.:: Tradição Marajoara
::.
República de
Marajó, 19 de Agosto de 2003
Edição 10
.:: Editorial ::.
Quem
nunca ouviu falar de Waldir Bambino Rezende? Uma das personalidades mais
polêmicas de toda história marajoara, um humor afiado e uma dedicação fenomenal
para com Marajó, que resultou em grandes conquistas para nossa sociedade.
Este
econiano, que abraçou de corpo e alma Marajó, merece ser homenageado por tudo o
que fez, por isso, aqui está a nossa entrevista com o Bambino!
.:: Entrevista ::.
Tradição Marajoara - Olá Waldir, obrigado por
colaborar com a revista Tradição Marajoara. Você esteve em Marajó em que
período? E agora, em que micronação você está?
Waldir Rezende - Estive
em Marajó no princípio da República até uns poucos meses depois do término do
meu segundo mandato de presidente da República, por volta de dois anos. Hoje
estou no Reino Unido dos Açores, onde sou Arquiduque de Cádiz e Delfim dos
Açores.
TM - Quais foram os seus cargos ou empresas
mais importantes em Marajó?
WR - Passei
praticamente por tudo. Por mais que tivesse vindo como fundador e governante em
Avalon e interventor presidente do Banco Central em Orange, entrei como um
simples cidadão, sem nenhum privilégio. Mas fiz meu caminho. Entre os cargos de
maior expressão estão: Presidente do Banco Central por duas gestões, Ministro
da Economia por duas gestões, Senador da República onde no senado fui
secretário e presidente do mesmo), Chanceler (Ministro das Relações Exteriores),
Delegado na LOSS, Delegado na CML, Delegado na LOM, Conferencista na Quádrupla
Aliança, Delegado na OLAM onde fui Secretário Geral da OLAM, Professor de
Economia na Unimar, Professor de Diplomacia na Unimar, Presidente da
República por duas gestões, Presidente do PRM por duas gestões, Embaixador por
praticamente todas as micronações e Presidente do Grupo Rezende e Rezende &
Gimeni que compunha um pool de 10 empresas diversas.
TM - Hoje, como você vê Marajó no tempo que
você chegou aqui?
WR - Quando entrei em
Marajó ela estava no inicio do seu auge. Já tinha iniciado minha vida
micronacional em Econia, fundado junto a amigos Avalon e participado
rapidamente de Orange mas Marajó era a top.
Os micronacionalistas mais emergente, grande atividade até então pouco
vista no micronacionalismo e uma intensidade de projetos do qual perdíamos de
vista. Vejo que Marajó, por mais que tivesse tido alguns problemas mesmo no
início estava marcada para ser uma grande micronação.
TM - Na sua opinião, como está Marajó hoje em dia?
WR - O
micronacionalismo passa por um período morno, comparado com períodos passados.
Marajó passou por altos e baixos e hoje encontra-se em um período de
estabilização, de autoavaliação e organização, típico da nação que se prepara
para crescer. É um ótimo caminho que deve ser traçado.
TM - Após esse tempo fora de Marajó e com um olhar
externo, como você acredita que Marajó estará daqui a alguns anos?
WR - Para analisar
Marajó, precisamos analisar o micronacionalismo e suas tendências. Não acredito
em um boom passado. Vejo uma Marajó organizada, enxuta com todos os seus meios
em trabalho efetivo e, acima de tudo: madura.
TM - Fazendo um Top Histórico Marajoara de todos
os tempos, destaque para nós:
- 03 Pontos Positivos: inovação,
formação de opinião e sua estrutura.
- 03 Pontos Negativos: (estou
a muito pouco tempo de retorno para esta análise)
- 03 Personalidades Marajoaras Importantes: Juanita
Castañeda, Lúcio Costa Wright e Júlio Caimã.
TM - Fazendo um "ping-pong" sobre Waldir
Rezende, o que você nos diria sobre:
1 - Seu melhor momento pessoal: Presidência de
Marajó por duas vezes consecutivas junto com Secretaria Geral da OLAM.
2 - Seu pior momento pessoal: A
crise em Marajó com a dissolução dos cidadãos ativos para
o micronacionalismo.
3 - Um projeto seu em Marajó, que agradou e deu
certo: A Economia Micronacional que virou tendência.
4 - Um projeto seu em Marajó, que era
bom, e que mereceria ser reativado: Plano de Carreira
Diplomática.
5 - Um grande amigo marajoara que nunca
mais você o encontrou: Vera Brito (Juanita Castañeda).
6 - Uma histórica mancada sua: Não
ter ido na cerimônia de meu casamento com Lívia :-).
TM - Waldir, mais uma vez, muito obrigado pela sua
participação. E para finalizar, que recado você deixaria para todos os leitores
do Tradição Marajoara?
WR - Marajó sempre
foi sinônimo de garra, força e é conhecida por ser o berço de grandes
micronacionalistas. Marajó é história, é passado, presente e futuro. Marajó é o
sonho de uma sociedade melhor, portanto, acreditem nele. Você faz a diferença!
.:: Tradição Marajoara
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.:: Edição 10
- 19 de Agosto de 2003 ::.
Jornalista Responsável: Wagner Bacciotti
Campodonio
Entrevistado: Waldir Rezende
A revista Tradição Marajoara
foi criada pelo Projeto Tradição, do Ministério do Trabalho e
Integração Social (MTIS) da República de Marajó, desde o governo
2003.1. Com este informativo, visamos homenagear os marajoaras, ou
ex-marajoaras, que já fazem parte de nossa história. E ao mesmo tempo,
levar aos demais marajoaras e micronacionalistas de outras micronações um
melhor conhecimento sobre a pessoa homenageada, e por
consequência, sobre Marajó.