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Reino Unido dos Açores -
Ano III - Número 132
Quarta, 26 de Abril de 2005
Fechamento da edição:
17:43h
Destaques desta edição:
SISTEMA E-STADIUM: Nova Era
SISTEMA E-STADIUM
.:: Nova Era ::.
Depois de longas discussões entre os cartolas,
com alguns se mostrando totalmente contrários a um novo "Apocalipse"
(reset do sistema e-Stadium), alguns outros ainda duvidosos e tantos outros
claramente favoráveis, eis que aconteceu o Apocalipse II. A votação dos
representantes das Federações na CMF foi bem turbulenta, mas com uma maioria
de 08 a 04 (e 01 abstenção), o sistema foi reiniciado do zero.
- Novidades
Com o reinício do sistema e-Stadium, algumas
novidades já estão em uso, como a possibilidade de podermos definir o estilo de
atuar da equipe, como o estilo de jogo (neutro, ataque ou defesa), o
estilo de ataque (passe, jogo aéreo ou levantamento) e o estilo de marcação
(individual ou por zona).
Também já está em prática a possibilidade de
gerenciarmos o gramado do estádio. A cada partida, ele vai se deteriorando, o
que exige atenção por parte dos cartolas, para que seu estádio não acabe
prejudicando o desenvolvimento de sua própria equipe.
Uma das mais importantes modificações no
e-Stadium é em relação a forma de se negociar jogadores. Antes, os times podiam
vender seus atletas diretamente para outras equipes, geralmente a vista, mas que
também era possível de ser parcelado. Após o Apocalipse II, a única forma de
vender jogadores é através de leilões. leva quem tiver mais "bala na
agulha". Essa mudança promete grandes confrotnos fora dos gramados, na
luta pelos bons jogadores.
E finalmente, a modificação que talvez seja a
melhor percebida por todos os técnicos, é em relação a escalação de seu próprio
time. Antes, os jogadores eram classificados em apenas 4 categorias (goleiros,
zagueiros, meiocampistas ou atacantes). Agora, cada jogador já tem sua posição
definida no ato de criação, e cabe ao técnico encontrar a melhor forma para
utilizá-los dentro dos esquemas táticos. As posições que foram criadas são:
goleiro, lateral direito, lateral esquerdo, zagueiro central, zagueiro
esquerdo, zagueiro direito, cabeça de área, meia direita, meia esquerda, meio
campo, ala direito, ala esquerdo, meia armador, ponta direita, ponta esquerda e
centroavante. Uma imensidão de opções...
- Nova realidade
Rendas - como as equipes ainda são muito novas,
ainda não atraem grandes públicos. 2 mil, 3 mil, no máximo 10 mil, será a
realidade daqui para a frente por alguns meses. Público de 20 mil ou 30 mil,
ainda vai demorar muito, se a taxa de crescimento de público se manteve
inalterada.
Salários de jogadores - acompanhando a baixa
renda devido a pouca força das equipes, os jogadores ainda possuem baixos
salários. Para os técnicos mais experientes, será a grande chance de saber
investir na hora certa, nas posições certas e nos jogadores certos.
Forças dos jogadores - cada equipe, na medida
que foi sendo criada, foi tendo as forças distribuídas de forma aleatória
entre os jogadores. Assim, as equipes inciaram de forma muito semelhante, o que
valorizará ainda mais o trabalho do dia-a-dia de cada técnico.
Preços - com jogadores ainda com poucos pontos
de força, e equipes gerando pouca renda, o mercado estará desaquecido. As
vendas através do leilão, ou os empréstimo, muito provavelmente vão resultar em
baixos valores para os times que estão cedendo jogadores.
- Equipes
Novos times surgiram, vários foram recriados, e
alguns acabaram abandonando o futebol micronacional (não se sabe se de forma
definitiva, ou não). Ao todo, até o presente momento, já se contabiliza o total
de 76 equipes, assim distribuídas (por ordem decrescente entre as
micronações):
Porto Claro: 15
Reunião: 11
Sofia: 08
Mallorca: 08
Pasárgada: 07
Portugal e Algarves: 06
Valquíria: 06
Marajó: 04
Orange: 04
Açores: 02
Campos Bastos: 02
Pathros: 02
Alto-Reino: 01
- Destaques
Porto Claro e Reunião se destacam pela grande
quantidade de times, o que pode ser um indicativo de que elas continuarão a se
destacar como antes. Quanto a marajó e Orange, espera-se que para os próximos
dias, novas equipes sejam criadas, pois a quantidade atual de cada uma (04
times) é muito pouca, comparando-se ao número de equipes que tradicionalmente
essas micronações possuem.
Entre as equipes, ainda é muito cedo para ver
quais são os destaques, já que a grande maioria dos times disputou apenas 1, 2
ou 3 jogos. mas o Plantão do Futebol estará acompnhando o crescimento dos
principais times, e informando a todos os leitores.
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Plantão do Futebol
Ano III - Nº 132
Editor:
Wagner Bacciotti
Campodonio (wbcbio@yahoo.com.br)
Informativo esportivo
editado no Reino Unido dos Açores (www.ruacores.cjb.net),
independente, ou seja,
sem vínculo algum com a Federação Açoriana de Futebol
ou qualquer outra
Federação de futebol micronacional.
O Plantão do
Futebol trata de assuntos pertinentes ao futebol micronacional,
com notícias sem teor
agressivo e que visam retratar e incentivar o crescimento sadio do futebol
virtual.
Fontes:
telegrapho_real_4@yahoogrupos.com.br
futebolvirtual@yahoogrupos.com.br
Jornal associado a:
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(Associação de
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