.:: Tradição Marajoara
::.
República de
Marajó, 17 de Agosto de 2003
Edição 09
.:: Editorial ::.
Bá
Lima, ou para os mais antigos, Bá Leado Lima! Este é o nome do homenageado de
hoje com a entrevista. Bá sempre foi uma pessoa extrovertida aqui em Marajó, e
esta sua personalidade ajudou a Bá Lima conquistar muitos amigos e sempre estar
presente nos grandes acontecimentos de nossa história recente.
Bá
já foi por diversas vezes Senador da República, foi jornalista de destaque no
periódico Esporte Marajó e um dos mais destacados ministros dos esportes que
Marajó já teve. Bá teve importante papel na reestruturação do Partido
Socialista Marajoara, e um dos responsáveis diretos pela existência, até hoje,
do único partido ativo em Marajó no momento.
Este
cidadão sempre fez de tudo para que Marajó continuasse em pé nos momentos mais
difíceis. E é neste momento difícil de sua própria vida micronacional, como
assume nesta entrevista, que todos nós marajoaras dizemos em alto som: Marajó
tem orgulho de tê-lo como cidadão! Desejamos melhoras na auto-estima e que os
projetos voltem com força total!
.:: Entrevista ::.
Tradição Marajoara - Olá Bá, obrigado por
colaborar com a revista Tradição Marajoara. Você está em Marajó desde quando?
Bá Lima - Desde novembro de
2001.
TM - O que fez com que você resolvesse continuar
em Marajó até os dias atuais?
BL - Nem sei direito. Parece
um vício. Desde que entrei em Marajó gostei muito do que ví e vivi aqui. Já
pensei várias vezes em sair, mas eu não consigo. Os amigos que fiz aqui, o
que aprendi e o que ainda tenho a aprender me seguram aqui.
TM - Hoje, como você vê Marajó no tempo que você
chegou?
BL - No tempo que
cheguei, Marajó estava colhendo os frutos do caso Pretória. Haviam poucos
cidadãos, e eles estavam muito empenhados a reerguer essa nação que tanta
história tem pra contar. Era uma Marajó com poucos em números, mas muitos em
vontade.
TM - E como você espera que Marajó esteja daqui a
alguns anos?
BL - Não espero que ela
seja a maior, a mais poderosa, mas sim a melhor, a mais amigável, a que todos
olham e admiram.
TM - Quais são seus projetos pessoais para o
futuro em Marajó? E como e quando pretende realizá-los?
BL - Ainda não sei
direito. Ultimamente ando meio sumido da lista, quero mudar isso e ser mais
ativo. Quanto a projetos não tenho nenhum não. Eu nunca planejo nada. O que vem
na minha cabeça na hora eu faço.
TM - Fazendo um Top Histórico Marajoara de todos
os tempos, destaque para nós:
- 03 Pontos Positivos: O
renascimento de Marajó, reabertura do SOMA e o atual governo, que
resgatou a moral Marajoara entre as outras micronações.
- 03 Pontos Negativos: Pretória
como sempre, o problema que tivemos com o nosso site e a saida de Filipe
Depardier...
- 03 Personalidades Importantes: Crasnek,
Wagner Campodonio e Rodolfo Winotz
TM - Fazendo um "ping-pong" sobre Bá
Lima, o que você nos diria sobre:
1 - Seu melhor momento pessoal: Nos
primeiros meses que cheguei, quando estava empolgado e cheio de idéias.
2 - Seu pior momento pessoal: O
atual.
3 - Um projeto seu, que agradou e deu certo: Teve
o Esporte Marajó. Foi um bom jornal que editei.
4 - Um projeto seu, que era bom, e que
mereceria ser reativado: O álbum Marajoara
5 - Um grande amigo marajoara que já não
está mais em Marajó: Filipe Depardier
6 - Uma histórica mancada sua: As
olimpíadas marajoaras.
TM - Bá, mais uma vez, muito obrigado pela sua
participação. E para finalizar, que recado você deixaria para todos os leitores
do Tradição Marajoara?
BL - Muito
obrigado, Wagner, parabéns por tudo o que você faz e sempre fez por Marajó. Aos
marajoaras que sempre tenham o orgulho que eu tenho de participar dessa
micronação que tanto me faz feliz. Valeu!!!!
.:: Tradição Marajoara
::.
.:: Edição 09 - 17
de Agosto de 2003 ::.
Jornalista Responsável: Wagner Bacciotti
Campodonio
Entrevistado: Bá Lima
O Tradição
Marajoara é um informativo criado pelo Projeto Tradição, do Ministério do
Trabalho e Integração Social (MTIS) da República de Marajó, desde o
governo 2003.1. Com este informativo, visamos homenagear os marajoaras que
já fazem parte de nossa história, e ao mesmo tempo levar aos demais marajoaras
e micronacionalistas de outras micronações um melhor conhecimento sobre o o
cidadão homenageado, e por consequência, de Marajó.