revistas e jornais que fica aberta á noite. Essa banca está na praça desde 1878.

        Uma Feira de Artesanato funciona diariamente das 10h ás 18h.

       
LARGO DOS MEDEIROS - espaço que fica entre a Praça da Alfândega e a rua General Camara (antiga Rua da Ladeira).

        Durante muitos anos o lugar hoje ocupado por uma agência do Banco Itaú no Largo dos Medeiros era o da Confeitaria Central. O ponto de reunião das famílias que depois das sessões dos cinemas (nessa época os melhores eram localizados ao redor da praça) para lá se dirigiam para encontrar com o namorado ou com os amigos e para tomar o chá acompanhado  de deliciosos doces.

       Dela guardo as melhores lembranças; dos encontros, do sabor inconfundível das suas iguarias e principalmente da maneira pela qual os irmãos Eugênio e Pantaleão Medeiros tratavam os seus fregueses, que acabavam todos seus amigos.

        Em 1957 foi sancionada a lei que oficializou a homenagem aos Medeiros.
Música Porto dos Casais - autor Jaime Lubianca
                                         interprete - Elis Regina

Histórico de Porto dos Casais - Foi classificada entre as melhores da música popular brasileira, pelos jornalistas, Fernando Veronese do Correio do Povo e Glênio Peres da RBS.
Entre os cantores que gravaram Porto dos Casais, alem do autor, destacamos Elis Regina, Silvio Caldas, Wilson Simonal. Entre os conjuntos musicais brasileiros, o regional de Carlos Poyares e o Clube do Choro de Porto Alegre ( do qual foi um dos fundadores) e Plauto Cruz com Mario Barros.
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