Plantão do Futebol
Reino Unido dos Açores - Ano II - Número 096
Quarta, 15 de Julho de 2004
Fechamento da edição: 11:09h

Destaques desta edição:
Rankings: Pathros
Categoria de Base: Blitzkrieg
CMF: Cota das Federações
Entrevista: Vicente de Córdova (Açores)


RANKINGS

.:: Pathros ::.
 
Sendo uma das mais novas Federações de futebol micronacional, o futebol pathrano ainda não tem times de ponta, e nem mesmo uma quantidade de clubes suficiente para formar uma competição nacional. Com 2 times, a bipolaridade se faz presente de forma intensa.
 
1
Grêmio Corinthius Pathrano
40
1
37
20
58
23%
1
55
(Pathros)
2
Real Méravis FC
8
0
8
4
12
22%
0
7
(Pathros)
x
Seleção de Pathros
0
0
0
3
3
0%
0
13
(Pathros)
 
O Grêmio Corinthius Pathrano é o mais antigo na micronação, e pela quantidade de jogos disputados acaba liderando o Ranking Tabelão e-Stadium em Pathros. O time conseguiu apenas 1 vitória em 58 jogos, e muitos são os empates. A defesa ainda é instável, com um ataque inoperante.
 
Já o segundo colocado, o Real Méravis FC, faz uma campanha parecida com o rival pathrano. Tendo apenas 12 jogos disputados, time ainda não venceu, e também não marcou gol. A defesa, apesar de tudo, aparenta ser mais estável do que a defesa do rival.
 

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CATEGORIA DE BASE

.:: Blitzkrieg ::.
 
Surpreendentemente, mais um jogador foi revelado nas categorias de base do Blitzkrieg. Somente neste mês (que ainda está na metade!), já foram 3 jogadores que subiram para o time principal. Enquanto tem time que está na labuta há muitos meses, querendo que novos jogadores apareçam, o time de Pasárgada vem mostrando que tem uma divisão de base forte e de sorte, e assim, os frutos vem sendo colhidos.
 

CMF

.:: Cota das Federações ::.
 
Na tarde de ontem, a CMF divulgou a cota que caberá a cada Federação neste segundo semestre de 2004. cada Federação poderá requerer sua cota até o dia 31/12, caso contrário, elas não serão acumuladas para o próximo semestre. Vejam como ficou:
 
Alto-Reino 
2.307,69
Pathros 
2.307,69
Andorra 
10.384,62
Porto Claro 
30.000,00
Avalon 
1.153,85
Portugal & Alvarves 
9.230,77
Açores 
4.615,39
Reino da Normandia 
4.615,39
Havana 
8.076,92
Reunião 
15.000,00
Mallorca 
12.692,31
Sofia 
8.076,92
Marajó 
9.230,77
Valquíria 
9.230,77
Orange 
16.153,85
Westerland 
3.461,54
Pasárgada 
17.307,69
TOTAL
163.846,17
 
A cota é definida de acordo com a quantidade de times inscritos na Federação, eassim, a APF (de Porto Claro) foi a que tem direito ao maio montante ($ 30.000), seguida da Federação de Pasárgada ($ 17.307,69) e a de Orange ($ 16.153,85). A Federação com a menor cota é a de Avalon, com direito a apenas $ 1.153,85.
 
No total, a CMF, através das Federações, vai inserir na "economia esportiva" $ 163.846,17, dinheiro que se fosse dividido entre todas as equipes, não passaria de $ 1.500,00 para cada um, num período de 6 meses.
 
Esse valor é praticamente simbólico, pois a premiação dada pelas Federações é conquistada pelos clubes em praticamente 1 jogo oficial, ou até mesmo amistoso...
 

ENTREVISTA

.:: Vicente de Córdova (Açores) ::.
 
Plantão do Futebol - Sr. Vicente de Córdova, um prazer imenso fazer essa entrevista com ilustre personalidade açoriana. É público e notório que o futebol açoriano está se reestruturando depois de muito tempo abandonado. Como está sendo a volta da FAF (Federação Açoriana de Futebol)?
Vicente de Córdova - Para um esporte que nunca foi paixão nacional, o futebol micronacional nos Açores tem se desenvolvido com rapidez. Já estão sendo criadas as primeiras rivalidades, os primeiros craques aparecem, o que certamente apimenta a disputa.
 
Plantão - De que forma a CMF tem apoiado, ou orientado, a retomada de atividade da FAF?
VC - Francisco Russo, vice-presidente da CMF, tem nos apoiado bastante. Outros membros, como Remus J. Lupin , também são sempre muito gentis. Sentimos falta, é verdade, de algum apoio mais direto e constante, mas provavelmente a CMF ainda não conta com esse tipo de mecanismo. Com o tempo, acredito, a FAF vai se estabelecer como uma federação responsável e ágil, mas por ora a nossa inexperiência tem atrapalhado um pouco.
 
Plantão - Pelo que o senhor tem acompanhado na CMF, e com um olhar não-viciado, o que o senhor destacaria como pontos positivos e negativos da CMF?
VC - Um ponto positivo, inegável, é a movimentação da lista, a presença do presidente e do vice, sempre respondendo as mensagens. Um ponto negativo a se destacar é um certo tom belicoso em algumas mensagens. Às vezes, parece a antiga OLAM. Não esperava isso de uma lista de futebol. Mas a paixão é grande, pelo que pude notar.
 
Plantão - Voltando ao futebol açoriano, percebe-se que em pouco tempo 4 equipes foram criadas, e uma já está com o processo de criação em andamento. O senhor planeja alguma campanha para criação de mais equipes, ou entende que o processo deve ser natural, como vem sendo atualmente?
VC - É um ponto ainda não resolvido. Deveria ser natural, mas não é o que vejo ocorrendo em outras federações. Preciso ver se o "purismo" da FAF não vai se converter em um castigo. Cidadãos ativos e dispostos a atender um chamado para a criação de times, nós temos.
 
Plantão - A FAF já teve muitos clubes ao longo de sua história. Haverá algum projeto de resgate da história desses clubes e das competições?
VC - Sim. Não é uma história particularmente rica, mas ainda assim é a nossa História ("O Rio que corre na minha aldeia..."). Já conseguimos recuperar os arquivos do AÇO 2003, e nosso principal objetivo agora é resgatar os arquivos da seleção nacional. Mas a verdadeira história do futebol nos Açores, pode ter certeza, ainda está por ser escrita.
 
Plantão - O que a FAF planeja fazer para incentivar o fortalecimento de suas equipes, num futebol micronacional onde existem clubes disparadamente mais fortes e melhor estruturados?
VC - Os confrontos com esses times serão duros para nós. Os nossos times ainda não tem condições de resistir, mas vamos auxiliar o máximo possível os nossos técnicos com informações - nesse aspecto o sítio da FAF (http://www.geocities.com/vicentearruda/FAF/Faf.htm) é uma ferramente importante - e restringir, pelo menos nesse começo de trabalho, as excursões ao exterior. Vamos dosar esses conflitos, homeopaticamente.
 
Plantão - Finalizando, agradeço a presença do senhor nesta edição e por ceder esta entrevista. E para cutucar, o Plantão gostaria de saber, na sua opinião, qual é o melhor clube açoriano neste início de temporada?
VC - O melhor time é o Clube do Real Engenho - o meu, oras! - mas é verdade que o Crazy King promete endurecer esse futuro campeonato AÇO 2004. Por fim, agradeço a chance de falar ao "Plantão" e faço elogios, sinceros e merecidos, a esta publicação. É realmente um jornal indispensável para os amantes do futebol micronacional, com informações seguras e estilo claro.
 
Plantão - Mais uma vez o Plantão agradece pela entrevista, e deseja muito sucesso do seu time nas competições, bem como da Federação Açoriana.
 

Plantão do Futebol
Ano II - Nº 096
 
Editor responsável: Wagner Bacciotti Campodonio (wbcbio@yahoo.com.br)
Colaborador: Vicente de Córcova (vicentedecordova@yahoo.com.br)
Entrevistado desta edição: Vicente de Córdova - Açores (vicentedecordova@yahoo.com.br)
 
Informativo esportivo editado no Reino Unido dos Açores (www.acores.cjb.net).
 
O Plantão do Futebol trata de assuntos pertinentes ao futebol micronacional,
com notícias sem teor agressivo e que visam retratar e incentivar o crescimento sadio do futebol virtual.
 
Fontes desta edição:
http://www.estadium.cjb.net
http://www.tabelão.cjb.net
telegrapho_real2@yahoogrupos.com.br
comite@yahoogrupos.com.br
 
Jornal associado a:
.::     A   I   M     ::.
(Associação de Imprensa Micronacional)
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