Born in São Paulo/SP, descending
immigrants in the north of Lebanon (Miniara - Akkar), Vitor Abud
Hiar began studies the Arabic percussion from very
early.
Your great interest and talent for percussion, it was noticed by
relatives and friends that encouraged your studies and dedication.
With
only 4 years of age, found in Arabic Tabla, your first musical instrument,
a true laboratory of rhythms, sounds, styles and variations, becoming a
virtuose very
prematurely
He as main incentivador and teacher the pioneer and master of the Arab
percussion in Brazil, Fuad Calil Haidamus, where to the 5 years , it
already accompanied musically him in parties and
family.
For more 25 years of dedication Arabic Tabla studies, Vitor Abud
Hiar accumulated the diversified styles, tangible in Arab rhythm,
what turns thankfully a great virtuose of Arab percussion in
Brazil and
World.
Contributed with your solos to the site of ballerina and
choreographer Aziza Yasaman, great schoolmistresses of Bellydance in Rio
de
Janeiro.
He wrote several related goods the percussion and to the Lebanese rhythms
addressed to the culture and the incentive in the new Arab
percussionists.
More information of Vitor
Abud Hiar: http://vitorhiar.sites.uol.com.br
Dicas do professor de
percussão libanesa Vitor Abud Hiar.
De
fato, muitas pessoas possuem dificuldades de compreender os rítmos árabes
devido sua eminente complexidade.Se observarmos cuidadosamente cada ritmo,
vamos observar que cada um possui um verdadeiro leque de variantes.
Devemos ter conciência que além dessas variações, existe a possibilidade
de se inserir no ritmo determinada improvisação. Logicamente isso só deve
ser feito se o percussionista tiver boa familiarização com o ritmo que
está executando.
Outro dado de extrema importância que não posso deixar
de aludir, é o que se refere ao que chamo de encaixe de ritmos, ou seja,
quando se executar um solo que possua vários ritmos, o percussionista deve
se preocupar com a continuidade ritmica, com o encaixe de um ritmo no
outro. Isso se faz geralmente através da tabla ou derbakke.
Esses
encaixes rítmicos são feitos geralmente através de uma improvisação do
próprio percussionista, e assim, o que antes era um solo dividido em
ritmos distintos, se torna um bela melodia rítmica.
Ao se executar um
solo, deve-se evitar permanecer em um único ritmo base por muito tempo,
principalmente se o solo está sendo executado para apresentações de
bailarinas. A variação ritmica proporciona para quem dança a possibilidade
de mostrar seus conhecimentos e habilidades na arte. Essa pluralidade
rítmica deverá ser reduzida nos casos de apresentações de várias
bailarinas em apresentações coreografadas.
Deve-se evitar o abuso dos
repiques ou enfeites. Eles devem ser inseridos no momento certo. O abuso
nos repiques pode gerar certa confusão rítmica para quem dança ou até
mesmo para que acompanha em outro instrumento de percussão. Devemos
tocar sempre com o sentimento.
Podemos assim enumerar os seguintes
elementos que um percussionista deve Ter em mente:
a- Evitar a
monotomia de um único ritmo ( duplicidade ou pluralidade ritmica)
b-
Estabelecer o encaixe rítmico
c- Evitar abusos nos enfeites ou
repiques
d- Deixar fluir os sentimentos nos solos executados.
É
elementar que os ritmos apresentados sigam um único compasso. Não importa
qual seja o ritmo em transição nem mesmo qual sua velocidade. O mesmo
compasso que se inicia um solo deve-se terminar.
Compasso é a medida de
tempo em uma música e em casos de enfeites e paradas deve se prestar
atenção para não sair desse tempo.
Se um percussionista desejar
realizar um solo sob ritmos rápidos é só diminuir esse intervalo de tempo,
agora caso desejar ritmos lentos, aumente esse intervalo.
Assim , em
considerações finais, é fundamental que cada percussionista deixe
potencializar seu estilo próprio. Alguns são simples e agressivos, outro
complexos. Descubra o seu estilo.
VITOR ABUD
HIAR
