PAINEL ECONÔMICO
Comunidade Livre de Pasárgada
Icária, domingo, 14 de março de
2004
Edição 02 - Ano I
Editorial
Aconteceu em Pasárgada
Tour MicroEconômico
Artigo: MicroEconomia de Escala (João Paulo
Vergueiro)
História da Economia Micronacional: Plano Tupi - o início
Artigo: Conversibilidade - algumas repsostas
(Bruno Cava)
Está na Lei
Fala você! (Entrevista com Alex Vicente)
Economia Global: Concorrência
tenta impedir parte do acordo entre Interbrew e AmBev
Editorial
A recepção que teve a primeira edição do
Painel Econômico foi muito além da minha expectativa. Recebi parabenizações de muitas
pessoas, tanto de Pasárgada quanto de outras micronações. E agora, eu é quem
agradeço por toda a atenção e carinho dos leitores, independentemente do
posicionamento em relação a implantação de um sistema econômico com
monetarização, ou não.
O jornal, que nasceu graças a uma
iniciativa do Ministério da Economia de Pasárgada e que acabou tendo sua
administração de forma privada (para desvincular do formato de
informativo "oficial" que poderiam adquirir), serviu para
trazer à lista nacional de Pasárgada algumas discussões sobre economia. E mais!
Com o sucesso da primeira edição, cidadãos de outras nações entraram em
contato, comentando sobre o jornal e se oferecendo para participar com artigos
e matérias.
Isso mostra que um dos objetivos iniciais
desse projeto, que é promover o debate econômico e a integração entre as
pessoas de várias micronações, ligadas a economia, parece que iniciou muito
bem.
Nesta segunda edição, tentamos ampliar
nossa abrangência e ao mesmo tempo mantendo a estrutura inicial. Inauguramos a
coluna sobre história da economia micronacional, trazendo informações como foi
o início do Plano Tupi (Marajó), e desta vez temos a publicação de dois
artigos. Os dois muito bem escritos, embasados, e em sintonia com a realidade
micronacional. E como novidade, trazemos uma matéria sobre economia
"macronacional", acerca da polêmica fusão da AmBev e da InterBrew,
originando a InterBev.
Espero que aproveitem bastante!
Aconteceu em Pasárgada
Tour MicroEconômico
República de Havana
Artigo
MicroEconomia de Escala
Escrito por João Paulo Vergueiro
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Participe do jornal Painel Econômico você também!!!
Escreva um artigo sobre
economia micronacional
e mande para nós: robertobarreto77@yahoo.com.br
História da Economia Micronacional
Plano Tupi - o início
Em 19 de outubro de 1999, foi divulgado
no jornal Tribuna de Marajó a criação de uma lista de discussão sobre o Plano
Tupi. O Plano Tupi é considerado o pioneiro, pela sua funcionalidade.
Assim, o Plano Tupi é, de longe, o mais famoso plano econômico
micronacional daquela época, pela proposta de realização diferenciada. Ele
contou com a colaboração dos seguintes cidadãos daquela micronação: Wagner
Campodonio, Edson Veloso (Ministro da Economia), Waldir Bambino (Professor de
economia da UniMAR), Lucas Persona, Juanita Castañeda Wright e Homem de Mello.
Imagina-se a grande dificuldade deste
grupo em debater sobre esse assunto, e tentando implantar um sistema econômico
mais complexo naquela época. Mas, apenas 3 meses depois da formação desse
grupo, em janeiro de 2000, o Plano Tupi já estava pronto para funcionar em
fase experimental. A aprovação oficial do governo, por via da Presidenta da
República, Juanita Castañeda, já era realidade.
Um Banco Central foi criado (Waldir
Rezende foi nomeado Presidente do BC), graças a tecnologia desenvolvida por
Lucas Persona, e as empresas marajoaras já se preparavam para a adaptação a
nova realidade que estava por vir.
O que se notou, no início do Plano, foi
a falta de uma participação popular. Os empresários, e cidadãos comuns, não
eram informados sobre como era o plano e o que mudaria na vida deles. Pior:
nunca foram questionados se era desejo da população a implantação de uma
economia com monetarização.
Tentando amenizar a situação, o governo
solicitou à empresa IMOPE a realização de uma pesquisa de opinião popular a
respeito do plano econômico, enquanto que o presidente do BC, Waldir Rezende,
se esforçava para fechar essa lacuna cedendo entrevistas aos órgãos de
comunicação, a exemplo da recém-inaugurada rede de televisão CNM. As dúvidas
eram tantas que Waldir Rezende foi bombardeado pelos cidadãos com inúmeras
perguntas sobre o plano.
Diante de uma população ávida por
informações, e com a boataria se espalhando em enorme velocidade, Waldir
Rezende se viu obrigado a enviar uma nota oficial à lista nacional de Marajó,
dizendo que "o Plano Tupi foi "visado e revisado", e que ele
usou sua experiência acumulada nas várias tentativas frustradas de criar um
sistema econômico micronacional em vários países. "Conheci inúmeros planos
econômicos e fiz parte de alguns", disse Waldir. "Hoje sou
Presidente do Banco Central e trouxe ao Plano Tupi o conhecimento
amadurecido passado por todas estas micronações."
Agradecemos a Bruno Crasnek pelo envio de preciosas informações.
Artigo
Conversibilidade: algumas respostas
Escrito por Bruno Cava
No último
Painel Econômico, o socialista Raphael Garcia escreveu: "Muitas perguntas
surgem quando falamos em Economia aplicada no micromundo: Isso não criaria
Classes Sociais? Não causaria êxodo de cidadãos? não nos transformaríamos em um
joguinho de Banco Imobiliário? O Micromundo não seria Mercantilizado? E a
principal, porque Economia?". Vejamos.
Não há
pobres no mundo micronacional. Ao contrário do que alguns supõem, a prática
micronacional está longe de ser gratuita; ela envolve uma série de custos:
fixos - equipamento mínimo: R$ 1.200 - R$ 2.000 - e variáveis, em função
da atividade - contas de telefone, Internet a cabo: R$ 50 - R$ 150.
Adicionalmente, apenas o tempo dispendido com o micronacional implica na perda
de lucro em potencial, de curto (trabalho) ou longo prazo (estudos); afinal,
tempo é dinheiro. Como todo hobby, Micronacionalismo custa dinheiro -
individual ou "paitrocínio" - e não é dos mais baratos. É
mais oneroso, por exemplo, que bater uma bolinha na praia ou assistir à novela
das oito; mas menos custoso, de outro lado, que praticar mergulho ou voar de
ultra-leve. Em termos financeiros, o Micronacionalismo equivale à malhação em
academia ou jogo de tênis.
O objetivo
principal do projeto de monetarização com conversibilidade, na linha
ghenoviana, é bancar coletivamente com os custos já existentes relativos ao
domínio oficial pasárgado, ficando os excedentes para gastos com marketing da
micronação na Internet, "carteirinhas", camisetas ou outros
acessórios desejados pela sociedade. Em todos momento, sempre se falou em
quantias bem pequenas; extrapolando e prevendo um gasto nos itens acima, jamais
teríamos uma injeção financeira maior que R$ 100,00 / mês. Rateando entre,
suponhamos, 20 cidadãos interessados, isto significa R$ 5,00 per capita. A
obviedade: o valor adicional referente à conversibilidade é SOMBRA dos custos
já presentes no micronacionalismo, muito inferior ao que se gasta numa série de
outros hobbies que às vezes nem nos dedicamos com a mesma paixão. Somente num
exercício supremo de distorção de escala pode-se falar que isto implica em
"divisões de classes", desigualdades sociais,
"mercantilização" etc, simplesmente porque o montante envolvido não
tem como refletir o status financeiro de cada um.
Ninguém é
insano a ponto de transformar o hobby numa empresa, não se quer obter lucros,
pois seria trair a própria natureza voluntariosa do micronacionalismo. Na
verdade, a idéia é até singela: dar um ar maior de sofisticação, incorporar na
micronação um novo elemento, que pode ampliar as esferas de participação e
trazer outras benesses, como maior (possivelmente muito maior) fluxo de
cidadãos advindos de um investimento regular e inteligente, mesmo que pequeno,
em marketing da micronação. Sejamos razoáveis: investir um dinheirinho num
hobby não é nenhuma novidade, não deve ser visto como absurdo; afinal, nós JÁ
gastamos.
É claro que
a participação num eventual modelo monetário deverá ser facultativa e
não-discriminatória. Quem não quiser contribuir com nada, receber por seu
trabalho ou sequer tomar conhecimento do sistema, não deverá ser prejudicado em
absolutamente nada do resto da atividade nacional. Aponto para o futebol
micronacional um exemplo de como a inclusão facultativa é viável. Quem não
participa do complexo microfutebol não se vê em condição em inferioridade com
relação a nada numa micronação; quem não participa apenas não integra essa
"fatia" da atividade nacional.
Finalmente,
há o argumento que não vale a pena desenvolver um complexo sistema econômico,
com conversibilidade, com todos os controles necessários, baseado num difícil
consenso, se é mais fácil e desimpedido fazer uma "vaquinha" para
pagar os custos do domínio e outros eventuais. De fato, é MUITO mais cômodo,
desembaraçado e rápido fazer a "vaquinha". Ponto. Contudo, com
esse raciocínio, poderíamos começar a nos questionar: por que então dispomos de
Parlamento, com regimento interno, partidos e lei eleitoral, se poderíamos ser
uma democracia direta? Para que leis detalhadíssimas, jurisconsultos, togados e
provedores, se os acionamentos são esporádicos, não seria mais fácil uma
instância monocrática? Para que cultura micronacional? Empresas?!
Oras, o
sentido do micronacionalismo é o próprio micronacionalismo. Todo hobby
sustenta-se pelo prazer que proporciona; e o micronacionalismo propõe-se a
ser o hobby da construção política de uma sociedade em miniatura. A
estrutura minuciosa que envolve essa construção é exatamente a essência do
micronacionalismo. Não somos micronacionalistas quando na fruição de amizades
ou off-topics, apesar de ser conseqüência natural de nosso hobby (como de
qualquer hobby!), não tem nada a ver com seus objetivos; o micronacionalismo
está presente justamente quando desenvolvemos partidos, instituições, eventos
culturais, leis, microdesportos, agências, símbolos, judiciário,
imprensa e, esperançosamente, economia. Negar a sistematização da
economia é podar uma potencialidade fascinante, desafiadora, de uma sociedade,
mesmo em miniatura, uma vez que a economia está presente em qualquer grupo
social. Ninguém disse que seria fácil a conversibilidade; justamente por ser
difícil, é desafio à altura de Pasárgada... se fosse fácil outros já teriam
feito.
Está na Lei
Mais uma vez o Painel Econômico irá
trazer alguns itens interessantes presentes nas Leis pasárgadas relacionadas a
economia, para auxiliar na formação de opinião dos leitores. Mas, mais uma
vez, vale ressaltar que não iremos fazer uma análise seguindo uma
linguagem técnica, mas sim, tentar explicar (ou pelo menos apresentar) alguns
tópicos tidos como imprescindíveis para o sucesso na implantação do sistema
econômico
LEI 05.2001/01 - LEI DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO
Observando o Art. 2º dessa Lei, podemos
notar a importância que se dá em Pasárgada ao incentivo às atividades produtivas,
sem deixar de relacionar o desenvolvimento econômico com políticas culturais,
sociais, cantonais e educativas.
"Art. 2º. Os planos de
desenvolvimento econômico têm por objetivo o incentivo à atividade produtiva da
nação em todas as esferas de participação, coordenando a política econômica com
as políticas cultural, social, cantonal e educativa.
Parágrafo Único.: Os planos de desenvolvimento econômico serão elaborados
com horizontes trimestrais, sendo ajustados em iguais períodos."
No Art. 3º, encontramos a determinação
de que a moeda em Pasárgada, assim que implantada, deverá se chamar Lira
Pasárgada (L$P)
"Art. 3º. A moeda nacional será a Lira Pasárgada L$P."
E no Art. 4º, já se desenha uma relação
entre economias de outras micronações com a economia pasárgada.
"Art. 4º. Nenhum tributo, taxa ou
emolumento em moeda estrangeira será cobrado pelo estado pasárgado, ressalvadas
contribuições voluntárias captadas em regime reservado, desde que a existência
das contribuições não implique em qualquer forma de discriminação."
Fala você!
Entrevistado: Alex Vicente, do
Principado de Sofia
Painel Econômico - Quais seus cargos em Sofia?
Alex Vicente - Atualmente sou Governador de Nouvelle Québec e Ministro da
Fazenda do Principado de Sofia
PE - Quando e como foi a implantação da
economia monetarizada em Sofia?
AV - Foi implantado em meados de 2001, no início para estimular a
atividade no Principado e com sucesso, desde então não vejo Sofia sem o Sistema
Monetário. Quanto a implantação, não sei ao certo mas foram realizados vários
testes no programa do Banco e só depois de testado de todas as formas possíveis
e ouvindo a população sobre a melhor funcionalidade e que foi implantada
mediante Lei.
PE - Houve algum outro plano econômico
anterior ao atual?
AV - Não este foi o primeiro e acho que o único a ser utilizado em
Sofia.
PE - Quais foram as pessoas
responsáveis pelo plano econômico?
AV - O Felipe Fonte, então Príncipe Monarca quem idealizou o Sistema,
o Felipe Esteves quem programou o Banco e todo o povo sofista que ajudaram a
montar o Sistema Monetário
PE - O que representa, para Sofia, ter
um sistema econômico ativo?
AV - Praticamente seria voltar no tempo da Pedra Lascada sem o
Sistema Econômico, tudo gira em torno da Economia e com certeza o nosso
Sistema Econômico é um dos pontos fortes de nosso país, o que nos dá muito
orgulho.
PE - A implantação de um sistema
econômico monetarizado em Sofia foi feito após alguma espécie de consulta
popular, ou foi uma imposição do governo?
AV - Tudo em Sofia é feito de forma democrática, mesmo não estando em
Sofia à época, tenho certeza que foi feito com a consulta popular, seria contra
as raízes sofistas uma imposição direta do Governo.
PE - O que aconteceu com os cidadãos
que não concordavam com uma economia em Sofia?
AV - Na época não acredito que houve muitas opiniões contrárias, pois
seria um desafio, algo que poderia revolucionar a história sofista e isso
geralmente causa entusiasmo! Claro que houve problemas no início mas com
certeza nada que abalasse a estrutura do Sistema.
PE - Como é a estrutura administrativa
do governo em relação a economia?
AV - Temos um Ministro da Fazenda que cuidas das obrigações
financeiras do Executivo, Legislativo e Judiciário e que controla tudo o que
for relacionado a Finanças e arrecadação de um modo geral!
PE - O que houve de positivo para as
empresas sofistas com a monetarização?
AV - Houve um crescimento das empresas, pois com a possibilidade de
remuneração dos serviços houve um grande avanço nessa área, ajudando a
movimentar a economia do país, claro que nem todas foram pra frente, algumas
quebraram por falta de grana, pois como no macro, houve concorrência e assim
vamos, faz parte da vida econômica, umas crescem e outras nem tanto!
PE - Como é feita a taxação dos
serviços e controle da inflação?
AV - A taxação dos serviços do Governo é tabelada, como quase tudo em
Sofia, salários, taxas, impostos, etc... Tudo aprovado por sua respectivas
Leis. Praticamente não há inflação, pois os preços não variam muito desde a
criação do sistema econômico.
PE - Existe alguma previsão para a
criação de alguma Bolsa de Valores de Sofia? Qual seria seu objetivo?
AV - Houveram apenas comentários iniciais, mas não fomos adiante, resolvemos
esperar mais um pouco.
PE - O Mercom tem gerado os resultados
esperados?
AV - O Mercom ainda está em fase de estudos, não posso dizer se
alcançou ou não os resultados esperados, ainda estamos em negociações, mas
encontram-se um pouco estacionadas.
PE - Há o interesse, ou contatos
firmados com outras micronações para ampliar o Mercom?
AV - Sempre há, como disse acima estamos em estudos e queremos sim que
outras Micronações sejam beneficiadas com os serviços de nosso Sistema.
PE - Na sua ótica, quais são os grandes
problemas da economia sofista, e como vocês pretendem resolvê-los?
AV - O grande problema é em que investir, ou gastar, o dinheiro, fazer
a economia avançar, rodar, não ficar parada! Estamos tentando usar de nossa
criatividade pra fazer a economia crescer, criando novas formas de dinamizar a
economia ou ainda a criação de alguma forma de necessidades básicas aos
cidadão, mas ainda é tudo especulações, nada certo, o que é certo mesmo é
colocar nossa criatividade em pleno vapor!
Obrigado Alex, por colaborar com o
Painel Econômico.
Economia Global
Concorrência tenta
impedir parte do acordo entre Interbrew e AmBev
As empresas concorrentes da
Ambev/Interbrew começam a acionar a Justiça para impedir a negociação entre o
grupo nacional e o belga. No Brasil, O grupo Schincariol vai pedir ao Conselho
de Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que impeça o negócio entre AmBev e
a belga Interbrew.
Já a cervejaria e engarrafadora
mexicana Femsa afirmou nesta sexta-feira que entrou com uma ação judicial nos
Estados Unidos para bloquear certos aspectos do acordo entre a belga Interbrew
e a brasileira AmBev. A Femsa informou que o processo foi iniciado em Nova York
baseando-se no fato de que sua subsidiária norte-americana Wisdom - que detém
30% da Labatt USA, atualmente controlada pela Interbrew - não foi consultada
sobre o acordo entre Interbrew e AmBev.
"É a posição da Femsa que os
direitos da Wisdom como acionista minoritária serão iminentemente violados
devido ao fato de que, entre outras, a transferência de propriedade está para
ocorrer (...) sem a aprovação da Wisdom", afirmou a Femsa em um
comunicado.
Logo após o anúncio, as ações da Ambev inverteram
sinais. As preferenciais, que caíam quase 3%, reduziram o vigor para baixa de
0,37% próximo ao horário de fechamento do pregão. Já as ordinárias, que
avançavam 0,5% , caíam 1,04%. "Sem dúvida, isso pode fazer com que a ON
volte um pouco nos próximos dias porque já subiu muito", disse Álvaro
Teixeira, sócio-diretor da Perimeter Asset Management.
Interbrew também possui 30% da divisão
de cervejaria da Femsa, fabricante das marcas Tecate e Dos Equis.
A relação entre a Femsa e a Interbrew
ficou tensa quando a Interbrew adquiriu as cervejas Beck em agosto de 2001,
porque a empresa belga desejava unir as redes de distribuição da Labatt USA com
as da Becks, a fim de reduzir custos.
A Femsa bloqueou a fusão argumentando
que não havia sido consultada e que o acordo atrapalharia a comercialização de
suas marcas nos Estados Unidos.
No início de março, a Interbrew
anunciou que concordou comprar uma parcela majoritária da AmBev em um complexo
acordo de troca de ações, para criação da maior cervejaria do mundo em volume
produzido.
Fonte: www.terra.com.br
Painel Econômico
Edição 02 - Ano I
Alvará de funcionamento: Ic/03.003
Editor: Roberto Barreto (robertobarreto77@yahoo.com.br)
Artigos
João Paulo Vergueiro (tsavkko@hotmail.com)
Bruno Cava (hamletvictrix@hotmail.com)
Entrevistado
Alex Vicente (alex@sofia.pro.br)