
Reino Unido dos Açores -
Ano II - Número 109
Quinta, 12 de Agosto
de 2004
Fechamento da edição:
19:31h
Destaques desta edição:
Opinião: Sistema e-Stadium,
CMF e a Contratação de Profissionais
OPINIÃO
.:: Sistema e-Stadium,
CMF e a Contratação de Profissionais ::.
Esta semana fomos
surpreendidos por mais uma novidade no sistema e-Stadium, que é a possibilidade
dos times contratarem alguns profissionais, como o "psicólogo" e o
"preparador físico".
O cartola Remus Lupin,
da Federação de Orange, e Fiscal da CMF, foi quem divulgou na tarde de hoje um
email com explicações sobre a mais recente novidade, e que segundo o cartola,
foram comentários do Rafael Figueira. Confiram:
"O preparador já
está funcionando.
O time contrata e paga a
vista. Uma vez contratado, o preparador vai dar um incremento na recuperação
física do banco de reservas. O melhor preparador físico do mundo aumenta em 6x
a recuperação física, mas ele vai
ser mais caro tb. Existem 4 ou 5 preparadores desse nível no sistema.
Se você contratar
mais um preparador, o anterior é descontratado mas o time não recupera dinheiro
nenhum.
Todo dia uma lista de
preparadores estará disponível, escolhidos aleatoriamente.
Preparadores com
contrato vencido podem eventualmente retornar a lista diária.
Se o tipo de
profissional for Psicólogo, as mesmas regras se aplicam, só que na moral
do time ao invés do preparo físico."
Vale ressaltar que até o
momento não tivemos uma nota pública, do Sr. Rafael Figueira, dono e
programador do sistema e-Stadium, sobre as mais recentes modificações. E
provavelmente não teremos essa explicação, pois nas modificações passadas,
segundo nos consta, não houveram essa explicações públicas também (exceto as
explicações via imprensa). E também vale ressaltar que a CMF não se posicionou
sobre a novidade, decerto por desconhecer sobre a mesma e não ter sido avisada
antecipadamente sobre esta modificação.
E assim, mais uma vez a
discussão na lista Futebol Virtual (e é claro que acompanhada de agressões
pessoais) foi em direção sobre "de quem é o e-Stadium?", ou
como "Para que serve a CMF? Só para regulamentar, julgar e
punir?". A pergunta continua no ar... e há muitos anos... assim como
o quebra-pau e a discussão que não leva a lugar nenhum...
Observa-se que o sistema
continua evoluindo. Se está evoluindo para ficar melhor ou não, fica para que
cada técnico avalie como era o e-Stadium há 3 anos, e como ele é agora. Na
minha opinião, é possível constatar nessa análise que muitas modificações
foram feitas e tornaram o sistema ainda melhor, tornando o jogo mais dinâmico,
mais competitivo e mais próximo da realidade do esporte macronacional.
Sobre a novidade em si,
achei válida, e é mais um ingrediente (ou uma ferramenta, se preferiem) para
que os técnicos possam utilizar. Se sairá melhor aquele que utilizar melhor, na
hora certa. E se for necessário, que se sacrifique algumas coisas num
planejamento a médio/longo prazo. Só assim se destacarão os melhores, com os
pequenos crescendo graças a trabalhos realizados de forma inteligente, e os
grandes conseguindo se manter entre os melhores, sabendo investir corretamente.
Utilizando um exemplo
macronacional, vejamos: O São Paulo tem condições de contratar um preparador
físico e um psicólogo, por exemplo, bem melhores do que o São José ou o CRB de
Alagoas. O São Paulo contrata os melhores profisisonais, já o São José e o
CRB contratam os "iniciantes", ou os menos competentes devido as
suas limitações financeiras. Mas isso pode mudar no futuro, graças ao trabalho
administrativo. Muda para melhor quando a administração é bem feita, ou muda
para pior, quando a administração é em desacordo com a realidade dos clubes
(má-conduzida). Vejo alguns condicionais dessas mudanças:
- Para um time pequeno
subir (macro ou micronacional), ele tem que saber investir bem o pouco dinheiro
que tem (ou treinando correto, ou contratando profissionais em detrimento de
investir em/no jogadores). Exemplos: Santo André, Juventude.
- Para um time grande se
manter grande e crescer ainda mais, tem que saber mexer bem no montante de
grana que tem. Exemplos: Santos e Cruzeiro.
- Se um time pequeno não
saber investir, será pequeno toda a vida. Exemplos: Galícia (BA) e Madureira
(RJ).
- Se um time grande não
saber se manter como um grande, cai de produção. Exemplos: Flamengo e
Sport Recife
Tudo é questão de saber
utilizar bem as ferramentas existentes. Então, parabéns ao Figueira pela
continuidade de investimento e apresentação de novidades para todos nós. Cabe
agora aos técnicos saberem trabalhar bem com as ferramentas que tem a
disposição, e assim, os melhores se destacarão.
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Plantão do Futebol
Ano II - Nº 109
Editor responsável: Wagner Bacciotti
Campodonio (wbcbio@yahoo.com.br)
Colaborador: Vicente de Córcova (vicentedecordova@yahoo.com.br)
Informativo esportivo
editado no Reino Unido dos Açores (www.acores.cjb.net),
independente, ou seja,
sem vínculo algum com a Federação Açoriana de Futebol
ou qualquer outra
Federação de futebol micronacional.
O Plantão do Futebol
trata de assuntos pertinentes ao futebol micronacional,
com notícias sem teor
agressivo e que visam retratar e incentivar o crescimento sadio do futebol
virtual.
Fontes desta edição:
telegrapho_real2@yahoogrupos.com.br
futebolvirtual@yahoogrupos.com.br
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