
Cadeira Cativa
Por:
Wagner Bacciotti Campodonio
Quer dizer, nem tão novo assim...
Bruno Massera já foi Presidente da CMF, e foi um dos grandes destaques. Isso
deu uma grande bagagem para que ele resolvesse voltar a se candidatar, na
esperança de repetir o bom mandato daquela época.
Os desafios de hoje são tão complicados como os desafios de sua primeira gestão. É verdade que a CMF está, em tese, melhor estruturada, com uma "cara" melhor definida e leis mais completas, porém, o futebol micronacional está passando por um momento decisivo.
Momento este
que, a depender do ritmo que impor o Presidente da CMF, o futebol avançará
muito, ou correrá o risco de ficar cada vez mais monótomo, menos participativo
e mais burocrático. É momento das Federações mostrarem que elegeram
representantes ativos, ou então será a vez da CMF cobrar por isso. É o momento
das CMF assumir o seu papel de conscientizadora, não deixando apenas sob
responsabilidade das Federações.
Organização, estabelecimento de
metas, participação efetiva dos representantes, fiscalização eficiente e
divisão de responsabilidades administrativas são as palavras chave para o
sucesso deste novo mandato.