
Reino Unido dos Açores -
Ano II - Número 118
Sexta, 24 de Setembro
de 2004
Fechamento da edição:
20:09h
Destaques desta edição:
Competições: Mundial de Clubes
Coluna Paixão
Micronaiconal: O que mudou no sistema e-Stadium
Charge
COMPETIÇÕES
.:: Mundial de
Clubes ::.
Apesar de todos os
problemas que estão acontecendo, as incertezas consequentes das mudanças
recentes do sistema e-Stadium, podemos ter certeza de que este Mundial de
Clubes será um dos mais disputados de todos os tempos. Não há apenas 1 ou 2
favoritos incontestáveis ao título, e sim, uma grande diversidade de
equipes capazes de conquistar o Mundial, e entrar pra história.
As equipes que chegam fervendo
pra brigar pelo título são de várias origens: Porto Claro, Mallorca, Valquíria,
Pasárgada, Marajó, Orange são as micronações com times que brigam pelo título.
Quanto aos times das demais micronações, acredito que estarão, mais uma vez, em
busca das fantásticas rendas, encher os cofres do clube e se preparar para
ficarem mais fortes para futuros Mundiais...
A vantagem aparente fica
por conta dos times portoclarenses e mallorquinos, como Gênios, Duchamps, FEAR
(se confirmar sua participação) e até mesmo o Clube Sardinha + 10 por parte de
Porto Claro, e Desportivo FNP, Belfast UAFC por parte dos mallorquinos.
Em Valquíria
destacamos o ex-sofista Comunitária FC, que vem numa boa crescente nos
resultados, tem jogadores fortes, e pode surpreender, apesar do
próprio técnico, Tomas Bromberg, preferir manter os pés no chão (o técnico
do Comunitária chegou a afirmar que briga para ficar entre os 8, que já
está bom demais...).
O time de Pasárgada que
vem com chances de se dar bem é o Blitzkrieg. O técnico Bernardo de
Alvarenga também está optando pela humildade, e sem grandes alardes vai pra
disputa do Mundial. Acreditamos que essa equipe guarda fortes surpresas
pro Mundial, pra esquentar ainda mais a competição.
Pelo lado dos
marajoaras, que já levaram o Mundial por 2 vezes (Tricolor Marajoara e EC
Jaruara), parece que finalmente chegou a vez do Anbamar FC. O time já foi
campeão do Mundial B de Clubes, quando despontava como grande equipe. Agora,
meses depois com muito mais experiência, jogadores mais fortes, o Anbamar pode
buscar força na tradição marajoara e alçar vôos mais longe do que muitos
imaginam.
E finalmente em Orange,
o representante mais forte e com boas chances de chegar na final é o Heróis FC.
O técnico Remus Lupin está há muito tempo estrutuirando a sua equipe, e
diversos analistas de futebol micornacional apontam o Heróis como um dos
grandes favoritos. É esperar para conferir...
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Em Outubro:

COLUNA PAIXÃO
MICRONACIONAL
.:: O que mudou no
sistema e-Stadium ::.
Por: Waldir Bambino de
Rezende (Açores)
Para aqueles que
entraram no estadium preocupados com mudanças bruscas
não a encontraram. Uns ficaram aliviados e outros enfurecidos. Mas será que as
mudanças ocorridas foram para nossos olhos?
Conversamos com diversos técnicos após os jogos
de sexta-feira e pudemos observar um fato. Algo mudou, o sistema está reagindo
de forma diferente. Não sabemos ao certo e o que vou postar são suposições que
podem ser embasadas por cunho de desconhecimento das mudanças ou serem as reais
mudanças motivadas por clarividência.
Pudemos analisar times que jogaram antes e
depois no mesmo estádio, com os mesmos jogadores e mesma
formação tática. Antes do apagão, o resultado,
por exemplo, fora de 4 x 0, depois de 2 x 0. Como?
Analisando o histórico deste time em especial, vemos ainda um histórico de
goleadas na mesma formação. A diferença está que em um jogo fora de amistoso e
o outro em torneio. Podemos teorizar que foi colocada uma variável de
“nervosismo”, fazendo o resultado mudar conforme o estilo de jogo. Não podemos
confirmar, mas que fique lançada a dúvida.
As táticas foram travadas onde não é mais
possível o uso de táticas mirabolantes. É de certo modo algo interessante pois nos dá um parâmetro mais adequado para podermos chamar
de futebol e não imaginar que seja apenas um jogo matemático onde a desculpa se
esconde por detrás da palavra futebol. Certamente este travamento vem a mudar
os resultados de técnicos que usam de táticas diferenciadas para jogos mais
complexos.
A vulnerabilidade do que tange a ganhos e perdas
de força dos jogadores também foram sentidas. Perdeu-se menos força e ganhou-se
menos também. Criou uma certa estabilidade para os times. O coeficiente de
desgaste nos parece que ganhou sobrevida assim como ganhar força, como contra
ponto também ficou mais difícil. Será esta afirmativa de todo verdadeira ou o
sentimento pelo que desconhecemos e procuramos pêlo em ovo?
Houve um equilíbrio maior entre as equipes. O
80º. colocado por exemplo jogando com o 120º. colocado pelo tabelão que, antes
do apagão ganhava de 3 x 0 para cima, após o apagão ganhou de 1 x 0. O 90º. colocado
por exemplo jogando com o 100º. colocado que, antes do
apagão ganhava de 2 x 1 ou placares de um ou no
máximo dois gols de diferença após o apagão
empataram. Houve uma aproximação no nível das equipes. Seria esta afirmativa um
mito de técnicos que analisam o tabelão dia a dia e
ficaram receosos após o apagão e ficam implicando?
Fica também a questão.
Na verdade, tudo isso poderia ser muito
diferente se houvesse o conhecimento dos técnicos anterior
as mudanças bem como um cronograma de melhorias. Desta forma, nenhum técnico
seria pego de calças curtas e teria fôlego para mudar sua postura para se
adequar as novas mudanças. Particularmente acho que
mudanças devam ser analisadas e votadas na CMF e colocadas em prática no mês
posterior corrente dentro de uma pauta de alterações. Seria uma democratização
e um respeito maior aos técnicos. Não podemos dizer que os técnicos não sejam
ouvidos pela CMF, pelo contrário, são ouvidos e suas mudanças são bem
recebidas, mas isto não muda as mudanças de rumo repentinas sem o conhecimento
dos mesmos.
Gostaria que esta coluna fosse voltada aos
técnicos de futebol micronacional para que os mesmos
sejam ouvidos e colaborem para que possamos analisar o sistema estadium. As vezes, você pode
achar que é somente uma implicância individual mas poderá perceber que sua
observância é sentida por um maior contingente de técnicos. Para tanto, enviem
para: wbrezende@uol.com.br que suas opiniões, críticas e afins serão
publicadas e comentadas.
CHARGE
.:: Prepara-te: os
salários vêm aí... ::.

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Plantão do Futebol
Ano II - Nº 118
Editor responsável:
Wagner Bacciotti
Campodonio (wbcbio@yahoo.com.br)
Colaboradores:
Vicente de Córcova (vicentedecordova@yahoo.com.br)
Waldir Bambino de Rezende
(wbrezende@yahoo.com.br)
Informativo esportivo
editado no Reino Unido dos Açores (www.acores.cjb.net),
independente, ou seja,
sem vínculo algum com a Federação Açoriana de Futebol
ou qualquer outra
Federação de futebol micronacional.
O Plantão do Futebol
trata de assuntos pertinentes ao futebol micronacional,
com notícias sem teor
agressivo e que visam retratar e incentivar o crescimento sadio do futebol
virtual.
Fontes desta edição:
telegrapho_real2@yahoogrupos.com.br
futebolvirtual@yahoogrupos.com.br
Jornal associado a:
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(Associação de Imprensa
Micronacional)
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